18 de setembro de 2017

A aplicação dos conhecimentos nas oportunidades de mercado nas empresas inteligentes em Marketing

A incompetência e a deslealdade são fundamentais para a maioria das empresas, pois enxergam clientes como cofres a serem esvaziados rapidamente, para que o próximo da fila seja capturado, demonstrando a incapacidade de fazer algo relevante e aplicável no mundo real, aproveitando-se do protecionismo descabido e que pune as empresas que oferecem soluções.
Mercados assolados pela incompetência não podem ser considerados competitivos, mas o são porque a corrupção é praticamente totalitária e impede que muitos empreendedores possam oferecer suas ideias, na forma de produtos ou serviços, aos consumidores ávidos por soluções.
Desta forma é impraticável a competitividade entre os melhores, pois o que há de pior é valorizado e sustentado por uma cadeia de ações vis que quase exterminam quem sabe oferecer uma solução.
Outro fator perturbador é a incapacidade que as empresas possuem em lidar com o conhecimento e suas oportunidades de oferecer ideias que gerem soluções viáveis, pois o adestramento de colaboradores é algo tão arraigado que o mercado não evolui, tampouco pode competir com os mercados que sabem que o indivíduo que oferece soluções abre espaço para que ideias e empreendimentos deem aos consumidores mais do que produtos ou serviços.
Logicamente os mercados onde pessoas são meras coisas substituíveis ao apresentar defeitos se tornam fechados de forma proposital, ainda mais quando é necessário se manter uma estrutura que impede que cada pessoa seja geradora de soluções, mantendo o que há de pior em uma linha de montagem perpétua baseada na falácia da experiência que é fundamentada no adestramento.
Por isso é fácil encontrar empresas medíocres, principalmente quando os famigerados processos seletivos escolhem os melhores micos amestrados, por não saber lidar com ideias diferentes que, quando viáveis, geram produtos e serviços interessantes para os clientes, abrindo também a oportunidade para que os concorrentes auxiliem as demais empresas a melhorar.
Ao mesmo tempo é interessante observar como as empresas inteligentes optam por trazer para seus ambientes conhecimentos, experiências, visões, ideias e informações variadas, abrindo espaço para que a construção de seus produtos e serviços seja desenvolvida continuamente, entregando ao consumidor o que de melhor pode fazer, contando com determinados padrões, mas sem transformar pessoas em coisas, algo muito comum nos mercados dominados pela incompetência.

30 de agosto de 2017

Viabilidade e inteligência na geração de ideias em Marketing

Para a maioria das empresas o objetivo central das suas atividades é retirar dos clientes o máximo de dinheiro no menor tempo possível, fazendo-se valer das ações que tratam seres humanos como recursos, atrapalhando o desenvolvimento do mercado, pois não oferecem inovações ou sequer deixam que ideias sejam estudadas e tenham suas viabilidades testadas.
Mercados podem contar com empresas dispostas a inovar e fazer um uso da infinidade de ideias que leve a criar produtos e serviços que atendam aos desejos dos consumidores, mas também exigem que cada organização esteja alinhada com propósitos distintos.
Por isso é muito mais fácil encontrar empresas que preferem usar pessoas do que oferecer soluções para seus clientes, como se cada indivíduo fizesse parte de um grupo sem ideias diferentes, que não se interessem por algo que não é igual para cada um e satisfaça desejos e necessidades de forma muito específica e individual.
Logicamente é necessário contar com uma inteligência básica para compreender que cada cliente é único, assim como cada produto ou serviço irá se encaixar na vida das pessoas de maneira individual, mesmo quando o que levou o consumidor até aquele produto ou serviço é similar a mais indivíduos.
Desta forma fica claro porque muitas empresas tentam usar e descartar as pessoas mais rapidamente, como se fossem meros recursos que se encaixam num determinado uso pontual e depois devem ser trocados quando não servem mais.
E então o mercado perde a competitividade, pois as empresas que agem apenas para retirar dos clientes o dinheiro não buscam a diferenciação, sequer olhando para dentro de si e fazendo melhorias que permitem que o cliente deixe a empresa ser procurada futuramente para a aquisição de novos produtos ou serviços.
Obviamente existe um grupo de empresas que opta por compreender o mundo real com a finalidade de oferecer a cada indivíduo que a procure as melhores soluções através de seus produtos ou serviços, melhorando e desenvolvendo-se continuamente, abrindo espaço para que a infinidade de ideias de seus colaboradores e clientes seja tratada de forma digna e permita que o produto final seja ou não levado até o mercado para atender seus consumidores.
Ideias viáveis e inteligentes surgem diariamente de indivíduos que estão atentos ao mundo real, procurando oferecer soluções para seus clientes ao mesmo tempo em que não são compreendidos por grupos incompetentes e avessos à realidade.

15 de junho de 2017

A aplicação do conhecimento dos colaboradores na elaboração de soluções em Marketing

Tratar os colaboradores como recursos é uma ação comum dentro das empresas medíocres que ocupam espaço nos mercados, ainda mais quando elas são adeptas do adestramento humano, onde ideias diferentes não podem ser colocadas em prática porque a pessoa não está num cargo que permite o uso da criatividade, além de proibir que as pessoas inteligentes sejam contratadas, pois estas pessoas são perigosas e podem apontar soluções ao invés de manter a empresa no mesmo nível.
Já nas empresas inteligentes o foco nas contratações é a capacidade com que as pessoas conseguem unir informações, transformá-las em conhecimento aplicável no mundo real e promover a geração de soluções, tanto para a organização em si quanto para seus consumidores.
Mas este cenário, adepto do uso da inteligência, é muito pequeno diante da mediocridade repetitiva que domina mercados, fazendo com que as pessoas sejam adestradas para repetir exaustivamente as mesmas ações, para que não pensem e sequer questionem o que fazem com a intenção de promover uma melhoria que gere resultados mais interessantes para a empresa, as pessoas e os clientes.
E como esta regra, onde a mediocridade é absoluta, contamina os mercados em todos os níveis, não é de se estranhar que as pessoas sempre sejam instruídas a se deixar adestrar, para que se encaixem no perfil desejado, o que as torna meras peras substituíveis nas empresas medíocres.
Por isso a preferência em pessoas adestradas é o foco principal das contratações, já que a empresa não quer investir em alguém que lhe traga novas ideias e que faça a diferença quando a organização precisa de soluções criativas, ainda mais quando a própria empresa é uma linha de reprodução das mesmices.
Também fica evidente o desejo das empresas medíocres em contar com protecionismos, buscando na corrupção a ferramenta de sua manutenção de atividades no mercado, deixando de lado a criação de soluções para os clientes para usá-los como cofres a serem esvaziados o mais rapidamente possível.
Mas também é preciso olhar para as organizações que buscam fazer por merecer o reconhecimento, que sabem que nada surge da noite para o dia ou que num passe de mágica viram referência para as demais, partindo do uso do conhecimento e sua aplicação na realidade, saindo do mero vender para continuar em atividade para oferecer uma solução a cada cliente de forma a permitir que haja a formação de uma parceria entre consumidor e empresa através de colaboradores bem preparados e que sabem resolver problemas, pois sabem que todo problema tem solução.

26 de abril de 2017

A inovação integrada as empresas em Marketing

Inovar não deve ser uma tarefa ininterrupta das empresas, caso contrário jamais alcançarão a excelência naquilo que produzem, algo que pode parecer distante do mundo real para as mentes limitadas que acham que só existe a inovação e que fazer o melhor que a empresa pode para levar aos clientes produtos e serviços utilizáveis é vital.
Para as mentes medíocres só existe a inovação em tempo integral, perpetuada para encobrir a incapacidade de alcançar a excelência por um período de tempo até melhorar o que já é consagrado pelos consumidores.
Por isso a maioria das empresas não sabe o que faz, tampouco seus colaboradores adestrados que apenas repetem os mesmos passos para não correr o risco de manter um relacionamento com os clientes.
Então as ações e discursos sempre tratarão modismos como regras, pois a inovação nem sempre precisa chegar ao consumidor, o que não é compreensível para as mentes limitadas que não enxergam a integração de informações e tentam manipular a realidade à sua vontade ilusória.
Desta forma as empresas que optam por pregar sua vocação pela inovação não conseguem atender aos desejos de sus cliente de maneira mínima, pois sequer os oferece a oportunidade de um novo encontro entre os dois lados, uma vez que o cliente é descartável e na fila o seguinte será a próxima vítima.
Com isso o mercado acaba inundado por empresas que se aproveitam dos modismos para não fazer nada, o que pode parecer surreal, mas é o que ocorre quando a mensagem enviada não reflete o que a empresa faz, e é assim que passam a tratar pessoas como coisas ou recursos, preferindo iludir clientes o mais rapidamente possível e ainda culpando-os por terem escolhido a empresa.
E assim aproveitam as falácias para se posicionarem como empresas interessantes para o consumidor, mas logo o cliente inteligente percebe o desleixo com o qual é tratado e migra para um concorrente capaz de entregar-lhe mais do que produtos ou serviços.
Então fica evidente que as empresas inteligentes conseguem trabalhar com a inovação de maneira plena, compreendendo e utilizando-a da melhor forma para levar aos consumidores produtos e serviços que não serão encontrados na concorrência, algo que foge à compreensão das mentes adestradas que assolam mercados por serem incapazes de viver no mundo real onde a melhoria contínua não é mera ficção, mas se faz presente quando a organização, através de seus colaboradores, sabe que sempre haverá espaço para evoluir.

24 de abril de 2017

O relacionamento das organizações com seus colaboradores em clientes em Marketing

A maioria das empresas propaga um discurso de valorização do relacionamento vazio, onde os funcionários adestrados repetem continuamente as mesmas ações que não se importam com as pessoas no instante do contato do cliente com a empresa, pois o mais importante é a continuidade das atividades mecânicas que visam culpar os concorrentes competentes por aquilo que as empresas medíocres produzem.
Discursos vazios são comuns dentro de empresas que apenas funcionam continuamente sem saber ao certo o que fazem, levando ao mercado tudo o que podem fazer para não melhorar, criando engessamentos que impedem a geração de ideias e que mantém o adestramento como base para a manutenção de usas atividades.
Por isso é fácil encontrar empresas que não conhecem a si próprias, e muito menos aos clientes e o mercado em que atuam, algo que parece inimaginável e que é regra nos mercados medíocres, pois o funcionários é adestrado apenas para funcionar, e não gerar soluções.
Também fica evidente que o adestramento é fundamental para a entrada nas empresas, pois elas não desejam que as pessoas gerem soluções, já que uma solução é um problema resolvido e isto não é de interesse da maioria, o que também inclui os próprios clientes, mesmo que não pareça a realidade.
Então a mediocridade é o nível máximo de avanço de muitos mercados, já que contam com pessoas adestradas e elas devem se mostrar totalmente encaixadas nas tais vagas disponíveis, mesmo que anteriormente o discurso seja voltado a trazer para o ambiente organizacional alguém capaz de oferecer ideias e soluções novas, só que não é o que ocorre na realidade, pois para que isso ocorra é necessário que as pessoas não sejam vistas como recursos.
A partir deste ponto, onde pessoas são percebidas e tratadas como seres humanos que são, é preciso ter uma noção muito mais profunda do mercado, algo que faz com que a empresa saiba que cada problema possui solução, uma vez que abandonaram a mediocridade e o adestramento, mesmo sabendo que existem momentos em que certas ações e informações possam ser igualmente sabidas e repetidas, mas sem que o todo vire um perpétuo repetir da mesmice, o que é avançado demais para as mentes medíocres que são adestradas para ocupar uma vaga dentro das organizações incompetentes.
Desta maneira as ações das empresas inteligentes acabam ganhando maior destaque, pois saem do comum para alcançar um nível onde o consumidor, e também seus colaboradores, são vistos como pessoas e oferecem as oportunidades necessárias para que as organizações gerem soluções antes de seus concorrentes mais bem preparados e tão inteligentes quanto a própria empresa que se dispõe a viver no mundo real, o que é raro quando o melhor que a maioria das empresas oferece é uma existência ancorada num protecionismo existente recheado pelo adestramento.

14 de fevereiro de 2017

A inteligência organizacional na percepção e aproveitamento das oportunidades de mercado em Marketing

A inteligência permite que oportunidade de mercado seja devidamente aproveitada da melhor forma possível, levando a cada consumidor os produtos e serviços que atendem aos desejos e também dão abertura ao relacionamento que oferece novas oportunidades, tanto para os clientes quanto para as empresas, de se encontrarem futuramente, mas apenas as organizações capacitadas para viver no mundo real conseguem fazer com que suas atividades trabalhem em conjunto com o desenvolvimento.
Para a maioria das empresas só existe uma maneira de manter suas atividades, passando a reproduzir eternamente suas ações que num passada foram bem-sucedidas, impedindo que a organização, através de seus colaboradores, melhore com o passar dos anos, criando um engessamento que não abre espaço para a criatividade e tampouco favorece o encontrar de oportunidades.
Enquanto isso acontece há uma seleta parcela de empresas que opta pelo caminho oposto, pois assumem suas responsabilidades e aproveitam ao máximo as informações relevantes para seus negócios, formando a parceria ideal com seus clientes através de colaboradores não adestrados.
Mas mesmo assim o mercado ainda está abarrotado de empresas que mais atrapalham o desenvolvimento do mercado do que o ampliam e se voltam às diferenciações de visão, partindo de achismos que deixam os produtos e serviços comuns, como de todos os seus concorrentes, dando ao consumidor uma oferta de algo que pode ser encontrado em qualquer lugar, com todas as características e atributos iguais.
Por isso é fácil perceber que estas empresas preferem colaboradores, e clientes, adestrados, que não saibam fazer nada além do reproduzir as mesmas ações, como se fizessem parte de uma linha produção.
Só que o mercado é afortunado por conter empresas que não se deixam engessar, pois sabem que sempre há espaço para melhorar todas as suas ações, cada um de seus processos e fazer com que em seus ambientes existem oportunidades disponíveis e que trazem ao presente todo o potencial criativo que gera soluções para colaboradores e clientes.
Há também o próprio interesse da organização em não tratar pessoas como recursos, já que a empresa é inteligente demais para tratar seus colaboradores e clientes como coisas que são usadas e jogadas fora quando não interessam mais, mas que é o lema das empresas incompetentes e que acham que se a pessoa não é adestrada como elas desejam não podem fazer parte de seu quadro de funcionários, pois para estas organizações estas pessoas não adestradas não funcionam.
Para as empresas inteligentes existem inúmeras oportunidades de mercado para se aproveitar, analisando-as profundamente e confirmando sua viabilidade no mundo real, para que levem aos consumidores as melhores experiências e deem aos seus colaboradores a oportunidade de gerar ideias aplicáveis e que gerem soluções que atendam aos desejos dos clientes inteligentes com os quais a organização lida diariamente.

13 de fevereiro de 2017

Oportunidades e inteligências alinhadas para o desenvolvimento de produtos e serviços em Marketing

Empresas nascem para solucionar problemas, assim como cada empreendedor observa cada oportunidade que existe para oferecer aos consumidores, e por consequência ao mercado, uma solução na forma de um produto ou serviço.
A oferta de uma solução pode parecer algo simples, e o é quando uma ideia é viável no mundo real e faz sentido em ser aplicada e desenvolvida para gerar produtos e serviços.
Por isso poucas empresas são hábeis o suficiente para entender o mundo real, pois se uma empresa opta por indivíduos adestrados não terá como criar soluções e inovações, pois sempre farão uso das mesmas ações que as leva a culpar o cliente por tê-las escolhido como fornecedoras de supostas soluções para os seus problemas reais.
Outro ponto interessante é que as empresas adestradas para agir de forma a prejudicar o consumidor são protegidas por ações descabidas, impedindo que haja desenvolvimento para todas as organizações do mercado, levando ao cliente o que não faz mais sentido no mundo real e empregando preços tão elevados que a única intenção destas empresas é retirar o máximo de dinheiro do cliente no menor tempo sem qualquer pudor.
Desta forma as empresas inteligentes, e que vivem no mundo real, acabam encontrando nos consumidores inteligentes um público muito mais interessante, que participa do desenvolvimento das organizações e faz com que os produtos e serviços recebidos também lhes agracie com atributos e características que vão além do comum.
Também fica muito evidente que as empresas inteligentes não administram o adestramento de colaboradores, pois preferem ideias diversificadas para obter visões muitos mais amplas do mercado e daquilo que pode ser levado aos clientes, mas sem o falso discurso das empresas que acham que o cliente, assim como seus colaboradores, são meros seres a se adestrar através de ações vis e descabidas.
Então as empresas que alcançam êxitos são taxadas de vilãs por aqueles que o são, pois é mais fácil culpar o outro por aquilo que se escolhe fazer a fim de prejudicar alguém, do que ter a capacidade de assumir as responsabilidades e fazer o que é melhor para o maior número de pessoas ao entregar produtos e serviços interessantes e que valem o investimento dos clientes inteligentes, algo que apenas ocorre para quem vive no mundo real em oposição àqueles que preferem alucinações e fantasias onde nada funciona na prática.

13 de outubro de 2016

Oportunidades de mercado e oferta de soluções no desenvolvimento de empresas inteligentes em Marketing

Criar soluções, seja para a própria empresa, seja para seus clientes, é uma tarefa difícil de ser executada quando a organização trata seres humanos como recursos, inviabilizando o uso do conhecimento, informações, experiências etc., por aqueles a quem ela, empresa, trouxe para dentro de seu ambiente e que é propagado como o movimento natural da organização, demonstrando que estas empresas preferem micos amestrados para ocupar todas as vagas ao invés de contar com quem sabe como oferecer uma oportunidade de melhorar e prolongar a vida da organização no mercado.
Soluções levadas aos clientes abrem novas oportunidades futuras de mercado, algo que não é aceito por empresas que não querem se dar ao trabalho de melhorar, achando que nada muda e que o importante é apenas preencher o quadro de funcionários para que tudo continue a funcionar.
Este tipo de atitude faz com que as oportunidades que vão ao encontro das capacidades organizacionais fiquem delegadas aos concorrentes inteligentes, que sabem transformar a percepção de seus colaboradores em uma solução que traz aos clientes, internos e externos, a satisfação.
Por isso é muito mais fácil encontrar empresas que são obstáculos na vida dos clientes, que se negam a melhorar para não ter que trabalhar e ter que abrir a mente para o desenvolvimento do mercado, para os novos desejos dos consumidores e até mesmo para as criações de seus colaboradores que podem ser estudadas e quando viáveis são levadas aos clientes.
Também fica evidente que as empresas da mesmice preferem os micos adestrados que apenas ocupam as vagas em seus ambientes sem alterar nada, sem somar ou subtrair naquele instante, sem se darem conta de que o concorrente inteligente opta pelos riscos de fazer dar certo cada uma de suas ações ao torná-las viáveis com muitas informações, experiências, conhecimentos e toda a gama de oportunidades que as pessoas podem demonstrar, estando elas dentro ou não da organização.
Logicamente é necessário que a solução criada seja viável, pois uma empresa inteligente sabe que seus clientes recebem muito mais informações na atualidade, e talvez procurem um concorrente quando não encontram o produto ou serviço que lhes ofereça a solução ideal.
Desta maneira as empresas que compreendem a influência de seus relacionamentos internos e externos podem aproveitar melhor cada uma das oportunidades que surgem, estudando e colocando-as no mercado quando podem ser feitas de acordo com a capacidade organizacional, pois as empresas que não conhecem a si próprias sempre acham que a mera existência de suas atividades no presente sem qualquer compromisso com a realidade já as garantem o futuro, algo que dá as empresas inteligentes uma vantagem competitiva muito maior, pois estas não se apegam demais ao que fazem hoje e também não apagam suas histórias por breves modismos que eliminam as organizações desprovidas de pensamentos aplicáveis no mundo real.

3 de outubro de 2016

O impacto das ações organizacionais e o relacionamento com os clientes em Marketing

Fazer com que uma empresa se torne fonte de situações em que o cliente fique insatisfeito é algo corriqueiro nos mercados medíocres, pois o consumidor atrapalha a organização ao adquirir seus produtos ou serviços, impondo-lhes a obrigatoriedade de trabalhar para produzir, algo condizente com as práticas vis onde o único interesse das pessoas que formam as empresas é prejudicar as outras pessoas rapidamente sem que sejam percebidas.
Mercados medíocres são compostos por empresas que optam por pessoas que funcionam e não pelas que pensam, pois acham que seres humanos são recursos e que o consumidor é um cofre recheado a ser esvaziado de forma rápida.
Por isso a competitividade das empresas em certas localidades é tratada de forma esdrúxula, pois muitas pessoas acham que a multiplicação de organizações fazendo produtos e serviços similares é a demonstração de que aquele mercado está melhorando, quando na verdade há apenas a reprodução de ações que têm validade e logo são esquecidas pelos consumidores.
Também é fácil constatar que as empresas que formam grupos para se proteger não estão interessadas em levar ao consumidor os melhores produtos e serviços, mas sim as contas e dívidas na forma de produtos e serviços, rejeitando qualquer ação que a leve a oferecer algo digno ao cliente.
Desta forma o mercado perde a chance de melhorar como um todo, pois o consumidor que pode, e vai, buscar outra empresa em qualquer lugar do planeta alcançará seu objetivo que envolve a qualidade independentemente da localização da organização, mas para as mentes limitadas das empresas medíocres o cliente é um refém ou escravo que tudo lhes deve.
E com isso as empresas que se preparam minimamente já conseguem levar algum valor aos clientes, o que faz com que as empresas que se agrupam procurem protecionismos que impedem o desenvolvimento porque jamais tiveram interesse em entregar algo razoável ao mercado e consumidores, por isso se apegam as ações que impedem seus clientes de procurar o melhor.
Também é fato que as melhores empresas não têm ações exclusivamente locais como na época em que iniciaram suas atividades, e é esta ação que se conecta com o mercado em que estão em contato que faz a diferença para o cliente, criando vínculos ao invés de prisões, desenvolvendo produtos e serviços que gerem soluções em detrimento à mera troca de dinheiro por produto ou serviço, assim como optam pelo relacionamento ao deixar que o processo de vendas esteja alinhado com os valores da organização, de seus colaboradores e clientes, abrindo espaço para que futuramente haja nova interação e todos os envolvidos estejam satisfeitos.

23 de agosto de 2016

A relação das empresas inteligentes com as oportunidades de mercado em Marketing

Criar soluções não é a atividade principal das empresas medíocres, que contemplam a maioria das organizações, fazendo-se valer de processos seletivos onde o melhor mico amestrado é trazido para dentro da empresa para funcionar de acordo com o perfil requerido, demonstrando total desprezo pela criatividade, conhecimento, informação e toda a gama de oportunidades de se gerar algo produtivo.
Desprezar oportunidades é a especialidade das empresas medíocres, ainda mais quando elas tratam pessoas como peças intercambiáveis de fácil aquisição e que não afetam em nada a linha de reprodução de mesmices da organização.
Isto também revela como as pessoas passam a se colocar como tais peças com a finalidade de entrar nesta ou naquela empresa, algo que favorece o uso de seres humanos como recursos, pois se todos não passam de meras peças que repetem exaustivamente as mesmas atividades não há necessidade de cada empresa melhorar.
Com isso o medíocre é tratado como o ápice, revelando que estas organizações são meras linhas onde tudo é repetido eternamente, sem levar em conta o desenvolvimento do mercado, pois como o medíocre é o melhor que podem fazer, e estas empresas são a maioria, tudo para no tempo e as poucas empresas que optam pelas oportunidades de melhorar acabam ganhando maior espaço dentre os clientes inteligentes.
Também fica muito evidente que as ideias são banidas das empresas medíocres, pois criar uma solução é um prejuízo àqueles que preferem manter o pior em atividade, trazendo para dentro das empresas o adestramento que acaba abraçado pelo mercado e sociedade como se fosse o ideal, quando na verdade são as poucas empresas inteligentes que representam a aplicação de conhecimentos, informações e ideias de indivíduos na oferta de soluções para os clientes.
Então a diferenciação das empresas, assim como o aproveitamento de oportunidades apontadas por indivíduos, é um fator que dá as organizações inteligentes a chance de fazer o seu melhor através de seus colaboradores para satisfazer seus clientes, deixando que o relacionamento das empresas não seja um mero trocar de qualquer coisa por dinheiro, assim como as pessoas deixam de ser recursos.

4 de agosto de 2016

A relação inteligente e o aprendizado das empresas com seus clientes e concorrentes em Marketing

Manter contato com consumidores é uma tarefa com a qual poucas empresas estão devidamente preparadas, pois a mediocridade faz com que as organizações adotem o empurrar produtos ou serviços para os clientes como a prática ideal para manter suas atividades, algo que revela que até mesmo as tomadas de decisões destas empresas são efetuadas de qualquer maneira, pois não há inteligência naquele ambiente.
Uma empresa inteligente consegue manter um relacionamento com o consumidor ao saber se comunicar corretamente, assumindo suas responsabilidades e permitindo que as pessoas, tanto na figura de cliente quanto representando a empresa em si, façam as trocas voluntárias que permitem que a oportunidade de um novo encontro se faça presente.
Obviamente a falta de inteligência da maioria das empresas é visível e faz com que os consumidores inteligentes se afastem o mais rapidamente possível das organizações incompetentes, mas em muitos casos há um monopólio fornecido pelo protecionismo de mercado que impede as pessoas de escolher o melhor, e com este protecionismo descabido há o discurso de que a existência de concorrentes é o inimigo do consumidor, quando na verdade é a concorrência que faz com que o cliente possa escolher e mudar de empresa quando deseja.
Por isso os mercados medíocres são meros produtores de commodities, já que não oferecem nada além da matéria-prima para outros mercados, o que faz com que as mentes desprovidas de inteligência aleguem o oposto, algo muito comum para proteger suas práticas desonestas e tentar passar ao cliente uma imagem de que tenta proteger seus interesses, quando no fundo o único interesse protegido é a continuidade das ações que prejudicam o consumidor de forma continuada.
Também fica muito evidente que as empresas inteligentes passam a ser uma ameaça à incompetência disseminada, pois quando o cliente pode escolher sempre optará pelo melhor que pode adquirir, e nos mercados inteligentes é o que acontece, mesmo quando o fornecedor do produto ou serviço pode nem estar instalado naquela região, o que favorece o comércio global e as oportunidades de escolha do consumidor.
Mas para as mentes medíocres a escolha do cliente é uma injustiça, pois a incapacidade de produzir algo relevante é quase impossível de medir, revelando a má intenção abraçada com todas as forças e colocando no cliente uma culpa que ele inicialmente não possui.
Há também o discurso enganoso disfarçado de propaganda que promete e não cumpre, que mostra uma imagem e não a entrega, fazendo o máximo possível para retirar do cliente o maior montante de dinheiro no menor tempo possível, mas que também traz neste processo, erroneamente chamado de venda, mais artimanhas para futuramente prejudicar ainda mais o cliente.
E então o mercado vira um refém da incompetência, de protecionismos que impedem os indivíduos de escolher, tentando adestrá-los para que não tenham escolhas que atendam os seus desejos, já que a maioria das organizações incompetentes está protegida e sempre estará apta a prejudicar o consumidor para manter suas atividades, principalmente quando a mediocridade dominante no mercado recebe as vantagens de se aliar com quem não tem nada a oferecer senão as ações corruptas distribuídas por todo o mercado na forma de cultura, o que afasta empresas inteligentes e quase que oferece apenas uma forma do consumidor escapar, que é dirigindo-se a outro mercado.

1 de agosto de 2016

A inteligência no relacionamento com os clientes e a oferta de produtos e serviços em Marketing

Uma empresa inteligente sempre levará a seus clientes os produtos e serviços desejados, permitindo-se aprender com o relacionamento estabelecido, enquanto que nas empresas medíocres há uma ação que visa empurrar para qualquer consumidor o que não é desejado, exemplificando claramente a mediocridade que existe na famigerada meta de vendas que não leva em conta o relacionamento com os clientes já conquistados.
Mentes medíocres adoram metas porque acham que todas as pessoas do planeta são consumidoras dos produtos e serviços da sua empresa, algo que só existe nas alucinações permanentes em que certas pessoas se inserem para não viver no mundo real e tratar os seres humanos de forma a construir um relacionamento.
Por isso o mercado está repleto de empresas descartáveis, pois a mentalidade retrógrada dominante dentro destas organizações faz com que a mediocridade seja o ápice, algo que na realidade não o é e que no máximo serve de referência para o que não se deve fazer.
Também fica muito evidente que para as mentes medíocres a culpa é sempre do outro, uma vez que elas são isentas de falhas e os demais indivíduos é que produzem erros, por isso as organizações deixam de compreender o mercado e se protegem sob uma redoma de incompetência que chamam, falsamente, de cultura organizacional, tentando passar uma imagem de estabilidade, quando na verdade as práticas ruins irão alcançar o consumidor que será tratado como o culpado por ter escolhido a empresa.
E além disso há um fator que ajuda as empresas medíocres a se manter no mercado por maior prazo, pois a inviabilização de concorrência por meio de protecionismos e monopólios faz com que os clientes, e o mercado sem si, percam inúmeras oportunidades, pois o prêmio sempre irá para o que há de pior e a propaganda enganosa que assola mercados se faz muito presente na ação que visa prejudicar ainda mais os indivíduos que se esforçam para levar ao consumidor seus produtos ou serviços realmente aplicáveis na contemporaneidade.
Mas também é necessário observar que a própria cultura local facilita a existência de empresas medíocres, principalmente quando o indivíduo é tratado de forma criminosa, para manter a mediocridade e ignorância ocupando o maior espaço possível, até que tudo seja totalmente irrelevante.
Por esta razão é que muitos mercados são dominados por empresas que não oferecem produtos e serviços minimamente satisfatórios para seus consumidores, e estes clientes ainda são proibidos de buscar outras soluções, pois estão aprisionados sob a redoma controlada pelas mentes medíocres que tratam pessoas como recursos e as enxergam como meras peças dentro de uma linha de reprodução da mesmice que impede que a criatividade gere novas soluções para manter no presente o que há muito já não tem mais lugar no mercado.

29 de julho de 2016

A oferta de soluções pela diferenciação inteligente das empresas em Marketing

Oferecer soluções é algo que poucas empresas, e também pessoas, estão aptas a fazer, principalmente quando do outro lado estão aqueles que possuem o interesse exclusivo em destruir as criações que geram benefícios para manter a mediocridade disseminada no mercado pela incapacidade de gerar algo que dê aos demais a solução em si.
Cada pessoa, assim como cada empresa, pode oferecer inúmeras soluções para os problemas existentes nos mercados, enquanto que do outro lado existem as mentes medíocres que acham que o problema é uma situação sem solução, quando a verdade, pura e simples, é que todo problema, sem exceção, possui uma solução.
Obviamente as mentes medíocres discordam de que todo problema tem solução, já que são incapazes de aprender, de unir conhecimentos, informações, experiências e ideias para prover a solução em si, pois estão ocupadas demais para pensar ou sair das caixas lacradas a qual se inserem propositadamente.
Por isso as empresas tratam seres humanos como recursos, e o fazem para manter a linha de produção que na verdade são, tolhendo ideias e se utilizando de ações seletivas em que o melhor mico amestrado é contratado com a finalidade de manter o que já é feito, para depois reclamar dos concorrentes, clientes e do mercado que evoluiu e não quis mais o que estas empresas medíocres ofereciam.
Também fica mais fácil entender porque estas empresas incapazes não aproveitam as oportunidades que lhes cabem, tampouco vão se dar ao trabalho de melhorar, uma vez que para elas tudo funciona de um único jeito, até mesmo as pessoas que contratam e chamam de funcionários, pois elas não devem fazer nada além de funcionar.
E com isso os concorrentes inteligentes aproveitam as oportunidades que lhes cabem, melhorando suas ações para levar aos seus colaboradores e clientes o que de melhor podem fazer, além de oferecer às demais organizações uma referência de como a responsabilidade sobre as suas ações faz com que os melhores produtos e serviços sejam levados aos consumidores do mercado, local ou global.
Mas também é necessário que as empresas inteligentes sempre busquem a diferenciação que faz com que a excelência alcançada seja o mínimo a oferecer às pessoas, sejam seus colaboradores ou clientes, pois assim poderão oferecer muito mais em um prazo muito menor, especialmente quando as organizações formam uma parceria com seus consumidores, algo que gera mais oportunidades e permitem que as empresas levem ao mercado os melhores produtos e serviços.

27 de julho de 2016

As influências da cultura e responsabilidade nas ações das empresas na oferta dos melhores produtos e serviços em Marketing

Empresas que não sabem quem são oferecem produtos e serviços com falsas promessas, ludibriando clientes propositadamente e sempre jogando a culpa pelas suas escolhas nos concorrentes que preferem trabalhar de forma a oferecer o melhor que a empresa pode produzir do que fazer uso da propaganda enganosa.
Quando uma empresa não sabe de seu potencial produtivo pode escolher aprofundar seu conhecimento sobre o mesmo ou então agir de forma vil para com seus clientes, transformando-se num produto de sua própria escolha e que joga no cliente a culpa por tê-la escolhido ou então se une ao consumidor para entregar-lhe o melhor que pode fazer.
Por isso o mercado medíocre possui muito mais empresas que optam por enganar o cliente, prometendo o que não pode cumprir e alegando que o consumidor entendeu errado, quando na verdade é a organização que não deveria ter sido criada, mas como infelizmente o foi, é necessário que em pouco tempo desapareça do mercado para prejudicar menos clientes.
Mas isto também se associa à cultura das pessoas, pois em mercados em que enganar o outro é algo corriqueiro há toda uma estrutura cultural que sempre tenta levar vantagem sobre o outro de forma muito mais rápida, e que faz com que o mercado permaneça na mediocridade por mais tempo quando um protecionismo injusto é tratado como um benefício àquele mercado.
E desta maneira o consumidor sempre sai perdendo, pois ao entrar em contato com uma empresa de cultura vil é taxado como culpado por ter ido àquela organização buscar uma solução de que necessitava, pois estas empresas também contam com funcionários de mesma índole, porque funcionam de acordo com o processo e enganam o cliente de forma a beneficiar a estrutura.
Só que também é possível encontrar empresas que possuem ações opostas e que conhecem muito bem suas capacidades e levam aos clientes o melhor que podem fazer, independentemente do valor de seus produtos ou serviços, pois estas empresas optam por manter suas atividades alinhadas com uma cultura em que organização, colaboradores e clientes, assim como os próprios concorrentes, sempre podem desfrutar do melhor quando há um desenvolvimento contínuo de ações que visem propiciar as trocas entre indivíduos que buscam soluções, sendo consumidores ou representantes da empresa.
Poucas empresas são capazes de fazer o seu melhor, e por isso podem ser as referências para todas as demais que buscam usufruir de suas estruturas para levar ao clientes mais do que produtos e serviços, sabendo que suas limitações não são desvantagens, pois ao se conhecerem profundamente sempre estarão dispostas a criar soluções para todos os seus clientes, mesmo quando a solução não está dentro da própria empresa, algo que é incompreensível para as mentes aprisionadas em caixas e que são guiadas por trilhos hermeticamente fechados em túneis circulares sem iluminação, algo comum em mercados medíocres.

14 de julho de 2016

A influência da concorrência nas empresas inteligentes em Marketing

Uma empresa inteligente quer concorrer com organizações de alto nível, sabendo que não pode atender a todos os consumidores do mercado, seja ele local ou global, evidenciando que sabe aprender e que se mais empresas oferecem soluções aos clientes é possível melhorar em graus cada vez mais elevados e assertivos.
Para que uma empresa melhore é necessário que seus concorrentes sejam organizações que busquem se desenvolver para oferecer ao consumidor produtos ou serviços cada vez melhores, com adições que sejam relevantes e que permitam que o relacionamento abra novas oportunidades para a empresa e para o consumidor.
Obviamente a maioria as empresas, que é medíocre por escolha própria, prefere que não existam concorrentes em nenhum lugar, pois sabem que aquilo que oferecem não é valioso para o consumidor e com isso se apegam a protecionismos irracionais que proliferam as ações vis contra os clientes de maneira proposital, negando tal ação quando questionadas e tentando ludibriar mais uma vez o mercado.
E do outro lado estão as empresas inteligentes que não se contentam em oferecer meros produtos ou serviços, pois estão em constante busca de aperfeiçoamento, não param de evoluir e aprendem com os concorrentes inteligentes em um volume muito maior do que com as medíocres.
Com isso o consumidor inteligente encontra nas organizações inteligentes os produtos e serviços que procura e que também ajuda a desenvolver, mesmo quando não está ciente desta ação.
Além disso há também uma visão diferente dos colaboradores para com os consumidores, uma vez que ambos conseguem manter um relacionamento real e trocam informações relevantes continuamente, propiciando que num futuro os produtos e serviços da empresa tenham inovações e atualizações que dão a todos uma nova oportunidade de gerar um desenvolvimento assertivo.
Mas também é visível a integração das áreas das empresas em favor do relacionamento com o consumidor em níveis que saem da mera troca monetária por produtos ou serviços, pois a empresa consegue aproveitar ao máximo todo o conhecimento de cada colaborador para aperfeiçoar as ações entre as pessoas e resultam em produtos e serviços que são mais relevantes para seus clientes.
Também é fato que as poucas empresas inteligentes são atacadas pelas medíocres em mercados irrelevantes, enquanto que nos mercados inteligentes as empresas sempre buscam melhorar, pois todas nasceram da mesma maneira e visam manter suas atividades de maneira competitiva e com o mais alto nível de produção possível, pois em mercados inteligentes as empresas não são meras linhas de produção, evoluindo continuamente e trazendo para seus colaboradores a oportunidade de aproveitar cada informação, associando-a com suas experiências e conhecimentos individuais para gerar soluções para cada cliente sem abrir mão de um relacionamento que abre novas oportunidades futuras.