13 de junho de 2011

O autoconhecimento na administração das atividades do core business da empresa em Marketing

Terceirizar alguns processos organizacionais não é uma regra de mercado, mas uma exceção que leva em conta aspectos como a falta de habilidade em fazer o melhor, além de ter a influência direta daquela atividade não estar no coração do negócio (core business), mas também é importante ressaltar que muitas atividades que são repassadas são fundamentais para o crescimento de mercado e a manutenção da base de clientes.
As empresas passaram a acreditar que a maior parte de suas atividades deve ser terceirizada, pois não contam com a excelência na prática da mesma, só que se esquecem que existem detalhes ocultos que só aparecerão quando o consumidor já estiver decepcionado e partindo para os concorrentes.
O mais interessante é que muitas organização dão para outras empresas o que é parte da essência de suas atividades, envolvendo diretamente um grupo de áreas que só sentirão o impacto quando os resultados forem negativos.
Por isso é importante conhecer muito bem o próprio negócio, não seguir modismos ou fazer com que o cliente seja tratado como mais uma peça das engrenagens do mercado, algo muito comum e que diariamente salta aos olhos quando o assunto é a falta de atenção dada ao que é parte de uma cadeia de valor.
Os maiores exemplos sempre envolvem o que toca o atendimento aos consumidores, pois nenhuma organização despreparada consegue visualizar que o contato com as pessoas a fará receber as respostas mais rapidamente, que o desenvolvimento de soluções será muito maior e que a satisfação das pessoas agraciará a própria organização com o reconhecimento e a recomendação dos clientes aos seus amigos.
Então é possível constatar que as empresas parecem perder a noção da realidade ao deixarem parte de suas atividades com outras organizações, como uma fez ao terceirizar o transporte de seus produtos e acabou perdendo clientes, que em pesquisa posterior informaram que não ficam chateados ao não recebem o que adquiriram na data marcada, mas sentiram-se de lado por não poderem mais conversar com os entregadores e saberem quais são as novas promoções e produtos.
Isto acontece porque a miopia das organizações as faz mirar para o lado errado, e ao não entenderem os seus clientes as empresas passam a tropeçar nas menores pedras que estão no caminho, e que consequentemente são as que provocam os maiores tombos.
Também é fato que as empresas terceirizadas não tratarão os seus clientes como você deseja, pois para elas estes consumidores são apenas números sem valor, fazendo parte de um banco de dados no qual só existe a percepção de que atrapalham suas atividades e prejudicam a prestação de um serviço.
Para terceirizar uma atividade a empresa deve pensar no presente, ter a certeza de que aquilo não é parte do coração do seu negócio e não terá impacto na relação com os clientes, sendo que é muito mais fácil encontrar empresas que fazem justamente o oposto, pois não querem o contato com os consumidores, exceto em um momento, onde suas vendas propiciam o aumento do caixa e o cliente, transformado em um número, deposita o dinheiro em suas contas.

12 de junho de 2011

A inteligência, dentro das estratégias de Marketing, com aplicação no desenvolvimento de treinamentos sob a tutela do conhecimento organizacional em relação aos seus colaboradores

Treinamentos estão inseridos na base para o alcance da excelência, mas devem ser direcionados àqueles colaboradores que possuem habilidades individuais como forma de melhorar o que já é excelente, sendo o foco principal do desenvolvimento contínuo, e não da visão deturpada que obriga as organizações a treinarem seus colaboradores naquilo em que não são bons.
Cada colaborador possui uma habilidade única, exclusiva e intransferível, que aliada às habilidades dos demais forma um conjunto muito mais forte e coeso, conectando diversas áreas e criando um ciclo evolutivo que não deve ser interrompido.
Mas o que se nota na maioria das organizações é uma tentativa frustrada em colocar todos os colaboradores em um nível idêntico, como se todas as pessoas do planeta fossem iguais e só pudessem contar com o mesmo conhecimento, o que geraria a estagnação plena e absoluta em todos os níveis.
Então os diferentes grupos formados não teriam mais sentido, a aproximação das áreas perderia o foco evolutivo e não seria mais necessário realizar pesquisas e estudos, entender o consumidor e fornecer ao mercado novas soluções.
Em contrapartida há um grupo de fatores que podem ser distribuídos de forma uniforme, já que conhecer o consumidor é imprescindível, bem como saber quem são os colaboradores e também quem é a empresa, para então produzir o que é relevante.
Neste ponto é necessário avaliar também o mercado, suas particularidades, mas não é necessário colocar os consumidores em um mesmo bloco, já que todas as pessoas possuem percepções diferenciadas de um mesmo objeto, e é isto que permite o desenvolvimento real.
Com isto há também uma nova visão sobre as ações desenvolvidas, a maneira de lidar com as pessoas muda e todos os consumidores poderão ter um tratamento distinto e único, mesmo recebendo determinados grupos de informações que são incluídos em uma espécie de roteiro a seguir.
Além disso é possível verificar que os treinamentos efetuados em muitas empresas têm um foco no adestramento das pessoas, mecanizando ações, tornando-as peças repetidoras de gestos, posturas e que causam um impacto negativo diante dos clientes, que não ficam confortáveis e partem para outras formas de interação com as organizações.
Então entram em ação canais de comunicação diferentes, antes a única forma era o contato pessoal, depois surgiram as centrais de atendimento telefônico e hoje a internet, com suas inúmeras variáveis, permite que uma informação chegue prontamente às empresas, que em sua grande maioria ainda não aprenderam a lidar com os consumidores que baseiam suas escolhas em um conhecimento mais profundo.
Por isso é fundamental criar um time de colaboradores, eliminar os departamentos, não tratar as pessoas como recursos e colocar na base organizacional o conhecimento, a troca constante de ideias e permanecer presente no hoje.
Mesmo assim muitas empresas relutam em fazer o que é certo, criando a falsa cultura de que todos os seus colaboradores devem ter o mesmo conhecimento, sabendo as mesmas coisas e ainda assim tendo que desenvolver novas soluções, o que vai contra a lógica do desenvolvimento, pois se todos possuem o mesmo conhecimento não há nenhuma percepção diferente que permita sair das caixas que as próprias empresas criam.
Enquanto isso as empresas inteligentes buscam ter colaboradores com conhecimentos diferentes, e até mesmo opostos, pois assim encontrarão as melhores soluções ao analisarem a situação de forma amplificada, com um horizonte de variáveis muito maior e com muito mais competência, necessitando que a organização acompanhe o desenvolvimento e lhes forneçam treinamentos para melhorar habilidades e não para tentar melhor algo em que cada pessoa jamais terá um desempenho razoável.

11 de junho de 2011

O preparo organizacional no desenvolvimento e oferta de soluções inovadoras através de pesquisas e estudos de Marketing

Planejar as ações e executá-las perfeitamente é fruto do conhecimento aplicado integralmente nas análises feitas, contando com os estudos e pesquisas direcionados à criatividade, que contempla as mais diversificadas percepções e ângulos utilizados para se compreender um mesmo objeto de estudo, permitindo que o mercado seja agraciado com os melhores produtos e serviços.
O êxito das ações faz com que inúmeras inovações cheguem ao mercado, mas também permitem que as empresas façam uma avaliação sobre a maneira como lidam com seus clientes e colaboradores.
Mesmo assim boa parte das organizações sequer abre espaço para que a melhoria interna tenha reflexo nas ações voltadas ao desenvolvimento de produtos e serviços para seus clientes, gerando uma parada nos ciclos que permeiam todas as empresas e deixam espaço suficiente para se atender aos desejos detectados em estudos e pesquisas.
Enquanto isso as empresas inteligentes preferem destinar parte do seu tempo à criatividade, investindo em estudos, efetuando treinamentos direcionados e tomando para si as responsabilidades de fazer por merecer a posição que ocupam no mercado.
Neste mesmo instante é interessante observar que a dedicação das empresas também faz valer o destino dado às informações em seus ambientes internos com foco no desenvolvimento de soluções inteligentes e atuais.
Só que as organizações também devem contar com colaboradores bem preparados, e muitas delas preferem não investir no desenvolvimento de colaboradores, pois efetuam treinamentos relevantes e não comportam a aplicação dos novos conhecimentos adquiridos, forçando a saída de seus membros.
Por isso o desafio das empresas não é produzir, mas saber o que produzir, de que forma produzir e para quem produzir, fatores que invertem percepções e tornam o mercado muito maior, com maiores oportunidades e receptivos às soluções, sem que existam subterfúgios para culpar seus concorrentes por serem melhores e fazerem o que deve ser feito.

10 de junho de 2011

A união da teoria e prática em prol do desenvolvimento estratégico e organizacional em Marketing

Unir a teoria e a prática parece impossível para muitas empresas, que não conseguem enxergar que não há como separar uma da outra, pois ignoram o fato de que só existem duas formas para se fazer o que é importante e vital às organizações.
Empresas que se destacam no mercado aliam perfeitamente o contexto da união da teoria e prática, já que sabem que se algo não funciona uma das duas formas está errada, sendo também o fruto de inúmeras discussões que não levam ao crescimento, pois em muitos momentos é possível ouvir que as duas coisas não se misturam, como se fossem imãs que se repelissem o tempo todo.
Por isso fica evidente o despreparo das empresas em lidar com o que não conseguem praticar, especialmente com a preguiça instalada em seus ambientes, pois tentam fazer tudo da forma mais rápida e não se preocupam com o resultado antes de o colherem.
Estas ações são tão comuns que diariamente é possível notar inúmeros exemplos, tanto dentro das empresas quanto fora delas, revelando que a falta de conhecimento é tão elevada que torna o mercado o recinto para poucas e competentes organizações que sabem aplicar as informações no lugar e momento certo.
Enquanto isso o consumidor fica perdido, mas também encontra rapidamente outras soluções, já que hoje um mero clique já aponta para outra organização, seja através de indicação dos amigos, seja por uma pesquisa minuciosa e precisa, contando ainda com redes e mídias sociais para complementar as informações desejadas.
Deste jeito é interessante observar que boa parte das empresas para no tempo ao se desconectar do presente, tentando viver em um universo paralelo, onde não há evolução e o cliente é refém da organização.
Do outro lado estão as empresas que diariamente renovam suas ideias, realizam pesquisas e compreendem que a organização das ações não é feita com achismos ou suposições, controlando o maior número de variáveis e trocando informações constantemente com seus clientes e colaboradores, para não deixar que a excelência de hoje seja apenas uma lembrança em um futuro próximo.

9 de junho de 2011

A inserção das empresas nos mercados por meio do conhecimento trazido pelas pesquisas de Marketing

A interação das empresas com o mercado faz com que todas as mudanças sejam percebidas de forma diferente, levando-se em conta a capacidade organizacional em reconhecer que a adaptação ao novo é uma constante com a qual não há como fugir, mas pode ser uma escolha sábia quando todas as ações são tomadas com base no conhecimento, através de pesquisas voltadas ao presente e ao que realmente é interessante para os consumidores.
Estar em um mercado não é uma opção disponível às empresas, pois a partir do instante em que iniciam suas atividades já são parte de um conjunto de organizações e consumidores que representam um mercado, por outro lado é possível conhecer muito bem o mercado, e seus clientes, antes de iniciar a atividade, fato que só ocorre quando o planejamento é elaborado com muito conhecimento e intenção de se colocar no mercado os melhores produtos e serviços.
Por isso faz-se necessário trazer o ambiente externo para dentro da empresa, através das pesquisas efetuadas junto ao clientes, bem como no benchmarking.
Mas ainda assim é possível encontrar empresas que confundem certos termos, que não buscam aprofundar e ampliar o conhecimento, achando que o benchmarking é uma ação voltada a pura e simplesmente copiar os concorrentes, quando na verdade é o oposto.
Então deve-se levar em conta que cada empresa tem uma cultura, um jeito de ser, e é neste ponto que a maioria perde o senso da realidade, passando de uma organização com potencial para mera coadjuvante, que segue o que os concorrentes determinam e passam a fazer confusão.
Desta forma tudo é distorcido dentro da empresa, as pessoas passam para figuras robóticas que só precisam processar, obedecer ordens e não pensar.
Além disso existem oportunidades que são enxergadas por inúmeros colaboradores, que quando unidos em um mesmo objetivo conseguem elevar o potencial da empresa, colocar no mercado produtos e serviços diferenciados e auxiliar no próprio desenvolvimento, que acaba motivado pela percepção de que em breve um consumidor terá nas mãos o que estes colaboradores produziram.

8 de junho de 2011

O alinhamento estratégico das áreas com foco na inovação e criatividade em Marketing

Desafiar os colaboradores a colocar em prática toda a criatividade gera uma conexão entre áreas que, por falta de visão, parecem completamente desconexas, como se algo estivesse errado ao se deparar com a inovação gerada a partir de pontos de vista tão distantes que abordam um mesmo objeto por ângulos variados, tendo como final a criação dos produtos e serviços que atendem aos desejos dos consumidores.
Empresas que aproveitam toda a criatividade disponível não encontram dificuldades em inovar, já que estão habituadas a andar para a frente, mesmo que inicialmente todas as variáveis pareçam ir contra o que é proposto.
O interessante é que a história sempre coloca em xeque todas as máximas criadas por aqueles que não sabem o que fazer, pois estão perdidos e só conseguem realizar tarefas mecânicas, o que também inclui o que chamam de pensar.
Então tudo o que é construído parece solto demais para que um cliente reconheça como criação de uma empresa, chegando a confundir um produto ou serviço com seus concorrentes.
Com isto é necessário ter uma integração prática, concreta e flexível que traz à luz do dia grandes propostas, ideias diferenciadas e que unem as mais diferentes percepções, as experiências e os conhecimentos distintos.
Mesmo assim muitas empresas preferem seguir os passos dos concorrentes, processando novamente cada informação de forma a ser eternamente uma fabricante que está limitada ao pensamento da concorrência.

5 de junho de 2011

Organizações diferenciadas através da troca de ideias e da busca incessante do conhecimento em todas as áreas dentro das estratégias de negócio e Marketing

A fluidez das informações é uma constante em ambientes onde o conhecimento é aplicado com a intenção clara e objetiva de se colocar no mercado os melhores produtos e serviços, fazendo uso de sistemas que tornam a comunicação interna efetiva e vão além do mero produzir.
O fluxo, bem como o tráfego de informações, traz ao presente grandes oportunidades para que as empresas se diferenciem de seus concorrentes, que atendam aos desejos dos consumidores e façam o seu melhor a cada dia, como fonte de inovação e administração da inteligência com o foco na excelência.
Mas esta excelência também deve estar alinhada entre todas as áreas, não há como uma única área alcançar um nível mais elevado enquanto as demais são meras processadoras, que apenas executam ordens e não inovam.
O interessante é que muitas organizações ficam atreladas, para não dizer presas, àqueles que não aceitam o desenvolvimento, que lutam para barrá-lo e jogá-lo em uma sala impenetrável, pois acreditam que ao terem que melhorar estarão perdendo o seu poder.
Então as guerras internas passam a interferir diretamente nas ações, os clientes se vão e há uma enorme dificuldade em mostrar o que a empresa tem a oferecer ao mercado, pois o errado é exposto de tal forma que se torna a regra, e não a exceção.
Mesmo assim muitas organizações preferem se tornar a exceção, criar produtos e serviços que vão ao encontro dos desejos dos consumidores e são trabalhados diariamente para uma evolução contínua.
Só que nem sempre a percepção de avanço parece suplantar os péssimos exemplos de certos mercados, então todas as empresas são jogadas em um mesmo plano, e passam a enfrentar reações não imaginadas porque não conhecem o consumidor.
Ainda existem mais fatores que complicam a situação de muitas empresas, pois a era em que a produção era suficiente já não existe mais, a contemporaneidade das ações tem como foco o hoje, mas nem por isso quer dizer que as empresas são obrigadas a jogar no lixo suas histórias.
Por isso é importante aproveitar as novas ideias, criar é algo básico para todas as empresas inteligentes e faz com que cada ação tenha um impacto definitivo na relação com os clientes.
E nesta troca contínua de informações com os clientes é possível sair do comum e alcançar níveis não previstos por muitas empresas, que tratam os consumidores como inimigos fornecedores de dinheiro.
Por outro lado é importante pensar na saúde monetária da empresa, mas se o ciclo de vida está desvinculado da administração de ações é provável que em breve a organização desapareça do mercado, e a maioria das empresas não sabe lidar com o conjunto de variáveis que compõem o mercado e suas atividades.
Então a relevância das ações também passa a ser tratada como um detalhe descartável, onde tudo o que é produzido fora da organização não tem valor e sequer deve chegar ao seu conhecimento, mas estas mentes se esquecem de que tudo o que é produzido tem uma fonte externa, até mesmo a própria criação da empresa.
Sendo assim há um outro aspecto a ser levado em conta, mas como poucas empresas sabem que existem três ciclos de vida a se contemplar é fácil observar porque as organizações pensantes conseguem se manter no mercado, pois saem da fase de processamento para um nível infinitamente superior, pensando, associando conhecimentos diversificados, planejando e agindo.
Sair do comum é difícil porque muitas pessoas são instruídas na maior parte do tempo a agir, processar e realizar tarefas de forma mecanizada, já que não compreendem a razão pela qual fazem o que fazem, e isto facilita, e muito, a vida daqueles que não esperam as coisas chegarem até si, pois buscam o conhecimento continuamente e geram inúmeras soluções, enquanto que a maioria prefere ficar com um único percurso.

4 de junho de 2011

Inovação com foco na vanguarda de mercado e oferta dos melhores produtos e serviços em Marketing

A inovação só é possível quando há uma base de sustentação solidificada o suficiente para dar o impulso que colocará a empresa na vanguarda do mercado, como forma de traduzir as ideias em produtos e serviços tão distintos que são desenhados para o público-alvo com um grau de precisão que não permite que os concorrentes sejam percebidos pelos consumidores.
Gerenciar os processos que levam à inovação abrem novas oportunidades de diferenciação, do uso e aplicação de conceitos tradicionais àquilo que tange o simples desenvolvimento de novas soluções.
Além disso é necessário consolidar a integração entre todas as áreas, aproveitando o potencial de cada colaborador, o que logicamente trará diferenças de opinião, mas que quando administrada com inteligência permite sair do básico e atingir um nível muito acima dos concorrentes.
Então o foco da organização passa a ser integrado, pois todas as áreas estarão visualizando o mesmo caminho e os objetivos que levam a tomar decisões de forma clara e simplificada, mas sem perder a capacidade de entender as mudanças e impactos das ações tomadas.
Outro ponto traz a percepção mais apurada dos colaboradores em relação às mudanças que acontecem diariamente, trazendo novas ideias para um contexto organizacional focado em qualidade, mas sem jogar fora toda a história construída.
Em meio às dúvidas que surgem são apontadas soluções que englobam novas fontes de informação, com canais internos e externos que devem ser aproveitados para atualizar o conhecimento da empresa para com os clientes e seus próprios colaboradores.
Com a possibilidade de desenvolvimento atrelada ao conhecimento é possível concluir mais rapidamente as ações, planejando-as com maior precisão e tornando-as mais sólidas ao se conhecer melhor os colaboradores, que executam as ações com êxito.

3 de junho de 2011

Êxito na administração das habilidades e conhecimentos diferenciados dos colaboradores e mercados, gerando novas estratégias de Marketing

A inteligência e o conhecimento estão presentes em poucas empresas, dominando-as e ainda assim servindo de impulso para o desenvolvimento de soluções, com o foco na satisfação dos consumidores e na administração bem estruturada das informações que diariamente são agregadas àquilo que já é conhecido internamente, mas também permite formar um conjunto mais forte de áreas que conseguem se completar, resultando no êxito organizacional.
Usar o conhecimento é difícil para muitas culturas, que se apegam aos modelos onde todas as pessoas são colocadas em um nível intelectual idêntico, criminalizando o pensar e tornando seus colaboradores contínuos processadores que não entendem a razão pela qual estão executando determinada tarefa.
O interessante é que isto acontece de forma muito ampla em algumas localidades, pois o simples questionar é um crime, e sair da caixa é uma ação vista com maus olhos, já que desafia o que está gravado na mente das pessoas que se deixaram abater por uma ideia deslocada.
De certo modo isto ganha um tom ainda mais assustador quando ninguém mais pode pensar, é obrigado a seguir sugestões fundamentadas na ignorância e no medo do que é diferente, e estas pessoas sequer imaginam que cada pessoa é diferente das demais, já que diariamente tentam viver um sonho onde todos os seres vivos saíram de uma linha de produção, portanto são iguais em tudo.
Esta visão distorcida do mundo, e especialmente das pessoas, coloca em ação conceitos que tratam os seres humanos como recursos, pois ainda creem que podem alocar as pessoas em determinada tarefa sem questionamento, o que acontece onde todos são tratados como números e não como seres vivos.
Desta maneira o conhecimento é abolido da vida de todos, já que há uma crença de que pensar é um malefício, pois gera o desenvolvimento e a liberdade, liberdade esta que permite o uso da criatividade, imaginar e desenvolver produtos e serviços melhores, além de saber lidar com cada cliente de forma diferenciada.
Com isto o relacionamento passa a ser diferenciado também, pois as pessoas são vistas como pessoas, além de serem tratadas de um jeito único, individualizado e que traz certos padrões, sem escravizar nenhum dos lados.
Mas ainda assim muitas empresas resistem ao novo, temendo a perda de controle sobre as pessoas, só que jamais se preocupam e dar-lhes a oportunidade de pensar, de fazer diferente e não produzir para entregar tudo para quem não fez por merecer.
Por isso é fácil entender porque alguns mercados são consumidos por eles mesmos, já que não buscam o desenvolvimento e até incentivam movimentos onde quem pensa e age é o criminoso, resultando em uma falta completa de uso mínimo do conhecimento.
Esta alienação se alastra porque ninguém é incentivado a fazer por merecer, criando a ilusão de que o cliente, e os colaboradores, dependem da empresa para sobreviver, quando são as empresas que devem aproveitar as mais diferentes experiências e conhecimentos para se desenvolver, assim como um mercado inteiro, e inteligente, faz.
Ignorar o desenvolvimento é querer parar no tempo para apagar as ideias das mentes das pessoas e fazê-las acreditar que uma única pessoa do planeta pode dizer o que é certo e errado, mas que historicamente se comprova inútil onde o conhecimento faz parte da cultura básica de todos, e por isso há o desenvolvimento contínuo em todas as áreas.

2 de junho de 2011

Percepções delineadas pelo conhecimento e administradas com foco no êxito em Marketing

A percepção das empresas está ligada àquilo que está encrustado em sua cultura, mas que desenha inúmeras opções de melhoria ao tratar o conhecimento como fonte de desenvolvimento e não como algo estático, imóvel e imutável, colocando-se em um universo que sai da mera contextualização vazia e parte para um intrincada integração organizacional, que no final se revela simples por ter como fundamento o uso das informações na hora e no lugar correto, gerando assim o êxito, que tem como consequência o sucesso no mercado.
A maneira como as empresas lidam com as ideias mais novas definem o seus ciclos de vida no mercado, mas são poucas as que estão atentas ao que acontece em um mundo real, onde a empresa grava sua história ao longo dos anos e pode ir se apagando ao não entender que a inovação é o que a move.
Este tipo de ação, que imobiliza as pessoas, é fruto daqueles que não aceitam que o desenvolvimento só é possível quando novos usos e aplicações do conhecimento são incluídos na criação e produção de tudo o que a empresa pode oferecer aos clientes.
Mesmo assim há uma relutância que ignora o novo, apegando-se única e exclusivamente ao passado que um dia foi o novo e que hoje já não consegue acompanhar os concorrentes, deixando claro que a renovação foi extirpada do ambiente organizacional assim que a empresa alcançou a maturidade.
Além disso há um outro fator que determina o ciclo de vida, e que está nos concorrentes, que diariamente aproveitam as oportunidades, pois sabem muito bem qual é o negócio da empresa e o tratam como uma oportunidade administrada sob a chancela do conhecimento, permitindo que cada colaborador vá além do comum e traga a geração da inovação para o quotidiano de todos naquele ambiente.
Então este momento diferenciado permite que estas empresas se destaquem de tal maneira que virem a referência do mercado, sendo tratadas como símbolos de uma geração que tomam conhecimento de suas ações ao não se tratarem como eternas.
Escolher o desenvolvimento é uma ação que traz inúmeras oportunidades às organizações inteligentes, que tratam a inovação como um elemento comum, desenhando um planejamento calcado em fundamentos concretos, abandonando definitivamente a eterna ignorância contida em ficar achando ao invés de pensar.