12 de agosto de 2013

Marketing no uso inteligente das informações, com a elaboração e desenvolvimento de produtos e serviços desejados pelos clientes

O acesso facilitado ao grande volume de informações não significa conhecimento, mas muitas empresas insistem em tratar o acesso como conhecimento, atestando que são incompetentes demais para conectar duas informações e filosofar sobre as oportunidades que elas proporcionam, tendo na falta de preparo de seus colaboradores o fator que as leva ao abismo que decreta o final de suas atividades no mercado.
Muitos acham que o excesso de volume de dados e informações já são suficientes para o êxito, e consequentemente o sucesso, de uma organização no mercado, sem levar em conta suas possibilidades associativas, conexões e aplicações viáveis e geradoras de ideias inovadoras.
Por esta razão fica evidente que pessoas e organizações despreparadas sempre tratarão o mero acesso aos bancos de dados como conhecimento, só que as informações ali contidas estão desconectadas, sem a obviedade da aplicação direcionada a esta ou aquela área, nesta ou naquela ideia.
Isto deturpa o que um ambiente organizacional pode proporcionar em matéria de soluções, pois de nada adianta acessar uma informação ou um agrupamento desordenado delas sem o conhecimento para conectar e fazer valer a inteligência que traz para a empresa, seus colaboradores, clientes ou mercado uma inovação.
Mas esta prática desvirtuada da realidade é facilmente encontrada nas empresas que não investem em seu desenvolvimento, achando que de repente uma solução cai dos céus e resolve o problema, colocando em foco o despreparo existente em todos os níveis hierárquicos.
Então surgem também os achismos infundados que deixam claro o despreparo destas empresas, fazendo dos discursos de acesso às informações uma ferramenta para manipulação, distorcendo conceitos e não tendo qualquer menção sobre os resultados que a empresa pode conquistar se trabalhar de verdade.
Deste jeito o jogo do engano mútuo, efetivado pelos colaboradores e suas empresas, é disseminado como uma doença que prejudica todo o mercado, pois quanto menor o número de concorrentes, pior é a qualidade dos produtos e serviços ofertados, alcançando um nível tão baixo que esta contaminação se aproxima do monopólio, mesmo que o mercado tenha 5 ou 6 empresas daquele setor.
Isso também traz outras desvantagens para o mercado e seus clientes, pois o primeiro fica fragilizado e é engolido pelas empresas globais que atuam em seu desenvolvimento e os segundos ficam viciados em produtos e serviços tão ruins que esperam que as empresas mais desenvolvidas e avançadas se rebaixem para operar naquela região.
Além disso toda a estruturação de trabalho é corrompida de tal maneira que as empresas, mesmo quando querem, não podem evoluir, sequer tornar os treinamentos dos colaboradores mais inteligentes, pois o modelo de adestramento impera e tudo o que é feito não pode fugir àquilo que destrói o mercado e a vida das pessoas.
Com este posicionamento errôneo as empresas viram meras estruturas em que peças são respostas e substituídas continuamente, ainda mais quando a rotatividade de funcionários passa a ser encarada como algo do negócio, evidenciando que as pessoas daquela localidade não estão preparadas e também não desejam trabalhar, gerando outro viés que enfraquece ainda mais qualquer esforço para a melhora.
Também fica evidente que diariamente as empresas controladas por aqueles que se acham donos das pessoas ficam cada vez mais atrasadas, não se deixam abrir para as oportunidades e acham que um cliente conquistado irá comprar seus produtos e serviços até o fim da sua vida, pois agora este cliente é parte do patrimônio da empresa, assim como seus colaboradores.
E desta maneira estas empresas também se apegam exclusivamente às vendas para consumidores novos, deixando para trás ou até enterrados os que acompanham a empresa, por isso os investimentos elevados em comunicação, publicidade ou propaganda para prospectar e captar novos clientes em detrimento aos já fidelizados.
Só que esta não é a única ação repetida exaustivamente por estas empresas, elas também deixam a desejar no atendimento e relacionamento com o consumidor, principalmente por encararem estas ações como o ato de retirar o dinheiro do bolso do cliente no menor tempo possível.
Com a tomada desta ação o cliente é descartado prontamente, e de nada adianta tentar entrar em contato com a empresa, pois ela já possui as informações, não as utiliza e passa a fugir do consumidor através do atendimento de pós-venda, o que é totalmente compatível com os demais crimes que estas organizações cometem naquele mercado.
Enquanto isso ocorre as empresas que não se deixaram infectar fazem o seu trabalho, deixando que seus colaboradores pensem e hajam em favor do desenvolvimento mútuo da empresa e deles próprios, aproveitando-se dos treinamentos disponibilizados, trocando ideias com os demais colaboradores e conseguindo unir informações para transformá-las em produtos e serviços que proporcionem as melhores experiências para o consumidor, que posteriormente voltará a entrar em contato com a empresa e será bem-vindo, independentemente do conteúdo negativo ou positivo, demonstrando maturidade suficiente para ter consciência de que pode aprender continuamente, bem como associar informações e ter ideias diferenciadas e inovadoras.

11 de agosto de 2013

Marketing na responsabilidade das empresas, diante da conquista e manutenção da base de clientes

Empresas que não conseguem manter clientes o fazem de propósito, mesmo que isto pareça utópico ou que seja visto como uma ação impensada, quando na verdade é uma estratégia que tem como princípio enganar àqueles consumidores uma única vez.
Muitas empresas ainda acham que são responsáveis pelo processo de fidelização que parte exclusivamente de suas ações, sem levar em conta que o consumidor tem mais informações, contato com outras pessoas e tomam decisões com base em suas experiências anteriores.
Desta maneira é fácil observar que diariamente muitas empresas fazem de tudo para que seus clientes as abandonem, e isto é uma estratégia vinculada à visão de que aqueles consumidores são inimigos.
Isto até parece estar fora do contexto atual, onde a comunicação, informações e o conhecimento caminham mais próximo, mas ainda assim existem empresas que traçam seus objetivos de maneira obscura para criar a insatisfação do consumidor.
Fazendo isso, estas empresas passam a culpar o cliente por não saber usar os produtos ou serviços sob todas as circunstâncias, e que leva a compreender que sempre existe uma parcela pequena que não o faz, mas para que isto aconteça com todos os consumidores é preciso que um dos dois lados não saiba o que está fazendo.
Com esta ação as empresas criam métodos onde a rotatividade elevada passa a ser tratada como parte do negócio, e até mesmo seus colaboradores são inclusos neste processo de uso e descarte, mas nenhuma destas empresas é capaz de assumir que funcionam desta forma.
Por este motivo é que estas empresas usam a expressão funcionário para designar as pessoas que estão em seus ambientes exercendo suas atividades e tarefas, pois quando deixam de funcionar são trocadas rapidamente, pois todos os processos da empresa são mecânicos, e as pessoas são meras peças.
Logicamente é preciso observar mais atentamente as empresas que vão na contramão destas ações, e aí é possível encontrar uma forma de relacionamento mais duradoura, e que tem como premissa o interesse e desejo do cliente em manter a relação com a organização, seus produtos e serviços.
Isto também abre caminho para que a empresa se diferencie das outras ao tomar conhecimento de que certas atividades podem conter padrões e que processos não são trilhos cíclicos dos quais não podem se afastar.
Outros fatores também influenciam diretamente no funcionamento destas empresas, quando optam por formar uma parceria com seus clientes, mantendo um relacionamento muito mais próximo e mantendo suas ações dentro de níveis de excelência que se aperfeiçoam continuamente, para que a cada experiência entre cliente e empresa sempre haja algo sutilmente diferenciado e que agrega mais valor à relação.
Também é necessário que as empresas contem com colaboradores bem preparados, que façam uso de suas experiências pessoais quando o assunto é criatividade, mas que ao mesmo tempo tenham espaço para realizar estudos e pesquisas direcionados às ideias, propostas, projetos e soluções que encontram, deixando que a participação de outras pessoas, e também outras áreas, fortaleça a sugestão e insira novas variáveis a se analisar naquele objeto em questão.
Ao mesmo tempo existe também a contemporaneidade que deve acompanhar a empresa, seu conhecimento e os treinamentos disponibilizados aos colaboradores, mas sem perder os aços históricos que dão sustentação à excelência alcançada e que se amplia conforme a empresa conhece a si própria e aos seus clientes que a acompanham no mercado.

9 de agosto de 2013

Marketing no relacionamento com consumidores, interações entre as áreas e o desenvolvimento de produtos e serviços

A experiência criada entre consumidores e empresas define muito do relacionamento estabelecido naquele contato, estendendo ou encerrando-o tão logo ambos se distanciem do ato de compra do cliente.
Manter um relacionamento interessante com o consumidor é promover que as interações existentes sempre gerem novas oportunidades de contato, permitindo que a empresa tenha em mãos as informações mais atualizadas e as utilize para benefício de ambos.
Também fica inseparável o relacionamento entre as áreas, com fornecedores e distribuidores, assim como também é possível observar que a empresa inteligente prefere ter concorrentes, assim sempre terá fontes externas para buscar novas soluções em seus produtos e serviços.
Isto também traz uma necessidade de aprendizado muito maior, desde que devidamente foca e com objetivos que deixem as interdependências das áreas sólidas o suficiente para que todas trabalhem em conjunto.
Além disso é necessário que a empresa conte com colaboradores capazes de aprender, e este é um fator decisivo, já que muitas organizações se apegam ao modelo da mesmice, repetindo os mesmos equívocos e não se desenvolvendo.
Mas este comportamento que leva ao aprendizado das pessoas, e posteriormente da própria empresa, não deve ser exclusivamente destinado à vontade dos colaboradores, entrando em campo a aplicação de treinamentos inteligentes e que sejam direcionados às habilidades individuais.
Com este posicionamento ativo sobre os treinamentos a empresa passa a tomar decisões de maneira mais interessante, pois ela própria sabe que cada um de seus colaboradores, bem como seus clientes, são únicos e o relacionamento é desenvolvido com uma amplitude maior.
Só que esta amplitude, tanto na relação com os colaboradores quanto seus clientes, traz mais informações a se trabalhar, então nada mais justo do que a empresa assumir suas responsabilidades e parar de brincar com a contratação das pessoas.
Ao mesmo tempo alguns tentarão defender que os modelos de contratação são os mais adequados, só que se esquecem de que cada empresa, assim como cada pessoa, é única, sem possibilidade de ter a mesma cultura, visão, missão, valores etc. do que as demais, fato que está além da compreensão daqueles que acham que todas as empresas devem tratar seus cliente da mesma forma, sem exceção.
Este desfavor é amplamente compartilhado em mercados irrelevantes, ainda mais quando as empresas se apegam aos modelos baseados em perfis que só a empresa conhece, demonstrando toda a falta de inteligência contida naquele ambiente.
Então estas empresas, que tratam as pessoas como peças que podem ser trocadas, sempre estão reclamando de seus clientes e colaboradores, tratando-os como inimigos a serem abatidos, e é deste modo que gerenciam todo o relacionamento interno e com o cliente.
Com isso, nada mais natural do que o desinteresse dos consumidores por muitas empresas, já que para elas, organizações, tudo é sempre visto como posse, e até confirmam isso ao manter seus departamentos de recursos humanos ativos, deixando que tudo fique sempre do mesmo jeito, sem desenvolver ou evoluir com o passar dos anos.
Obviamente é possível notar que estar empresas também dão aos seus concorrentes as maiores vantagens competitivas, especialmente quando há inteligências nas ações, começando pela comunicação que leva ao relacionamento, saindo da mecanização plena para manter determinados padrões fundamentais associados à personalização.
Também é preciso aliar outros pontos à individualização, e nada mais natural do que usar conhecimentos, experiências e informações na obtenção desta modelagem individual de relacionamento, e para o qual poucas empresas estão preparadas para lidar, pois para a maioria delas todo cliente ou colaborador é igual.
Esta visão deturpada impede que as empresas se desenvolvam, e isto não se relaciona com as tecnologias usadas, pois ainda existem empresas que são reconhecidas pelos clientes como as melhores e a administração é feita com lápis e papel, outro ponto que poucas pessoas compreendem por não serem capazes de sair das caixas em que foram colocadas.
Diante das visões mais atrasadas também é necessário fazer com que a sua empresa se diferencie do comum que se encontra disponível em qualquer canto, e nada melhor do que o relacionamento com o cliente para mudar o cenário impróprio ao desenvolvimento das empresas.
E enquanto as organizações inteligentes aproveitam para conversar com seus clientes, as demais ficam apenas procurando maneiras de culpar alguém, e este é o motivo pelo qual seus colaboradores devem se encaixar em perfis utópicos, pois a primeira ação destas empresas é não assumir suas responsabilidades, então procuram pessoas que se encaixem neste perfil para ludibriar clientes e viver num mundo de faz de conta cíclico sem benefícios para ninguém.
Outro fator que surge é que estas empresas ainda contarão com defensores, já que estas pessoas pensam da mesma maneira e querem manter o que há de pior no mercado, especialmente porque estas mesmas pessoas já entram na empresa imaginando tomar o lugar do seu superior ao invés de trabalhar de verdade.
Então esta se torna mais uma razão para que poucas empresas sirvam como referência no mercado, tanto local quanto global, e suas exigências relacionadas aos colaboradores sempre envolvem a inteligência e seu uso, partindo para uma segunda etapa que coloca em evidência a capacidade de lidar com as ideias dos demais colaboradores, e que poucos estão preparados para fazer, apontando mais um fator que influencia diretamente no relacionamento com o consumidor.
Enquanto isso ocorre as poucas empresas que restam aproveitam o seu tempo para buscar novas soluções, deixando que seus colaboradores façam estudos e pesquisas sobre suas ideias, trocando informações entre as áreas e fortalecendo a criação de produtos e serviços de tal maneira que a experiência interna de relacionamento extrapola as paredes da empresa e alcança seus clientes, encantando-os.
O aprendizado organizacional vai além do que é inerente ao negócio, buscando trazer novas perspectivas e experiências encontradas na concorrência, direta ou indireta, aumentando o nível de autoconhecimento, uso e aplicação das referências.
Mas isto só é possível devido ao uso do conhecimento com inteligência, eliminando as barreiras da ignorância e investindo mais do que dinheiro na estruturação da empresa, fazendo com que cada indivíduo seja devidamente tratado como único.

8 de agosto de 2013

Conquista e manutenção do relacionamento com os clientes em Marketing

Conquistar consumidores é uma prática das empresas, mas poucas sabem como manter o relacionamento ativo após o pagamento do produto ou serviço, comprovando que as organizações são preguiçosas demais quando o assunto é manter uma das atividades que mais lhes traz benefícios e oportunidades para melhorar.
O relacionamento com os clientes é fundamental para as empresas inteligentes e, ao contrário do que a maioria imagina, não é um custo ou gasto desnecessário, pois abre caminho para que as inovações tenham um destino e satisfaçam os consumidores.
Ainda assim a maioria das empresas insiste em fazer de tudo para ter contato uma única vez com os consumidores, para depois descartá-los, já que na visão delas o mercado é uma prateleira em que clientes são retirados e em breve um novo ocupe seu lugar.
Isto acontece de forma tão corriqueira que chega a parecer a regra de um mercado, enquanto que do outro lados as empresas inteligentes investem no relacionamento com os clientes para que ambos tenham benefícios.
Obviamente é preciso que as empresas inteligentes também estejam em contato com consumidores inteligentes, o que é salutar e traz resultados positivos em todos os sentidos, formando-se assim uma parceria entre ambos e aperfeiçoando a relação.
Também é necessário observar que este relacionamento só é possível por causa dos investimentos assertivos das empresas, com pesquisas bem direcionadas, estruturadas e elaboradas, saindo das modelagens antiquadas e chegando ao cliente da maneira mais proveitosa possível.
Então a aplicação destas pesquisas é compreendida como essencial para a organização, o que a faz escolher o método de forma inteligente, deixando espaço para que possa existir a figura de um entrevistador, para que o cliente deixe a oportunidade para receber um questionário ou que durante um atendimento as informações e dados sejam atualizados e otimizados.
Além disso é preciso que os colaboradores recebam treinamentos para reduzir a mecanização do contato com o cliente, e este é um trunfo que transforma o encontro em uma oportunidade muito mais ampla para que a empresa conheça seu consumidor, bem como possa lhe atender de maneira assertiva.
Daí em diante entender os dados e informações de uma pesquisa é uma possibilidade para poucas empresas, que, de maneira inteligente, elaboram as questões da maneira correta, deixando-as conectadas e interdependentes, validando e viabilizando a aplicação no desenvolvimento de produtos, serviços ou na melhoria contínua das ações organizacionais.
Poucas empresas são capazes de lidar com pesquisas, muito menos entender o que ali se encontra, colocando em xeque qualquer ação tomada, pois as questões, e até mesmo as respostas, não chegam a alcançar um mínimo contexto ou nexo relevante.
Isto acontece porque as empresas não conseguem elaborar uma pesquisa séria, fazendo uso da opção de querer encontrar o que ela deseja, e não a realidade e quais pontos já podem ser considerados maduros e que aspectos entram em avaliação e desenvolvimento pleno.
Levando-se em conta que as empresas sempre optam por aprender ou não, é possível notar que muitas delas sempre se esforçam para perder o cliente, uma ação irracional e que tem como fundamento uma situação problemática para a empresa proporcionada pelo consumidor, e isto também se dá com relação aos colaboradores, já que todas as oportunidades são vistas como problemas para as empresas incompetentes e despreparadas.

7 de agosto de 2013

A inteligência organizacional no conhecimento e relacionamento com seus clientes em Marketing

Os colaboradores da sua empresa são seus primeiros clientes, mas poucas organizações são capazes de compreender o que isso significa, tampouco sabem que este é um dos fatores que influencia diretamente no relacionamento com o consumidor.
Para muitas empresas seus colaboradores são apenas máquinas adestradas com foco na produção, e o mesmo vale para seus clientes, já que estas organizações criam ciclos viciosos ao invés de se diferenciarem da concorrência.
Isto ocorre porque as empresas têm uma visão, falsamente estratégica, imediatista, sem estudos e pesquisas que façam com que seus produtos e serviços sejam interessantes para seus colaboradores e, consequentemente, para seus clientes.
Também fica claro que estas empresas não despontam no mercado como vanguardistas ou referências em termos de inovação ou excelência, o que é facilmente observável e se encaixa nos modelos de gestão em que tudo é visto como substituível e de fácil aquisição no mercado.
Esta visão distorcida também trata as pessoas como peças a serem usadas e descartadas, gerando um ciclo de rotatividade que reduz a chance de aperfeiçoamento da empresa, dos produtos e serviços que ela coloca no mercado e também no aprofundamento da relação interna que gera a fidelização.
Outro ponto interessante é que estas empresas ainda tratam os clientes como entidades a serem fidelizadas, não compreendendo que na atualidade é a empresa que é fidelizada na vida do consumidor.
Obviamente existem organizações, e são muito raras, que compreendem que clientes e empresas devem formar parcerias, e por isso investem de maneira inteligente no relacionamento interno, sendo que o efeito colateral é a excelência no atendimento ao consumidor final.
Percebe-se então que poucas empresas estão preparadas para encantar seus colaboradores, e é aí que residem os diferenciais que geram ideias inovadoras, trazendo novas percepções sobre a relação da empresa com seus clientes e também com aquilo que produzem, atraindo a inovação ao invés de rejeitá-la.
Desta forma todas as ações das empresas são humanizadas, e passam a contar com pessoas lidando com pessoas, desde o ambiente interno até a venda, pós-venda ou pesquisas, mas que só produzem resultados positivos quando não há a intenção, por parte da empresa, de se levar vantagem.
Então tudo isso acaba se encaixando na cultura local, que influencia diretamente o nascer das empresas, bem como todo o funcionamento de suas ações, e é neste ponto que todas as variáveis convergem para um foco natural, só que poucas empresas estão aptas a lidar com pessoas e usufruir de suas experiências, conhecimentos e formações distintas e únicas.
Mas também é preciso que as empresas tenham em mente que cada ser humano do planeta é único, mas ainda assim existem organizações que insistem em tratar todos da mesma maneira, fazendo-se valer de treinamentos que não agregam nada às habilidades dos colaboradores ou incentivam sua criatividade.
Ainda é possível se notar que este modelo que tem como premissa tornar a tudo e a todos em objetos comuns não abre espaço para as diferenças, tampouco para o uso do conhecimento em qualquer nível, pois tudo é feito com base nos achismos vazios e manipulados negativamente, onde pessoas são peças e só precisam apertar botões como micos amestrados.
Com isso fica evidente que a empresa não é fonte de inovação, muito menos faz uso do conhecimento, aproveitando-se do ato do copiar para manter suas atividades.
Neste mesmo momento é preciso notar que as empresas inteligentes conseguem estabilizar suas atividades em um nível de excelência que abre caminho para o desenvolvimento, deixando que seus colaboradores sempre tragam novas ideias e sugestões para a organização, seus produtos e serviços.
Além disso estas empresas tomam para si suas responsabilidades, e este é outro diferencial que faz com que os próprios colaboradores tenham um posicionamento diferente com relação àquilo que produzem, e então passam a ser os primeiros clientes da empresa.
Isso dá um tom diferenciado às ações empresariais, toda a estrutura é voltada ao desenvolvimento, os investimentos são efetuados da forma mais proveitosa e assertiva, além de ter nas pessoas as fontes de criatividade que determinam os rumos que a empresa deve seguir, contando sempre com a participação direta dos consumidores para o aproveitamento máximo de todas as informações relevantes ao negócio e às próximas interações da empresa com seus clientes.

6 de agosto de 2013

Marketing na administração do conhecimento e sua aplicação no relacionamento com os clientes

Quando a sua empresa sabe investir fica mais fácil de se relacionar internamente e com seus clientes, gerando uma interdependência de oferta e demanda inteligente e que beneficia a ambos os lados.
Empresas com vícios não investem nas áreas mais sensíveis, tampouco sabem que determinadas atividades estão ligadas diretamente à excelência e passam toda a vida reclamando dos concorrentes e clientes.
Isto é tão comum em certos mercados que a relação direta entre o despreparo das empresas, seus colaboradores e consumidores fica mais evidente e prejudica todo e qualquer desenvolvimento.
Mas tudo fica ainda mais interessante quando estas empresas acabam por criar um ciclo vicioso em que elas enganam a si próprias, fazem o mesmo com seus colaboradores e clientes, e ainda assim não se abalam.
Esta pode parecer uma utopia ou delírio para aqueles que não conseguem enxergar a realidade, e sequer sabem que existe a relação pútrida entre a trindade formada.
Também é óbvio que muitos se apegarão aos discursos em que a empresa deve se alinhar com a cultura local, mas isto não significa sacrificar a história organizacional, tampouco piorar só para se adaptar.
Só que para as empresas irrelevantes e coadjuvantes de mercado é mais fácil partir para as práticas recheadas de armadilhas ao invés de fazer por merecer um reconhecimento positivo, banalizando suas ações e se refugiando sob as mais esdrúxulas desculpas.
Este comportamento retira a dignidade das empresas, e é isto o que se oferece ao cliente, que, por incrível que pareça, é até uma proposta adequada da organização, pois ao mesmo tempo em que existem empresas sem escrúpulos, também existem clientes assim, fechando um ciclo com colaboradores de mesma cultura.
Então o que ocorre em certos mercados nada mais é do que o ciclo natural, onde as referências se baseiam em enganar o outro o máximo que se puder, mas que fica dissimulada para "proteger a cultura".
Desta maneira é possível observar que neste território, que pode se alastrar por países ou continentes, tudo é concebido para culpar quem trabalha, que faz por merecer reconhecimento e que se relaciona dignamente com as pessoas.
Com isso as empresas inteligentes passam a contar com ações que visam entregar aos seus clientes mais do que produtos ou serviços, deixando que as experiências também façam parte da geração de valor que faz o consumidor querer voltar a se encontrar com a organização futuramente.
Isto também traz uma percepção diferenciada do relacionamento, e o contato humanizado é valorizado integralmente, pois é dele que surgem ideias, propostas e soluções inteligentes.
Ao mesmo tempo as empresas também conseguem estabelecer suas ações de forma muito mais efetiva, trazendo para dentro da organização a visão, desejo e conhecimento dos clientes, abordando cada assunto com uma perspectiva diferenciada e que amplia a gama de soluções a se oferecer.
Obviamente muitas empresas deixam a desejar quando o assunto é criatividade, pois passam a maior parte do tempo investindo seus recursos no local que não faz a menor diferença para o cliente.
Com isso muitas empresas com menos recursos conseguem manter um relacionamento com o cliente muito mais verdadeiro e que contribui para um desenvolvimento organizacional muito mais preciso do que sua concorrência.
Mas para que isso aconteça é interessante analisar como os investimentos em relacionamento com o consumidor não são focados exclusivamente na comunicação e seus mais variados veículos ou canais.
Então a empresa passa a se organizar para transformar o ambiente interno em um gerador de experiências que geram ideias, inovações e soluções, que vão ao encontro dos desejos de seus clientes, principalmente porque aproveitam o relacionamento para ouvir as pessoas e colocar diante delas colaboradores humanos.
É óbvio que isto chega a parecer o que de fato ocorre, mas não é o que acontece de verdade, e por isso a insatisfação dos clientes aumenta exponencialmente.
Também é fácil constatar que nos mercados pautados pela média tudo é feito para não funcionar como deve, e isto transforma aquela localidade em mera fornecedora de matéria-prima sem valor agregado.
Outro fator que chama muito a atenção é a falta de compromisso das pessoas para com suas atividades, reflexo direto daquilo que as empresas procuram, e até criam perfis neste molde, e quem não se encaixa é descartado, colocando em evidência a falta de visão das empresas e de quem as comanda.
Além disso os mercados acabam comprometidos pela sua ineficiência elevada ao ponto mais alto, e que transforma a tudo e a todos em coisas comuns, idênticas e sem valor.
Desta maneira a criatividade é banida das empresas, e mercados, que se deixam corromper, tendo na inércia estática o máximo de movimento, o que é um paradoxo insolúvel e incompatível com o mercado global que tem na competitividade seu desenvolvimento garantido.
Só que certos mercados não são conduzidos para funcionar, então o ambiente, e cenário, caótico é a oferta dos falsos gestores, deixando sempre no jogo da culpabilidade a oportunidade para adestrar pessoas.
Então o adestramento se consolida através de concepções onde quem produz e faz por merecer o reconhecimento é marginalizado, impedindo que haja a melhora e que tudo se mantenha confuso e inoperante.
Esta ação é dominada pela incompetência tratada como o néctar do qual todos devem se aproveitar, quando na verdade os resultados positivos só ocorrem quando há um esforço que sai do comum e coloca em prática todo o aprendizado, aliando-o ao conhecimento e experiências que geram ideias.
Por isso mesmo existem territórios em que pensar é um crime, traçando objetivos obscuros e ditatoriais dentro das organizações e minando as oportunidades para se manter a mediocridade no patamar mais elevando.
Enquanto isso o mercado global se desenvolve através da competitividade e diferenciação, baseando as relações organizacionais com seu relacionamento humanizado, criativo e favorável às soluções que se pode oferecer, deixando que as experiências individuais sejam usufruídas e criem uma parceria entre cliente e empresa.
Ao mesmo tempo são construídas bases sólidas que não se transformam em âncoras, ou impedem que cada colaborador pense por si, investindo em treinamentos da maneira correta e compreendendo que sem o relacionamento humanizado não é possível evoluir.

5 de agosto de 2013

Marketing no relacionamento com os clientes, interdependência das áreas e o desenvolvimento de soluções para o mercado

A maneira como os dados e informações são trabalhados dentro das empresas determina o seu grau de interdependência de suas áreas, tornando-os relevantes e aplicáveis.
Interagir com dados ou informações é algo corriqueiro no dia a dia das empresas, o que as capacita para desenvolver um trabalho melhor e que tenha resultados positivos.
Mesmo assim muitas ainda são dominadas por achismos, deixando de analisar o que é realmente inerente ao negócio para se iludir com suposições sem fundamento.
Isto ocorre especialmente dentro de organizações que não se dão ao trabalho de assumir suas próprias responsabilidades, tampouco produzir com excelência, fazendo crescer a insatisfação de colaboradores e cliente.
Ao mesmo tempo é possível observar que do outro lado ficam as empresas que investem em estudos e pesquisas, tendo em vista desenvolver a si próprias e a tudo o que produzem.
Logicamente esta visão só se torna viável quando a inteligência faz parte do cerne da empresa, ultrapassando as limitações de hierarquias ou áreas, criando a interação das pessoas de forma mais ativa.
Esta ação requer um nível de conhecimento muito alto e também simplificado em sua aplicação, conciliando nesta junção a visão da empresa e daqueles que diariamente executam suas tarefas adequadamente.
Também é fato que estas empresas são criadas com uma razão muito bem definida, e não é criar insatisfação, muito menos culpar os concorrentes que se preparam e fazem por merecer o reconhecimento.
Desta forma tudo o que as organizações criam não são tomados como vazios a serem vendidos, e que é a prática comum de empresas que se utilizam de propaganda enganosa e abarrotam o mercado.
Por este motivo é que poucas organizações são bem sucedidas naquilo que fazem, especialmente ao trazer para seus ambientes internos os colaboradores preparados, ao mesmo tempo em que investem em treinamentos.
Também fica evidente que as empresas inteligentes sempre se colocam no papel de aprendizes eternas, e é aí que tomam para si suas responsabilidades e dão aos colaboradores as condições para desempenhar adequadamente seus papéis.
Isso também traz uma visão maior para a empresa, pois todos os colaboradores são participantes ativos da vida criada dentro da organização, que deixa de ser mera produtora para se tornar geradora de soluções.
Desta maneira todas as ações são voltadas a prover soluções, deixando a criatividade se tornar peça fundamental para o desenvolvimento da empresa, mas também acaba por aliar experiências e conhecimentos diferenciados ao unir suas áreas e deixar que seus colaboradores pensem.
Mas somente este posicionamento não fará com que a empresa tenha um desempenho melhor, e aí entra em ação a forma como a organização trata a contratação das pessoas, bem como a manutenção de clientes.
Isto revela também como toda a administração organizacional interliga suas áreas, abrindo caminho para que ideias sejam devidamente estudadas e, quando prontas, sejam disponibilizadas ao mercado.
Neste mesmo instante é possível notar que as empresas inteligentes não saem produzindo qualquer coisa, principalmente por ter consciência daquilo que podem e devem produzir, ao invés de se jogar sobre uma ideia sem planejamento e conhecimento suficiente.
Após isso ocorrer fica fácil compreender como as relações internas influenciam diretamente o desempenho da empresa no mercado, diante da concorrência e no relacionamento com seus clientes.
Outro ponto é a maneira como estas conexões direcionam as empresas ao desenvolvimento contínuo de suas ações, simplificando processos e ampliando o espectro de conhecimento útil para a organização.
Da mesma forma é necessário que as empresas não se tornem estáticas, mas possam conviver com uma base sólida que as deixem preparadas para inovar e oferecer soluções aos clientes e colaboradores.

4 de agosto de 2013

Marketing na integração das ferramentas organizacionais com o conhecimento dos colaboradores

Conciliar as ferramentas à disposição com o conhecimento dos colaboradores é um exercício que só é usufruído plenamente quando a empresa tem como vocação seu desenvolvimento e inovação.
Dia após dia muitas empresas deixam de colocar no mercado ideias diferentes, inovadoras e que atendam aos desejos de seus clientes, pois não sabem como lidar com o conhecimento das pessoas.
Isto se deve à incapacidade de adaptação ao presente, que vem atrelada ao não uso dos mais diversificados conhecimentos e experiências, tendo como premissa ignorar tudo o que foi desenvolvido ou criado após a empresa iniciar suas atividades.
Este modelo de comportamento parte do princípio de que nada mais precisa ser desenvolvido, prendendo-se às âncoras que criam falsos portos seguros e zonas de conforto que não podem ser deixadas.
Neste mesmo tempo as empresas inteligentes partem para o relacionamento mais profundo com as informações, sua transformação em conhecimento e aplicação direta na geração de novas soluções.
No entanto é possível encontrar empresas que preferem criar barreiras ao invés de permitir que o conhecimento seja ampliado, abrindo novos horizontes para a criatividade de seus colaboradores.
Isto também dá aos concorrentes inteligentes a oportunidade de se esforçar menos, já que não possuem um concorrente à altura e seus clientes aumentam significativamente sem muito trabalho.
E como esta é uma das variáveis afetadas pela inatividade dos concorrentes, o cliente também passa a notar que o mercado fica abarrotado de produtos e serviços praticamente iguais em seus conceitos, mas são diferentes demais no uso.
Esta relação também acaba por elevar ainda mais o valor das empresas que saem na frente, tomando a dianteira por assumirem suas responsabilidades e fazer por merecer o reconhecimento dos clientes.
Ao mesmo tempo as demais organizações fiquem estagnadas e não abrem espaço para que suas ferramentas deem condições para que produtos e serviços sejam desenvolvidos.
Outro ponto que afeta diretamente a capacidade da inovação dentro das empresas é o aproveitamento das oportunidades de aprendizado ao qual a organização se coloca à disposição, e que não é simples de acontecer.
Então todo o envolvimento das empresas com a construção e preservação de suas histórias passa por um crivo que só gera frutos quando elas compreendem as suas relações com o mercado e seus clientes.
Além de tomar esta posição é necessário que as organizações saibam disponibilizar aos colaboradores toda a sua história, do seu surgimento, suas inovações, desenvolvimentos e geração de ideias, abrindo sempre um caminho propício para o uso do conhecimento em favor do uso correto de seus estudos e pesquisas.
Aí é fácil perceber que a história sempre traz referências interessantes às empresas inteligentes, compreendendo as razões pelas quais ainda devem ser mantidas, e desenvolvidas, muitas das suas atividades quotidianas.
Ao mesmo tempo é preciso que a empresa saiba exatamente qual é a sua própria história, o que a fez chegar aos dias de hoje ou então qual é a razão de ter sido fundada há pouco.
Com este começo analítico a empresa pode começar a entender melhor quais são seus parâmetros de comparação para consigo mesma e seus concorrentes, vislumbrando sempre o desenvolvimento.
Além disso é necessário que toda a estrutura organizacional já nasça com foco no aprendizado contínuo, criação e desenvolvimento de atividades, adaptação ao mundo contemporâneo e sua excelência.
Também é fato que estas empresas que conseguem aliar suas tradições com as adaptações ao presente são capazes de aproveitar melhor seus estudos e pesquisas, contando com um estabelecimento de competências bem definido.
Isto revela que estas empresas conciliaram a mecanização fundamental de inúmeras atividades com os aprendizados contínuos e que estão presentes em suas culturas.
Outro ponto interessante é a administração consciente que usufrui das inovações geradas por seus colaboradores, aproximando e conectando suas áreas em favor da melhoria contínua.
Somando-se a isto é criada uma continuidade história das ações da empresa, fato que agrega valor ao que é produzido e muda a maneira como o relacionamento com o cliente é tratado.
Então é perceptível que as empresas com histórias sólidas não procuram apenas satisfazer sua produção, mas conectar todo o seu potencial com os desejos dos clientes de maneira mais profunda.

2 de agosto de 2013

Marketing na convergência de missão, visão e valores das empresas e seus colaboradores

Missão, visão e valores são fundamentais para o desenvolvimento e integração das organizações, mas quando um deles não se encaixa aos demais todo esforço é feito em vão.
Sempre que as empresas não conseguem conectar as bases para seus desejos tudo o mais que venham a fazer não será interessante para elas próprias, para o mercado ou o consumidor.
Isto também ocorre no relacionamento de suas áreas, que não terão uma base sólida para atuar, deixando que interpretações equivocadas se sobressaiam e impeçam o desenvolvimento.
Além disso é necessário observar que sem o clima organizacional adequado as empresas não funcionam com seu potencial máximo, deixando a excelência de lado e perdendo seu ritmo de inovação.
Outro ponto crucial é a excessiva troca de colaboradores que não permite que exista o vínculo entre as pessoas e suas tarefas, tampouco com a organização, e este é um ponto delicado de tal forma que inviabiliza a criação, estabelecimento, manutenção e desenvolvimento da excelência.
Também fica mais evidente que os clientes acabam entrando neste ritmo constante de substituição, e que incrivelmente é encarado como natural do negócio pelas empresas que ainda funcionam de maneira desestruturada.
Com este posicionamento diferente, e equivocado, estas empresas começam a distorcer os conceitos utilizados em seu dia a dia, não permitindo que seus colaboradores troquem informações ou ideias e sejam submetidos a um adestramento integral.
Por estes motivos é evidente a defasagem intelectual das empresas, que passam a basear suas ações pela média do mercado, como se esta ação fosse realmente importante para se destacar em meio à competitividade atual.
Enquanto isso é promovido dentro das empresas medíocres as demais se esforçam para que seus colaboradores possam compreender e fazer valer seu conhecimento sobre a visão, missão e valores da empresa, e que se discordam de algum deles é provável que esta organização não seja o seu lugar.
Só que algumas pessoas não compreendem como a sua cultura de indivíduo deve se conectar com a cultura organizacional, e assim deixam de utilizar todo o seu potencial, pois sempre há algo que não funciona porque a pessoa pensa diferente da empresa.
A partir daí as ideias deixam de fluir com naturalidade, o esforço do colaborador é reduzido e a insatisfação cresce em ambos os lados, gerando atritos desnecessários e deixando dúvidas para a empresa e o colaborador.
Neste instante ocorre a separação dos desejos de ambos, o que não faz com que o desenvolvimento dos dois lados ocorra, e na maioria das vezes isto não é percebido, pois dificilmente a empresa ou o colaborador consegue entender o quanto o clima organizacional influencia no desempenho de ambos.
De certa maneira é preciso que as empresas, durante o ato de contratação, também verifiquem se os seus valores, visões ou missões são adequadas para os dias atuais, assim como os colaboradores devem conhecer muito bem quais são os seus desejos individuais e como eles lidam com isso dentro das empresas.
Mas para muitos isto é apenas um fator sem importância, só que ao montar a sua empresa você fará o máximo para trazer as pessoas que mais têm em comum com você, e é neste ponto que pessoas ou empresa pecam na maior parte do tempo, pois se esta diretriz é perdida todo o trabalho feito não traz o resultado desejado.
Também é óbvio que ao montar uma empresa você irá tomar como base seus valores, sua visão e sua missão individual, trazendo para o mundo uma empresa do seu jeito, iniciando aí a criação do clima organizacional que se tornará a excelência se este conjunto for forjado corretamente.
Por isso o mesmo vale quando o colaborador passa a fazer parte de uma empresa, especialmente quando o que ele deseja é muito próximo ou idêntico àquilo que a organização tem como premissa de suas atividades, criando aí a sinergia que torna poucas empresas relevantes no mercado.

1 de agosto de 2013

A diferenciação na cultura local e das empresas como base para o desenvolvimento em Marketing

Por mais que a tecnologia se desenvolva rapidamente as empresas sempre dependerão das pessoas, de seus conhecimentos e habilidades, que tornam a criatividade viável.
Mesmo assim muitas organizações relutam e não investem em treinamentos da forma inteligente, comprometendo assim todo o seu potencial produtivo.
Mas também é sabido que a geração de ideias e soluções das empresas está atrelada ao negócio no qual ela atua, e desta maneira poucas empresas são inteligentes para contratar seus colaboradores.
No fundo o que acontece é a infecção pela cultura da mesmice, partindo de uma base em que todos os seres humanos são idênticos, como se fossem cópias perfeitas que se encaixam num perfil.
Esta utopia domina as organizações incompetentes de maneira ampla, colocando as pessoas como peças que podem ser repostas ou substituídas, algo que não ocorre em uma análise inteligente do ato em questão.
Obviamente existem discursos de que tudo pode ser trocado, e é aí que as pessoas também são incluídas indiscriminadamente, pois também se deixam levar por este modelo mecânico e que dá à sociedade um caráter meramente reprodutor de mesmices.
Por esta razão é que as empresas da atualidade sofrem com a falta de criatividade, mas ao mesmo tempo se esquecem de que são elas as responsáveis pelo atual cenário.
E com isso todos os produtos e serviços ficam cada vez mais parecidos, para não se dizer idênticos, e é assim que as empresas agem com relação às pessoas em seus viciados processos seletivos.
Este comportamento faz com que a inteligência também seja tratada como se fosse uma commodity, já que na mente brilhante dos falsos gestores tudo pode ser comprado, mas estes se esquecem que não podem ir até a esquina mais próxima e comprar meio quilo de conhecimento.
Do mesmo modo é possível encontrar ainda a elevação das incompetências em detrimento às competências, invertendo-se aqui a lógica das empresas inteligentes, já que as demais não pensam, apenas produzem e nem sabem o motivo.
Então o mercado passa a se infectar cada vez mais com modismos que possuem um ciclo de vida tão curto que sequer têm tempo para marcar sua presença na história.
Também é preciso salientar que é isto que ocorre diariamente com muitas pessoas, evidenciando-se aí o modelo mecânico de substituição, que é encarado como normal e até recebe o nome de turnover.
Logicamente não é isso que deve acontecer em um mercado relevante e que conta com pessoas que pensam, e que ficam cada vez mais raras e se aproximam da extinção, pois a maioria se deixa tratar como uma peça à disposição das empresas.
Diante deste cenário é necessário observar que este modelo que transforma tudo em comum elimina as individualidades das pessoas, bem como suas personalidades, e é por isso que os perfis são amplamente usados, para que as pessoas já sejam tratadas como bens materiais das empresas, mesmo que estas não assumam diretamente, mas o fazem quando alegam que possuem recursos humanos.
Isto revela também a formatação pela qual os mercados irrelevantes se deixaram afetar, preferindo fazer tudo sempre da mesma maneira, perpetuando as ações e ideias de tal modo, que é praticamente impossível vislumbrar um cenário positivo em pouco tempo.
Ainda assim chegarão aqueles que evitam pensar e dizem que as regras do mercado são estas, mas eles se esquecem de que um mercado que não pode evoluir jamais será competitivo, pois, assim como os seres ruminantes, tudo o que é construído sempre se repete e destrói as chances de evolução, comprometendo o futuro das empresas, pessoas e da região.