14 de julho de 2015

O exercício da diferenciação e o conhecimento das organizações e de seus concorrentes em Marketing

Diferenciar-se da concorrência deve ser um exercício diário dentro das empresas inteligentes, pois consumidores diferentes devem ser agraciados com produtos ou serviços que não encontrem em outro lugar, caso contrário a sua empresa já não faz mais sentido no mercado e deixa de aproveitar as oportunidades que se apresentam quando cada cliente não enxerga a sua empresa como mais uma no mercado.
A diferenciação deve ser uma constante dentro das empresas inteligentes, não para mudar continuamente, mas para evoluir e acompanhar seus clientes, algo que inexiste dentro das organizações medíocres onde os indivíduos são tratados exclusivamente como números e o relacionamento com o consumidor é visto como o ato da troca do produto ou serviço pelo dinheiro.
Mas para que esta diferenciação seja inteligente é preciso que a empresa saiba quem ela própria é e quem são seus colaboradores e clientes, além de ter um conhecimento relevante sobre os concorrentes, deixando para trás as práticas e mera cópia para desenvolver soluções que se encaixem em sua cultura.
Obviamente também é vital que esta empresa saiba que cada organização possui uma cultura única e exclusiva, mesmo que similar a uma ou muitas, mas o que a diferencia é o conhecimento que ela possui sobre si mesma e como fará para oferecer aos seus clientes os melhores produtos e serviços, levando-se em conta que a contemporaneidade dá a base ideal para que uma empresa continue viva.
Também é fácil observar que as empresas que não conhecem a si mesmas são as que buscam conhecer o concorrente da forma mais profunda, e então deixam de dar atenção ao essencial, gerando mais e maiores dificuldades para si e abrindo caminho para que qualquer concorrente mediano se torne muito melhor ao não ter do outro lado uma empresa que saiba o que está fazendo.
Com isso há um posicionamento que deve ser exigido de todas as empresas, e este posicionamento é ligado às responsabilidades que cada empresa assume ao colocar no mercado seus produtos ou serviços de forma a merecer a atenção dos consumidores, não para retirar do concorrente cada cliente, mas para que outros clientes possam ter a oportunidade de escolha e optem sempre por aquela que for a melhor.
Então fica claro que a subjetividade das análises dos consumidores também deve ser levada em conta, principalmente quando a empresa sabe que ela é única e pode manter um relacionamento inteligente com o cliente, ultrapassando a simples oferta de produtos e serviços para incluir nesta relação as experiências que permitem que a empresa seja novamente visitada pelo consumidor, desde que se mantenha atualizada e não se apegue aos modismos corriqueiros que atingem diariamente o mercado e logo são descartados por terem apenas a característica de serem descartáveis e nada mais.
Uma empresa que não se conhece não pode se diferenciar dos concorrentes, tampouco pode evoluir e oferecer produtos e serviços contemporâneos aos seus clientes, pois deixam o conhecimento de lado para apenas reproduzir o que já é feito por outras organizações com a finalidade de competir única e exclusivamente no quesito preço, levando ao desaparecimento da empresa e dos concorrentes que não conseguem compreender que ao valorizarem suas ações individuais estarão se diferenciando para o mercado consumidor e mantendo a oportunidade de atender aos desejos de seus clientes.

8 de julho de 2015

As oportunidades da diferenciação da sua empresa em relação aos seus concorrentes em Marketing

O desejo de ser igual aos concorrentes é a mediocridade colocada em ação, ignorando que existem consumidores que não querem os produtos ou serviços já oferecidos, pois são indivíduos que podem ter gostos parecidos, mas jamais idênticos, fato que também vale para a criação de uma organização que deseja ir além do óbvio.
Tentar competir com um concorrente copiando-o é uma ação comum nos mercados irrelevantes, onde a prática é tratada como a chance de tirar do outro o que se deseja, mas sem levar em conta que ambos serão prejudicados pela divisão dos consumidores e todas as demais variáveis inerentes ao negócio que farão com que o funcionamento da empresa fique cada vez mais caro e passe a dificultar a existência da organização.
Logicamente a maioria das mentes medíocres sempre busca impedir que o outro obtenha êxitos que tenham como consequência o sucesso, pois é muito mais fácil destruir do que criar, ainda mais quando o segundo requer trabalho verdadeiro e o primeiro é uma ação cultural dos incompetentes.
Com isso o mercado perde as oportunidades para se desenvolver adequadamente, criando uma gama maior de ofertas diferenciadas aos clientes, até mesmo formando parcerias com outras empresas e permitindo que a própria empresa saiba atender adequadamente o cliente que ela busca e nela encontra as soluções desejadas na forma de um produto ou serviço.
Também é comum ver que os mercados inteligentes contam com uma gama diversificada de produtos e serviços que competem entre si e não se preocupam exclusivamente em destruir o concorrente, ao contrário do que ocorre nos mercados medíocres e eternos fornecedores de matéria-prima por sempre estarem contra o desenvolvimento.
Por isso o consumidor também se torna refém do que há de pior, mas também entra na esfera das responsabilidades quando este cliente se torna o fornecedor de um produto ou serviço, deixando claro que a cultura local não visa atender aos desejos dos melhores clientes, mas simplesmente reproduzir o que já não faz mais sentido no mundo contemporâneo e culpar quem se diferencia exaustivamente, pois muitas mentes medíocres acabam aceitando tal falácia e se unem ao que há de pior no mercado global.
Outro ponto relevante é a incapacidade de se diferenciar dos concorrentes por não aceitar se mais um com mais do mesmo, trazendo o atraso para o mercado como um todo, pois quanto mais se diferenciam as empresas em maior quantidade, melhores produtos e serviços vão surgir porque a necessidade de desenvolvimento é integral e favorece a criação de soluções mais inteligentes através de empresas mais bem preparadas e que se encontram disponíveis na mesma contemporaneidade de seus consumidores.
Além desta diferenciação é possível notar que as empresas inteligentes não se tornam meros prédios com maquinário para fornecer produtos ou serviços ao mercado, pois contam com colaboradores devidamente preparados e com uma visão muito mais ampla e ligada ao presente sem perder de vista o passado ou mirar no futuro, fazendo seu melhor para oferecer aos clientes as melhores soluções, independentemente do lugar em que ambos se encontrem dentro de um mercado global que oferecer oportunidades para aqueles que sabem fazer o melhor para satisfazer seus consumidores.

24 de junho de 2015

O conhecimento e as referências na geração de soluções das empresas inteligentes em Marketing

A falta de conhecimento elevada faz com que as mentes medíocres separem teoria e prática, pois são incapazes de compreender que ambas representam a mesma ação, o que faz com que todo o mercado fique à mercê da incompetência e dos famigerados jeitinhos que geram situações sem solução efetiva.
Para muitas mentes medíocres há a separação real de teoria e prática, por isso muitos mercados são assolados pelas empresas incompetentes e que pararam no tempo.
Isto também faz com que o adestramento dos funcionários seja a constante, impedindo-os de pensar, pois são programados para realizar a mesma tarefa perpetuamente, criando um abismo entre as organizações que pensam e as que apenas reproduzem as mesmas coisas.
Por isso o mercado acaba estático e frágil, pois as empresas, que são formadas pelas pessoas que preferem não pensar, criam âncoras que as impedem de aproveitar as oportunidades que são os problemas, ainda mais quando elas próprias não sabem que todo problema tem solução e por isso é uma oportunidade.
Obviamente o adestramento disseminado infecta mercados irrelevantes, ainda mais quando as pessoas funcionam sem saber a razão pelo qual o fazem, e isto é muito comum em mercados onde o conhecimento é tratado com desdém e afastado do mundo fictício criado pelas organizações incompetentes e que se julgam eternas.
Com isso é possível observar e confirmar que praticamente tudo o que é produzido nos mercados irrelevantes é passageiro, fruto de um modismo que as empresas tentam perpetuar e sequer sabem o porque começaram a oferecer determinado produto ou serviço.
Também é necessário olhar para as poucas empresas que preferiram trabalhar com problemas do que meramente reproduzir o que já existe, deixando que o conhecimento as leve a um nível mais elevado e que esteja na mesma contemporaneidade de seus clientes, algo que exige mais do que o fazer.
Outro fator relevante é a capacidade com que estas empresas abandonam os adestramentos, que nas empresas medíocres são chamados erroneamente de treinamentos, com a finalidade de aproveitar o conhecimento e a criatividade para oferecer soluções reais, trabalhando em um mercado que existe e sem abandonar o aprendizado que as trouxeram até o presente.
Mas também é interessante constatar que a maioria das empresas prefere a formatação em detrimento à formação, criando um vazio no mercado ao não aproveitar as oportunidades para aprender e fazer diferente, mesmo quando competem com concorrentes bem preparados, e é este o tipo ideal de concorrência, pois aprender com o melhor é muito mais interessante do que olhar para uma empresa de mesmo nível, mas a mediocridade de certos mercados faz o inverso, tratando o competente como inimigo a ser eliminado e pregando que a incompetência é o auge que deve ser perpetuado, da mesma forma com que tratam teorias e práticas quotidianamente.

22 de junho de 2015

O aproveitamento das informações e a oferta de soluções em Marketing

Conectar informações para transformá-las em soluções é uma ação rara dentro das empresas, pois muitas delas estão preocupadas com as ações de seus concorrentes em um nível tão elevado que deixam de fazer o que devem para apenas manter suas atividades funcionando para seguir os passos das outras organizações.
Para muitas empresas há uma árdua tarefa no uso das informações com a finalidade de utilizá-las para melhorar tudo o que produzem, pois estas organizações não contam com colaboradores aptos a lidar com o conhecimento já existente, muito menos com uma capacidade de compreender uma oportunidade que se apresenta e propor uma solução.
Isto é muito comum dentro dos mercados medíocres e que são meros produtores de commodities, não investindo na geração de valor por não poder contar com colaboradores preparados e que consigam sair da mera reprodução de ações, incluindo-se também o pensar que cada vez fica mais escasso.
Por isso há um eterno processo reprodutivo da mesmice, as pessoas passam a ser adestradas para executar uma tarefa perpetuamente, sem importar o ponto em que esta tarefa esteja, deixando evidente que não há a compreensão da existência de outros passos e que há interferência direta do desempenho de um naquilo que o outro produz.
E então as empresas viram amontoados de caixas que não se comunicam, então é fácil perceber a razão pela qual o desenvolvimento de soluções é cada vez menor, pois o importante é apenas apertar o botão ou parafuso correto, sem saber a razão pela qual se faz isso.
Mas do outro lado ficam as empresas que preferem contar com ideias que geram soluções, atraindo para seus ambientes os colaboradores preparados para sair do comum e levar aos consumidores mais do que um produto ou serviço, colocando à disposição da organização como um todo tudo o que já possuem de conhecimento aplicável no mundo real, trazendo para a empresa as oportunidades que abrirão novas opções no futuro sem precisar abandonar seus clientes.
Obviamente a comunicação também se faz presente em um nível produtivo muito mais elevado, aproveitando-se de uma visão que não busca oferecer o que o cliente não deseja, mas aquilo que aproxima o consumidor e a organização através de colaboradores que entendem o mundo real contemporâneo sem apagar o passado ou eliminar o futuro.

8 de junho de 2015

A contemporaneidade das soluções e relacionamentos organizacionais em Marketing

Dentro das empresas a comunicação é afetada pela falta de compreensão das informações contidas nas trocas entre pessoas e áreas, levando esta incapacidade até o consumidor e criando barreiras à solução dos problemas, impedindo-os de serem tratados como oportunidades de colocar no mercado um produto ou serviço que valha e que se apresente como uma solução melhor ao cliente antes da concorrência.
A incapacidade em se comunicar adequadamente no ambiente interno é fruto de um processo cultural onde há uma distorção constante do significado de informações que apenas representam a si próprias, pois o viés corrupto faz com que o cliente, e também o outro colaborador, seja tratado como um inimigo a ser abatido o mais rapidamente possível.
Obviamente as mentes medíocres não percebem que este tipo de comportamento faz com que as empresas deixem de fazer o melhor para apenas processar a repetição perpétua de ações que na contemporaneidade em que se encontram já não resultam em algo atrativo para o mercado como um todo.
Por isso é interessante observar como o outro é sempre tratado como o culpado pelos fracassos daqueles que não querem trabalhar e melhorar, tentando encontrar maneiras de impedir que uma ideia inteligente saia do ambiente organizacional para o mercado e obtenha o êxito.
Desta maneira as empresas perdem incontáveis oportunidades diariamente, pois viram reféns de uma mesmice em que pessoas são apenas coisas que funcionam de uma única forma, logo não podem contribuir para que a organização melhore como um todo, algo inviável e inimaginável em uma empresa inteligente.
Com isso as organizações que pensam acabam por ter maiores responsabilidades ao se tornarem as referências para outras empresas que prezam pelo compromisso com a construção de ideias e soluções contemporâneas e viáveis, o que também as coloca no centro do alvo dos incompetentes e medíocres que jamais aceitarão que a criatividade é inseparável de cada indivíduo e se torna mais produtiva quando um grupo de indivíduos consegue viabilizar as ideias em forma de produtos e serviços que satisfazem clientes.
Também é fato que as empresas inteligentes se mantém continuamente na contemporaneidade em que se encontram as melhores organizações e todos os melhores clientes, trazendo para seus ambientes internos as oportunidades que lhes cabem e oferecendo ao mercado inovações que não apagam seus passados ou comprometem seus futuros.

11 de maio de 2015

A visão e a contemporaneidade das ações organizacionais em Marketing

Uma empresa que se mantém contemporânea consegue manter o relacionamento com o consumidor vivo e leva ao mercado produtos e serviços relevantes, adaptando-se efetivamente ao mercado global que oferece oportunidades àqueles que aprendem com o passado e fazem no presente a base para chegar ao futuro.
Toda empresa que se desconecta da realidade abandona estudos, pesquisas, conhecimentos, interações com os clientes etc., para tornar o achismo e a incompetência como regras de suas ações em todos os sentidos, principalmente quando o consumidor é visto exclusivamente como uma fonte de dinheiro.
Obviamente poucas empresas conseguem se manter vivas, enquanto que as organizações medíocres sobrevivem e criam amarras para manter seus clientes, pois não conseguem enxergar as oportunidades que estão um pouco além do hoje.
Por isso é fácil verificar a insatisfação dos consumidores nos mercados medíocres, onde as supostas empresas apenas reproduzem o que já não faz mais sentido e ainda tratam as ações para ludibriar clientes como prática comum, culpando quem se diferencia e exigindo sempre que aqueles que trabalham sejam eliminados do mercado.
Desta maneira o adestramento dos funcionários é apenas mais uma ação vil colocada como natural, optando sempre por pessoas que foram manipuladas para abandonar suas ideias, as trocas de conhecimento e experiências com as demais com a finalidade de repetir a falácia de que os seres humanos não podem pensar, ter vontades ou desejos individuais.
E esta ação gera a estagnação desejada pelos incompetentes, levando ao mercado o que há de pior, ainda influenciada pela cultura em que o outro é o culpado em todas as ocasiões em que a escolha do indivíduo não resulta naquilo que se esperou, pois a escolha era baseada exclusivamente num achismo repetido à exaustão e que não funciona por partir de premissas falhas e deturpadas.
Também é necessário observar que a falta de um preparo das pessoas facilita as ações de manipulação e adestramento, colocando em risco não apenas uma empresa, mas todo o mercado, já que não há uma evolução e inovação, deixando-se aplicar apenas a reprodução perpétua da mediocridade.
Mas mesmo assim ainda existem empresas que preferem o desafio da geração de ideias para se aproveitar realmente as oportunidades, buscando no relacionamento interno de suas áreas a base para a relação disponibilizada a seus clientes, ampliando a visão organizacional e mantendo suas ações no presente sem que abandonem a excelência demonstrada no passado e possam contar com a inovação levada ao mercado e seus clientes na contemporaneidade.

29 de abril de 2015

A competência na diferenciação da oferta de produtos e serviços em Marketing

A competência das empresas faz com que o reconhecimento seja direcionado àqueles que oferecem as melhores soluções aos consumidores, independentemente do local em que se encontrem.
Ideias diferenciadas são aproveitadas diariamente para gerar soluções melhores dentro das empresas, e assim levar aos seus clientes o que há de melhor, mas muitas empresas vão no caminho oposto e engessam toda a sua produção, desde a geração de ideias, troca de informações até o produzir em si, inviabilizando as oportunidades de se diferenciar e tomar para si as responsabilidades de suas escolhas.
Como este é um ponto comum dentro dos mercados medíocres é fácil compreender como as poucas empresas que se diferenciam passam a oferecer produtos e serviços distintos a seus clientes e são atacados pelos incompetentes diariamente.
Por isso a incompetência cria burocracias burras para se manter ativa perpetuamente, como se houvesse apenas uma forma de oferecer uma solução ao consumidor, mas que nos mercados inteligentes há a prova concreta de que a diversidade de soluções sempre vai ao encontro dos desejos de cada consumidor.
Além disso é possível visualizar que os incompetentes se multiplicam mais rapidamente nos mercados medíocres, e com isso o mercado local perde a produtividade de forma generalizada, passando a não poder competir com as empresas responsáveis e adeptas do uso do conhecimento para produzir uma solução.
Também é interessante observar que os incompetentes sempre buscam destruir as criações alheias de todas as maneiras possíveis, e com isso atrasam cada vez mais a possibilidade de uma ideia se transformar num produto ou serviço disponível para os consumidores, ainda mais contando com as amarras das burocracias burras que dominam as mentes adestradas dos que se interessam exclusivamente em atrapalhar o outro ao invés de trabalhar.
E isto leva à defasagem cada vez maior em todas as áreas, e as poucas empresas que optam por fazer diferente são tratadas como criminosas, quando na verdade elas buscam assumir suas responsabilidades e fazer por merecer o reconhecimento de um trabalho feito de forma competente e que pode ser melhorado continuamente.
A maior competência das empresas inteligentes é não parar no tempo e estar viva no tempo contemporâneo em que seus clientes desejam adquirir seus produtos e serviços, transformando o relacionamento com as pessoas, informações, ideias e concorrentes numa linha de oportunidades que devem ou não ser trazidas para dentro das organizações, demonstrando que elas sabem o que podem e o que não podem entregar para o mercado.

22 de abril de 2015

A responsabilidade e o desenvolvimento contínuo das empresas em Marketing

Assumir as responsabilidades é uma ação não acatada nas culturas medíocres, onde há a preferência por se culpar os outros ao invés de saber o que se deve fazer, prevalecendo o enaltecimento da ignorância em detrimento às ideias, pois há um discurso falacioso de que todas as pessoas são totalmente iguais como se fossem meras peças disponíveis e descartáveis.
As responsabilidades assumidas dentro de empresas inteligentes permitem que novas ideias surjam, da mesma maneira com que os seres humanos não são tratados como recursos, pois a visão destas empresas vai além do que é produzido neste instante para que a melhoria contínua seja verdadeiramente aproveitada.
Obviamente as mentes medíocres tentam a todo custo parar a evolução das ideias, o agrupamento de informações que geram soluções inovadoras e permitem que o cliente tenha um desejo atendido, pois o interesse não é o trabalho exigido para tal produção, mas a manutenção da ignorância em seu grau mais elevado como forma de fazer com que nada possa ser melhorado.
Com isso as ideias são aprisionadas em caixas hermeticamente fechadas, parando a diversidade de percepções inteligentes para manter a mediocridade e depois encontrar uma paralisia que inviabiliza qualquer evolução, pois as poucas pessoas que pensam são atrapalhadas pelo imenso grupo adestrado.
Também fica evidente que a competitividade entre as empresas dos mercados medíocres é eliminada, pois todas as organizações ficam no mesmo patamar para sempre e não podem evoluir porque as pessoas, na figura de colaboradores, não conseguem aprender, compreender informações ou ter ideias pelo fato de que foram adestradas para repetir exaustivamente as mesmas ações diariamente.
E então o mercado perde as oportunidades locais e globais, e os clientes inteligentes procuram os concorrentes mais interessantes, independentemente do local em que se encontram, pois uma solução inteligente não possui barreiras quando o público-alvo existe.
Por isso é fácil verificar como certos mercados ficam cada vez mais atrasados em relação aos demais, ainda mais quando em um determinado mercado as ideias inteligentes são tratadas com desrespeito pelas mentes medíocres que nada sabem produzir, pois preferem destruir quem produz para manter a ignorância como fonte de referencia perpétua.

7 de abril de 2015

Oportunidades, concorrência e uso do conhecimento de maneira inteligente em Marketing

Existem empresas que já nascem fadas a fracassar, pois não levam em conta nenhuma informação real para sua concepção, tampouco têm noção sobre a razão pela qual são fundadas e como devem ser diferentes do que já se encontra disponível no mercado.
Para muitas empresas medíocres é possível criar produtos e serviços que atendam a todos os consumidores do planeta, algo utópico e que povoa mentes limitadas que não lidam com o mundo real e sequer sabem que os clientes são seres humanos.
Por isso é fácil encontrar mercados abarrotados de empresas que tentam se passar por outras quando o assunto é oferecer ao consumidor um determinado produto ou serviço, fundamentando suas propostas em falácias que não iludem o cliente uma segunda vez.
Mas como é de praxe estas empresas não nascem para oferecer uma solução, mas sim mais do mesmo, pois copiam descaradamente o que já existe e ainda tentam empurrar o que produzem para o consumidor do concorrente, sem querer se esforçar para atrair a atenção de clientes distintos.
Isto também é a mais pura demonstração de um comportamento vil e desnecessário, onde o cliente é uma vítima a ser abatida e não passa de um mero cofre para se retirar dinheiro.
Com isso também aparecem as limitações de toda a natureza dentro destas empresas, ainda mais quando pessoas são tratadas com recursos e que no fundo nada mais são do que peças que podem ser trocadas facilmente.
E então o mercado deixa de aproveitar oportunidades novas para saturar drasticamente o que já está no limite, ainda mais quando não há a compreensão de que cada indivíduo busca produtos ou serviços por razões diferentes e que até se aproximam, mas jamais serão idênticas.
Obviamente a mediocridade tenta lidar com os clientes de forma diferente, como se todos devessem escolher o que uma única empresa oferece, algo que eleva a estupidez a níveis que quase não podem ser mensurados, devido à utopia imposta na falta de trato com o mundo real.
Desta maneira as empresas inteligentes acabam com um terreno um pouco mais amplo para trabalhar, pois não se deixam levar por alucinações que surgem em informações distorcidas de maneira proposital em dados mercados, tentando iludir para atrair investimentos que não se justificam por não haver um cenário real onde empresas e consumidores possam se relacionar e, efetivamente, contribuir para o desenvolvimento de soluções inteligentes que gerem oportunidades futuras para ambos.
Empresas vivas acompanham o desenvolvimento conjunto de forma a se permitir aprender continuamente, levando aos seus clientes os melhores produtos e serviços e dando-lhes a chance de participar cada vez mais ativamente da construção de ideias que geram soluções aplicáveis no tempo contemporâneo em que se encontram.

30 de março de 2015

A visão das empresas inteligentes no aproveitamento das ideias viáveis em Marketing

Pensar faz com que as ideias viáveis e inviáveis sejam analisadas adequadamente dentro das empresas, do mesmo modo com que os colaboradores podem ampliar a visão sobre o objeto em questão e trazer mais informações para que a organização leve até o consumidor o que é desejado e fará com que novas oportunidades de mercado sejam aproveitadas.
Funcionar de maneira mecânica é a ação mais comum na maioria das empresas, principalmente quando pessoas são definidas como os funcionários por deixar para fora da organização toda e qualquer ideia, conhecimento, experiência etc., a fim de perpetuar o estado engessado sob o qual a empresa se coloca e se permite funcionar.
Com isso os concorrentes um pouco mais preparados já ganham uma vantagem competitiva muito ampla, pois ao ter pessoas que pensam dentro das organizações tudo passa a ter uma razão para existir e fazer com que análises aprofundadas e ligadas ao mundo real tenham o devido respeito e aplicabilidade.
Mas as mentes medíocres sempre relutam em sair das caixas hermeticamente fechadas a qual se colocam, passando a não enxergar e fazendo-se valer de cabrestos que inviabilizam a troca de informações por já ignorarem a existência das outras pessoas.
Por isso é comum encontrar dentro das empresas aqueles que prezam pela preservação da mediocridade através de adestramentos que já se iniciam em processos seletivos, impedindo que ideias diferentes entrem na organização porque elas possuem análises e riscos, como se os concorrentes inteligentes não soubessem destas percepções e apenas andassem sobre trilhos circulares sob túneis sem iluminação.
Obviamente a mediocridade sempre tenta nivelar por baixo toda e qualquer situações, como se os indivíduos fossem iguais em todos os sentidos, sendo que na verdade cada ser humano é único e tem muito a contribuir em infindáveis aspectos, principalmente quando as ideias permitem que o cliente seja agraciado com um produto ou serviço que lhe atenda.
E ainda assim poucas empresas são capazes de se diferenciar e atender seus clientes inteligentes, algo que para as mentes medíocres é inaceitável, já que a organização não se esforça para atender a todo o mercado consumidor do planeta, novamente colocando em ação o achismo de que isto é viável e possível, revelando uma incompatibilidade com a excelência que é tão comum nas organizações dominadas pela falta de visão e conexão com o mundo real.
Então é fácil compreender porque há um número reduzido de empresas que escolhem o ato de se assumir as responsabilidade e fazer com que o consumidor receba produtos e serviços cada vez melhores, pois o interesse não é focado na mera reprodução de ações, mas no desenvolvimento de soluções alinhadas com a contemporaneidade que une empresas e clientes.