9 de outubro de 2006

As marcas e o Marketing

A marca é um dos ativos mais importantes de um produto, determinando claramente quais atributos estão inseridos, seja em um produto ou serviço, para que o seu público-alvo perceba o que está por adquirir, é uma forma de manter na mente das pessoas, market share, uma posição amplamente destacada e que é referência quando há necessidade de comparação entre produtos e serviço disponíveis no mercado.
Tratar as marcas da maneira correta é saber que todo o esforço para fixá-las na mente do consumidor é resultado de estudos elaborados e coletados perante a opinião dos mesmos, gerando uma parceria entre empresa e consumidor, cuidando dos interesses de ambos e que a proposta do posicionamento do produto será mantido na mente do consumidor.
Cada vez mais as marcas tomam conta do mercado, são fáceis de lembrar, possuem um desenho que pode ser facilmente decorado por qualquer pessoa, pois o impacto gerado por uma marca que não remete a nada é fatal, por isso é necessário estar pronto para atualizar ou revitalizar uma marca no mercado, procurar tendências que flutuam com o tempo e geram a necessidade de mais esforços em campanhas de Marketing no mercado mundial.
Conhecer os motivos que levam as pessoas a guardar a na mente os símbolos, que representam as marcas, é estudar freqüentemente o público, conhecer muito bem o andamento dos desejos e necessidades do consumidor e dar-lhe o produto correto, exaltando todas as características contidas na mente do consumidor, uma vez que hoje falar em qualidade não é mais necessário, porque todos os produtos devem tê-la, caso contrário, estão fadados a morrer dentro do mercado competitivo atual.
Com a globalização a exposição das marcas tornou-se muito ampla, a diversidade de canais disponíveis ganha importância maior e o destaque que a empresa possui é mais um fator a ser olhado com cuidado, pois marcas são valorizadas quando tudo está corretamente bem, não há problemas com produtos e a associação, das marcas, é feita com algo bom, por isso deve-se tomar muito cuidado ao vincular uma marca a alguém que possa tomar posturas inimaginadas anteriormente, prejudicando a empresa e sua imagem, levando consigo a marca.
A velocidade com que são conhecidas as marcas hoje influenciam diretamente nas estratégias que devem ser seguidas, o planejamento torna-se muito mais importante, destacar as características dos produtos através de sua marca é levar o consumidor a imaginar, ao entrar em contato com a marca, tudo o que o consumidor sempre desejou e não foi atendido.
As pesquisas voltadas para o desenvolvimento de produtos devem estar em sintonia com a marca, não há como comprar produtos que trazem consigo o posicionamento de melhor e deparar-se com algo inferior, por isso é importante ter um departamento de Marketing envolvido com toda a organização, pois todos estão no mesmo barco e devem objetivar um ponto em comum, o sucesso.
Muitas marcas são associadas ao estilo de vida de seu público-alvo, são criadas para que estejam relacionadas diretamente aos desejos e necessidades do consumidor, é estudar quais são as formas mais adequadas para chegar na mente e manter-se lá em compras futuras.
Quando são realizadas pesquisas no mercado, para descobrir o top of mind das marcas, são encontrados dados interessantes, como marcas muito famosas, que estão presentes na mente do consumidor, mas que não são consumidas, por isso é importante lembrar que ser o primeiro muitas vezes não traz retorno real para a empresa, e que é preciso trabalhar e estudar muito mais o mercado para atingir ou mudar este tipo de configuração que encontra-se em destaque quando esta situação é real no mercado de atuação.
Ter capacidade de diferenciar os produtos através das marcas é importante, pois cada vez mais existem produtos que podem substituir o da sua empresa, a similaridade entre produtos é cada vez maior e então um dos diferenciais mais lembrados pelo consumidor é a marca, que em alguns casos é "transformada" em algumas campanhas, pois está tão ligada com o público que apenas um simples pedaço ou traço é necessário para que qualquer pessoa saiba qual produto está representado ali. Sempre que novas tendências surgirem no mercado, levarão consigo as marcas, como foi percebido a pouco tempo atrás, quando marcas mais "simples" tomaram conta do mercado, ganhando poder na hora da escolha e sendo satisfatória para as necessidades daquele momento, só que o mercado está saindo desta "febre" e a tendência natural que está ressurgindo é a valorização e desejo de compra por marcas que, mesmo deixadas de lado momentaneamente, voltam a ser a opção dos consumidores que frustraram-se com a troca.
Uma marca de sucesso é o sonho das empresas, mas não devem apenas ser um nome ou símbolo que muitos conhecem, o que deve acontecer é que a marca é reflexo do produto, suas qualificações surgiram primeiro no produto e muitas vezes ser a marca mais lembrada não é positivo, ao não gerar o retorno no consumo dos produtos e fixar-se como um conjunto idealizado para atender as exigências do mercado e em especial seu público-alvo.
As estratégias de Marketing devem estar em sintonia com o mercado, com o produto e seu público-alvo, de nada adianta realizar uma campanha bonita que não traz retorno nas compras de produtos da empresa e nem mesmo chamar a atenção quer dizer que irá vender, especialmente quando o Marketing é usado como máquina de ganhar dinheiro e não como uma ciência que é peça importante do conjunto que forma a organização, o Marketing é filosófico quando bem aplicado e o sucesso só é alcançado quando estudos, competências e planejamento andam juntos.
Segundo Souza/Nemer:
“Marca pode ser definida como nome, termo, sinal, símbolo ou desenho, ou uma combinação destes, que pretende identificar os produtos ou serviços de um vendedor, ou grupo de vendedores e diferenciá-los dos produtos ou serviços da concorrência”.

8 de outubro de 2006

Marketing viral

Atualmente o Marketing viral é uma das ferramentas mais poderosas utilizadas por grandes empresas para atingir seu público-alvo, é elaborado para não associar diretamente o vídeo, texto ou jogo à marca, mas seus detalhes, quando observados com mais atenção, denotam claramente o uso do produto, marca ou serviço "disfarçado" em meio ao conteúdo distribuído por meios como o e-mail, vídeos inseridos em sites ou blogs, que atingem a mente do espectador usando, normalmente, o tom humorístico e que é repassado de uma pessoa para outra com a intenção exclusiva de compartilhar o arquivo, quando este é um vídeo.
Com as evoluções tecnológicas, o poder crescente das bandas da Internet, o compartilhamento destes arquivos por e-mail aumentando rapidamente, há uma grande necessidade de aproveitar ao máximo toda e qualquer oportunidade de colocar seu produto em evidência e estimular o compartilhamento das mesmas percepções por um grupo de consumidores, visando atingir milhões de pessoas em pouco tempo, minutos são valiosos neste modelo de Marketing, quanto mais rapidamente são atingidos os consumidores, maior é o número de pessoas que será "atingido" pelo "vírus".
Ainda há muito o que aprender para explorar de forma mais objetiva o Marketing viral, sua novidade é impulsionada ao sucesso por tratar de "disfarçar" uma propaganda comum, dando a oportunidade de divulgar seu produto com um custo menor, mas que pode passar despercebido ao estar fora do contexto que atrairia o consumidor a direcionar sua atenção ao que acabara de receber de um colega de trabalho, amigo ou vizinho. Um dos pontos que mais ajudou nesta forma de divulgação de produtos e serviços, foi a evolução tecnológica e largura de banda da Internet, cada vez mais velocidade disponível, sites especializados em hospedar vídeo e que atingem em cheio o público mais jovem que destina muito do tempo diário em frente aos computadores comunicando-se com muitas pessoas em programas de bate-papo, transferindo arquivos em e-mails para seus colegas e comentando o que havia recebido de outra pessoa numa conversa descontraída em escolas e universidades, pois existe a necessidade de estar ligado aos assuntos mais novos que surgem no mundo e trafegam pela Rede cada vez mais rapidamente, tudo isto ocasionado pela globalização mais acentuada e a fácil comunicação entre pessoas de todo o mundo, independentemente da região e que cada vez mais trará benefícios para empresas e consumidores, disponibilizando dados para ambos, desde informações básicas até mesmo a informações altamente relevantes para o uso e compra ou venda de produtos.
Com a maior facilidade de expor seu produto, a interação entre um maior número de pessoas e um resultado multiplicado inúmeras vezes, é necessário direcionar corretamente esta ação, pois o Marketing viral pode tornar-se algo comum, perdendo o valor que hoje, sem dúvidas é uma das ferramentas mais poderosas já criadas e conhecidas por um número crescente de pessoas em todo o mundo, perder a graça e então ser deixado de lado.

Segundo definição da Wikipedia:
O Marketing viral e a publicidade viral referem-se a técnicas de Marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares a extensão de uma epidemia. A definição de Marketing viral foi cunhada originalmente para descrever a prática de vários serviços livres de e-mail, de adicionar sua publicidade ao e-mail que sai de seus usuários. O que se assume é que se tal anuncio alcança um usuário "suscetível", esse usuário "será infectado" e pode então seguir infectando a outros usuários suscetíveis. Enquanto cada usuário infectado envia o e-mail a mais de um usuário suscetível por média (ou seja, a taxa reprodutiva básica é maior que um), os resultados "standard" em epidemiologia implicam que o número de usuários infectados crescerá segundo uma curva logística, cujo segmento inicial é exponencial.
De forma mais geral, o marketing viral se utiliza as vezes para descrever algumas classes de campanhas de marketing baseadas na Internet, incluindo o uso de web logs, de sites aparentemente amadores, e de outras formas de astroturfing para criar o rumor de um novo produto ou serviço. O termo "publicidade viral" se refere a idéia que as pessoas passarão e compartilharão conteúdos divertidos. Esta técnica muitas vezes está patrocinada por uma marca, que busca construir conhecimento de um produto ou serviço. Os anúncios virais tomam muitas vezes a forma de divertidos videoclipes ou jogos Flash interativos, imagens, e inclusive textos.
Fonte: Parte do texto foi pesquisado na Wikipedia.

7 de outubro de 2006

Criatividade em Marketing

Milhares de idéias percorrem a mente todos os dias, milhões de informações são passadas diariamente por diversas formas de comunicação, modelos são estudados para definir padrões de comportamento e o que cada um busca na imensidão do mercado.
No início tudo pode parecer fantasioso demais, as idéias dos outros sempre podem ser muito extravagantes e são julgadas como inadequadas, especialmente quando não há interesse de dar "vida" ao que foi gerado por outro, é natural que algumas idéias estejam fora do contexto, é por isso que são realizados brainstorms e capturam-se idéias que estão mais ao alcance de todos.
A melhor idéia é aquele que muitos conseguem compreender e melhorar, vislumbram frutos para o produto ou serviço criado, encantam-se facilmente com a possibilidade do sucesso de mercado, então inicia-se a fase em que transformar uma simples idéia por ultrapassar o tempo determinado, o relógio anda mais rápido que de costume e o que pareceu fácil anteriormente é dado como inviável em certo momento.
Saber que não existem idéias boas ou ruins é um ponto de partida para que todo o planejamento seja executado de forma a conectar todos os membros da equipe, valorizar o que há de melhor em cada um e criar uma base sólida para o projeto.
Criar não é apenas inventar, é um exercício feito com muitos estudos, troca de informações e idéias, elaborar planejamentos que tenham fundamentações fortes e que tragam para dentro da organização o melhor do mercado, investir em pesquisa e desenvolvimento é dar a cada membro de uma equipe oportunidades que vão além dos investimentos em estudos, pois ao diferenciar cada vez mais os componentes de uma equipe, pode-se ganhar em criatividade, as diferenças tornam-se uma vantagem e dão frutos ao longo do tempo.
Conhecer a fundo um assunto pode trazer melhorias a toda e qualquer idéia, muitas vezes classificadas como boas ou ruins, é na percepção do tempo que são classificadas, produtos muito avançados para o seu tempo são considerados ruins, visionários tendem a sofrer mais com sua criatividade, porque a equipe não forma um conjunto em favor da idéia, pesquisando a viabilidade do produto e quando o consumidor terá capacitação para usá-lo adequadamente.
O tempo que as vezes corre muito, pode estar atrasado para algumas idéias, existem inúmeros exemplos onde a vanguarda foi muito além dos desejos e necessidades dos consumidores e resultaram em produtos que não foram muito bem recebidos pelo público.
Criar é um processo que deve ser feito por toda a organização, utilizando do Marketing para expor todo o conjunto envolvido no planejamento e que aplica várias ferramentas para desenvolver conceitos e aprimorá-los antes de entregar ao consumidor. Pode desenvolver a produção, os novos usos de produtos já conhecidos, dar métodos de aprendizado que consistem em melhorar todo o conjunto para suprir as expectativas dos consumidores e relacionar-se de forma consistente e direcionada a aproveitar todas as oportunidades do mercado de atuação, gerando riquezas em áreas culturais e criativas de todos os envolvidos no projeto, aproveitando-se do plano elaborado que visa conforto e praticidade para cada produto novo ou serviço a ser disponibilizado ao público.
Segundo o Dicionário Aurélio, Criar: 1. Dar existência a. 2. Dar origem a; formar. 3. Imaginar. 4. Fundar. 5. Educar. 6. Promover a procriação de. 7. Cultivar. 8. Adquirir, granjear. P. 9. Nascer; originar-se.

6 de outubro de 2006

O que é Marketing

Muitas vezes, em sua grande maioria, as pessoas não compreendem exatamente o que significa um determinado termo, por ser algo que não faz parte do seu dia-a-dia ou então porque alguém já lhe distorceu o significado da palavra, isto é muito comum em todas as áreas, pois cada termo usado é composto por idéias diferentes, cada uma das ciências existentes adapta seus conceitos de forma a demonstrar sentido às idéias elaboradas, suas aplicações e o trabalho realizado sobre a coleta de informações e pesquisas feitas para chegar em um conceito realmente puro, simples e que possui bases concretas para sua aplicação dentro das organizações.
Um destes termos "distorcidos" é o Marketing, muito discutido e usado de forma errônea por muitas pessoas, pois desta ciência muito pouco conhecem ou mesmo julgam desnecessária para seu quotidiano, praticando-o de maneira errada, ou mesmo utilizando-se de outras ciências e demonstrando total desconhecimento do Marketing, apenas dizem: "isto é marketing".
Com o passar dos anos, a evolução natural dos mercados e a chegada da era do conhecimento, ainda é estanho que mesmo em grandes empresas haja relutância em aceitar que o Marketing é parte do conjunto da empresa, não apenas uma parte que visa "jogar pela janela" muito dinheiro, mas ainda há muito o que aprender, em todas as ciências, e como o Marketing ainda é uma criança, quando comparada as outras ciências, especialmente no Brasil, fica claro o desconhecimento das pessoas em geral do termo, ou ainda associam-no às pessoas que fazem apenas o mal para os demais visando lucro, por isso os profissionais de Marketing ainda têm muito a realizar e trabalhar para que todos compreendem ao menos um pouco desta ciência.
Segundo
Max Gehringer:
Tudo começa onde quase tudo o que é moderno começou: a antiga Grécia. O deus Hermes, filho de Zeus e Maia, já nasceu mostrando que precocidade era com ele mesmo: em seu primeiro dia de vida, entre uma mamada e sonequinha, Hermes inventou a lira e roubou os bois do deus Apolo. Impressionado com tanta vitalidade, Zeus fez de Hermes o deus mais polivalente do Olimpo: entre outras atribuições, ele se tornou mensageiro dos deuses, protetor dos ladrões, dos jogadores e dos oradores e guia dos viajantes perdidos. Foi então que o Império Romano perpetuou algo que há 2.000 anos chamava "invasão" e no mundo dos negócios de hoje em dia chamaria de "incorporação": apossou-se das terras, das riquezas e dos deuses gregos. E, como sempre acontece nessas incorporações, Hermes recebeu ainda mais trabalho do que já tinha: foi nomeado deus da indústria e comércio. E, da palavra latina para "mercadoria", mercis, derivou o novo nome que dali em diante Hermes deveria ostentar em seu crachá de deus romano: Mercúrio.
Da mesma palavra mercis derivaria mais tarde o termo francês marché, o "mercado", onde as mercadorias eram comercializadas. Os ingleses gostaram da palavra e a incluíram em seu dicionário, inglesando a pronúncia e a grafia. Foi daí que marché virou market.
Foi só no século XX - mais especificadamente na década de 1950, nos Estados Unidos - que a palavra, até então usada livremente por qualquer feirante, virou ciência. De market surgiu "marketing" - "tudo o que influi na comercialização de um produto". No Brasil, a área de marketing aportou na década de 1960, e seus primeiros profissionais levaram uma canseira danada quando tentaram explicar para o resto da empresa exatamente o que eles faziam (ou pretendiam fazer). Mas o pessoal, por assim dizer, mais "antigo" da empresa não engoliu a explicação. Então, os pioneiros do marketing no Brasil decidiram radicalizar: passaram a vestir calça verde, camisa marrom-café, paletó xadrez e gravata cor de abóbora, ou qualquer outra combinação de cores que pudesse ser percebida a no mínimo 500 metros de distância. E aí todo mundo entendeu: realmente, marketing era algo completamente diferente.
Hoje, ninguém mais discute a importância do marketing, muito pelo contrário. Qualquer funcionário sabe que, para progredir na carreira, é preciso ter "marketing pessoal". E o que é isso? Exatamente tudo, como num produto: o conjunto de escolaridade, experiência e habilidades. Mas há uma lição que os primeiros marqueteiros ensinaram há 50 anos e que continuam sendo a chave de tudo: visibilidade. Produto que não é visto não é comprado. E profissional que pretende ser promovido precisa estar constantemente em evidência. Cabe a ele provar, todos os dias, por que é diferente, melhor e mais eficaz que seus concorrentes. Se não conseguir, vira uma marca de segunda linha dentro da empresa e aí corre o risco de mofar no organograma. Se existe um "plano de marketing" detalhado para um produto, não há motivo para não existir um "plano de marketing pessoal" mais detalhado ainda. E ele começa com as duas perguntas básicas do marketing:
1. O que o produto "Você" tem que os outros ainda não tem?
2. Todas as pessoas com poder de decisão na empresa sabem disso?
Fonte: parte do texto é do
autor: Max Gehringer, retirado da revista Você s.a.edição 49.

5 de outubro de 2006

Introdução

Este primeiro post do blog é apenas um informativo do que será colocado daqui para a frente, existem muitas pessoas que confundem o termo Marketing e sua verdadeira definição, dentre as inúmeras definições elaboradas e altamente divulgadas por verdadeiros mestres no assunto Marketing, há a necessidade de expandir e buscar como melhor utilizar suas ferramentas e aplicações no dia-a-dia, desde as empresas passando pela vida pessoal e encontrando a essência mais profunda de cada uma das ações que envolvem o meio corporativo na atual globalização e que influencia a todos e tudo o que é produzido hoje.
Há muito material para ser estudado, pesquisas são necessárias em todas as áreas, mas nem sempre são feitas da maneira correta, o que pode trazer grandes riscos para todos, quando tratam-se de forma desleixada e até mesmo superficial qualquer assunto em pauta.
O homem necessita das ciências para evoluir, independentemente da área a qual dedica seus esforços e busca suas respostas para o quotidiano.