9 de dezembro de 2006

Níveis de produto em Marketing

Com a concorrência do mercado, produtos cada vez mais próximos de uma igualdade, tanto física quanto tecnológica, deixa nas mãos do profissional de Marketing a busca pela diferenciação, por dar atributos, satisfazer os desejos e necessidades do consumidor com muito mais criatividade e funcionalidade, aproximando a realidade do sonho do consumidor.
Para que tudo seja realmente valorizado pelo consumidor, deve-se ter em mente que o produto é constituído de 5 níveis, cada um correspondendo a um grau de satisfação do consumidor e trazendo características próprias, em nível crescente e com expectativas diferentes.
Por inúmeras razões o profissional de Marketing deve estar atento ao seu produto, sem perder de vista o que a concorrência está fazendo, logicamente todos os estudos necessários foram devidamente realizados, os dados foram transformados em Informações e dão uma linha a seguir ao desenvolver um novo produto para um consumidor específico.
Os 5 níveis de produto são:
  • Benefício central: este é o ponto em que o consumidor está comprando o benefício fundamental do produto, como exemplo pode-se citar um consumidor que procura um quarto de hotel, onde ele compra descanso e pernoite;
  • Produto básico: neste ponto o benefício central é transformado em um produto básico, como exemplo o quarto de hotel inclui uma cama, banheiro, toalhas, escrivaninha, penteadeira e armário;
  • Produto esperado: aqui uma série de atributos e condições são normalmente esperados pelo consumidor, então o quarto de hotel deve ter cama arrumada, toalhas limpas, lâmpadas que funcionem e um relativo grau de tranqüilidade;
  • Produto ampliado: este é o nível onde o profissional de Marketing excede as expectativas do consumidor, dessa forma o hotel pode incluir um aparelho de tv com controle remoto, flores frescas, registro rápido, checkout expresso, boas refeições e serviço de quarto;
  • Produto potencial: neste nível o produto têm todas as transformações a que um produto deve ser submetido num futuro, é onde as empresas procuram novas maneiras de satisfazer os consumidores e diferenciar sua oferta, logo, pode ser um hotel exclusivamente com suítes, onde os hóspedes ocupam uma série de quartos, representam uma transformação inovadora do produto hotel tradicional.
Fonte: KOTLER, Philip. Administração de Marketing, São Paulo, 10ª Edição, 2004.

8 de dezembro de 2006

Análise dos concorrentes em Marketing

Tão importante quanto conhecer a própria empresa, seus produtos, objetivos etc., é, hoje, praticamente impossível entrar em um mercado sem conhecer quais são os demais players (concorrentes) e como montam suas estratégias, definições de seus focos, público-alvo, fornecedores, entre muitos outros fatores que irão influenciar definitivamente sua entrada no mercado com maior segurança ou Posicionamento mais adequado perante a situação instalada.
Quanto maior é o conhecimento dos concorrentes, maiores são as chances de sucesso, este fator não cabe somente às empresas, em qualquer lugar onde hajam concorrentes deve-se analisar e conhecê-los profundamente, pois desta forma suas ações terão um efeito muito melhor e poderão atingir públicos que os demais não enxergam ou não desejam.
Também há motivos de sobra para conhecer bem como agem os concorrentes, o profissional de Marketing deve saber quem é sua empresa, seu mercado, seu público-alvo, o produto ofertado, que características possui, os pontos fortes e fracos e quais pontos mais priorizar.
Dentro do mercado, devem ser conhecidos mais profundamente:
  • Estratégias: as empresas necessitam monitorar constantemente as estratégias de seus concorrentes, pois a concorrência sempre está revendo suas estratégias e, com essa atitude, procura sempre estar um passo a frente dos demais, obtendo Vantagem Competitiva e trazendo para si as melhores práticas, sem deixar que qualquer outra empresa alcance sua posição no mercado;
  • Objetivos: são muitos os fatores que moldam os objetivos de um concorrente, incluindo seu porte, histórico, Administração atual e situação financeira, também é importante saber quem, normalmente a matriz, está dirigindo a empresa para o crescimento ou apenas explorando o mercado, por fim o plano de expansão deve ser monitorado constantemente;
  • Forças e Fraquezas dos concorrentes: avaliar a possibilidade dos concorrentes conseguirem atingir ou não as metas estabelecidas nas estratégias, isto dependerá de seus recursos e capacidades, as empresas precisam coletar informações sobre as Forças e Fraquezas de cada concorrente, os principais itens que devem ser avaliados são:
  1. Dominante: a empresa monitora o comportamento dos concorrentes e possui um amplo leque de opções estratégicas;
  2. Forte: a empresa pode tomar uma atitude sem prejudicar sua posição no longo prazo, independentemente da posição de seus concorrentes;
  3. Favorável: a empresa possui uma Força que pode ser explorada e uma Oportunidade acima da média para melhorar sua posição;
  4. Sustentável: o desempenho da empresa é satisfatório, garantindo sua permanência no mercado, sua existência é fruto da indulgência da empresa dominante;
  5. Fraca: empresa com desempenho insatisfatório, com chances de melhorar, caso contrário a empresa deve mudar ou retirar-se do mercado;
  6. Inviável: o desempenho é altamente insatisfatório e não há chance de melhorar.
Além destes pontos, a empresa ainda deve analisar 3 variáveis:
  1. Participação de mercado;
  2. Share-of-mind;
  3. Share of heart (Participação de preferência).
  • Padrões de reação dos concorrentes: cada um dos concorrentes possui uma Filosofia de realização de negócios, uma cultura interna e convicções que o guiarão.
Fonte: KOTLER, Philip. Administração de Marketing, São Paulo, 10ª Edição, 2004.

7 de dezembro de 2006

Sistema de Informações de Marketing

Tão importante quanto elaborar estratégias perfeitas, conquistar grandes fatias de mercado, é saber quais são as fontes de dados a serem utilizadas, a confiabilidade das Informações e a atualidade dos dados.
O fluxo das Informações deve ser composto por uma grande riqueza, desde seu tráfego dentro da organização, até mesmo em detalhes que podem dar vantagens aos profissionais de Marketing no mercado altamente competitivo, mas também serve para que o relacionamento entre empresa e consumidor possa fortalecer-se com o passar do tempo, deixando claro que esta relação não é apenas uma situação de compra de produtos ou serviços.
Cada um dos departamentos da organização necessita de Informações específicas, com dados que sejam relevantes para a sua realidade e tragam diferenciais na execução de seus processos ou elaboração de novos planejamentos, pois uma organização deve ter em mente que todas as suas áreas estão unidas, trabalham por um objetivo em comum e devem trazer consigo o desejo pelo sucesso conjunto.
Muito mais do que simplesmente gerar um banco de dados eficiente, o Sistema de Informações de Marketing deve ter um gerenciamento coerente, que traga benefícios para a organização e deixe claro que dentro da empresa todos devem ter conhecimento dos produtos, serviços, lançamentos, estratégias etc., visando criar uma cultura inovadora e que constantemente irá deixar seus concorrentes para trás.
Além de obter Informações muito tempo à frente de seus concorrentes, o profissional de Marketing deve saber gerir com maestria as Informações, sua confiança nos trabalhos realizados com Pesquisas de mercado e com o conhecimento dos desejos e necessidades do consumidor podem levar ao sucesso quando as estratégias têm uma base muito mais sólida, montada sobre dados que representam o mercado com muita veracidade e possibilitam estudos e aprimoramentos contínuos.
O conhecimento gerado por um bom Sistema de Informações de Marketing é altamente poderoso e deve ser compartilhado com as pessoas da organização, pois em muitos casos a percepção de algum ponto relevante pode ser notado por alguém que visualiza os dados com outros olhos, demonstrando que o trabalho dentro da organização deve ser feito em equipe, para que a compreensão do que são realmente seus produtos e serviços ofertados sejam palpáveis e com isto possam trazer os colaboradores mais próximos ao profissional de Marketing.
Os equipamentos utilizados, as pessoas envolvidas, Pesquisas para coleta de dados, organização das Informações, análise, estudos sobre as necessidades percebidas no conjunto formado pelos dados, dão ao profissional de Marketing uma projeção do mercado, mas não há como tirar proveito de toda este volume de Informações sem conhecer a sua empresa e a capacidade de todos os envolvidos nos estudos destas Informações.
Segundo Kotler, um sistema de informações de Marketing (SIM), é constituído por pessoas, equipamentos e procedimentos para a coleta, classificação, análise, avaliação e distribuição de informações necessárias de maneira precisa e oportuna para os que tomam decisões de Marketing.
Fonte: KOTLER, Philip. Administração de Marketing, São Paulo, 10ª Edição, 2004.

6 de dezembro de 2006

As empresas e o Marketing estão mudando

É natural que o mercado venha a mudar constantemente, mas nas últimas décadas todo este processo foi acelerado, a evolução tecnológica proporciona mais rapidez na busca por Informações e traz consigo o conhecimento de certos dados abertos aos concorrentes, então o profissional de Marketing deve ter em mãos os dados mais próximos da realidade do mercado.
Realizar uma Pesquisa pode não responder todas as questões e dúvidas de uma empresa, mas deve dar um direcionamento, uma linha que deve ser seguida e que trará o consumidor certo até o produto ofertado, deve-se também aproveitar o feedback, essencialmente neste mercado globalizado e com uma concorrência muito mais acirrada, pois seu "adversário" não necessita mais estar localizado no mesmo território que a sua empresa.
A exigência do consumidor cresceu muito, a profundidade com a qual conhece o produto pode surpreender algumas empresas, normalmente as despreparadas, demonstrando que na era do conhecimento nada mais pode ser escondido e até deve-se demonstrar ao consumidor o que ele procura, as características e qualificações contidas nos produtos.
Atualmente a Internet têm possibilitado um nível de concorrência muito maior, o produto está ao alcance de um simples clique do mouse, as Informações está ali, bem diante dos olhos, e as empresas devem ter muito mais cuidado na hora de elaborar uma estratégia de Comunicação.
As empresas podem mudar alguns aspectos, algumas das tendências são:
  • Reengenharia: as empresas não devem mais concentrar-se em departamentos, todos devem estar organizados em equipes multidisciplinares, onde o conhecimento individual torna-se parte do conjunto e aplica-se em todo o processo de criação de estratégias e desenvolvimento de produtos;
  • Terceirização: as empresas passam a comprar bens e serviços de terceiros, eliminando assim áreas dentro da organização que podem não ser relacionadas diretamente com o negócio e acabem trazendo gastos desnecessários para a empresa, assim como ocorrem com empresas virtuais, que não possuem muitos ativos e conseguem bons lucros;
  • E-commerce: atrair clientes para lojas ou enviar vendedores não é mais tão necessário, o consumidor pode comprar pela Internet, não permitindo que um vendedor acabe "empurrando" um produto indesejado ou aquele que não era o procurado pelo consumidor, além de fornecer muito mais dados sobre o produto;
  • Benchmarking: a empresa não depende mais do seu auto-aperfeiçoamento, deve buscar estudos e aprender com empresas de "classe mundial", adotando suas melhores práticas;
  • Alianças: as parcerias são fundamentais para conquistar uma fatia maior de mercado, agindo em bloco as empresas acabam fortalecendo suas relações e dão ao consumidor mais confiança e satisfação na entrega do produto;
  • Parceiros-fornecedores: o número de fornecedores deve ser reduzido, garantindo assim a qualidade do produto, a parceria e confiança de ambos os lados;
  • Centradas no mercado: não há mais espaço para agir conforme o produto, deve-se procurar um Segmento de mercado;
  • Globais e locais: a empresa não pode mais colocar-se como pertencente àquele determinado local, na verdade deve ser um misto de empresa local e global, pois seus produtos podem ser adquiridos por qualquer outra região que não a das suas instalações físicas;
  • Descentralização: a Administração não deve mais ser de cima para baixo, a criatividade, iniciativa e espírito empreendedor devem ser mais valorizados dentro do nível local.
Por sua vez, o Marketing ajusta-se aos novos temas:
  • Marketing de relacionamento: o ponto central não é mais somente a transação, mas o relacionamento de longo prazo, concentrando-se em clientes, produtos e Canais;
  • Valor do cliente ao longo do tempo: a fidelização passa a ser um ponto vital para todas as organizações;
  • Participação nos clientes: permitir que o consumidor, já fidelizado, venha a procurar mais produtos ou serviços da empresa, por um período de tempo maior;
  • Marketing para mercados-alvo: definir muito bem que é seu mercado-alvo, sem buscar atingir todos os consumidores de todos os mercados, procurar um foco e mantê-lo ao longo do tempo;
  • Individualização: os produtos não podem ser mais "únicos", não devem mais serem vendidos da mesma forma para clientes diferentes;
  • Banco de dados de clientes: passar da coleta de dados das vendas realizadas para o Data Warehouse, muito mais completos e informativos ao profissional de Marketing;
  • Comunicação integrada de Marketing: não depender exclusivamente de uma única ferramenta de Comunicação, mas combinar o uso de todas as ferramentas;
  • Canais de Distribuição como parceiros: os intermediários não devem mais receber tratamento de "clientes", mas sim de parceiros na entrega dos benefícios ao consumidor;
  • Todo funcionário é um profissional de Marketing: o Marketing não é realizado somente pelas equipes de Marketing, toda a organização, passando por vendas até atendimento ao cliente devem ter o mesmo foco, o cliente;
  • Tomada de decisões baseada em modelos: não tomar decisões baseadas em feeling (lembrando mais uma vez que somente Morris Albert tem lucro com Feelings), o embasamento em modelos é vital para o sucesso da empresa no mercado.
O profissional de Marketing deve ser um estudioso constante, conhecer muito bem o terreno onde pisa e quais serão as dificuldades encontradas, buscando Informações e trazendo consigo conhecimento e sabedoria.
Fonte: KOTLER, Philip. Administração de Marketing, São Paulo, 10ª Edição, 2004.

5 de dezembro de 2006

O significado da Marca em Marketing

Uma das habilidades mais reconhecidas em profissionais de Marketing é a sua capacidade de criar, manter, proteger e melhorar uma Marca, dando-lhe vida própria, deixando com que o público possa interagir com uma imagem palpável de um ativo intangível de produto.
Dentro da competitividade, sempre presente no mercado mas hoje muito mais acirrada pela globalização muito mais percebida, alguns profissionais de Marketing definem esta capacidade de valorizar e elevar uma Marca a determinado Posicionamento na mente do consumidor como: "o estabelecimento de uma Marca é a arte e a essência do Marketing".
Uma Marca é determinada por um nome escrito, uma palavra com certo significado, uma imagem que a simbolize e até mesmo por um desenho, mas também pode beneficiar-se de todos estes atributos, que, quando unidos, podem fortalecer a imagem desejada pelo profissional de Marketing na mente do consumidor e seja facilmente reconhecida e lembrada diante dos concorrentes, as cores também influenciam esta presença, que pode durar anos e até mesmo estar presente durante toda a vida de um consumidor.
Segundo Kotler, uma Marca é um nome, termo, símbolo, desenho - ou uma contribuição desses elementos - que deve identificar os bens ou serviços de uma empresa ou grupo de empresas e diferenciá-los da concorrência.
Uma Marca deve ter em sua essência a identificação imediata junto a empresa ou fabricante, com a possibilidade de ser um nome, uma Marca comercial, um logotipo ou outro símbolo.
A Marca é percebida como a promessa da empresa que oferta produtos ou serviços junto ao mercado, fornecendo uma série de atributos, benefícios e serviços ao consumidor.
Muitas Marcas, normalmente as melhores do mercado, trazem consigo a garantia de qualidade, mas pode-se perceber que uma Marca é um símbolo muito mais complexo, chegando até os 6 níveis de significado:
  1. Atributos: neste ponto a Marca traz à mente do consumidor algumas características: um automóvel de luxo bem construído, com boa engenharia, duráveis e de alto prestígio;
  2. Benefícios: os atributos devem ser traduzidos em benefícios emocionais e funcionais, como a durabilidade de um bem e a não necessidade de adquirir outro por um determinado tempo;
  3. Valores: o Valor não é o monetário, mas sim o que simboliza na mente do consumidor e representa em termos éticos da empresa para com o consumidor;
  4. Cultura: aqui há muito mais do que um simples fator, é o ponto onde o "nascimento" da Marca significa muito mais do que a existência do produto, a cultura de onde vêm o produto deixa muito claro a expectativa do consumidor e gera satisfação ao entregar o que têm em seu significado;
  5. Personalidade: neste quesito, com a vida ganha pelo produto, a Marca projeta uma personalidade, como poder, dedicação, perfeição, força etc.;
  6. Usuário: aqui há a definição de qual é o público-alvo ou consumidor do produto, deixando bem clara a Segmentação feita pela empresa.
Logicamente cabe ao profissional de Marketing estudar muito bem seu mercado, Posicionar perfeitamente seu produto e conhecer o consumidor, definindo as características e até mesmo quem é a sua Marca no mercado, não escondendo o produto ou expondo-o de forma inapropriada ao consumidor, informando-lhe ou atribuindo-lhe o que não é real e presente no produto ou serviço ofertado.
Fonte: KOTLER, Philip. Administração de Marketing, São Paulo, 10ª Edição, 2004.

4 de dezembro de 2006

Os 5 M´s da Propaganda em Marketing

Quando o profissional compreende realmente o que é Marketing, pode usufruir da melhor forma possível de todas as ferramentas disponíveis, a Propaganda é uma delas e sua importância é entendida pelo consumidor como a alma do negócio, o que pode, em determinado ponto, tornar-se verdade.
Em muitos casos confundida com o Marketing, a Propaganda tem como finalidade lembrar o consumidor de comprar o produto desejado ou necessário, pode encantá-lo com sua beleza, quando não é muito bem elaborada e perde o foco com o produto, ou dar-lhe informações que façam vir a mente a lembrança das suas necessidades e desejos.
Dentro da Propaganda encontram-se os 5 M´s, que são:
  • Missão: neste ponto devem ser estabelecidos os objetivos reais da realização da Propaganda, exatamente como é feito com uma empresa, uma Propaganda precisa ter um direcionador, ter um foco e um ponto a ser atingido;
  • Moeda: aqui determina-se o Valor monetário que será destinado à realização da Propaganda, deve-se conhecer o Ciclo de vida do produto no mercado, sua participação etc.;
  • Mensagem: toda Propaganda deve ter uma mensagem, transmitir informações e dar ao consumidor o que é realmente importante, algumas empresas fracassam por não criarem mensagens de fácil compreensão e não percebem o erro cometido;
  • Mídia: sempre deve-se escolher o melhor veículo para "espalhar" sua Propaganda, mas deve-se conhecer, por meio de Pesquisa, qual é o melhor caminho a seguir, saber seu alcance, a freqüência e impacto, principalmente quando há conhecimento de quem é seu público-alvo;
  • Mensuração: a avaliação dos resultados é fundamental, não há como realizar uma Propaganda simplesmente por achar necessário, o profissional de Marketing sabe que este ponto pode trazer as informações necessárias para mudança, ampliação ou até mesmo a retirada da veiculação da Propaganda, quando esta não é entendida pelo público-alvo.
Muito mais do que criar uma Propaganda atrativa, cabe ao profissional de Marketing conhecer cada uma das etapas dos 5 M´s da Propaganda, pois conhece seu produto e mercado, têm plena consciência do melhor veículo para a Comunicação ter a efetividade e trazer para a empresa e o consumidor um relacionamento próximo e que trará feedback, deixando claro que o consumidor compreendeu a mensagem e quer sempre dar sua contribuição para a empresa que lhe dá os produtos necessários ou desejados.
Fonte: KOTLER, Philip. Administração de Marketing, São Paulo, 10ª Edição, 2004.

3 de dezembro de 2006

Marketing de massa

O sonho de muitas empresas que entram no mercado é poder ter seus produtos em todos os lares, não importando o país e muito menos sua segmentação, deixando muito claro que seu produto não possui diferencial, não é caro ou busca atender certa necessidade.
Este pode ser um modelo de estratégia a ser usado, mas uma empresa não sobrevive em um mercado com um único produto e deve-se diversificar o portfólio, pois atender o mercado com somente um produto é um risco muito elevado.
Saber conquistar um mercado é tarefa de muito estudo, Pesquisa e conhecimento do produto, são poucas as empresas que podem se dar ao luxo de levar durante anos, até séculos, um produto forte e que conquista consumidores com o passar dos tempos.
Com as mudanças rápidas que acontecem no mercado, o surgimento de novos concorrentes, Marcas novas e profissionais de Marketing que conseguem perceber espaço no mercado, pode-se entender a dinâmica causada pela globalização e a necessidade de diversificar o leque de produtos dentro das organizações.
Os produtos seguem, sem exceções, o Ciclo de vida, tem sua Introdução, Crescimento, Maturidade e Declínio, deixando em aberto a possibilidade de chegar nesta última etapa de uma revitalização ou novos usos do produto no mercado.
Segundo a Wikipedia, "O Marketing de massa é a produção, Distribuição e a promoção em massa de um mesmo produto, sem que haja um maior nível de segmentação de mercado."

2 de dezembro de 2006

Novas mídias de Marketing

Com o passar dos tempos, as novas tecnologias, estratégias mais apuradas, Pesquisas avançando onde, anteriormente, não havia motivos para realizá-las e gerando um número muito maior de dados, pode-se notar que a evolução e crescimentos do Marketing têm muita relação com as novas gerações, a globalização e fatores culturais antes desconhecidos.
As novas tecnologias ajudaram a criar novas ferramentas (mídias) dentro do Marketing, são soluções que para alguns podem parecer inofensivas, mas que são direcionadas exatamente ao público-alvo correto, como exemplo, já faz algum tempo, as empresas buscaram novas formas de colocar suas Marcas em evidência no mercado, e por meio dos videogames, as produtoras perceberam que tornou-se possível alcançar e ter um feedback muito melhor de seus produtos.
Mas não somente em consoles isto ocorre, com a Internet e o advento dos jogos on-line, ficou muito mais fácil inserir um simples "outdoor" em um jogo de corrida, FPS etc., mas muito mais do que isso, atualmente com a velocidade da banda aumentando e proporcionando que muitas pessoas possam estar "juntas" em um mesmo jogo, conseguiu-se realizar um gol neste mercado, a inserção de vídeos, como os vistos na Internet ou televisão, dentro de jogos, em locais já determinados e que chamam a atenção, para alguns especialistas trata-se de mensagem subliminar, só que a imagem da Marca, empresa ou um vídeo promocional está ali bem na frente dos olhos e não esconde nada.
Sempre existiram e vão existir mentes incapazes de adaptar-se à evolução, não percebem as vantagens de ter em mãos mais uma ferramenta ou mídia, considerando especialmente que em jogos específicos a exploração da Marca ou propaganda pode ser alterada com o passar do tempo, criando assim mais um diferencial para a empresa produtora, deixando em aberto a possibilidade de criar e informar o consumidor (jogador) de que há um novo produto no mercado, os próximos lançamentos da empresa são estes e outras possibilidade praticamente infinitas, pois o avanço na área dos jogos é tão grande que existe 1 console que possui um comunicador de mensagens instantâneas, uma rede de compartilhamento entre os jogadores e recebe dicas dos jogadores para melhorar os produtos, além de possuir o acesso à Internet de banda larga, permitindo a constante atualização dos vídeos, outdoor etc. dentro dos jogos.
A visão de mercado é fundamental para que o profissional de Marketing possa enxergar muito antes de seus concorrentes o mercado disponível, o que é fruto de muitos estudos e permanentes Pesquisas, permitindo aprender constantemente e assegurar que seu produto chegue ao público-alvo certo e em primeiro lugar, fixando a Marca e a empresa na mente do consumidor.

1 de dezembro de 2006

Matriz de Ansoff em Marketing

Sempre que um profissional de Marketing busca apoio em matrizes para conhecer melhor seu mercado, seu público-alvo, as forças e fraquezas, o Ciclo de vida etc., deve-se estar atento, essencialmente, aos estudos voltados para conhecer a teoria envolvida na criação da matriz que será utilizada.
Ao elaborar uma matriz "graficamente" deve-se ter em mente quais são os pontos principais que espera-se avaliar com este estudo, não adianta conhecer a matriz sem saber o que fazer com ela, e com a matriz de Ansoff não é diferente, há de se saber qual é o fruto gerado após a inserção dos dados desejados e da relevância dos mesmos.
Esta matriz têm como característica avaliar e determinar a oportunidade de crescimento das unidades de negócio, deixando claro que as estratégias da organização terão um impacto significante nas ações tomadas, mas que, quando bem estudadas e elaboradas, serão o fator determinante para um sucesso mais próximo e focado.
A matriz de Ansoff possui duas dimensões:

  • Produtos;
  • Mercados.
Sobre essas duas dimensões, quatro estratégias podem ser formadas:
  • Penetração de mercado: a empresa foca na mudança de clientes ocasionais para clientes regulares e de clientes regulares para usuários intensivos do produto;
  • Desenvolvimento de mercado: a empresa tenta conquistar clientes da concorrência, introduzir produtos existentes em mercados externos ou introduzir novas Marcas no mercado;
  • Desenvolvimento de produtos: a empresa busca vender outros produtos a clientes regulares, freqüentemente intensificando os Canais existentes de Comunicação;
  • Diversificação: sendo a mais arriscada das estratégias, a empresa normalmente foca na Comunicação explicando porquê está entrando em novos mercados com novos produtos, visando ganhar credibilidade.
Fonte: Wikipedia.

30 de novembro de 2006

Marketing de Relações Públicas

Quando a Comunicação é tratada dentro do Marketing, pode-se perceber que poucas organizações preocupam-se com um dos pontos mais importantes, as Relações Públicas, mesmo que para alguns não haja relação entre as Relações e o Marketing, deve-se entender que muito mais do que criar, planejar, distribuir etc., o Marketing necessita do contato com o mercado e do consumidor.
Um profissional de Relações Públicas, nome dado a profissão e ao profissional da área, como o profissional de Marketing, sabem que a Comunicação é fundamental para a empresa, sem ela não há como informar ao consumidor sobre seus produtos ou serviços.
Também não há como definir a profissão com um único atributo, devido a variedade de funções que o profissional de Relações Públicas pode exercer, sendo que normalmente este profissional atua na área de Comunicação institucional, ou seja, trabalha para que a imagem de uma instituição seja a melhor possível diante de seus públicos-alvo, em geral envolve planejamento (e investimento) de longo prazo, mas também alcança resultados imediatos.
Seu papel é desenvolver e destacar o relacionamento institucional e mercadológico com os públicos estratégicos, identificando oportunidades e necessidades de comunicação da instituição com a sociedade, seja em situações harmônicas ou controversas.
O profissional de Relações Públicas planeja, executa e avalia as políticas de relacionamento da instituição, de maneira ética e estratégica, com todos os segmentos sociais, dando suporte para que ela adapte-se num ambiente de constante transformação.
Como principais objetivos do profissional de Relações Públicas, podem ser destacados:
  • Construir, manter ou reformar a reputação positiva de uma instituição, seja ela um produto, uma Marca, uma empresa, uma entidade, uma pessoa física etc.;
  • Pensar e gerenciar as relações da instituição com todos os seus públicos;
  • Gerenciar crises;
  • Organizar eventos;
  • Promover Pesquisas de opinião pública.
Quando o profissional de Marketing busca um profissional de Relações Públicas, deve estar ciente de que o emprego de suas habilidades não deve ser usado somente quando a empresa passa por momentos difíceis, têm a imagem atingida ou quer promover a instituição, deve-se ter em mente que o relacionamento é fundamental, independentemente do momento, mesmo que o público em geral não perceba em um primeiro momento as ações tomadas para entrar em contato com o mercado mesmo em uma situação calma, evitando assim um choque ao realizar uma ação quando surge um imprevisto que irá votar os olhos de todos para a empresa.
Fonte: Wikipedia.