31 de agosto de 2012

A diferenciação organizacional sob a aplicação do conhecimento no desenvolvimento de soluções inteligentes em Marketing

Há inúmeras maneiras para uma empresa crescer, mas nenhuma delas foge do conhecimento, tendo como premissa um aprendizado antes mesmo do início das atividades organizacionais no mercado, saindo do achismo que revela o descaso das empresas para consigo e todo o mercado que a cerca, evidenciando assim que o conhecimento é irrelevante naquele local e causa o desconforto do aprendizado com foco na melhoria contínua.
Empresas devem aprender diariamente para que suas histórias construam mais do que uma vaga lembrança na mente do consumidor, deixando a euforia de um sucesso de lado e ampliando seu ciclo de vida no mercado, ação que só ocorre quando há uma cultura criada sobre o conhecimento.
Além disso, é preciso que os colaboradores também tenham esta cultura em suas vidas, mesmo antes de fazer parte dos times de colaboradores da organização, um ponto que para muitas empresas é irrelevante, só que se os colaboradores e as empresas possuem uma cultura alinhada acabam por colher frutos melhores, e isto não é levando em consideração na maior parte das organizações.
Então os tais processos seletivos viram locais onde a prioridade das empresas não é contratar pessoas, mas seres humanos adestrados, que não tomam suas decisões e jamais trarão uma única ideia para a empresa, uma conquista que é a prova da completa ignorância organizacional e que é vista pela empresa como o melhor que ela pode oferecer.
E esta ação é tão comum que as pessoas acabam tendo que se moldar à incompetência das empresas que não sabem gerir pessoas, que criam moldes únicos e que se tornam o padrão do mercado, e então o mercado não se desenvolve, não cria e fica refém de mercados onde o conhecimento é vital, faz parte da cultura das pessoas e gera organizações que sempre determinarão os rumos de todos os mercados.
Isto também revela que certos mercados sempre serão tratados como irrelevantes, pois o que de melhor produzem é a matéria-prima, o básico sem nenhum valor agregado, sem conhecimento incluído naquilo que entregam para os mercados mais desenvolvidos, e os modelos arcaicos organizacionais ainda são a constante que atrapalha o desenvolvimento, com o consumidor virando refém das empresas e não contando com o que há de melhor.
Então é possível notar que há uma necessidade de um mercado ser constituído sob o conhecimento, e não apenas para produzir, e este diferencial, do conhecimento aplicado realmente, só estará disponível quando a cultura local estiver delineada pelo mesmo conhecimento que é ignorado constantemente por aqueles que vivem presos ao simples produzir por produzir, sem razão, sem noção do que fazem e sem a menor vontade de melhorar.

30 de agosto de 2012

A administração da conexão entre as áreas e o desenvolvimento conjunto como diferencial estratégico em Marketing

Muitas empresas trabalham com equipes individualizadas, que não compartilham do mesmo foco das demais e tomam para si um falso pode que prejudica todo e qualquer desenvolvimento, criando assim uma continuidade de processos que trazem às novas organizações a impressão de que este é o melhor modelo para se trabalhar, no mesmo tempo em que os concorrentes trabalham com times que possuem um foco comum e dão o seu melhor diariamente, criando soluções e conquistando novos níveis de desenvolvimento mais rapidamente.
A troca de conhecimentos entre as áreas é fundamental para o desenvolvimento, tornando a informação um veículo de melhoria em todos os sentidos, agregando mais dados aos já existentes dentro das empresas e saindo dos modelos mecânicos de gestão.
Logicamente este processo consome tempo, disciplina, dedicação e determinação, mas traz um resultado que tornará a empresa uma referência para ela própria e para os concorrentes, independentemente da localização geográfica dos mesmos.
Mas isto só é possível quando há uma administração inteligente das habilidades dos colaboradores, quando os investimentos em treinamentos são estabelecidos e aplicados com muito conhecimento, outra solução que só alcança as organizações que se conhecem internamente e trazem para si suas próprias responsabilidades, algo raro e que só ocorre dentro de empresas que se respeitam.
Até este ponto pode parecer que não há nada de diferente para as demais organizações, mas quando a empresa estabelece uma gestão com base no conhecimento pode oferecer produtos e serviços melhores, cria soluções mais rapidamente e todos os colaboradores irão reconhecer que cada área contribui de forma igualitária para que aquele produto ou serviço esteja à disposição dos clientes.
Então a empresa compreende melhor que todos os processos se encaixam como quebra-cabeças, que as áreas possuem uma interdependência umas das outras e focam sempre em soluções, pois cada problema é tratado como uma oportunidade de melhorar.
Só que este nível de consciência já deve nascer com as empresas, outro ponto que raramente é levado em consideração, pois para muitas pessoas uma empresa só possui a função de produzir, e é neste nível que muitas se encaixam e então criam mudanças constantes de colaboradores, iniciando assim um ciclo, vicioso, para todo um setor e achando que a rotatividade é natural daquele negócio, quando na verdade a empresa é que não se leva a sério e transforma colaboradores e consumidores em peças trocadas de tempos em tempos.

28 de agosto de 2012

A adaptação contínua das empresas aos mercados, seu desenvolvimento e criatividade em Marketing

O ritmo com que uma empresa se adapta ao estágio atual do mercado fundamenta sua capacidade em manter suas atividades realmente práticas e eficazes, reduzindo ao máximo o descarte de soluções e ampliando a capacidade criativa de seus colaboradores, sem limitar o desenvolvimento e ainda assim incentivar que haja uma interação interna, externa e conectada entre estes dois ambientes.
Para que uma empresa mantenha suas atividades aplicáveis no presente é necessário administrar um desenvolvimento continuado, que venha a adicionar novos elementos ao que já existe, partindo de conceitos já disseminados internamente e tornando-os abertos o suficiente para que o presente insira novas características àquilo que diariamente é produzido.
No entanto a maioria das empresas prefere partir para um rumo diferente, que deixa o mercado, as ideias, o conhecimento e o desenvolvimento paralisados, como se fossem estáticos e jamais pudessem evoluir, criando uma redoma que protege a incapacidade de desenvolvimento daquilo que fará a empresa ter compromisso com seus clientes, por cativá-los e fazê-los retornar aos pontos de venda, achando que esta ação é uma punição para a empresa.
Isto também revela a falta de percepção da realidade, pois um mundo completamente fechado dentro da empresa evita que os colaboradores pensem, e este é o desejo mais secreto de muitas organizações, pois o conhecimento é um mal a ser combatido, exige investimento e deixa a criatividade fluir, trazendo problemas para a organização, que deve arcar com a consequência de se desenvolver e melhorar.
Além disso, também é possível constatar que as empresas que pararam no tempo ainda criam formas de culpar sempre seus concorrentes pelos seus resultados pífios, o que chega a ser uma covardia, pois sempre é melhor culpar o outro por aquilo que deixam de fazer do que assumir uma posição de controle de suas ações, que no final das contas gera um compromisso com as pessoas.
Então há um descarte excessivo de tudo aquilo que é novo, até mesmo as pessoas viram reféns de uma proposta onde inovar é um crime, especialmente quando treinamentos são vitais para o negócio se manter no mercado, mas como a visão utópica domina aquele ambiente os colaboradores são levados a não pensar, mecanizando todos os processos.
Por outro lado é preciso olhar para as empresas que possuem determinados processos mecanizados, e também abrem espaço para que eles sejam melhorados com o tempo, para que a criatividade dos colaboradores seja aplicada no dia a dia e façam a diferença diante da concorrência global que hoje acontece, deixando muito mais clara a oportunidade de se fazer melhor, de sair da mesmice e estar à frente da concorrência.
E deste jeito cada um dos processos mecânicos ganha também uma análise mais detalhada, as pesquisas internas passam a fazer mais sentido, pois os colaboradores também são consumidores, mas isto só acontece nas empresas inteligentes, que tomam conta de suas ações ao deixá-las transparentes o suficiente para seus colaboradores que participam ativamente do desenvolvimento organizacional e recebem treinamentos específicos para cada uma das diferentes habilidades que compõem o conjunto das áreas.
Mesmo assim também é preciso que a empresa mantenha sua história mais antiga ativa, que não jogue fora tudo o que construiu, e este é o ponto mais delicado de todo o equilíbrio necessário para que a empresa mantenha suas atividades, gerando uma necessidade de construção contínua da própria identidade organizacional, que acompanha o ciclo de vida do mercado, dos produtos ou serviços e de seus clientes, estabelecendo assim um relacionamento prolongado e mantido sob os valores comuns da cultura da empresa e de seus colaboradores.

26 de agosto de 2012

O comportamento das organizações diante do seu desenvolvimento contínuo em Marketing

A história de uma empresa é escrita diariamente, no contato de seus colaboradores, na inovação proposta pelos mesmos e no relacionamento com seus consumidores, levando-se em conta também os concorrentes, as mudanças ocorridas e nos avanços que dão os novos tons do desenvolvimento necessário para que a organização permaneça ativa no mercado, entregando aos seus clientes os melhores produtos e serviços.
Diariamente as empresas podem optar por deixar em branco o hoje e viver presas em um passado que não tem sustentação suficiente para permitir que haja um futuro.
Isto também revela que o preparo das empresas é algo deixado de lado, enquanto as melhores organizações têm a certeza de que jamais estarão prontas, aquelas que são dominadas pela ignorância acham que já sabem tudo e que nada afeta o seu desempenho, e aí já são expostos os pontos mais frágeis da organização, partindo de uma cultura em que nenhuma afirmação se sustenta e causa desconforto entre os colaboradores.
Então nenhuma ação é efetivamente pensada dentro destas empresas, enquanto as melhores já trabalham com a melhoria de uma solução, tendo como foco o aproveitamento máximo das informações coletadas, atualizando as já existentes e transformando-as em conhecimento aplicado no quotidiano, abrindo novas portas e satisfazendo consumidores.
Por isso o comportamento das melhores empresas é totalmente distinto, sem deixar que a mesmice inunde o ambiente e permitindo que o achismo fique para seus concorrentes que não buscam criar uma única solução sequer, evidenciando uma visão ampla e dedicada que torna viável a contribuição de cada colaborador.
Mas este comportamento também pode trazer dificuldades de adaptação aos colaboradores, pois nem todos foram instruídos a se desenvolver, um fato que é comprovado pela ignorância contida em declarações de que uma pessoa é criativa e a outra não, quando no fundo todas as pessoas são criativas, mas cada uma de uma forma diferente, apontando para uma padronização da incompetência que se instala em um mercado onde todos devem saber as mesmas coisas e só fazer a mesma coisa durante toda a vida, e por isso mesmo o próprio mercado não se desenvolve e é refém de decisões externas.
E aí também ficam as decisões que são tomadas por mercados inteligentes, que auxiliam as empresas a ter um espaço ideal para atuar, mesmo parecendo uma utopia em dados locais, mas que é uma realidade aplicada e confirmada, além de contar com os concorrentes na figura de maiores influenciadores de melhorias e desenvolvimento de soluções.
A partir daí a capacidade organizacional mantém duas bases em seu gerenciamento, a que torna uma base mais sólida a cada dia e outra que a mantém presente na atualidade, acompanhando o pensamento e os desejos dos consumidores.

25 de agosto de 2012

O conhecimento na elaboração de padrões organizacionais em Marketing

Determinados padrões são aceitáveis quando existe o compromisso organizacional com a excelência, mas também são notados padrões que estabelecem níveis em que a mediocridade já seria um avanço para a empresa, tratando tudo de forma semiamadora e enfatizando cada vez mais que seus clientes são escravos de suas decisões, enquanto que as empresas inteligentes trabalham com melhorias que acompanham a capacidade evolutiva conjunta de todas as áreas, levando em conta cada uma das experiências organizacionais e de seus colaboradores efetivamente.
Muito do que é produzido pelas empresas pode contar com uma forma padronizada, seguindo processos que se conectam e culminam em produtos ou serviços, mas existem organizações que desconhecem a interação com o consumidor, o relacionamento com os colaboradores e traduzem suas ações em amontoados padronizados que são sustentados por âncoras que não permitem o desenvolvimento.
Neste mesmo conjunto de variáveis é necessário incluir o próprio pensar, que deve seguir cada uma das instruções à risca, colocando em xeque cada uma das ideias que surgem e podem promover uma inovação.
Isto também acontece quando a empresa perde sua personalidade, pois o hábito de copiar a concorrência é tão mecânico que sair destes trilhos é praticamente impossível, e então os concorrentes é que determinam até que ponto a empresa pode ir, quais clientes pode atender e ainda retiram todos os colaboradores que pensam de dentro destas organizações estáticas.
Então é possível entender como algumas empresas assumem a vanguarda do mercado por abrirem suas mentes e deixar que padrões sejam aplicados em linhas de produção, para manter a qualidade e não gerem mecanizações de interação com os consumidores, evidenciando uma preocupação real com o relacionamento e tornando perceptível o respeito aos colaboradores e suas ideias.
Com isso há também um ganho em oferta de soluções, a obviedade é anulada pela criatividade e cada colaborador sabe de seu compromisso com as inovações e que a ação individual resultará em parte de um processo que chega às mãos dos clientes como produtos e serviços.

24 de agosto de 2012

A diferenciação de mercado na otimização da integração e desenvolvimento das áreas em Marketing

Sair da mesmice é um desafio comum às empresas de qualquer mercado, trazendo assim uma necessidade de se pensar antes de agir, de criar e inovar em parceria com seus colaboradores e clientes, que normalmente ficam em último plano dentro das organizações que não possuem uma estrutura que abra espaço para o desenvolvimento integrado das áreas, possuindo ainda conceitos ultrapassados como os departamentos e a regra onde a comunicação deve ser inexistente para não interferir no andamento das ações normais.
Empresas que saem do comum são raras, ficam na vanguarda do mercado e tomam para si um compromisso interno e com o cliente, formalizando suas ações e tornando-as diferenciais que aperfeiçoem o conhecimento de seus colaboradores em favor da criação de novos produtos e serviços.
Isto também levará ao autoconhecimento aprofundado, reduzindo as fraquezas e trabalhando com o investimento na excelência dos colaboradores por meio de treinamentos direcionados de acordo com as habilidades individuais de cada pessoa.
Então o compromisso da organização não é desviado da razão de sua existência, tendo como consequência, de suas ações bem elaboradas, o lucro, além de manter seus colaboradores informados e conhecedores dos processos que levam aos clientes mais do que produtos e serviços.
Mas, além disso, é preciso verificar que este modelo não surge da noite para o dia, pois a cultura da empresa é criada e desenvolvida sobre pilares que colocam o conhecimento como um conector das áreas, onde as informações mais importantes circulam pelo ambiente organizacional e se encaixam perfeitamente, e cada etapa dos processos é percebida com continuidade.
Diante desta nova visão também é possível confirmar que todos os colaboradores passam a ter uma consciência maior de suas atividades, gerando um desenvolvimento de soluções mais eficaz e simplificado.
Com isso a capacidade produtiva ganha um ritmo diferenciado, pois todas as áreas possuem um foco em comum para trabalhar e se dedicam a fazer o seu melhor, tornando a comunicação efetiva e responsável direta por aquilo que é conquistado, especialmente quando o assunto envolve o relacionamento com o consumidor e abre espaço para o desenvolvimento contínuo.
Desta forma as melhores empresas não se limitam a viver em um mundo particular e isolado, pois deixam o conhecimento entrar por suas portas e aproveitam todas as experiências dos colaboradores, ouvem seus consumidores em suas pesquisas e aplicam estas informações na construção de produtos e serviços superiores aos dos concorrentes, sem que para isso tenham que isolar áreas ou usar achismos para determinar que somente uma pessoa dentro da organização é fornecedora de ideias e soluções o tempo todo.

23 de agosto de 2012

Comunicação, estudos e pesquisas direcionados ao relacionamento com o consumidor em Marketing

Criar soluções é um processo natural dentro de muitas organizações, que vão além do óbvio e estão em contato constante com seus consumidores, descobrindo exatamente o que eles desejam e como devem proceder diante de uma nova realidade que se apresente em forma de produtos ou serviços a serem disponibilizados no mercado, apontando diretamente para a importância dos estudos e pesquisas.
Perguntas devem funcionar como ferramentas de troca de informações entre as empresas e seus clientes, mas muitas organizações preferem trabalhar com achismos, fazer o que não será aproveitado e depois ainda se darão ao trabalho de reclamar dos consumidores que sequer foram consultados.
Isto sempre acontece quando a falta de conhecimento domina o cenário, partindo sempre de premissas antiquadas, que não foram renovadas e atrapalham o desenvolvimento organizacional, mas que diante da cultura da empresa é o melhor que pode ser oferecido, pois esta suposição está afixada na mente de todos os colaboradores e buscar novas opções é inviável.
Desta maneira a empresa acaba achando que está acima de tudo e todos, coloca no mercado o que bem entende e ainda cria mecanismos de fidelização baseados em prisões, onde os clientes são reféns de práticas escravagistas.
Mas pelo bem do mercado há organizações que preferem se comunicar com os clientes, que permitem escolhas que partam do consumidor e então criam produtos e serviços diferenciados, que propiciam experiências únicas e que vão apresentando novas opções durante o uso, tanto no que se refere aos produtos quanto aos serviços.
E isto só se torna realidade quando a organização sabe que pode oferecer ainda mais ao consumidor, saindo da troca de dinheiro por produtos ou serviços e partindo para um relacionamento mais amplo, que sai das estatísticas e parte para um nível que associa mais variáveis àquilo que pode ser ofertado, incluindo também neste conjunto a própria relação entre seus colaboradores, que oferecem diariamente mais do que tarefas mecanizadas e que só funcionam enquanto inseridas em uma linha de produção.

22 de agosto de 2012

O desenvolvimento de mercado e o acompanhamento evolutivo das organizações em Marketing

Empresas devem acompanhar o mercado, tornando-se mais efetivas, trazendo a excelência aos níveis mais altos, da mesma forma com que se desenvolve e torna a evolução um meio e não um obstáculo que a fará substituir tudo o que faz hoje para reiniciar suas atividades, que é o achismo mais comum dentro da maioria das organizações e enfraquece sua estrutura.
Organizações que não se desenvolvem deixam o mercado avançar implacavelmente sobre suas culturas cheias de certezas, presas às âncoras que não permitem sair do lugar e que sequer são levadas em conta quando um passo adiante deve ser dado.
Outro aspecto interessante é que muitas organizações não visualizam suas âncoras, principalmente por tentarem fazer sempre as mesmas coisas e não observar que o mercado mudou, evoluindo de tal forma que as ações organizacionais se tornaram arcaicas.
Então os caminhos normais para o desenvolvimento são deixados de lado, abolidos do ambiente interno e viram referência negativa dentro da percepção distorcida da organização, e tudo o que pode vir a melhorar acaba nas mãos dos concorrentes, que continuam a se dedicar diariamente aos estudos e pesquisas, visando não somente melhorar, mas oferecer ao consumidor algo que vai além dos produtos e serviços.
Diante deste desafio diário é que poucas empresas se dão conta do momento do mercado, o estágio em que se encontram as soluções e como os produtos e serviços vão se adaptando com o passar dos tempos àquilo que é desejado pelo consumidor, algo que parece evidente e simples demais para ser esquecido, mas que consome a maioria das organizações que optaram por somente produzir.

21 de agosto de 2012

A integração do conhecimento nas mudanças organizacionais em Marketing

Empresas devem se preparar diariamente para mudar em breve, fazer o seu melhor com a máxima efetividade e ainda assim ter consciência de que amanhã terão que se desenvolver, oferecendo produtos e serviços melhores, que possuam valor agregado para o consumidor e estejam disponíveis no momento adequado, criando assim um fluxo de estudos e pesquisas que engloba cada área separada e conjuntamente ao mesmo tempo, para que todos possam caminhar na mesma direção e ainda assim encontrarem soluções que não estão tão óbvias para todos.
Mudar é uma constante nas melhores empresas, mas são poucas as organizações que compreendem realmente o contexto da mudança, pois jogam tudo o que fizeram até hoje fora e tentam partir do zero, sem levar em conta que podem e, invariavelmente, usam conhecimentos antigos diariamente, sem exceção.
Logicamente esta é uma percepção que só existe quando o conhecimento está disseminado por todo o ambiente organizacional, algo raro e que está presente em empresas que sabem que o dia de hoje pode ser o último de suas atividades, não para criar um cenário pessimista, mas por saber que as decisões de hoje influenciam diretamente seu futuro.
Ainda assim muito pode ser feito diariamente, trazendo algo do passado para o presente, pensando de maneira mais simples, e esta simplicidade não significa minimizar a empresa diante dos concorrentes, mas aproximar ainda mais o que seus clientes pensam com o que a empresa pode produzir.
Só que isto só acontece quando a cultura da empresa é fundamentada em uma evolução diária, planejada e voltada para o crescimento conjunto das áreas, integrando-as mais do que os concorrentes e não delegando um falso poder a uma única área, como é comum encontrar nas empresas que não tomam suas próprias decisões.
Mesmo assim algumas organizações conseguem se destacar e virar referência, mas esta referência não é usada de maneira adequada pelos concorrentes, que viram copiadoras de produtos e serviços, sem entender o motivo pelo qual estão fazendo.

20 de agosto de 2012

Integração de tecnologia e conhecimento como diferencial produtivo em Marketing

A tecnologia pode se tornar essencial em determinados modelos de negócio, mas poucas empresas se dão conta de que os investimentos em treinamentos e capacitação de colaboradores ainda são, e na verdade sempre serão, os melhores meios para que a organização evolua, cresça e continue oferecendo seus produtos e serviços aos consumidores.
Existem mercados que possuem uma cultura que engloba o conhecimento e sua aplicação direta na criatividade como forma de diferenciação e vantagem competitiva global, mesmo quando há um direcionamento às tecnologias mais desenvolvidas no lugar dos colaboradores.
E o que mais chama a atenção é a capacidade com que muitas empresas trocam pessoas diariamente por acharem que possuem as melhores tecnologias e que a partir daí não precisam mais de colaboradores capacitados, apontando para uma lacuna que se abre e oferece um mercado ainda maior aos concorrentes, já que as empresas que não pensam agem por impulso e acreditam que algumas informações mecanizadas já são suficientes para que elas operem normalmente.
Isto ocorre porque a ignorância domina estes ambientes organizacionais, sem margem para que o conhecimento seja distribuído, e então surgem a soluções paliativas que só jogam as dificuldades para amanhã, e é assim que a organização age todo o tempo, pois não investe nas pessoas e as julga desnecessárias.
A partir daí tudo o que acontece é reflexo direto de decisões tomadas com base no achismo, sem dados estatísticos e visão de mercado, colocando a organização como a única solução para qualquer cliente, quando na verdade ela é completamente descartável e só ocupa lugar no mercado.
Então o desenvolvimento é visto como um entrave que bloqueia o funcionamento das empresas, porque faz com que as pessoas tenham ideias, queiram melhorar o que já é produzido e geram a necessidade de investimentos, mas como as empresas incompetentes não gostam de melhorar tudo é visto como custo.
Por essa razão muitas organizações não compreendem que devem alinhar o uso das tecnologias com a capacidade de seus colaboradores as usarem, e aí são gerados conflitos desnecessários, pois nos mais altos níveis hierárquicos existem suposições que não se aplicam mais no mundo atual, e desta maneira muitas empresas desaparecem do mercado, para a sorte do consumidor.
Neste mesmo instante há também o desinteresse dos colaboradores em participar mais ativamente de qualquer projeto da empresa, pois nenhuma ideia é bem recebida, tudo parece já resolvido e os clientes vão desaparecendo, sinal de que as próprias pessoas já não se interessam mais por esta empresa e que já encontraram uma organização melhor para lhes fornecer um produto ou serviço, e que ainda conta com a participação de muitos colaboradores que estiveram do outro lado, mas que encontraram as oportunidades certas quando deixaram para trás a empresa que não quer evoluir em nenhum sentido.