1 de março de 2013

A diferenciação estratégica baseada em conhecimento e sua distribuição aos colaboradores em Marketing

Diferenciar-se dos concorrentes em um mercado repleto de empresas comuns é uma ação que poucas organizações tomam para si, pois, invariavelmente, apenas executam processos sem saber a razão e se há ou não possibilidade de melhoria, querendo que resultados diferentes surjam de ações idênticas encaixotadas.
Empresas que conseguem romper a barreira da ignorância colocam nas mãos de seus clientes produtos e serviços diferenciados, criam a partir de informações mais precisas e alinhadas com os desejos dos consumidores, deixando para trás a mesmice ao simplificar suas ações, principalmente quando o assunto é a troca de ideias e a geração de inovações dentro da empresa.
Mas isto também coloca em prática algo que vai além do presente, é um processo que delimita certas ações sem fechar os trilhos em um túnel sem luzes, aproveitando-se de cada informação, seja para descartá-la, usá-la agora ou preservá-la em um arquivo para uso futuro.
Também é preciso ir além, colocando o diálogo dentro da comunicação organizacional, algo dificilmente feito porque gera conhecimento e cria problemas para as empresas medíocres que precisam evoluir, principalmente porque estas organizações andam na contramão da inteligência e fazem de tudo para barrar qualquer desenvolvimento.
Isto evidencia ainda mais o quanto as empresas são criadas dentro de caixas que não pretendem abrir, principalmente nos mercados em que mais do mesmo é a única opção disponível e usada por aqueles que têm medo de evoluir.
Então os passos seguintes vão aprisionando as pessoas em processos engessados, completamente mecânicos e estáticos, onde tudo, inclusive as ideias, é ancorado em uma cultura completamente antiquada e que não permite a existência do desenvolvimento com a desculpa de que a empresa busca a excelência e padronização.
Neste mesmo momento muitos poderão alegar que a padronização é o único caminho, mas as pessoas se esquecem de que processos devem ser padronizados, ideias e criatividade não, pois assim as empresas vão destruindo pouco a pouco as oportunidades ao não permitirem que seus colaboradores pensem fora das caixas criadas para prender o conhecimento e restringi-lo a um único uso.
Com este comportamento desvinculado do desenvolvimento a empresa passa a perder diariamente muitos clientes para seus concorrentes, pois as pessoas que não são escravizadas por possuírem conhecimento sempre buscam o melhor para si, e é neste nível que as organizações inteligentes pensam, pois vão criar padrões para seus produtos e serviços sem eliminar o desenvolvimento, estudo e pesquisa, investindo continuamente em uma melhoria que é conquistada antes da concorrência e traz uma diferenciação que satisfaz consumidores e abre novas oportunidades.

28 de fevereiro de 2013

O uso inteligente das referências externas e internas como diferencial estratégico de Marketing

Organizações inteligentes utilizam-se das mais variadas referências para inovar, seja dentro de seus ambientes ou no contato com o mundo exterior, fazendo valer a busca pelo desenvolvimento contínuo, para a criação de soluções diferenciadas e o relacionamento positivo com o consumidor, tornando-se também referência para empresas e mercados.
Olhar além dos muros da organização é um exercício que amplia a visão da empresa, dando aos colaboradores a chance de arejar suas ideias, compartilhar informações relevantes e perceber quais são os pontos que podem ser mudados drasticamente ou que merecem retoques refinados.
Isso tudo vai ao encontro do melhor aproveitamento do conhecimento interno, da relação com os clientes e da capacidade de desenvolvimento da própria organização, trazendo um crescimento diferenciado e estável, evitando-se a busca insana por novos clientes sem dar valor à base atual.
Por esta razão é que poucas empresas sabem que referências são positivas em todos os sentidos, ainda mais quando a organização possui um foco e não perde sua capacidade evolutiva, criando desafios internos que podem ser batidos e deixando que cada colaborador tenha sua parcela dentro dos projetos colocados em prática.
Então as empresas que pensam passam a se destacar de forma distinta, trazem soluções muito inteligentes para as oportunidades encontradas, deixando de tratar um problema como algo negativo, pois sabem que todas as questões possuem mais de uma resposta, e por vezes o mercado e seus clientes ainda não estão preparados para lidar com as propostas inovadoras e vanguardistas.
Indo mais fundo na capacidade produtiva também é viável observar que as empresas que possuem raízes conseguem manter suas atividades por muito mais tempo, atendem aos desejos dos clientes de maneira natural, fazendo-se valer do contínuo investimento em treinamentos e estudos direcionados, valorizando as ideias e verificando a viabilidade e o tempo em que serão colocadas no mercado.
Deste modo é possível confirmar que as organizações que se cercam de ideias ganham vantagens competitivas invisíveis aos olhos das empresas medíocres, abolindo decisões absurdas e que eliminam o contato humanizado da empresa com seu consumidor apenas para aperfeiçoar a troca do produto ou serviço pelo dinheiro.

27 de fevereiro de 2013

O aprendizado inteligente e diferenciado dentro do relacionamento com os clientes em Marketing

Empresas que não conseguem manter seu foco em seus públicos-alvo deixam a desejar com o passar do tempo, perdem a noção da influência dos consumidores sobre suas ações e se deixam levar apenas pela produção, sem inovar, desenvolverem-se ou virar referência àquelas empresas que precisam aprender.
O aprendizado de uma empresa deve ser contínuo, tal qual um processo nativo, incrustado na cultura organizacional que traz ao mercado produtos e serviços diferenciados, mas que por inúmeras vezes corre o risco de cair em uma armadilha produtiva, em que a conquista de novos clientes é mais importante do que manter a base que há muito acompanha a empresa.
Isto revela a falta de percepção do que ocorre quando a empresa deixa de ter seu público-alvo bem definido, tratando-o como parceiro na tomada de decisões, aproveitando a comunicação e diálogo entre ambos os lados para diferenciar-se dos concorrentes e reduzir a perda de clientes ao máximo possível.
No entanto poucas empresas sabem exatamente como devem agir para não perder clientes, pois o maior interesse é o produtivo, não importando para quem e por que.
Então o mercado se vê inundado de produtos e serviços iguais, as empresas ficam à mercê do processo produtivo por não pensarem mais, deixando que tudo se transforme em uma cadeia de processos mecanizados, que estão ali e só, sem diferenciação, imaginação e satisfação de consumidores.
Assim é possível também salientar que os colaboradores também não apresentam mais a paixão pela inovação, por usar a criatividade e compartilhar suas ideias com a finalidade de satisfazer clientes, sem que os próprios colaboradores sejam seus primeiros clientes, e quando estes não compram mais as ideias da empresa tudo se torna mecânico e sem vida.
Esse tipo de comportamento é criado pelo próprio ambiente organizacional, quando não há mais tempo para se pensar naquilo que se está fazendo, onde tudo é robotizado de tal maneira que até mesmo as pessoas passam a fazer parte do estoque da organização, sendo repostos assim que necessário e gerando então o famigerado turnover que assola mercados em que o conhecimento é mantido à margem de tudo.
Também é criada a escravidão perpétua em todos os níveis, de colaboradores a fornecedores, passando por distribuidores, concorrentes e consumidores, atrasando o desenvolvimento e chegando ao ápice do processo com o banimento de qualquer proposta nova, deixando evidente que aquele mercado se tornou apenas refém da produção de matéria-prima para os mercados desenvolvidos e que possuem maior valor.
Então cada uma das ações que morrem ao longo dos dias parece não fazer falta, pois o início do processo se dá na eliminação do conhecimento e sua distribuição, pregando então que somente o produzir é o suficiente e nada pode ser questionado, eliminando o lado humano das empresas para tornar cada pessoa uma máquina escrava que só pode receber ordens.
Aí fica muito mais fácil para as empresas, e mercados, inteligentes se diferenciarem dos outros, pois tudo o que é produzido é pensado, sai do comum e vira referência para clientes inteligentes, sem precisar abandonar alguns processos, mas gerando uma relação verdadeiramente humana entre a organização e seu público-alvo.

26 de fevereiro de 2013

Os valores e percepções organizacionais associadas no relacionamento com os clientes e a diferenciação de mercado em Marketing

Empresas que vivem no mesmo tempo de seus clientes conseguem obter resultados melhores, pois estão sempre ao lado das inovações, desenvolvimento contínuo e satisfação dos consumidores em cada uma de suas ações, passando pela mensagem que transmitem na comunicação com os clientes e também internamente, favorecendo a troca de ideias entre colaboradores em todos os níveis, sem anular a criatividade ou se tornarem incapazes de lidar com o conhecimento.
Enviar mensagem é um processo contínuo dentro de todas as empresas, mas poucas se dão conta de que o relacionamento com o consumidor salienta ainda mais esta ação, assim como a marca será percebida de acordo com os comportamentos das pessoas e até mesmo enquanto um produto está em transporte ou um serviço é prestado.
Isto coloca em evidência a dimensão das ações da empresa, como a cultura organizacional, e de seus colaboradores, influencia diretamente a percepção do consumidor, pois sempre que a marca está associada a algum serviço, como o transporte, ou à exposição indevida, muito pode ser perdido.
Só que as empresas parecem não se importar com esta percepção do cliente, pois se esquecem de que cada colaborador acaba representando a organização em si, e é desta forma que o relacionamento pode ser afetado mais rapidamente, já que uma ação indevida de alguém ligado à empresa já é o suficiente para o consumidor desconfiar daquela organização.
Mas como esta noção é ignorada pela maioria das empresas é possível constatar que o relacionamento, por meio do atendimento, fará a grande diferença em toda a relação do consumidor com a empresa, e quando um cliente não percebe valor neste relacionamento acaba perdendo o interesse e tomará um posicionamento que o distancia da organização, alertando também seus amigos.
Então, cada vez mais, é possível acompanhar empresas desesperadas no mercado, correndo atrás de consumidores que não lhes dão atenção, pois passaram por experiências negativas durante o tempo em que se relacionaram com a organização, e que, inacreditavelmente, não foi percebido pela empresa.
Esta relação é tão comum que em certos mercados o cliente se acostuma a ser maltratado, algo inaceitável dentro dos mercados inteligentes.
Coloca-se então no centro das atenções outro lado, o do consumidor que prejudica a empresa sempre que possível, criando um momento em que as organizações param para refletir e então procuram deixar este tipo de cliente ir para o concorrente, já que a cultura deste consumidor é infinitamente oposta à da organização.
Mas também é preciso salientar que existem colaboradores que não possuem a mesma cultura da empresa, o que ocasiona a quebra do vínculo por uma das partes, pois se a empresa baseia suas ações em valores que se distanciam dos valores das pessoas é preciso que ambos se afastem, o que não significa criar um determinado perfil, mas sim respeitar os valores de mercado e da sociedade como um todo.
Só que as organizações também acabam vítimas de situações em que os colaboradores não estão habituados a respeitar o outro, colocando em xeque o relacionamento e passando a imagem de que a empresa desrespeita o consumidor, quando no fundo é aquele colaborador que tem em sua cultura o ato de sempre prejudicar as outras pessoas.
E deste jeito são necessários ajustes que enfatizam a oferta de soluções para o cliente, e quando os colaboradores sabem que são os primeiros clientes da empresa tudo se transforma, mas isto só acontece quando o conhecimento é devidamente respeitado e usado, assim como os valores organizacionais se encaixam perfeitamente com os de mercado e cada colaborador que executa suas tarefas sabe exatamente o que significa respeito.

25 de fevereiro de 2013

Diferenciação inteligente e relacionada ao desenvolvimento contínuo de soluções ao cliente em Marketing

Empresas que possuem alta rotatividade de colaboradores, e consequentemente clientes, não buscam manter relacionamentos com pessoas, mas sim com máquinas que produzem ou que trazem dinheiro para a organização, demonstrando claramente que não há interesse algum em satisfazer consumidores ou se desfazer de práticas nada corretas em seus ambientes internos.
Sempre que uma organização reclama do fluxo elevado de entrada e saída de colaboradores há o hábito de culpar os outros, mas o que acontece na verdade é a maneira como a empresa seleciona seus colaboradores, tratando-os como máquinas que devem exclusivamente produzir sem questionar, sem apresentar propostas ou sequer conversar com alguém de outra área.
Isto acontece porque as empresas criaram uma cultura de perfis para colaboradores, assim como peças que podem ser trocadas a qualquer instante, mas que não podem participar de qualquer processo ligado ao desenvolvimento de soluções.
Então o que acontece é sempre a ação de culpar o outro, de retirar da organização qualquer responsabilidade por aquilo que ela traz para dentro de si, espalhando assim pela sociedade informações falsas de que este ou aquele modelo de negócio troca de funcionários a cada determinado período de tempo, quando no fundo é a organização que destrói seu funcionamento por sempre exigir números e não as oportunidades apresentadas em ideias de colaboradores que pensam.
A partir daí tudo o que a empresa faz é reclamar da suposta falta de mão-de-obra, só que ela própria não enxerga que deixa a desejar quando o assunto é a condição para que as pessoas possam exercer suas tarefas, principalmente quando os gestores compram falsas premissas e fazem o máximo para que ninguém consiga fazer o mínimo.
Este comportamento é bastante diluído em mercados que possuem mais empresas que funcionam do que criam, preferem sempre executar tudo do mesmo jeito, então tratam as pessoas como recursos e criam os chamados perfis porque não sabem trabalhar com inteligência.
Diante dessa percepção fica evidente notar que as empresas inteligentes sempre trabalham com ideias, com oportunidades a serem estudadas e aproveitadas, desde que os estudos apontem a viabilidade e o momento em que o produto ou serviço deve chegar ao consumidor, que não é tratado como uma máquina de produzir dinheiro e participa ativamente do processo criativo.
Mas o que mais se encontra no mercado é o oposto, empresas que primam pela ignorância e se baseiam em modelos de peças cambiáveis, pois desde a entrevista a pessoa é vista como um objeto que deve corresponder ao modelo ilusório usado pela organização, enquanto que as organizações inteligentes lidam com pessoas e o conhecimento que pode ser aplicado para oferecer uma nova solução.
Com este posicionamento completamente equivocado as empresas se prendem às crenças absurdas de que um determinado setor funciona como um eterno entra e sai de funcionários, partindo do ponto que estas empresas consideram que as pessoas funcionam e então devem se transformar em máquinas com um botão de liga e desliga.
Por isso mesmo é que poucas organizações conseguem se destacar no mercado, já que lidam com seres humanos, trabalham com projetos internos que proporcionam um ambiente favorável à diferenciação, e o consumidor sabe quando está lidando com processos mecanizados ou humanos, já que o contato de pessoas com pessoas sempre tem um diferencial que ofusca qualquer empresa meramente produtiva, envolvendo diretamente a atenção àquilo que o outro diz e oferece então uma solução perfeita, algo cada vez mais raro pela influência direta das más organizações que não baseiam seus negócios na inteligência.

24 de fevereiro de 2013

A integração dos canais de comunicação para o desenvolvimento de produtos e serviços em Marketing

A comunicação interna favorece a percepção de oportunidades de mercado ao trazer para dentro da organização informações mais precisas e atuais de seus clientes, colocando em ação o exercício da inovação com base nas análises que englobam as variáveis que diferenciam produtos e serviços com a finalidade de satisfazer consumidores.
Muitas empresas deixam de aproveitar as oportunidades de mercado por não se comunicarem internamente, criando barreiras quanto às informações que adentram seus ambientes e fazem seus colaboradores ter ideias novas, enxergar pontos que antes não eram valorizados e criam propostas diferenciadas.
Só que o mercado também conta com empresas que olham para o outro lado, que se sentem favorecidas com a participação do cliente no processo criativo, eliminando barreiras e criando canais internos conectados com o universo externo existente.
Então as informações que são trazidas para a empresa se tornam mais precisas, atualizadas e dignas de análises mais detalhadas, sem que isso interfira no que se faz no hoje, abrindo também um campo de visão que só existe se a organização se humaniza e faz por merecer o destaque nos processos de escolha dos clientes.
Com isso a organização desenha processos internos que não impedem a circulação de informações, tendo como premissa o respeito pelos processos comuns e fazendo com que as novidades caminhem lado a lado com o que já é conhecido, conectando as duas vias quando chega o momento certo.
Mesmo assim algumas pessoas ficarão com dúvidas quanto ao momento correto para se usar ou não uma informação, algo natural e que faz com que a empresa pense antes de agir, e é aí que entram em ação os colaboradores unidos por um foco organizacional verdadeiro, para que criem soluções melhores e façam valer cada dado transformado em um produto ou serviço ao fim do ciclo de uso, sem impedir que esta base se perca e não seja mais usada futuramente.
Com este comportamento a empresa passa a ter uma história diferenciada, vira referência na mente do consumidor e passa a influenciar os rumos do mercado, dentro de uma trajetória que faz uso de um conhecimento único em favor da satisfação do cliente por meio da produção organizacional e do relacionamento de ambos.

23 de fevereiro de 2013

A responsabilidade e a inteligência organizacional na relação com o mercado e o respeito aos valores da sociedade em Marketing

Colaboradores que não assumem suas responsabilidades prejudicam a organização em todos os níveis, criando a insatisfação de clientes, perpetuando o mau uso das ferramentas disponibilizadas para o desenvolvimento, crescimento e trabalho conjunto das áreas, algo que fica cada vez mais grave quando há a participação de superiores ignorantes e que querem levar vantagem em tudo.
Empresas compostas por pessoas que não dão valor ao conhecimento são corrompidas pela ignorância que as faz parar no tempo, que cria a desculpa de que não é possível fazer ou que o mero trabalho já é desnecessário.
Isto revela que a cultura destas pessoas vai à contramão de qualquer possibilidade de desenvolvimento, criando assim escravos moldados como máquinas que preferem ficar parados na maior parte do tempo, causando estragos incorrigíveis nas empresas e no próprio mercado que fica inundado pela incompetência.
E com isso as demais empresas acabam contaminadas, pois há uma rotatividade excessiva de colaboradores que passa a ser tratada como normal, como se fizesse parte do negócio ou fosse necessária para o crescimento do mercado.
Mas isto não é a verdade, pois em uma empresa em que um colaborador não cumpre com suas tarefas há uma perda elevadíssima e que ocasiona o encerramento das atividades, pois nenhum cliente inteligente será mal tratado e voltará a ter contato com uma empresa.
Então o relacionamento com o consumidor faz toda a diferença quando há um processo de escolha, a tomada de decisões daqueles que administram as empresas não se deve basear na amizade, a não ser que todo o mercado esteja corrompido e fora de qualquer nível de desenvolvimento real.
Diante do desafio diário de empresas sérias e que procuram satisfazer os consumidores há uma demanda que fica em segundo plano, a retidão de seus colaboradores, tendo como premissa a capacidade de avaliar a capacidade das pessoas com a finalidade de colocá-las no posto correto, excetuando-se mercados em que a ignorância é o ápice da sociedade.
Com este desafio reconhecido é possível ver que as empresas inteligentes e sérias praticamente não trocam colaboradores como se fossem peças, pois a estabilidade só é possível pela responsabilidade assumida pelas pessoas, que não se deixam levar pelas falsas lideranças que sempre pregam que tudo pode ficar para depois, gerando escravos de um sistema que não produz nada benéfico, pois corrompe os valores da sociedade em todos os níveis.
Mas na contramão da ignorância existem mercados inteligentes que prezam pelo conhecimento e por isso viram o objeto de desejo dos poucos colaboradores que realmente desejam trabalhar, que não se satisfazem com falsas promessas e ficam incomodados com aqueles que sempre culpam os outros por aquilo que deixam de fazer, algo tão natural em mercados escravizados que criam as maiores oportunidades àqueles que estão em outra localidade, usando-se ainda mais da globalização já há muito conhecida.
Só que nestes mercados inferiores a ideia e noção da globalização sequer são reais, pois as pessoas acham que este é um movimento novo, mas desde o início da civilização sempre houve comércio entre nações e continentes.
Por esta razão é preciso que a empresa séria mude a forma como traz novos colaboradores para seus ambientes, o padrão corrompido pela ausência de responsabilidade e baseada na vantagem de sempre não fazer nada é descartada integralmente, e é aí que as melhores e mais inteligentes organizações passam a abolir conceitos ultrapassados como os recursos humanos, pois nenhuma pessoa é mercadoria que pode ser comprada ou trocada assim que parece dar defeito por pensar e trazer uma ideia nova para dentro da organização.

22 de fevereiro de 2013

A melhoria contínua inteligente e direcionada ao core business organizacional em Marketing

Empresas que sabem exatamente o que faz parte de seu core business alcançam a vanguarda de mercado com a participação ativa de seus colaboradores, inovando seus produtos e serviços assim como a si mesmas com maior efetividade.
Usar o conhecimento é uma ação encontrada em pouquíssimas organizações, que saem da curva comum de mercado que só oferece uma produção igual a do concorrente, seguindo por um caminho que muitos acham arriscado.
Mas este risco é composto por um equilíbrio que poucas organizações entendem, pois sempre há 50% de chance de dar certo e 50% de não funcionar, levando-se sempre em conta que se a sua empresa não faz o concorrente o fará, e isto será realidade antes da sua ação.
Então todo risco passa a ser baseado na competência organizacional, em um autoconhecimento que prima pelo uso das informações no lugar adequado, no tempo certo e do jeito correto, enquanto que a concorrência aguarda para copiar apenas o visível sem entender todos os processos que envolvem a produção.
Deste jeito fica evidente que se uma empresa depende dos concorrentes não pode afirmar que toma suas decisões, pois qualquer ação fica nas mãos de organizações que saem na frente em busca da inovação, da melhoria contínua e do atendimento aos desejos dos clientes.
Com isso, tudo o que uma empresa inteligente produz tem um efeito positivo na cadeia produtiva, em sua criatividade e na capacidade de inovar continuamente, sem que isso faça com que ela abandone sua história.
E desta forma o conhecimento é distribuído de maneira sutil, direcionada, envolvendo cada área com as informações que lhes é imprescindível sem cortar os laços formados com todas as demais áreas, comprovando um trabalho conjunto e muito bem focado.
Então o comportamento organizacional não é mais focado naquilo que pode dar errado, mas no que se esforçam para dar certo, deixando muito claro que todos os estudos e pesquisas vão trazer as viabilidades e inviabilidades de ideias, utilizando-se de conceitos já estabelecidos para ir além, crescendo e satisfazendo consumidores continuamente.
Além disso, é preciso observar que as empresas inteligentes não afastam de si o que é vital para todo o funcionamento do negócio, analisando cada informação, cada tarefa e oferecendo a terceirização apenas o que não lhes cabe realmente.
E ao fazer uso desta análise aprofundada a empresa ganha em todos os níveis, pois consegue manter suas atividades de maneira plena, sem perder o controle sobre o que é importante, enquanto que os concorrentes preferem deixar para terceiros o que é de sua responsabilidade, para depois culpar a sua empresa por ter mantido suas raízes fortes no coração das atividades de negócio que se fortalecem e criam a oportunidade de diferenciação aos olhos dos consumidores.

21 de fevereiro de 2013

O relacionamento diferenciado da conquista e manutenção da base de clientes em Marketing

Conquistar clientes só é um exercício viável quando a empresa aprende a se relacionar com consumidores fieis de sua base, para então expandir sua percepção e ampliar a fatia de mercado sem perder a excelência ou deixar que clientes migrem para seus concorrentes.
A conquista de um consumidor não é mais atrair a atenção das pessoas e trocar um produto ou serviço por dinheiro, hoje é o cliente que determina se a empresa será fiel aos seus desejos, permitindo que a organização colete os dados e então se comunique da forma desejada.
Desta maneira entra em ação o Marketing permissivo, que torna o relacionamento com o consumidor muito mais ativo, mais presente na vida das pessoas e alinhado com os desejos, trazendo as informações que o consumidor quer receber e fazendo sempre uma atualização da percepção organizacional sobre o que o cliente quer.
Isto coloca em xeque qualquer ação que venha a prender pessoas às empresas, aos produtos, serviços e marcas, algo que foi comum em um período já distante nos mercados inteligentes, e que só se perpetua quando a concorrência é dizimada por questões locais que inviabilizam qualquer desenvolvimento em todos os planos.
Então o consumidor acaba refém de escolhas que não são suas, e que não abrem espaço para que a inovação esteja dentro das escolhas da organização.
Com este comportamento antiquado as empresas passam a perder espaço para as organizações inteligentes que veem no relacionamento a melhor forma de diferenciação, conquista e manutenção de clientes, trazendo uma nova luz sobre o conhecimento e aplicando-o na criação de uma parceria com o consumidor.
E isso fica evidente que poucas organizações conseguem estabelecer um relacionamento duradouro com os clientes, pois estão mais preocupadas com a troca de peças do que a satisfação do consumidor na entrega de um produto ou serviço.
Mas em outro nível ficam as empresas inteligentes que não trabalham contra o consumidor, considerando-o um inimigo que deve ser eliminados, fato que pode parecer surreal, mas é a realidade dentro da maioria das organizações.
Quando uma empresa não pode se relacionar com os clientes já existentes deve evitar a conquista de novos, até que consiga formar uma parceria com o consumidor e então ter uma base sólida de clientes.

20 de fevereiro de 2013

A diferenciação aplicada de forma inteligente em Marketing

Diferenciar-se da concorrência é uma escolha feita de forma inteligente quando as demais empresas oferecem produtos ou serviços praticamente idênticos, saindo daquele nível de mesmice que inunda certos mercados e faz com que o cliente fique sem opções para escolha.
Combinar a inteligência com o conhecimento de mercado favorece a inovação dos produtos e serviços das empresas, colocando em foco o desenvolvimento atrelado ao relacionamento com o consumidor, aproveitando-se também da capacidade organizacional em administrar todas as variáveis para atender aos desejos dos clientes.
Mas isto coloca em pauta a oportunidade aproveitada pela organização ao deixar que seus colaboradores trouxessem novas propostas para o ambiente interno, que façam uso das informações obtidas no contato com o cliente, fazendo desta gestão de dados algo relevante e aplicável ao quotidiano organizacional.
Então cada ação passa a ter um modelo que torna certos processos fixos sem aprisioná-los a trilhos fechados em círculos, abrindo o campo de visão ao buscar a diferenciação plena, saindo do bloco de empresas que só produzem e tratam seus clientes como dependentes de suas ações.
Só que para isto ocorrer é preciso que a empresa tenha plena consciência de que ela, empresa, depende do consumidor, do relacionamento entre ambos e da relação interna que permite que seus colaboradores também saiam do nível comum para atingir a excelência em todos os sentidos.
Por isso é preciso também tornar cada treinamento exclusivo, direcionado a cada habilidade de cada colaborador, não porque a empresa é pequena, mas porque sabe que nenhuma pessoa possui a mesma habilidade de outra.
Com este posicionamento a empresa também ganha em inovação, pois seus estudos não são direcionados ao que é feito pelos concorrentes, mas de acordo com a análise das informações sobre o seu público-alvo e àquilo que a organização pode produzir sem partir para as promessas que não são entregues, algo corriqueiro em mercados sem valor significativo.