25 de agosto de 2015

A relação com a concorrência e o aprendizado das empresas inteligentes no aproveitamento de oportunidades em Marketing

Empresas tratadas como meras linhas de reprodução vivem à sombra dos concorrentes, copiando-os sem saber a razão e não investindo na inovação que as permitem ser diferentes aos olhos dos consumidores, ancorando-se em ações que visam burocratizar o tratamento de informações, ideias e oportunidades com a finalidade de manter o status quo da mediocridade em seus ambientes.
A visão deturpada da maioria das empresas trata o desenvolvimento como um mal a ser evitado, pois este mal traz a necessidade de aprendizado, de distribuição de conhecimentos e informações no ambiente interno e faz com que as pessoas, na figura de colaboradores ou clientes, possam oferecer sugestões para a empresa melhorar, o que é impensável e totalmente ignorado pelas mentes medíocres.
Com isso os concorrentes inteligentes podem aproveitar uma gama muito maior de oportunidades, mas jamais poderão atender a todos os consumidores, o que as faz focar em clientes que estejam dispostos a adquirir seus produtos ou serviços.
E desta maneira os concorrentes também terão seus respectivos públicos para atender, desde que o façam de forma inteligente, saindo do relacionamento de troca para a relação em que ambos os lados buscam o melhor continuamente, desenvolvendo uma parceria que dificilmente é abalada pelos demais concorrentes, já que os dois lados conseguem conversar.
Além disso é possível ver que as empresas medíocres são meras linhas de reprodução da mesmice, inundando mercados com produtos ou serviços que não são as primeiras escolhas dos consumidores e talvez não sejam a escolha em momento algum.
Mas também é necessário observar como as empresas inteligentes tratam as informações, conhecimentos, ideias, inovações e toda a estruturação mínima para a construção de um relacionamento interno que se reflita na satisfação dos consumidores, revelando uma percepção simples de que estas empresas são formadas por pessoas que se relacionam com outras pessoas e querem oferecer mais do que a mera mão-de-obra que faz sem saber o porque, entrando em um nível diferenciado e que colabora para o desenvolvimento organizacional como um todo.
Por isso as poucas empresas inteligentes do mercado tratam seus concorrentes de forma diferenciada, aprendendo continuamente com as ações destes e aprimorando-se continuamente ao não se colocarem como meras imitações daquilo que já existe, assumindo suas responsabilidades e aproveitando cada oportunidade viável para si antes que os concorrentes atraiam a atenção de seus clientes.

24 de agosto de 2015

A diferenciação inteligente e o relacionamento das empresas com o conhecimento em Marketing

Diferenciar-se da concorrência é um exercício diário dentro das empresas inteligentes, colocando-se sempre à disposição da entrada de novos conhecimentos em seus ambientes e permitindo que todas as áreas façam o melhor uso das informações com a finalidade de levar aos clientes experiências interessantes e relevantes.
A diferenciação não é uma fórmula que de repente faz com que sua empresa seja incomparável e absolutamente única, mas faz parte de uma ação quotidiana que a torna apta a se relacionar com seus consumidores por um tempo muito mais relevante e produtivo.
Por isso o discurso da diferenciação é vazio na maioria das empresas, pois estas apenas se utilizam de outros formatos, cores ou palavras para levar ao mercado mais do mesmo, sem qualquer inovação ou sequer um tratamento que faça com que seu cliente perceba a empresa como a única que pode lhe entregar determinado produto ou serviço da forma que deseja encontra.
Então há uma prática comum que faz com que o mercado pare no tempo nos mercados medíocres, um tipo de protecionismo infame que impede que todas as empresas sejam melhores a cada dia, nivelando por baixo todas as ações e mantendo os clientes escravizados por não encontrarem as opções adequadas para seus desejos.
Desta forma todo o mercado acaba perdendo e as empresas inteligentes, que não precisam estar no mesmo território do consumidor, acabam por ganhar mais destaque e viram referências comparativas que não gerarão expectativas com relação às empresas locais, pois estas não poderão alcançar um nível melhor enquanto se deixarem prender à mediocridade.
Então o consumidor sempre buscará o melhor para ele, e o encontrará enquanto houver empresas dispostas a fazer o melhor uso das informações e conhecimentos disponíveis, aplicando-os de maneira efetiva e competente, sem privilegiar esta ou aquela área, mas direcionando-os para o lugar em que devem chegar, algo que exige estrutura e sabedoria.
E com este posicionamento diferente das empresas inteligentes é possível encontrar produtos e serviços que vão além da mera troca destes por dinheiro, fato corriqueiro nos mercados medíocres e protecionistas que visam nivelar por baixo o que deve ser o mínimo a se entregar para o consumidor, criando um abismo praticamente intransponível quando há a comparação das empresas destes mercados com as que estão alocadas em regiões onde o melhor é o mínimo que se deve entregar ao cliente.
Cada empresa é única quando sabe usar a inteligência em seu favor com o apoio dos colaboradores e consumidores, levando ao mercado os melhores produtos e serviços que podem produzir por terem o discernimento em fazer o melhor uso de informações e conhecimentos na construção daquilo que é desejado pelo cliente e faz o relacionamento entre as duas partes abrir novas oportunidades no futuro.

20 de agosto de 2015

A cultura e o desenvolvimento de soluções na melhoria organizacional em Marketing

Quando a cultura organizacional e a de seus colaboradores é a mesma há o desenvolvimento de soluções contínuo, abrindo espaço para que a troca de informações e conhecimentos entre áreas e pessoas promova a inovação e a manutenção da contemporaneidade da organização para com seus clientes, deixando o relacionamento apto a lidar com a excelência e voltado a produzir os melhores produtos e serviços.
Empresas que geram soluções possuem melhores resultados como consequência de suas ações devidamente estruturadas e voltadas a oferecer aos seus clientes muito mais do que meros produtos ou serviços.
Obviamente os mercados são infectados por organizações avessas à geração de soluções, como também abominam a meritocracia daqueles que trabalham para melhorar, criando âncoras para justificar a incompetência auto imposta e que privilegia o foco de destruição do inimigo, o que não inclui apenas os concorrentes, mas os próprios colaboradores e clientes destas empresas.
Por isso é fácil perceber como as melhores empresas agem, preferindo assumir suas responsabilidades e buscar novas formas para levar aos seus clientes produtos e serviços diferenciados e aptos a lhes proporcionar as melhores experiências.
Desta forma a atenção dos clientes se destina a quem se relaciona perfeitamente, algo que pode ser tratado como um diferencial nos mercados medíocres, mas que é o mínimo a se exigir, pois uma empresa não é uma mera reprodutora de produtos ou serviços, ela é parte de um mercado e pode oferecer soluções ao fazer o melhor uso das informações cabíveis e aplicáveis para o desenvolvimento da própria empresa, de seus colaboradores e do mercado.
Só que as empresas medíocres optam por não se esforçar, por isso adotam a rotatividade de colaboradores e clientes como prática natural, pois para estas organizações as pessoas são apenas peças a serem usadas e depois jogadas fora, algo que é corriqueiro e habitual em mercados que desdenham do conhecimento e nada têm a oferecer, salvo exceções das poucas organizações que buscam melhorar continuamente e sofrem com ações vis que as tentam eliminar a todo custo.
E então as empresas medíocres deixam muito espaço para as organizações inteligentes, pois as segundas optam por ter uma razão bem definida para manter suas atividades em qualquer mercado, além de oferecer soluções ao invés de empurrar qualquer coisa para o consumidor, como é de praxe nas empresas que nada desenvolvem e ainda se esforçam para impedir que o mercado evolua por acharem que a mediocridade é o nível máximo que pode ser alcançado, algo desmentido por aqueles que trabalham de verdade e se esforçam para fazer o melhor a cada dia.

4 de agosto de 2015

A inteligência aliada à diferenciação organizacional em Marketing

Empresas inteligentes possuem uma única meta, e esta é fazer os melhores produtos e serviços para seus clientes, pois conseguem colocar todo o conhecimento e sua capacidade produtiva em um alinhamento que as diferencia das demais organizações e se tornam relevantes para cada consumidor ao viver na contemporaneidade a qual ambos se encontram inseridos.
Inteligência é algo raro dentro das empresas, ainda mais quando a capacidade das pessoas em reter os mais variados conhecimentos com a finalidade de uni-los e gerar soluções se torna cada vez mais escassa.
Com isso todas as empresas de um mercado localizado perdem, assim como este reflexo é evidenciado no mercado global, pois se uma empresa deixa de oferecer o melhor que pode aos seus clientes de forma diferenciada, não poderá contribuir para que os concorrentes aprendam e também façam por merecer o reconhecimento de consumidores pelas experiências proporcionadas na forma de produtos e serviços.
Também fica muito claro que mercados contaminados pela mediocridade preferem barrar o desenvolvimento ao invés de abraçá-lo para que todas as empresas melhorem e os consumidores contem com produtos e serviços cada vez mais interessantes e inteligentes.
Obviamente as mentes medíocres também deixarão de fora a análise dos colaboradores quando o assunto é uma empresa, como se não houvesse necessidade de se observar como as pessoas deixam de assumir suas responsabilidades para culpar o outro, e neste caso esta é a prática comum nos mercados medíocres e irrelevantes.
Por esta razão é que muitos mercados são reféns do que eles mesmos fazem, pois preferem não enxergar o mundo real e tudo o que deixam de fazer é sempre culpa de alguém que não está dentro da organização, o que faz com que tal insanidade se espalhe como um vírus incurável que valoriza a mediocridade e trata com desdém a meritocracia das empresas que souberam aproveitar a integração dos conhecimentos dos seus colaboradores e consumidores para produzir o que há de melhor e deve ser fonte de inspiração.
Outro fator interessante é a excelência contida nas empresas, muitas delas estão inseridas neste aspecto até que comecem a funcionar, enquanto que outras fazem o máximo para que a excelência seja o mínimo praticado diariamente, possuindo um autoconhecimento vasto e que contemplam todas as melhorias as quais são imputáveis para que seus clientes não se decepcionem.
Para muitas empresas existe apenas o funcionar e nada mais, pois o cliente é um inimigo a ser abatido, enquanto que as empresas inteligentes optam por manter uma parceria interna e com seus consumidores com a finalidade de levar ao mercado os melhores produtos e serviços, deixando de seguir concorrentes para se diferenciar e fazer o melhor que podem, aprendendo e aplicando o aprendizado em tudo o que produzem com o máximo de excelência e efetividade possíveis.

22 de julho de 2015

A visão sobre ideias viáveis e oportunidades de mercado em Marketing

Ideias viáveis podem ser colocadas em prática pelas organizações, mas nem todas devem aproveitar todas as ideias viáveis, pois muitas delas não se encaixam na sua empresa e inúmeras situações sem solução surgirão, apontando para caminhos que a organização não pretende seguir e que sequer são viáveis para a própria empresa.
Toda ideia viável não pertence a todas as empresas, mas poucas se dão conta de que devem se diferenciar de seus concorrentes ao invés de meramente imitá-los sem qualquer critério, demonstrando um ponto fraco e impedindo que a organização seja capaz de produzir aquilo para o qual ela está verdadeiramente preparada, sem perder seu foco e também a conexão com os consumidores.
Mas também é necessário levar em conta a falta de visão contida dentro das empresas que não sabem aproveitar uma oportunidade quando ela surge, criando um paradoxo que faz com que as organizações fiquem à deriva e percam suas individualidades, tornando-as mais iguais aos concorrentes e fazendo com que seus clientes não percebam mais o valor de tudo o que produzem.
Só que mesmo assim existem empresas que optam por caminhos diferentes, analisando perfeitamente as oportunidades e ideias que encontram diariamente, fazendo-se valer de sua capacidade para levar ao consumidor os melhores produtos e serviços que podem produzir, algo inexistente nas empresas que querem ser como esta ou aquela organização e deixam de se diferenciar por não saberem mais quem são.
E assim o mercado parece se ampliar para as empresas inteligentes, pois concorrentes que apenas imitam as outras empresas não são dignos de dedicação de estudos quando apenas estão no mercado para viver à sombra de outras organizações.
Também é fácil constatar que a maioria das empresas não busca atender aos seus clientes da melhor forma, correndo atrás de consumidores das outras organizações por terem a certeza de que seus produtos e serviços não são razoáveis e apenas iludem consumidores uma única vez, por isso há uma corrida frenética para capturar clientes, mas jamais se relacionar verdadeiramente com eles após "conquistá-los".
Então o mercado acaba abarrotado de produtos e serviços iguais que se tornam descartáveis, o que faz com que as empresas produtoras dos mesmos também sejam vistas desta forma, pois elas próprias se rotularam como apenas mais uma que faz mais do mesmo que é encontrado facilmente no mercado, esquecendo-se de ser a melhor empresa para si, para seus clientes e até mesmo para os concorrentes ao aceitar que as oportunidades estão disponíveis e que todos os relacionamentos, internos ou com o consumidor, são viáveis quando a empresa consegue usar o conhecimento para melhorar e sair da sombra da concorrência para atender aos desejos de seus clientes.

16 de julho de 2015

O posicionamento diferenciado das empresas e a geração de soluções inteligentes para o consumidor em Marketing

Quando a ignorância domina a cultura organizacional as áreas não se comunicam, tampouco aceitam que as outras áreas sejam parte de uma mesma organização, vendo-as como inimigos sob o mesmo teto, deixando evidente que o primeiro passo a ser dado é a destruição daquele que, dentro da mente medíocre, atrapalha a empresa.
Em certos mercados a incompetência é tratada como o ápice de desenvolvimento e aplicação do conhecimento na elaboração de produtos e serviços, apegando-se às falácias mais tacanhas e recheadas pela incapacidade de aceitar que os indivíduos podem ter ideias inteligentes que geram soluções interessantes para seus clientes, criando barreiras com a finalidade de impedir que alguém pense.
Esta ação é muito comum nos mercados em que o interesse dominante é o de manter apenas a produção de matéria-prima, e então estas commodities servem como o cabresto para impedir o desenvolvimento de ideias, inviabilizando toda e qualquer solução que vise criar produtos e serviços relevantes e que possam ser exportados e gerem novas oportunidades de desenvolvimento para o mercado.
Com isso as empresas que se diferenciam são tratadas como inimigas a serem abatidas o mais rapidamente possível, por isso existem tantas ações colocadas em prática para prejudicar quem busca a diferenciação, pois cada indivíduo é criativo e pode contribuir para que inúmeras soluções sejam levadas aos consumidores, mas o caminho adotado pelos adestrados é o oposto, pois se o vizinho cria uma empresa passa a ser visto como o inimigo a ser aniquilado.
Por isso é fácil identificar o que faz com que um mercado não evolua, pois a mentalidade atrasada faz com que as pessoas deixem de ser indivíduos únicos para se tornarem peças manipuláveis que se multiplicam por não precisarem pensar, como se fossem máquinas que apenas são ligadas e quando não mais interessam são jogadas fora.
Mas também é possível constatar que muitas das pessoas adestradas não conseguem aceitar que podem pensar e usar suas criatividades e habilidades individuais para oferecer aos consumidores mais do que a mera troca de um produto ou serviço por dinheiro, pois estas pessoas se apegam às ações que visam tolher as liberdades das pessoas para que não tenham que trabalhar e fazer por merecer o reconhecimento e os créditos de algo bem feito e que encanta o consumidor.
Mercados oferecem inúmeras oportunidades diárias àqueles que conseguem pensar e gerar uma solução inteligente para seus consumidores, algo raro e que é visto como crime nos mercados medíocres dominados pelos adestramento de pessoas e que não aceitam a individualidade criativa que oferece aos clientes produtos e serviços cada vez melhores e conectados à contemporaneidade que aproveita as lições e conhecimentos do passado para dar uma oportunidade ao futuro.

14 de julho de 2015

O exercício da diferenciação e o conhecimento das organizações e de seus concorrentes em Marketing

Diferenciar-se da concorrência deve ser um exercício diário dentro das empresas inteligentes, pois consumidores diferentes devem ser agraciados com produtos ou serviços que não encontrem em outro lugar, caso contrário a sua empresa já não faz mais sentido no mercado e deixa de aproveitar as oportunidades que se apresentam quando cada cliente não enxerga a sua empresa como mais uma no mercado.
A diferenciação deve ser uma constante dentro das empresas inteligentes, não para mudar continuamente, mas para evoluir e acompanhar seus clientes, algo que inexiste dentro das organizações medíocres onde os indivíduos são tratados exclusivamente como números e o relacionamento com o consumidor é visto como o ato da troca do produto ou serviço pelo dinheiro.
Mas para que esta diferenciação seja inteligente é preciso que a empresa saiba quem ela própria é e quem são seus colaboradores e clientes, além de ter um conhecimento relevante sobre os concorrentes, deixando para trás as práticas e mera cópia para desenvolver soluções que se encaixem em sua cultura.
Obviamente também é vital que esta empresa saiba que cada organização possui uma cultura única e exclusiva, mesmo que similar a uma ou muitas, mas o que a diferencia é o conhecimento que ela possui sobre si mesma e como fará para oferecer aos seus clientes os melhores produtos e serviços, levando-se em conta que a contemporaneidade dá a base ideal para que uma empresa continue viva.
Também é fácil observar que as empresas que não conhecem a si mesmas são as que buscam conhecer o concorrente da forma mais profunda, e então deixam de dar atenção ao essencial, gerando mais e maiores dificuldades para si e abrindo caminho para que qualquer concorrente mediano se torne muito melhor ao não ter do outro lado uma empresa que saiba o que está fazendo.
Com isso há um posicionamento que deve ser exigido de todas as empresas, e este posicionamento é ligado às responsabilidades que cada empresa assume ao colocar no mercado seus produtos ou serviços de forma a merecer a atenção dos consumidores, não para retirar do concorrente cada cliente, mas para que outros clientes possam ter a oportunidade de escolha e optem sempre por aquela que for a melhor.
Então fica claro que a subjetividade das análises dos consumidores também deve ser levada em conta, principalmente quando a empresa sabe que ela é única e pode manter um relacionamento inteligente com o cliente, ultrapassando a simples oferta de produtos e serviços para incluir nesta relação as experiências que permitem que a empresa seja novamente visitada pelo consumidor, desde que se mantenha atualizada e não se apegue aos modismos corriqueiros que atingem diariamente o mercado e logo são descartados por terem apenas a característica de serem descartáveis e nada mais.
Uma empresa que não se conhece não pode se diferenciar dos concorrentes, tampouco pode evoluir e oferecer produtos e serviços contemporâneos aos seus clientes, pois deixam o conhecimento de lado para apenas reproduzir o que já é feito por outras organizações com a finalidade de competir única e exclusivamente no quesito preço, levando ao desaparecimento da empresa e dos concorrentes que não conseguem compreender que ao valorizarem suas ações individuais estarão se diferenciando para o mercado consumidor e mantendo a oportunidade de atender aos desejos de seus clientes.

8 de julho de 2015

As oportunidades da diferenciação da sua empresa em relação aos seus concorrentes em Marketing

O desejo de ser igual aos concorrentes é a mediocridade colocada em ação, ignorando que existem consumidores que não querem os produtos ou serviços já oferecidos, pois são indivíduos que podem ter gostos parecidos, mas jamais idênticos, fato que também vale para a criação de uma organização que deseja ir além do óbvio.
Tentar competir com um concorrente copiando-o é uma ação comum nos mercados irrelevantes, onde a prática é tratada como a chance de tirar do outro o que se deseja, mas sem levar em conta que ambos serão prejudicados pela divisão dos consumidores e todas as demais variáveis inerentes ao negócio que farão com que o funcionamento da empresa fique cada vez mais caro e passe a dificultar a existência da organização.
Logicamente a maioria das mentes medíocres sempre busca impedir que o outro obtenha êxitos que tenham como consequência o sucesso, pois é muito mais fácil destruir do que criar, ainda mais quando o segundo requer trabalho verdadeiro e o primeiro é uma ação cultural dos incompetentes.
Com isso o mercado perde as oportunidades para se desenvolver adequadamente, criando uma gama maior de ofertas diferenciadas aos clientes, até mesmo formando parcerias com outras empresas e permitindo que a própria empresa saiba atender adequadamente o cliente que ela busca e nela encontra as soluções desejadas na forma de um produto ou serviço.
Também é comum ver que os mercados inteligentes contam com uma gama diversificada de produtos e serviços que competem entre si e não se preocupam exclusivamente em destruir o concorrente, ao contrário do que ocorre nos mercados medíocres e eternos fornecedores de matéria-prima por sempre estarem contra o desenvolvimento.
Por isso o consumidor também se torna refém do que há de pior, mas também entra na esfera das responsabilidades quando este cliente se torna o fornecedor de um produto ou serviço, deixando claro que a cultura local não visa atender aos desejos dos melhores clientes, mas simplesmente reproduzir o que já não faz mais sentido no mundo contemporâneo e culpar quem se diferencia exaustivamente, pois muitas mentes medíocres acabam aceitando tal falácia e se unem ao que há de pior no mercado global.
Outro ponto relevante é a incapacidade de se diferenciar dos concorrentes por não aceitar se mais um com mais do mesmo, trazendo o atraso para o mercado como um todo, pois quanto mais se diferenciam as empresas em maior quantidade, melhores produtos e serviços vão surgir porque a necessidade de desenvolvimento é integral e favorece a criação de soluções mais inteligentes através de empresas mais bem preparadas e que se encontram disponíveis na mesma contemporaneidade de seus consumidores.
Além desta diferenciação é possível notar que as empresas inteligentes não se tornam meros prédios com maquinário para fornecer produtos ou serviços ao mercado, pois contam com colaboradores devidamente preparados e com uma visão muito mais ampla e ligada ao presente sem perder de vista o passado ou mirar no futuro, fazendo seu melhor para oferecer aos clientes as melhores soluções, independentemente do lugar em que ambos se encontrem dentro de um mercado global que oferecer oportunidades para aqueles que sabem fazer o melhor para satisfazer seus consumidores.

24 de junho de 2015

O conhecimento e as referências na geração de soluções das empresas inteligentes em Marketing

A falta de conhecimento elevada faz com que as mentes medíocres separem teoria e prática, pois são incapazes de compreender que ambas representam a mesma ação, o que faz com que todo o mercado fique à mercê da incompetência e dos famigerados jeitinhos que geram situações sem solução efetiva.
Para muitas mentes medíocres há a separação real de teoria e prática, por isso muitos mercados são assolados pelas empresas incompetentes e que pararam no tempo.
Isto também faz com que o adestramento dos funcionários seja a constante, impedindo-os de pensar, pois são programados para realizar a mesma tarefa perpetuamente, criando um abismo entre as organizações que pensam e as que apenas reproduzem as mesmas coisas.
Por isso o mercado acaba estático e frágil, pois as empresas, que são formadas pelas pessoas que preferem não pensar, criam âncoras que as impedem de aproveitar as oportunidades que são os problemas, ainda mais quando elas próprias não sabem que todo problema tem solução e por isso é uma oportunidade.
Obviamente o adestramento disseminado infecta mercados irrelevantes, ainda mais quando as pessoas funcionam sem saber a razão pelo qual o fazem, e isto é muito comum em mercados onde o conhecimento é tratado com desdém e afastado do mundo fictício criado pelas organizações incompetentes e que se julgam eternas.
Com isso é possível observar e confirmar que praticamente tudo o que é produzido nos mercados irrelevantes é passageiro, fruto de um modismo que as empresas tentam perpetuar e sequer sabem o porque começaram a oferecer determinado produto ou serviço.
Também é necessário olhar para as poucas empresas que preferiram trabalhar com problemas do que meramente reproduzir o que já existe, deixando que o conhecimento as leve a um nível mais elevado e que esteja na mesma contemporaneidade de seus clientes, algo que exige mais do que o fazer.
Outro fator relevante é a capacidade com que estas empresas abandonam os adestramentos, que nas empresas medíocres são chamados erroneamente de treinamentos, com a finalidade de aproveitar o conhecimento e a criatividade para oferecer soluções reais, trabalhando em um mercado que existe e sem abandonar o aprendizado que as trouxeram até o presente.
Mas também é interessante constatar que a maioria das empresas prefere a formatação em detrimento à formação, criando um vazio no mercado ao não aproveitar as oportunidades para aprender e fazer diferente, mesmo quando competem com concorrentes bem preparados, e é este o tipo ideal de concorrência, pois aprender com o melhor é muito mais interessante do que olhar para uma empresa de mesmo nível, mas a mediocridade de certos mercados faz o inverso, tratando o competente como inimigo a ser eliminado e pregando que a incompetência é o auge que deve ser perpetuado, da mesma forma com que tratam teorias e práticas quotidianamente.

22 de junho de 2015

O aproveitamento das informações e a oferta de soluções em Marketing

Conectar informações para transformá-las em soluções é uma ação rara dentro das empresas, pois muitas delas estão preocupadas com as ações de seus concorrentes em um nível tão elevado que deixam de fazer o que devem para apenas manter suas atividades funcionando para seguir os passos das outras organizações.
Para muitas empresas há uma árdua tarefa no uso das informações com a finalidade de utilizá-las para melhorar tudo o que produzem, pois estas organizações não contam com colaboradores aptos a lidar com o conhecimento já existente, muito menos com uma capacidade de compreender uma oportunidade que se apresenta e propor uma solução.
Isto é muito comum dentro dos mercados medíocres e que são meros produtores de commodities, não investindo na geração de valor por não poder contar com colaboradores preparados e que consigam sair da mera reprodução de ações, incluindo-se também o pensar que cada vez fica mais escasso.
Por isso há um eterno processo reprodutivo da mesmice, as pessoas passam a ser adestradas para executar uma tarefa perpetuamente, sem importar o ponto em que esta tarefa esteja, deixando evidente que não há a compreensão da existência de outros passos e que há interferência direta do desempenho de um naquilo que o outro produz.
E então as empresas viram amontoados de caixas que não se comunicam, então é fácil perceber a razão pela qual o desenvolvimento de soluções é cada vez menor, pois o importante é apenas apertar o botão ou parafuso correto, sem saber a razão pela qual se faz isso.
Mas do outro lado ficam as empresas que preferem contar com ideias que geram soluções, atraindo para seus ambientes os colaboradores preparados para sair do comum e levar aos consumidores mais do que um produto ou serviço, colocando à disposição da organização como um todo tudo o que já possuem de conhecimento aplicável no mundo real, trazendo para a empresa as oportunidades que abrirão novas opções no futuro sem precisar abandonar seus clientes.
Obviamente a comunicação também se faz presente em um nível produtivo muito mais elevado, aproveitando-se de uma visão que não busca oferecer o que o cliente não deseja, mas aquilo que aproxima o consumidor e a organização através de colaboradores que entendem o mundo real contemporâneo sem apagar o passado ou eliminar o futuro.