21 de julho de 2011

Melhoria contínua de produtos e serviços e a percepção de valor do cliente em Marketing

Aperfeiçoar produtos e serviços exige muitos estudos, focados essencialmente na busca de diferenciais que surpreendam consumidores e que posicionem o produto ou serviço de forma específica na mente do consumidor.
Ao melhorar o produto ou serviço ofertado a empresa opta por diferenciar tudo o que produz diariamente, analisando as variáveis encontradas em pesquisas, bancos de dados e também tomando como referência o concorrente.
Mas as melhores soluções devem apontar caminhos para melhorias ao longo do ciclo de vida, além de construir a fidelização e permitir que os consumidores percebam o valor criado.
Então pode-se perceber que o valor só é valor quando o cliente assim o percebe, pois não há como alguém imaginar que todas as pessoas do planeta percebem o produto ou serviço da mesma forma, e para que exista a percepção do valor é necessário saber que o valor é a razão dos benefícios sobre os custos (Valor = Benefícios/Custos).
Diante do cálculo do valor é possível notar que o consumidor, e nenhuma pessoa em sã consciência, poderá avaliar um produto sem perceber seus benefícios, a não ser que esta pessoa goste de pagar muito mais do que o produto ou serviço pode oferecer.
O valor de um produto não é imposto pela empresa, mas é dado pela percepção de seus clientes, que utilizam-no e que buscam o melhor para si.

20 de julho de 2011

O conhecimento e o uso do Marketing permissivo na fidelização de clientes

Conhecer o mercado é fundamental para qualquer empresa, pesquisas trazem novas informações para o ambiente interno e permitem que a empresa possa desenvolver estratégias de comunicação mais eficazes ao longo do tempo, mesmo assim existem organizações que optam por invadir a vida dos clientes ao não pensar.
Todas as ações das empresas devem ser pensadas, mas sempre existem mentes brilhantes que acham e se iludem com a possibilidade de estarem corretas, e então as empresas acabam por perder clientes e até desaparecem do mercado mais rapidamente.
Com o uso da internet uma nova realidade surgiu, a comunicação é elaborada e distribuída por e-mail, chega aos cliente sem a sua permissão e acaba se tornando apenas lixo eletrônico.
Desta forma muitas campanhas sequer são vistas pelo consumidor, pois ao receber algo não solicitado a sua privacidade é invadida, os seus direitos desrespeitados e a empresa perde credibilidade.
Mas quando as empresas aprendem com seus estudos e pesquisas podem desenvolver ações que serão bem recebidas pelos clientes, e é neste ponto que entra o Marketing permissivo, onde o cliente define o que deseja ou não receber, e quando e onde receber.
Talvez as empresas não consigam perceber que o cliente tem a opção de escolher o que é interessante e o que pode ser deixado de lado, então as ações que lidam com o Marketing permissivo têm resultados melhores, pois o cliente está disposto a conhecer novos produtos, serviços e demais ações que a instituição possa fazer.
A comunicação é muito importante para ser tratada como um meio de importunar os clientes, a falta de conhecimento de muitos gestores transforma uma conta de e-mail em algo desagradável para o consumidor, pois diariamente ele terá que apagar inúmeras mensagens não solicitadas e isto não é utilizar uma estratégia de relacionamento com o cliente, é enviar spam e destruir a imagem da empresa perante o mercado.
Muitas pessoas irão achar que podem enviar mensagens sem a permissão dos consumidores, encherão as caixas do correio eletrônico com e-mails que serão jogados fora sem a leitura e que farão com que os concorrentes ganhem novos clientes.
Tomar decisões com base no achar é a ruína para todas as organizações,a falta de pensamento dos gestores leva a organização a desaparecer e a ficar marcada como a empresa que irrita seus clientes.

19 de julho de 2011

A distribuição do conhecimento, dentro da cultura da troca de ideias entre os colaboradores, e a diferenciação da concorrência em Marketing

Criar, e saber gerenciar, indicadores de desempenho é uma tarefa corriqueira dentro das empresas, fato que a cada dia pode apontar novas soluções e permitir que a criatividade traga um avanço muito maior do que o programado em razão do conhecimento obtido com as experiências internas, levando adiante ideias que outrora ficariam guardadas em uma gaveta.
Dia após dia milhares de ideias são engavetadas, fato que na realidade significa a morte prematura de algo que sequer foi analisado, e que para muitas pessoas faz sentido, uma vez que elas acham que perderiam o seu tempo ao terem que parar suas atividades para prestar atenção em algo que outra pessoa fez.
Este típico comportamento encontrado nas organizações é fruto de uma cultura onde o conhecer não é parte do vocabulário, pois isto leva a refletir e encontrar os erros, mas como a maioria das empresas não erra é possível ficar com a dúvida sobre o seu desaparecimento, e que talvez esta premissa desvinculada do mundo real seja responsável por seu fracasso.
Mesmo assim as poucas empresas que se encontram do outro lado, e que por sinal usam o conhecimento para estabelecerem suas diretrizes, acabam ficando com uma fatia maior do mercado, além de contarem com os melhores colaboradores e consumidores, tudo isso em consequência do pensar antes de agir.
Mas ainda assim muitas pessoas imaginarão que o pensar é uma ação que requer tempo hábil, e que é possível perder tempo, só que não há como perdê-lo, o que acontece é o melhor aproveitamento do tempo por parte daqueles que possuem conhecimento, planejamento e uma visão que vai muito à frente da porta de entrada da organização.
Do mesmo modo é necessário abrir o campo de atuação das áreas dentro da própria empresa, conectando-as realmente e deixando-as ao par de cada nova ação de forma a poderem contribuir com o desenvolvimento, gerando a distribuição de informações, na troca de ideias e aproveitando melhor cada oportunidade.
Com isso é possível traçar um caminho mais atrativo, com paisagens que incentivam o criar, servindo de inspiração, bem ao contrário daquelas organizações que fazem de tudo para que seus colaboradores sequer olhem pelas janelas, quando elas existem.
O retorno que cada empresa tem do mercado é exatamente o que ela oferece, por isso poucas organizações conseguem um destaque tão grande e servem de referência para aqueles que usam a capacidade de absorver novos conhecimentos e aplicá-los em ações que colocam nas mãos dos clientes os melhores produtos e serviços.

18 de julho de 2011

As informações e a integração das áreas em Marketing

A distribuição de informações em uma empresa pode parecer algo comum, mas existem organizações que preferem limitar o alcance de alguns dados, como se nenhuma outra área pudesse utilizar uma informação comum à outra.
Diante deste desafio, que está associado diretamente à cultura organizacional, é possível que a mudança necessária não esteja no planos da empresa, o que impede o desenvolvimento de soluções melhores para ofertar aos consumidores.
Mesmo assim muitas empresas se defendem afirmando que todos os dados estão disponíveis, que as áreas trabalham integradas e que as pessoas têm permissão para trocar informações e ideias, mas que na realidade não é o que ocorre no ambiente interno.
Talvez as empresas tenham que aprender com suas histórias, assim como podem aprender com seus concorrentes e, talvez, consigam descobrir os motivos que levam a integrar as áreas e a distribuir as informações.
Também é necessário filtrar as informações, nem todas as áreas possuem interesse sobre um mesmo dado, e talvez este seja o motivo pelo qual tudo o que é repassado às áreas não é o que foi realmente coletado.
As pesquisas só possuem valor quando são utilizadas, pois investir em uma pesquisa para deixar guardada em um banco de dados não faze sentido, principalmente quando a concorrência está muito mais atenta aos movimentos das demais empresas e as estuda constantemente.

17 de julho de 2011

O conhecimento da amplitude dos mercados e a mudança das estratégias de Marketing para a diferenciação da concorrência global

Comparações são invetáveis em todos os mercados, fator que influencia diretamente nas decisões estratégicas e traça novas rotas a serem seguidas, como forma de manter o controle das escolhas, mesmo quando as dúvidas podem contar com uma aparência muito maior do que realmente têm, ainda mais quando o concorrente em questão não é vizinho, pois está do outro lado do mundo, ponto que denota a maneira como as empresas devem tratar a nova formatação do mercado, que é amplo para as empresas inteligentes e ao mesmo tempo tão reduzido quando as opções selecionadas são tratadas com achismos.
Ter a sua empresa comparada é um princípio que atualmente ainda é tratado com desleixo, como se esta variável não tivesse impacto nas decisões, só que durante todo o tempo os clientes estão analisando e testando todas as organizações, quer estejam em sua região, quer estejam a milhares de quilômetros dali.
Para que esta noção de amplitude fique mais evidente para as empresas é preciso que suas referências de localização estejam alinhadas com o mercado, e é aí que entra a estratégia que foca no público-alvo correto, que traz para dentro das empresas as experiências dos colaboradores, que contribuem para o desenvolvimento de soluções, mesmo que tenham se espelhado em outra organização, ou até sejam usadas práticas de benchmarking, ação tomada apenas por empresas inteligentes que possuem um autoconhecimento pleno.
Do outro lado sempre estarão empresas que se apequenam diante de suas ações, que acreditam que elas dão o direcionamento do mercado e promovem o que bem entenderem por acharem que o consumidor é obrigado a comprar algo que não precisa e não quer, além de pagar com o dinheiro que não possui, bem ao estilo de empresas que tratam o marketing como uma propaganda enganosa que tem como resultado o lucro.
Então a inteligência passa a ser um fator decisivo, pois as demais organizações, que são inteligentes e usam este fator ao seu favor, conquistam fatias maiores e melhores do mercado, possuem consumidor fiéis e colocam o conhecimento dentro de cada ação, estudando e pesquisando continuamente cada etapa dos processos, focando em valores que revelam o significado real das responsabilidades tomadas para si e para com os colaboradores e clientes.
Mesmo assim é preciso mudar o rumo de vez em quando, preferivelmente para melhor, com afinco e demonstrações claras de que evoluir é natural e que olhar para os lados não é a ameaça, mas a capacidade de enxergar as melhores oportunidades, pelo simples fato de que a empresa não está presa em trilhos que não levam a lugar alguma a não ser a comparação com os concorrentes por oferecem os mesmos produtos e serviços, sem diferenciais e sem personalidade.

As oportunidades encontradas nas mudanças do mercado em Marketing

Oferecer soluções é muito mais prático do que lidar com problemas, mas a cultura das empresas pode estar presa a conceitos que foram estabelecidos há muito tempo, o que limita a visão de oportunidades e não deixa que haja um desenvolvimento das pessoas e da própria organização.
A concorrência pode ser saudável quando as empresas optam por buscar dentro de si as melhores soluções, criam oportunidades de aprender diariamente e até mesmo criam um ambiente interno que incentiva o uso da inteligência.
Mas muitas pessoas acreditam que o concorrente deve desaparecer, talvez porque não saibam que as pessoas são diferentes, têm percepções diferenciadas de valor, desejam que os produtos ou serviços tenham um nível de qualidade diferenciado e, por incrível que pareça, muitas pessoas acreditam que irão atender a todos os clientes do planeta, como se todas as pessoas fossem iguais.
Com este tipo de cultura é fácil perceber que os colaboradores também passam por treinamentos que visam igualar as pessoas, fazendo com que elas percam o seu melhor diferencial, deixem de evoluir e ampliar seus conhecimentos para se transformarem em máquinas que executam tarefas sempre do mesmo modo.
Só que se a empresa possui esta cultura é necessário mudar, algo difícil de se fazer quando os próprios colaboradores não sentem-se à vontade para fazê-lo, uma vez que sempre foram treinados para permanecerem estagnados em um nível.
Então surgem campanhas que limitam o público-alvo, com alcance menor do que o esperado, pois a empresa simplesmente achou que deveria mudar suas ações, investir em mídias diferentes e que o cliente tem obrigação de ir atrás da informação, mas esta empresa esquece que deve colocar o seu produto e até mesmo suas propagandas no local em que são encontrados os clientes, e isto requer estudos, pesquisas e análises com base em dados confiáveis.
Talvez a melhor ação das empresas seja perceber que as pessoas que oferecem seus serviços são diferentes, exigem cuidados que nem sempre são notados, pois o treinamento existe para melhorar as habilidades e não para tornar todas as pessoas iguais.

16 de julho de 2011

O ciclo de vida das organizações e as responsabilidades do crescimento baseado nas informações estratégicas das pesquisas de Marketing

O destino das empresas é definido pelas ações tomadas diante da possibilidade de inovação, mesmo com o receio de que algo não traga resultados rapidamente, mas é neste caso que tudo acaba por se formar de maneira muito mais sólida, através de novos conhecimentos, da aplicação de informações no lugar certo, com mais estudos e pesquisas, além, é claro, de poder contar com colaboradores tão preparados que a única consequência é o sucesso no mercado.
A forma como as empresas tratam suas responsabilidades define qual é o limite a que podem enxergar, sendo que as organizações de vanguarda sempre se colocam no presente, pois é assim que as melhores ideias surgem, e por isso mesmo tornam possíveis o surgimento de soluções fantásticas para oferecerem aos seus consumidores.
Mas nem todos os mercado estão prontos de forma a absorver prontamente tudo o que é feito pelas organizações, o que pede uma definição muito precisa do público-alvo, redimensionando a produção e fazendo com que o consumidor fique satisfeito por um período mais longo, como forma de se relacionar profundamente com cada pessoa.
E por mais que muitas organizações saibam que devem ser eternas aprendizes ainda é possível ver empresas que trabalham em um nível de semi amadorismo, pois cada ação atropela a anterior e transforma tudo o que é produzido em nada em pouquíssimo tempo.
Além disso algumas pessoas poderão não entender a razão pela qual a bagunça sequer se encaixa em um amadorismo, e isto é simples, pois as empresas semi amadoras não possuem a organização necessária para poderem se declarar amadoras, pois não fazem nada com o amor necessário que tão definição pede no mínimo.
Por essa razão é fácil entender o que acontece dentro destas empresas que não se preparam para fazer o menor esforço, que acreditam que sua mera existência já seja suficiente e que os consumidores terão que correr atrás delas para adquirirem seus produtos e serviços, como se dependessem delas e só pudessem sobreviver porque elas assim o permitem.
Logicamente esta visão que não chega a simplicidade, por ser infinitamente inferior, é tão real e fruto das desilusões diárias de milhares de consumidores, e até mesmo de empresas parceiras, que investiram os sonhos em um lugar obscuro por terem a esperança de encontrar o que era desejado.
As empresas que param de suas atividades antes mesmo de iniciá-las já nascem fadadas ao desaparecimento, como se não acreditassem que a cada novo dia devessem agir como se fosse o primeiro e o último de suas atividades, não por colocarem o desespero em primeiro plano, mas por estarem preparadas para aprender diariamente, ouvindo e atendendo seus consumidores cada vez melhor para que consigam fazer parte da vida de mais e mais pessoas.

15 de julho de 2011

O autoconhecimento estratégico, com foco na melhoria contínua e na satisfação mútua das empresas e clientes em Marketing

Empresas mais fortes conhecem tão bem suas fraquezas que parecem não tê-las, do ponto de vista de cada concorrente que diariamente tenta copiar cada uma de suas ações, imitando até mesmo o modo como a produção é efetuada, só que sem o mesmo brilho e encanto que atrai aos consumidores que revelam seus desejos mais íntimos àquelas empresas que colocam a distribuição de informações em seu sangue desde o primeiro momento de atividade.
Ter pontos fracos faz parte de todas as empresas, o que nos leva a parar e pensar se isto é tão visível ou se na hora em que um cliente decide comprar um produto ou serviço isso irá interferir no seu uso.
No mesmo instante cada um passa a procurar pontos que podem ser frágeis para se atacar aos concorrentes em um local desprotegido e que terá um impacto muito maior do que se tentarem bater de frente.
Então a couraça existente, e que contém brechas pequenas, pode se desfazer rapidamente, só que nem sempre este é o local procurado pelas organizações, uma vez que diariamente elas tentam seguidamente imitar e bater no lugar em que os concorrentes são muito mais resistentes.
Desta maneira é necessário observar que muitas empresas não tentam avançar por imaginarem que seus concorrentes são imbatíveis e indestrutíveis, fato que comprovadamente não é real, pois todas as empresas, querendo ou não, passam pelo ciclo de vida, mas o que diferencia um seleto grupo é a capacidade de não se deixarem apagar quando chegam ao auge por ignorarem que um concorrente mais inteligente pode abocanhar sua fatia de mercado tão rapidamente que estas empresas nem saberão o que as atingiu.
Mesmo assim muitas empresas pecam ao não se comunicarem adequadamente, tanto com seus colaboradores quanto com seus clientes, transformando um processo que deve ser usado de forma inteligente em um amontoado de palavras que não se encaixam ou fazem sentido.
Mas esta realidade é vista por muitas pessoas como distante, algo que pode acontecer quando tudo funciona perfeitamente, só que dia após dias todas as pessoas se deparam com exemplos que transparecem o que há de pior dentro de muitas organizações, fazendo com que haja uma migração em massa para os concorrentes.
Também é possível que algumas pessoas achem que o tamanho de uma organização irá influenciar na disputa com empresas maiores, só que novamente é possível encontrar muitas organizações que, em termos de estrutura, são medianas e que colocam as gigantes do mercado para escanteio, usando a inteligência em cada ação e formando uma empresa integrada por completo, tendo um relacionamento com o consumidor muito bem desenhado.
Por isso é importante conhecer muito bem seu público-alvo, trazê-lo para dentro da empresa e buscar conjuntamente a satisfação de ambos, outro ponto que diariamente é deixado de lado porque as organizações ficam preocupadas demais em ter seus prazeres do que compartilhar experiências muito maiores com seus clientes fiéis.
O uso da inteligência dentro das empresas permite reduzir seus pontos fracos e não deixá-los expostos aos concorrentes, gerenciando a excelência já adquirida e investindo diariamente na melhoria contínua, tendo como reflexo direto um ambiente propício à criatividade e geração de ideias que abrirão as portas para a inovação, já que estas organizações preferem construir relacionamentos ao invés de barreiras.

14 de julho de 2011

Organizações tomadas pelo hábito do desenvolvimento contínuo, no planejamento e na troca de ideias em Marketing

Contar com um time de colaboradores é vital para o êxito de qualquer ação, seja ela para as pessoas dentro da empresa ou para seus clientes, tomando as decisões com base no conhecimento, criando e redirecionando as informações relevantes ao lugar adequado no tempo exato, fato que ocorre quando a visão da organização vai além dos lucros do presente e coloca em primeiro plano o uso amplificado de cada informação obtida no contato com os consumidores através de seus colaboradores, gerando um ciclo produtivo que só será extinto se a organização fizer o máximo para não se adaptar ao mercado, uma realidade presente em muitas empresas e que dá aos concorrentes as vantagens competitivas que tanto aguardam.
Formar um time não é algo difícil quando a empresa baseia suas decisões no conhecimento, pois traçam um planejamento de tal maneria que é muito difícil quebrar a ordem das ações, uma vez que todos os colaboradores acabam conectados e interessados em fazer o melhor a cada dia.
No entanto é possível encontrar no mercado empresas que fazem o oposto, que acham, e até acreditam, que seus colaboradores são formas de custos inseridos em um ambiente perfeito, e levam esta visão anuviada até os consumidores, pois não existe investimento em comunicação direcionada aos clientes, já que isto gera um custo que na visão destas empresas não traz retorno.
Isso é até passível de dúvida por um certo momento, mas diariamente inúmeras empresas preferem expulsar as pessoas, seus colaboradores e clientes, de seus ambientes, como se as ideias inovadoras e os desejos não as sustentassem ou mantivessem suas portas abertas, o que é facilmente perceptível e constatado.
Então tudo é feito com a intenção de desmotivar as pessoas, jogando-as de um lado para o outro a cada instante, criando regras esdrúxulas e inacreditáveis, pois limitam as oportunidades de se fazer muito mais com um investimento feito de forma inteligente.
Mas nem só de investimentos é possível alcançar o êxito, é necessário ter conhecimento suficiente para saber o que é vital e o que pode esperar um pouco, e é neste momento que as empresas deixam a desejar se possuírem um foco exclusivo em lucro sem o autodesenvolvimento, que exige um investimento em todas as áreas, especialmente no que tange ao capital intelectual, e como esta variável não é visível acaba jogada às traças na primeira oportunidade, pois muitas organizações não se preparam para incentivar o desenvolvimento dos colaboradores.
Por isso as melhores empresas são encontradas em um pequeno bloco, saltando aos olhos e se tornando o objeto de desejo de muitas pessoas, tanto nas oportunidades de se trabalhar nelas quanto de adquirir seus produtos e serviços, pois o consumidor quer e gosta de se sentir parte deste processo evolutivo que leva o mercado aos patamares mais elevados.
O desenvolvimento contínuo já foi uma opção há muitos anos, hoje é o básico e traz diferenciais que só fazem sentido quando o expectador é agraciado com a capacidade de perceber que evoluir faz parte da vida de todos diariamente, ou pelo menos daqueles que contam com um leve grau de inteligência.

13 de julho de 2011

A relevância das ações desenvolvidas com o conhecimento para a satisfação dos consumidores em Marketing

Muitas empresas preferem correr atrás do sucesso ao invés de buscarem o êxito que traz como consequência o sucesso, algo que pode não parecer realidade, mas que no fundo é o que torna uma organização competente de compromissada consigo mesma e com seus consumidores.
A relevância de muitas ações organizacionais tem como base o conhecimento, ponto que foge da realidade de muitas delas por não conseguirem entender como uma empresa funciona realmente, tratando todas as situações como problemas ou custos, demonstrando a incapacidade de avaliação do mundo real, já que vivem em uma caixa fechada em que o conhecimento não pode penetrar para não mostrar que sempre existem muitas soluções para uma mesma pergunta.
Desta maneira é possível olhar para o mercado e notar que as empresas dominadas por aqueles que acreditam ter o poder de decisão é que acabam desaparecendo mais rapidamente, uma vez que colocam seus consumidores em uma linha abaixo delas próprias, quando devem estar no mesmo plano que seus clientes e colaboradores.
Por isso é fácil entender que a mudança para outras empresas, tanto de clientes como de colaboradores, é um reflexo direto da cultura formada sobre a punição constante de todos aqueles que preferem fazer o que é certo, que evitam colocar o engôdo como fonte primária de ações e que guardam suas ideias porque jamais serão valorizadas por serem vistas como custos.
Então nada mais natural do que uma mudança de empresa, a saída repentina só é assim encarada por aqueles que não conseguem enxergar o que está diante dos olhos, que não entendem que um determinado negócio possui inúmeras maneiras de funcionamento e que ser a exceção é o que há de melhor, pois se todas as demais empresas são colocadas em um mesmo cesto é porque os clientes não as valorizam, como elas próprias não o fazem.
Mas além disso é interessante observar que diariamente os tropeços são causados pela falta de competência em lidar com o mundo real, trazendo novamente a figura de alguém de não pensa e acha que suas sugestões são respostas que resolvem tudo, e no fim das contas é o que acontece, pois o cliente se cansa, os colaboradores vão para os concorrentes e a empresa fecha suas portas, uma solução mais do que desejada pelo mercado.
Por outro lado existem os concorrentes que baseiam as decisões na comunicação, na troca de ideias e conhecimentos, que se fortalecem a cada novo dia ao compreenderem que o melhor que fizeram hoje não é o bastante para o dia de amanhã.
Com esta visão mais ampla e atual do mercado é necessário trazer o máximo de informações relevantes para dentro da organização, e os próprios colaboradores tratam de colocar a empresa em suas vidas de tal forma que não buscam realizar suas tarefas apenas por realizá-las, mas porque sabem que do outro lado há um consumidor para ser satisfeito plenamente através de todo o seu esforço e dedicação.