12 de janeiro de 2013

Administração e busca pela inovação em Marketing através do conhecimento

O melhor instrumento de inovação sempre é o conhecimento contido na própria empresa, no mercado e nos constantes estudos realizados para se atingir novos níveis de excelência, mas poucas organizações sabem realmente como lidar com seus negócios, e na maior parte do tempo fogem da proposta pela qual nasceram dando margens maiores aos concorrentes inteligentes e entregando de bandeja seus clientes.
Inovar é uma constante que acompanha a cultura organizacional das empresas inteligentes, fazendo parte do dia a dia de todos os colaboradores, como forma de criar soluções cada vez mais presentes no ambiente interno e que chegam até os consumidores.
Neste contexto a empresa passa a tornar viável a participação de seus colaboradores na criação de soluções melhores, na forma de produtos e serviços que podem, ou não, chegar aos consumidores, pois em determinados casos uma solução pode fazer muito sentido para o ambiente organizacional, e não tem a obrigatoriedade de chegar até o cliente diretamente.
Isto revela que as empresas também podem criar para si uma gama praticamente infinita de soluções, sendo constantemente administradas para evoluir, alcançando níveis diferentes dos concorrentes e tendo na vanguarda de mercado o reconhecimento.
Mas somente inovar não garante o êxito da empresa, pois se ela não possui excelência naquilo que produz jamais poderá inovar realmente, já que todas as suas ações serão baseadas na substituição contínua.
Então todos os processos organizacionais devem ser desenhados para que contemplem a inovação e o desenvolvimento, algo que raramente ocorre quando a empresa está ancorada em uma cultura que ignora o crescimento e a criatividade, baseando-se exclusivamente na manutenção da produção estática.
Desta maneira fica visível como são poucas empresas conseguem destaque no mercado, sendo usadas como referência do que de melhor pode ser produzido e entregue aos clientes, que ficarão satisfeitos e permitirão que a empresa passe a fazer parte de suas vidas.

10 de janeiro de 2013

O aprendizado contínuo na diferenciação da concorrência em Marketing

Organizações que sabem aprender podem colocar o desenvolvimento em suas culturas, fazer com que seus colaboradores tenham os devidos treinamentos e que a visão de mercado não seja estática, criando uma fluidez que torna a excelência uma constante aplicada na prática através dos colaboradores, com os estudos e pesquisas realizados e, acima de tudo, com a oportunidade de inovar continuamente.
Aprender continuamente não é um objetivo para as organizações inteligentes, pois esta constante tem bases em suas culturas, nas suas ações mais comuns, mais repetitivas e gera uma capacidade de inovação muito maior, pois cada detalhe analisado recebe a atenção de seus colaboradores por ângulos diferentes, sob a ótica de experiências distintas e de referências que colocam em movimento todo o conhecimento já obtivo.
Logicamente as empresas também trabalham com alguns processos que parecem estáticos, mas que mesmo não passando por grandes mudanças em um curto período trazem a melhoria de forma contínua, com foco na oferta de soluções e sem abandonar os fundamentos organizacionais.
Então cada uma das ações sai do comum, torna-se mais simples, mais efetiva, com uma presença viva no quotidiano dos colaboradores, saindo da mesmice que assola o mercado e oferecendo a todos, dos colaboradores aos consumidores, a solução desejada, tendo uma implantação gradual e compreendida.
Mas apenas agir não fará da empresa a referência do mercado, é necessário pensar, organizar as informações, conhecer o mercado, manter um relacionamento com os clientes e não ficar à sombra dos concorrentes, o que leva a compreender o quão desejado é um aprendizado, assim como sua aplicação é essencial e vital.
Além disso, é preciso saber que os colaboradores também precisam ter consciência do que fazem dia após dia, não como forma de mecanizar as ações, mas com foco em um desenvolvimento continuado, que abre espaço para novas soluções e traz referenciais externos de forma natural, sem a premissa de que só existe uma única resposta para cada pergunta.
E quando a empresa compreende que sempre existem inúmeras respostas para a mesma questão é que tudo se desenvolve de forma diferenciada, os conceitos continuam sólidos, só que absorvem novas percepções e dão estímulos para que o desenvolvimento saia do papel e do discurso, alcançando realmente a prática e fazendo do aprendizado uma referência reconhecida e usada por todos.

9 de janeiro de 2013

Criatividade, soluções e a comunicação eficaz nas organizações inteligentes em Marketing

Áreas que trocam informações continuamente conseguem criar soluções mais rapidamente, com uma eficácia que transforma a maneira como a comunicação é tratada, gerando sempre mais oportunidades à organização, incluindo-se aí a relação com o mercado, entre os colaboradores, com fornecedores, distribuidores e clientes, deixando um território propício ao desenvolvimento e que gera produtos e serviços que surpreendem consumidores e concorrentes.
Trocar informações é uma ação que gera desenvolvimento, que permite que os colaboradores observem com mais atenção o mundo que os cerca, retirando de diferentes locais as referências que podem ser aplicadas no dia a dia das empresas, saindo do ciclo comum e alcançando a vanguarda de mercado.
Esta troca constante também facilita a percepção de correções a serem efetuadas, para que nenhum cliente fique insatisfeito ou então migre para os concorrentes.
Só que nem todas as empresas sabem incentivar seus colaboradores a fazer o seu melhor, impedindo que a comunicação interna exista e evitando ao máximo o contato com o consumidor, como se a organização estivesse sob uma redoma impenetrável e recheada de perfeição, sem necessidade de se adicionar novos conhecimentos, de ampliar a visão de mercado ou de simplesmente fazer o que é correto.
Isto só aumenta ainda mais a vantagem competitiva das empresas inteligentes, deixando um terreno muito maior para ser trabalhado e fazendo com que cada oportunidade fique disponível àqueles que pensam e se comunicam.
Então a comunicação passa a ser uma ferramenta muito mais importante, e isto também se reflete no relacionamento com o consumidor, mas tem como foco principal a expansão da visão, trazendo informações das mais variadas naturezas à realidade organizacional e criando a chance de se satisfazer o cliente mais uma vez no instante em que ele adquire os produtos e serviços produzidos.
Por esta razão é que a comunicação deve ser uma das bases da fundamentação da cultura organizacional, lugar em que achismos não entram e o conhecimento torna cada informação aplicável ou não, demonstrando uma responsabilidade e maturidade da empresa para consigo mesma e para com o cliente.

7 de janeiro de 2013

A cultura de integração e desenvolvimento estratégico em Marketing

Nenhuma área deve agir contra a cultura da organização, especialmente quando o mercado global pode ser acessível e abrir novas oportunidades para a empresa, saindo de uma mesmice que se instala nos ambientes internos por meio de pessoas que sempre acham que já fizeram o suficiente e que não há mais nada para ser desenvolvido ou proposto.
Normalmente as empresas sofrem com a incompetência de determinadas áreas, que possuem uma visão completamente míope e comprometida com o isolamento de ideias, com a falta de desejo de desenvolvimento ou sequer uma leve melhoria, colocando em risco qualquer ação da organização.
Isto também leva a olhar para as áreas que tratam as pessoas como peças de reposição, especialmente quando a qualidade é vista como requisito descartável, pois nenhuma pessoa que é trazida para a organização é incentivada a colaborar, sem peça que funciona e tem prazo de validade.
Esta questão pode parecer irrelevante ou até utópica para algumas pessoas, mas é a realidade da maioria das empresas em certos mercados, já que até mesmo o consumidor é visto como uma unidade substituível e que tem como único atrativo o dinheiro que entrega para a organização.
Sendo assim a visão completamente míope domina a empresa, as áreas não se comunicam realmente, trocando informações vitais para a contratação de pessoas, para elaborar treinamentos que aumentem a qualidade e que gerem novas ideias, passando por um estágio perpétuo de estagnação e culpando os concorrentes por terem feito o que era necessário.
Isto também coloca muitas dúvidas sobre aquele mercado em especial, mas as empresas inteligentes sempre trabalharão com dúvidas sobre o que produzem, buscando respostas mais rapidamente, propondo soluções mais eficazes e se tornando a referência para as empresas medíocres que ficam à sua sombra copiando cada produto e serviço.
Mas também é possível observar que uma das áreas que mais deveria conhecer os colaboradores é a que menos possui conhecimento, pois ainda se intitula departamento de recursos humanos, colocando-se em uma posição diferente do restante da empresa e fazendo contratações equivocadas, sem saber o que a empresa faz e como trazer novas ideias para dentro da organização.
Este ponto pode parecer longínquo das empresas em geral, mas é o que domina o mercado, dando às pessoas um número, assimo como peças de reposição, e então há um fluxo infinito de troca de colaboradores, que ainda acaba visto como normal, só que se uma área não conversa com as demais o turnover sempre será elevado, pois a contratação não é exclusiva de uma área, e este posicionamento só é visto nas empresas inteligentes que fazem o máximo para que seus colaboradores permaneçam por muito tempo em seus ambientes, não por aprisioná-los, mas por dar-lhes a oportunidade de criar, pensar e propor soluções.

6 de janeiro de 2013

Diferenciação e inteligência nos investimentos e treinamentos de colaboradores em Marketing

Investir no desenvolvimento organizacional exige inteligência, fator raro e que não é comum na maioria das organizações, tornando o mercado receptivo àquilo que é diferente e atende aos desejos do consumidor, contando com um relacionamento simplificado e altamente construtivo para a empresa e seus clientes.
Muitas empresas não sabem investir por já nascerem com o foco em custos, sendo que seus consumidores são inclusos nesta ótica, algo que parece surreal, mas é o que normalmente se encontra em organizações que não sabem se desenvolver por já terem nascido sob a circunstância da cópia.
Com um mercado repleto de cópias é mais fácil para as empresas inteligentes encontrarem diferenciais a oferecer aos clientes, o que não significa um domínio do mercado, mas um referencial que leva aos consumidores inteligentes produtos e serviços inteligentes.
No mesmo momento é possível notar que o conhecimento dos clientes é que permite que a empresa se desenvolva, colocando à disposição da empresa informações mais novas, com oportunidades únicas e que serão aplicadas quando a organização sabe o que faz.
Só que também é preciso contar com colaboradores bem preparados, então cada investimento em treinamentos só se faz valer quando a organização os conhece bem, e isto não acontece na maioria das empresas, pois as pessoas são vistas como seres que devem ser adestrados para passar no processo seletivo e então funcionar com máquinas que só podem executar.
Isto também mostra que a organização adestrada sempre fará de tudo para que as pessoas sejam também adestradas, que funcionem ao invés de colaborar, que não saiam do óbvio, do comum e então apenas façam a troca do seu dinheiro por produtos e serviços, criando um mercado completamente estático e que não tem capacidade de competir com outras empresas.
Enquanto isso as empresas inteligentes criam oportunidades para que seus colaboradores sejam treinados, não se prendem aos conceitos estáticos de contratação de pessoas, pois todos os colaboradores podem pensar livremente, criando soluções e saindo do modelo que transforma todas as pessoas em seres iguais.
E esta ação também vai fazer com que a empresa inteligente conquiste um cliente inteligente, que possui conhecimento e sabe que para receber o melhor terá que encontrar a empresa que oferece as melhores condições para que seus colaboradores se desenvolvam e pensem indo na contramão daqueles que ainda possuem departamentos e tratam os seres humanos como recursos.
Mas mesmo assim o mercado está recheado de organizações que não sabem o que querem, usam modelos antiquados de contratação, ainda mais quando colocam em seus discursos que prezam a inteligência e criatividade das pessoas, mas quando vão contratar só aceitam quem está enquadrado no modelo de peças de substituição, ao qual alocam o termo perfil ideal.
Então o vazio consome os mercados, ainda mais quando as pessoas que pensam são vistas como problema, só que estes problemas geram soluções, e isto dá trabalho àquelas empresas que se fecham em si e são responsáveis exclusivamente por produzir, sem inovar, sem pensar e sem viver, ficando à sombra dos concorrentes inteligentes.

5 de janeiro de 2013

Referências de mercado e alocação dos diferentes conhecimentos nas organizações em Marketing

As referências mais importantes de um mercado sempre alocam um conhecimento onde anteriormente outros acharam que não era possível, apontando para um aprendizado que muda a maneira como as empresas inteligentes observam as soluções, focando na aplicação do conhecimento e não simplesmente nos referenciais internos já conhecidos.
Mudar a forma como a empresa busca novas soluções é um passo muito importante em qualquer mercado, ainda mais quando as pessoas estão habituadas a sempre fazer as mesmas coisas, a achar ao invés de pensar, como se apenas processassem ordens e não passassem pela influência do conhecimento.
Esta mudança só ocorre dentro de empresas que já nasceram com a vocação para mudar, não da forma comumente vista como mudança, mas com o foco na melhoria, que é na verdade a mudança que toda empresa deve trabalhar.
Isto também vai levar à amplificação do uso das informações, saindo do comum e partindo para o diferente, que torna o caminho da vanguarda disponível e de acesso facilitado, o que não significa deixar de aprender, de se desenvolver e aplicar o conhecimento realmente.
Enquanto isso as demais empresas ficam presas aos trilhos fechados em círculos, que não levam a lugar algum e apenas mantém as práticas em um estado eterno, pois estas organizações jogaram suas âncoras e não vão sequer cogitar a possibilidade de recolhê-las para percorrer outros mares.
Mas para o bem do mercado existem organizações que vão buscar referenciais em lugares que somente a inteligência pode apontar, também se adaptando aquele conhecimento à cultura organizacional, trazendo o máximo de informações à sua realidade e fazendo com que a participação dos colaboradores seja uma das constantes que mais traz inovações e soluções ao mundo real.

4 de janeiro de 2013

Integração, comunicação e inteligência no desenvolvimento organizacional para a diferenciação de produtos e serviços em Marketing

O tráfego interno de informações abre caminho para a distribuição do conhecimento, gerando novas ideias, colocando a criatividade em primeiro plano e tornando cada canal de comunicação muito mais eficaz, sem que isso signifique extirpar um canal ou então tornar a empresa refém de um único modelo.
Comunicar-se com as demais áreas, e colaboradores, é um princípio básico para qualquer empresa, que traz oportunidade de se melhorar ao expandir a distribuição do conhecimento internamente, mas são poucas as empresas que sabem que podem compartilhar informações e então transformá-las em produtos e serviços.
Esta ocorrência é tão comum que é possível entender o que leva um pequeno grupo de organizações a se tornar a referência, ditando o que o mercado vai ou não receber, como os produtos e serviços serão desenvolvidos e quando há novas tecnologias inclusas no dia a dia da empresa.
Além disso, é necessário observar atentamente que de nada adianta contar com sistemas de última geração se as pessoas não sabem lidar com eles, e isto chega a parecer impossível, só que é a realidade na maioria das organizações, pois os colaboradores não recebem os treinamentos, além de serem contratados como peças repositórias e não pessoas.
Isto também aponta para uma incompetência embutida na maioria das empresas, pois pessoas são descartadas já no processo seletivo, dando-se preferência a quem executa ordens daqueles que coordenam o processo e que não sabem o que a empresa, para a qual trabalham, faz.
Então o que acontece dentro da empresa é uma incessante busca por mecanismos e não pessoas, revelando que pensar é um crime e que máquinas que recebem ordens são melhores, colocando em primeiro lugar a ignorância.
Ainda assim é possível ver que os supostos processos de seleção não agregam nada às empresas quando feito para repor pessoas, que visam trazem seres adestrados para dentro da organização, e isto é tão comum que todo processo seletivo possui uma cartilha de normas a serem seguidas pelas pessoas, e não é colocada em pauta a capacidade em si, mas como o adestramento é executado.
Esta opção faz com que as empresas percam a criatividade, colocando uma comunicação extremamente limitada no foco, se é que existe a comunicação, mas também aponta para a falta de compromisso das organizações para com as pessoas, já que todas são tratadas como peças que podem ser trocadas a qualquer instante, como se fossem máquinas a serem substituídas.
Então a constatação de que a própria empresa não se comunica adequadamente é evidente, por isso uma área não sabe o que a outra produz, criando um modelo em que ninguém pode conversar com ninguém, além de fazer de cada pessoa uma peça sobressalente e não uma fonte de criatividade, com experiências diferenciadas e que tornam possíveis os desenvolvimentos contínuos da empresa.

3 de janeiro de 2013

O aprendizado organizacional e a autoanálise como diferencial competitivo e estratégico de Marketing

Analisar o mercado constantemente favorece o desenvolvimento organizacional, gera oportunidades de criação e traz informações mais precisas sobre o ambiente, levando-se em conta também os concorrentes e as ações tomadas para que a sua empresa deixe de fazer parte da vida de seus clientes.
Empresas que analisam constantemente os ambientes conseguem obter maior vantagem competitiva quando comparadas com os concorrentes, mas poucas estão aptas a olhar para todo o cenário que se apresenta e tomar decisões que levam a romper com as práticas que já não alcançam resultados positivos.
Isto aponta para um direcionamento à mecanização de ações dentro das empresas que se apegam demais às práticas que hoje não são mais essenciais, assim como abre espaço para que estas mesmas práticas evoluam quando a organização é inteligente o suficiente para saber que deve melhorar em todas as áreas continuamente.
Mas o mercado também deve evoluir, não há como disponibilizar produtos e serviços sem que os mesmos não se encaixem no ciclo de vida do mercado, dos consumidores, dos produtos ou serviços e da própria empresa, colocando mais variáveis sob uma análise.
Além desta ação é preciso que as mensurações internas também abriguem o aprendizado e desenvolvimento de soluções novas, para seus colaboradores, tendo base em treinamentos, estudos e pesquisas direcionados às habilidades individuais, outro ponto que não é visto com bons olhos pela maioria das empresas.
Então a empresa que valoriza a habilidade individual e a trata como um diferencial a ser conectado com as habilidades dos outros colaboradores consegue obter uma vantagem competitiva rara e que coloca a empresa em um nível estratégico muito acima das organizações comuns.
Só que somente isto não é o suficiente, pois a empresa que se dispõe a aprender continuamente precisa olhar o que não funcionou, evitando tratar a ação mais assertiva do concorrente como uma oportunidade para encontrar culpados e usar os supostos erros como desculpa para se desfazer das pessoas.
Mas o que acontece normalmente é a incessante busca por culpados, a empresa parece caçar pessoas que sejam colocadas como o responsável pelo erro, só que estas organizações não analisam realmente que nem sempre se trata do erro em si, mas de uma competência maior dos concorrentes, só que é muito mais fácil culpar uma ou duas pessoas do que entender que a empresa como um todo pode ter deixado de fazer o seu melhor.

2 de janeiro de 2013

Comunicação inteligente e desenvolvimento organizacional dentro das estratégias de Marketing

Investir na comunicação é uma ação que deve ser constantemente mensurada, não para que haja o corte no contato com o consumidor, mas para que a empresa compreenda realmente se está ou não em contato com as pessoas certas, evidenciando uma estratégia direcionada àqueles que trarão mais oportunidades à organização.
O tratamento dado à comunicação mostra claramente como a empresa se relaciona com o mercado, mas poucas percebem que sem a comunicação com o consumidor ficarão à mercê das ações dos concorrentes, e quando existem dificuldades a primeira ação das empresas é cortar qualquer contato com os clientes.
Esta ação é comum porque as empresas não sabem o que fazem, e então qualquer relacionamento mantido com o cliente é descartado, pois é visto como custoso e desnecessário, assim como a empresa é para o mercado.
Por esta razão é que poucas empresas se destacam no mercado, e conseguem manter suas bases de clientes quase intactas quando existem dificuldades, pois não param de se comunicar com o consumidor e então contam com a continuidade das vendas, ao contrário das empresas ignorantes.
Mas, além disso, é preciso observar que as empresas que estão em contato constante com o cliente não passam por situações difíceis com muita facilidade, evidenciando um relacionamento muito positivo com o consumidor e fazendo-se valer das informações que recebem e transformam em produtos e serviços a oferecer.
Então o grande diferencial das empresas inteligentes está na comunicação com seus consumidores, fazendo uma renovação constante na base de informações, criando e desenvolvendo produtos e serviços em parceria com o cliente, alcançando e mantendo a vanguarda de mercado ao ser competente o suficiente para compreender os ciclos de vida com o qual lidam diariamente.

1 de janeiro de 2013

Conhecimento e simplificação de ações como forma de diferenciação estratégica em Marketing

Simplificar processos faz com que a empresa se conheça profundamente, que opte por tornar suas informações acessíveis em seu ambiente interno e interaja com os consumidores para desenvolver novas soluções, gerando uma curva crescente de aprendizado e aplicação de experiências distintas que trazem a inovação para o quotidiano organizacional.
Empresas que tratam com simplicidade suas ações conseguem estabelecer níveis de excelência em seus ambientes internos, tendo um controle sobre os rumos que serão tomados e, ainda assim, não perdendo suas particularidades e diferenciais em meio às demais organizações concorrentes.
Isto é fruto de uma cultura que consegue criar um vínculo entre a cultura da organização e os desejos de seus clientes, levando em conta cada informação coletada, colocando esta mesma informação nas mãos de seus colaboradores e abrindo caminho para que o uso das informações seja pleno.
Além desta opção é preciso notar que estas organizações criam fluxos de trocas internos, sem que o ambiente externo fique isolado ou que a empresa feche seus olhos para o mundo, colocando cada organização em um nível de referência diferente, aproveitando-se de boas ideias, trazendo novas práticas para a empresa e criando caminhos que não são trilhados pelos concorrentes.
Mesmo assim é necessário contar com colaboradores que compreendem os fluxos internos, que olham para todos os ambientes e tragam soluções inovadoras, mantendo a empresa na vanguarda de mercado e atendendo aos desejos dos consumidores de modo a surpreendê-los continuamente.
Logicamente as surpresas podem parecer limitadas, mas não o são quando o conhecimento é distribuído internamente, quando a empresa opta por ter colaboradores bem preparados e ainda investem continuamente em treinamentos direcionados.
Mas esta relação é muito complexa para as empresas que enxergam tudo como custos, até mesmo quando o cliente se desloca até um ponto de venda e adquire um produto ou serviço, pois a organização precisa arcar com o custo do salário do colaborador, algo que parece utópico, mas é a realidade em mercados irrelevantes.
A simplicidade só pode ser atingida quando a empresa consegue conversar internamente e com seus clientes, um fato raro e que coloca em evidência um pequeno grupo de organizações, tornando-as referência para as demais e mantendo a vanguarda de mercado sem qualquer ameaça momentânea.