13 de março de 2013

A inteligência da engenharia comercial em Marketing

Construir uma estrutura organizacional que funcione requer uma engenharia comercial fundamentada em conhecimento, tornando-se imprescindível para a conectividade e individualidade das áreas ao mesmo tempo, fazendo com que todos os focos sejam respeitados e que esta gama de visões se encaixe perfeitamente ao entregar para os consumidores os melhores produtos e serviços.
O conhecimento é pouco aplicado dentro da maioria das organizações que se encontram em mercados semiamadores, não levando em conta os benefícios de se expor mais informações aos colaboradores e fazer com que eles sejam realmente criativos e proponham soluções inovadoras.
Isto ocorre porque a maioria das empresas não pensa antes de agir, entrando em um processo produtivo que consome todo o seu tempo, que ignora treinamentos e estudos, além de trabalhar apenas com estoques em todos os níveis, envolvendo neste conceito os seus colaboradores e clientes.
Desta forma a empresa passa apenas a funcionar, e este termo é levado ao extremo quando uma pessoa é denominada funcionária, pois ela apenas executa as instruções de cada tarefa e nada mais, tendo que abandonar todo o conhecimento que possui, as suas experiências e principalmente qualquer sugestão que venha a criar uma solução.
Por outro lado existem mercados em que produzir é uma consequência de uma estrutura muito bem elaborada, que se expande além do ambiente interno organizacional e alcança fornecedores, distribuidores, colaboradores, clientes e até mesmo a concorrência global, pois apenas as empresas, e pessoas, inteligentes conseguem aprender e fazer uso do conhecimento continuamente.
Então a tomada de decisões não é baseada somente no achismo ou no presente, pois a organização tem uma base de referência muito mais ampla e que traz grandes oportunidades de se atender aos desejos dos clientes quando há uma relação direta com o conhecimento e experiências dos colaboradores e, porque não, dos consumidores também.
Mas são poucas as empresas que assumem estas responsabilidades para si, saindo do ciclo, vicioso, que as cega para alcançar um lugar de destaque ao fazer o básico e mais simples, deixando evidente que todas as suas áreas pensam em conjunto e disponibilizam todo o conhecimento disponível no instante em que precisam criar uma nova solução.
Mesmo assim estas empresas inteligentes não se isolam do mercado, buscando continuamente referências que as apontem novas soluções, até mesmo no instante em que outra organização comete seus equívocos, novamente evidenciando a ação rara e que revela os diferenciais mais importantes em favor daqueles que pensam e distribuem uniformemente o conhecimento em seus ambientes organizacionais.
Este posicionamento também fará com que a empresa traga inúmeras informações que não serão utilizadas dentro de seus processos, alimentando outra fonte que é conhecida e serve de referência daquilo que não se deve praticar, criando um universo muito mais amplo de informações e que só é gerida dentro das empresas inteligentes.
Com esta ação a empresa também dá aos seus colaboradores a oportunidade de conhecer o que pode ser usado como base para outras inovações e soluções, pois nenhum conhecimento é completamente descartável se as pessoas sabem o lugar ideal para alocá-los.
Também é interessante observar que as organizações mais inteligentes simplificam suas ações ao extremo, até mesmo quando se utilizam das tecnologias mais avançadas e vanguardistas para entregar aos seus clientes produtos e serviços diferenciados, principalmente por sempre trabalharem em parceria com seus consumidores e tornar o relacionamento profundo e construtivo, saindo do ciclo de relacionamento com o cliente que apenas existe durante um procedimento de venda, algo muito comum nas organizações que apenas produzem.
As empresas inteligentes jamais deixam seus processos de desenvolvimento parar no tempo, atualizando-os continuamente e aproveitando todo o ciclo de vida existente, não porque deseja que seus produtos ou serviços fiquem obsoletos com o passar dos dias, mas porque sabem que o consumidor inteligente sempre aguarda inovações e soluções diferenciadas e contemporâneas.

12 de março de 2013

Benchmarking inteligente e diferenciação da concorrência em Marketing

Em nenhum momento de sua história a empresa deve se comparar exclusivamente com seus concorrentes, para que não perca suas referências internas ou que vire refém das escolhas que ela não poderá fazer, assumindo assim uma posição de dependência da tomada de decisões daquelas organizações que diariamente fazem por merecer a preferência do consumidor e tomem a dianteira da inovação de mercado.
Ter ciência do desenvolvimento organizacional favorece a criação de novas soluções, trazendo novas propostas para o ambiente interno e fortalecendo os laços entre as áreas, deixando evidente que a empresa acaba por competir quase que exclusivamente consigo mesma no mercado, mas sem ignorar que os concorrentes também são referenciais a se observar para aprender sem precisar copiá-los.
Então a integração das áreas acaba por se tornar o universo a ser mensurado, sem comprometer a criatividade ou limitar o conhecimento a uma única linha, ao mesmo tempo em que a excelência passa a ser uma constante e não mais um objetivo, satisfazendo clientes e diferenciando-se da concorrência.
Desta forma toda referência passa por filtros que vão aliar o conhecimento já existente com os novos adquiridos, tanto pelos estudos e pesquisas desenvolvidos internamente com foco na inovação quanto os que se baseiam na concorrência e suas ações, tornando todo o processo muito mais amplo e inteligente.
Além disso, é preciso observar que as organizações inteligentes criam processos mais precisos quando possuem referenciais internos, que mensuram suas ações, desde o resultado atual daquilo que produzem até a gama de ideias novas que surgem, estudando-as e verificando suas viabilidades.
Este comportamento também fará com que a empresa encontre mais soluções ao longo do tempo, trazendo realidades distintas para o seu ambiente interno, pois cada organização do planeta possui um universo próprio chamado de cultura, que engloba todo o conhecimento único que elas possuem e dão usos e aplicações diferentes dentro de suas estruturas.
Mas mesmo assim muitas organizações, através das pessoas, não enxergam o mercado como um oceano repleto de oportunidades para aqueles que dão atenção para seus ambientes internos e na relação com os clientes, ficando encobertas pelas decisões das organizações inteligentes de determinam os rumos do mercado e satisfazem clientes plenamente, sem perder o foco interno e mesmo assim deixando que o conhecimento externo adentre o ambiente e faça com que seus colaboradores se tornem ainda mais criativos e importantes em tomadas de decisões.

11 de março de 2013

O desenvolvimento e o alinhamento contemporâneo da cultura organizacional em Marketing

A cultura organizacional deve acompanhar o desenvolvimento contínuo da empresa como um todo, aliando-se às inovações existentes em todos os campos, aproveitando-se da oportunidade de crescimento em todos os níveis, principalmente no relacionamento interno que se estende até o consumidor e gera uma linha contínua que conecta pessoas e empresas de maneira inteligente proporcionando a satisfação de ambos os lados.
Muitas empresas apenas contratam pessoas para preencher vagas, criando perfis que na verdade só apontam para aqueles que executam tarefas como máquinas, que não se permitem crescer ou sequer pensar, gerando assim todo um movimento que paralisa o mercado e traz a rotatividade como única constante presente dentro das empresas medíocres.
Isto revela que o maior interesse organizacional é na verdade retirar o dinheiro do consumidor através de sua produção e só, nada mais do que isso, sem diferenciar-se das empresas comuns, sem buscar outros conhecimentos para manter suas atividades, usando e abusando de contratações baseadas em modelos mecânicos e que não agregam valor algum à empresa, pessoas e até mesmo à própria sociedade.
Por outro lado é possível encontrar organizações inteligentes, que sabem que o desenvolvimento não é um acontecimento, mas uma regra natural, que traz muita inovação e geração de conhecimentos mais amplos ao longo dos anos, deixando a evolução presente no dia a dia de todos e tornando cada ação muito mais efetiva do que era no início de sua aplicação.
Também é preciso observar que poucas organizações se preparam para lidar com o mundo real, deixando a mera mecanização universal para fazer por merecer um posicionamento de destaque, assumindo primeiramente todas as suas responsabilidades e contando com colaboradores tão bem preparados que a inovação deixa de ser um desejo para se tornar mais uma das constantes do ambiente em que estas empresas se colocam ao evoluir.
Então a adaptação é muito mais rápida, efetiva e natural, tornando-se tão presente que se insere na cultura e a faz viva, assim como as pessoas que diariamente têm novas ideias e as colocam no centro de estudos e pesquisas para avaliar a viabilidade real, bem como são estudados os momentos do mercado com a finalidade de dar ao cliente mais do que um produto ou serviço.
Com isso, é gerada uma experiência que sai da compreensão da maioria das empresas produtoras, pois o segredo não está preso exclusivamente ao material, viabilizando uma relação muito mais detalhada e profunda entre consumidor e empresa, abandonando meras contratações de pessoas que funcionam para efetivar a colaboração plena, sem que para isso tenham que perder o foco do negócio ou tentar agradar a todos os consumidores do planeta.
Deste modo fica evidente como a cultura das pessoas e das empresas deve ter uma proximidade natural, por meio dos valores comuns e do interesse em criar novas soluções, utilizando-se dos mais diversos conhecimentos disponíveis e passando a compreender todos os ciclos de vidas envolvidos na oferta de produtos, serviços e experiências aos seus clientes.

10 de março de 2013

A diferenciação inteligente das empresas humanizadas em Marketing

Empresas medíocres contratam colaboradores baseando-se naquilo que elas querem não no que podem obter ao trazer para seus ambientes mais pessoas inteligentes, criando um ciclo que faz com que todo ser humano seja tratado como uma peça que possui um perfil estático e apático, que não toma decisões por conta própria e está dentro da empresa apenas para funcionar, demonstrando assim o que é um funcionário para aqueles que nada sabem e só buscam números para preencher as vagas organizacionais.
No mercado global existem pouquíssimas empresas inteligentes, que trazem para seus ambientes novos conhecimentos, que não se prendem aos rótulos dos perfis e que pretendem realmente crescer, fazendo por merecer o reconhecimento e humanizando as relações internas e com o exterior.
Isto revela que estas organizações não viraram reféns da ignorância que domina as empresas que se tornam comuns, fazendo apenas parte de uma conta que fecha sempre com mais uma organização igual às outras, que nada de diferente tem a oferecer e cria ilusões para si que passam a ser o respaldo das péssimas práticas que paralisam o mercado por completo em determinadas regiões.
O mais interessante é que as piores empresas passam a culpar as demais pelos seus fracassos, por isso elas lidam com perfis que criam moldes de pessoas, coisificando gente intencionalmente e transformando este processo em algo comum.
Por esta razão é que as empresas se prendem aos conceitos em que pessoas dependem de organizações, mas há um bom tempo isto não é verdade, pois as empresas inteligentes acompanham o desenvolvimento e fazem o máximo para se diferenciar do comum, para sair do marasmo e tornar útil todo o conhecimento de seus colaboradores, mesmo que um produto ou serviço criado precise ser estudado por mais tempo antes de chegar às mãos dos clientes.
Então a inteligência passa a ser cada vez mais rara nos mercados, pois tudo se torna comum, chegando ao cúmulo de ser vendido como aquilo que de fato é verdadeiro, mas pessoas não são objetos, tampouco devem ser tratadas como coisas que podem ser formatadas porque o comum é melhor que o diferente, algo completamente ilusório e utópico.
Mesmo assim muitas organizações ainda buscam se encaixar nos trilhos perpetuamente fechados em uma caixa de ignorância que não permite usar todo o potencial criativo das pessoas, e aí escravizam os seres humanos a seguirem padrões esdrúxulos e incabíveis nos dias atuais, gerando assim um movimento que não toma por referência a diferenciação, mas sempre a substituição de peças.
Com isso acontecendo fica evidente que as empresas viram reféns dos modelos que elas criaram para eliminar os problemas, problemas que na verdade são pessoas que pensam por elas próprias e que trazem sugestões, criando um desafio para os gestores que envolvem diretamente suas limitações profissionais, pois sequer sabem o que as suas equipes de colaboradores fazem, fato que parece fantasioso, mas é tão comum que vira o padrão para mercados onde o desenvolvimento é apenas discurso que não deve ser praticado.
E desta maneira estas organizações criam dependências das escolhas que as empresas inteligentes tomam, seguindo o mesmo caminho, deixando tudo muito mais comum e igual, tratando clientes como peças armazenadas em um estoque e tendo seu maquinário também composto por gente que apenas funciona o suficiente para produzir e nada mais.
Diferenciar-se dos concorrentes é uma habilidade com a qual poucas empresas sabem lidar, pois não criam fantasias para igualar pessoas e conhecimentos, mas trabalham com a multiplicidade existente, tornando-se assim mais criativas, inovadoras e dignas da atenção dos consumidores mais inteligentes do mercado.

8 de março de 2013

A diferenciação inteligente, no uso dos ciclos, voltada à construção da melhoria contínua em Marketing

Processos cíclicos ainda são utilizados pelas empresas que não buscam o desenvolvimento, deixando para as organizações inteligentes uma modelagem diferenciada quando o assunto são seus processos internos e de relacionamento com o ambiente externo, gerando um ciclo espiral crescente, que torna processos fortes o suficiente para suportar melhorias e então elevar o nível de excelência organizacional.
Quando as empresas compreendem as oportunidades existentes na remodelagem de um ciclo podem alcançar níveis elevados de excelência, aproveitando-se dos mais diferentes conhecimentos existentes em seus ambientes e na convivência com fornecedores e distribuidores.
Logicamente o mercado está repleto de empresas que vão à direção oposta do desenvolvimento contínuo, fechando-se em ciclos que só se repetem sem inovar ou diferenciar-se da concorrência, dando ao consumidor apenas mais um produto ou serviço.
Isto ocorre porque as empresas sentem medo de se desenvolver, criando assim o mito de que seus blocos (áreas) são incomunicáveis e desconectados uns dos outros, colocando neste modelo também as ideias, que acham que já tiveram as melhores e nada bom o suficiente pode superar o que já foi feito, deixando evidente que a inteligência passa longe dos gestores.
Enquanto estas organizações brincam com o mercado há um grupo muito seleto de empresas que opta pelos desafios do crescimento, desenvolvimento e criatividade, que não se acomodam ao conquistar um resultado positivo, que, gradativamente, vão alcançando postos mais elevados dentro dos níveis de comparação do cliente inteligente que sempre opta por organizações que não usam âncoras, mas sim raízes.
Então o grande desafio na verdade é superar a própria empresa continuamente, tendo no relacionamento interno o termômetro indicador de como está sua relação com o cliente, trazendo também uma percepção mais apurada do contato com fornecedores e distribuidores, gerando assim uma parceria que engloba a organização e todos aqueles que participam ativamente do processo que gera em seu final um produto ou serviço entregue ao consumidor.
Além disso, é possível verificar que poucas organizações estão preparadas para lidar com pessoas, e este é o grande diferencial das empresas inteligentes, que não apegam aos perfis daquilo que é comum, trazendo sempre novas ideias, percepções e universos diferenciados de informações ao ambiente interno, priorizando o conhecimento ao invés do engessamento que ancora conceitos já ultrapassados nas organizações que nascem neste exato momento.
Aproveitar com inteligência os mais diversos ciclos é uma necessidade básica para as organizações inteligentes, que não se prendem aos trilhos cíclicos que não levam a lugar algum e ainda estão sob os túneis sem saída, apenas comprovando que padrões são para objetos e não pessoas, algo muito diferente do que ocorre em empresas que acham que devem trabalhar com perfis medíocres e que só trazem para dentro da organização mais do mesmo.

6 de março de 2013

A visão organizacional diante das oportunidades de mercado e o uso do conhecimento no ambiente interno em Marketing

Nenhum conhecimento é suficiente se as empresas fazem o máximo para evitar seu uso, tornando cada área um bloco isolado e mecanizando todas as ações das pessoas, desde seus colaboradores até seus clientes, chegando ao ponto de torná-las parte de um estoque que pode ser reposto.
Muitas empresas são inimigas do conhecimento porque baseiam suas decisões no achismo, criam ilusões que tornam as pessoas peças de um jogo em que o perfil adequado fica acima da capacidade inovadora, uso do conhecimento e a diferenciação natural de cada ser humano.
Isto coloca em xeque qualquer possibilidade de desenvolvimento, pois estas organizações viram escravas de processos descabidos, retirando das pessoas a oportunidade de criar e reinventar, abolindo até mesmo a liberdade do pensamento, pois se um colaborador pensa ele é um criminoso que trará oportunidades de mercado que a empresa não quer porque terá que se desligar dos processos atuais.
Este modelo de comportamento organizacional é facilmente encontrado nos mercados em que o conhecimento é praticamente inexistente, pois as pessoas são transformadas em escravas de modo velado, como se dependessem das organizações para sobreviver, fazendo da estagnação do mercado a principal atividade, além de tornar a produção da matéria-prima o ápice local, pois assim nenhuma pessoa poderá sugerir algo novo.
Então a falta de condições para que as pessoas criem é evidenciada e passa a ser o discurso vazio que irá tornar o mercado completamente descartável para os demais, já que não traz valor agregado àquilo que produz e as empresas viram concorrentes a menos dentro da globalização.
O mais interessante é que o mercado vira refém das decisões dos outros mercados, mas isto sequer é percebido, pois as pessoas são aprisionadas em seus cabrestos e nada podem fazer, já que o processo mecânico domina o território e adestra os seres humanos de forma a impedir qualquer diferenciação no comportamento das pessoas.
Partindo deste princípio também fica claro que todo o passado diferenciado é apagado aos poucos, como se jamais tivesse existido, criando uma lacuna em que as pessoas são apenas números e não mais indivíduos que podem pensar, maximizando todo o processo que tem como base igualar o que jamais será parecido.
Estes procedimentos vão colocando as empresas do mercado em um poço que não permite saída, pois a manipulação das informações é tão elevada que o simples questionamento se torna inviável, pois as perguntas são proibidas e eliminadas de qualquer contexto, pois o comum é não procurar respostas e sim funcionar como máquinas que seguem sobre trilhos apenas para cumprir tarefas.
Mas para a sorte dos consumidores inteligentes existem mercados que se livram do comum ao priorizarem o conhecimento e sua distribuição, retirando barreiras entre as áreas e focando na comunicação entre os seres humanos em todos os níveis, somando ao invés de perpetuar a mesmice, criando e recriando sempre com a intenção de alçar voos mais altos e revelando que nenhuma pessoa do planeta é igual às demais, e por isso as organizações investem em desenvolvimento de habilidades para que cada colaborador traga realmente uma nova visão sobre as oportunidades que o mercado oferece àqueles que se livram da ignorância.

5 de março de 2013

Melhoria contínua e excelência constante dentro das organizações em Marketing

A excelência não é um nível a ser mantido, mas a ser constantemente superado pelas organizações inteligentes que aproveitam o relacionamento com os clientes para desenvolver inovações, trazendo para dentro de seus ambientes as informações necessárias para que cada área atinja seu máximo e coloque nas mãos dos consumidores mais do que produtos e serviços trocados por uma soma em dinheiro.
As organizações inovadoras sabem que seus melhores produtos ou serviços sempre serão os próximos a serem produzidos, nascendo com esta cultura em que hoje aplicam o máximo de seus potenciais e já vislumbram o futuro com algo ainda maior, não deixando que a excelência de hoje vire a constante que limita a empresa apenas a um produto ou serviço que ficou na memória dos consumidores.
Inovar é um procedimento que possui uma gama de processos bem conectados com a criatividade, que não ignoram o universo de informações disponíveis no mercado filtrando e direcionando-as às respectivas áreas sem impedir que estas mantenham contato e criem produtos e serviços melhores.
Além disso, é possível notar que a melhoria contínua é uma constante nos ambientes inteligentes, fazendo da excelência do hoje a base para o desenvolvimento futuro, buscando encantar o consumidor e surpreendê-lo ao longo dos anos de relacionamento.
Mas hoje é possível observar uma característica muito distante disto, as empresas usam todas as suas forças para agarrar um cliente e depois deixá-lo no estoque, pois ele já cumpriu com sua parte ao dar seu dinheiro em troca de um produto ou serviço.
Este modelo de comportamento inunda mercados em que a falta de conhecimento é a regra, aqueles que possuem a informação são a exceção e passam até pela criminalização, pois se o cliente é enganado a culpa sempre é do outro, prática que assola sociedades e vira modelo econômico dos incompetentes.
Desta maneira o consumidor é transformado em uma peça substituível, que pode ser estocada e se não puder mais dar dinheiro para a organização é descartado.
Enquanto isso ocorre existem empresas que optam pelo lado oposto, tornando viável o relacionamento com o cliente e trazendo ao mercado produtos e serviços desejados, sem focar exclusivamente no dinheiro das pessoas, mas também não deixando de lado o valor de tudo aquilo que produzem.

4 de março de 2013

O uso e a aplicação do conhecimento dentro das empresas vanguardistas em Marketing

Empresas que usam as hierarquias como forma de barrar o desenvolvimento contínuo deixam para seus concorrentes as melhores oportunidades de mercado, abrindo mão da distribuição do conhecimento, da geração de ideias e de qualquer visão que traga a inovação para o ambiente organizacional.
Organizações inteligentes não bloqueiam o desenvolvimento sob a falsa premissa da hierarquia, de cargos que se tornam a definição das pessoas, criando assim um ciclo em que todos os colaboradores, sem exceção, participam ativamente do processo contínuo de criatividade colocado em prática diariamente.
Isto revela um foco completamente vanguardista e distante demais da realidade das empresas que preferem minar a criatividade, que não aproveitam o conhecimento das pessoas e que buscam apenas processar continuamente as mesmas coisas, incluindo-se também as próprias pessoas que passam a ser encaradas como meras peças.
Então a visão de mercado das empresas competentes vai além do mero questionamento daquilo que deve ser feito, para manter tudo do mesmo jeito, abrindo mão de certas padronizações para ter como consequência o reconhecimento como as melhores organizações, do mercado local ou global.
Além disso, é possível notar que as empresas inteligentes não se prendem ao passado como fonte exclusiva de referência para o que virá no futuro, aproveitando-se do presente para sair dos círculos fechados que não levam a lugar algum por terem a certeza de que seus clientes também são inteligentes e não querem mais do mesmo eternamente.
Com este posicionamento diferenciado as melhores empresas acabam virando alvo da culpa da incompetência das organizações comuns, pois as empresas que se sufocam através da eternização de um passado que já não faz mais sentido sempre buscam encontrar um culpado pelo seu fracasso.
Mas o mercado também recebe a influência da sociedade que torna possível todas as atividades, e nos mercados em que evoluir é inviável existe a perpetuação da mesmice, um marasmo criativo que não faz uso das teorias e práticas que podem colocar todas as empresas em um franco desenvolvimento, pois preferem não fazer nada e esperar que tudo aconteça de repente.
E deste jeito as empresas vão criando apenas rótulos hierárquicos que limitam as pessoas a um mero nome sem valor prático, pois a cultura fica impregnada com enfeites que de nada servem quando a empresa precisa criar, e normalmente as pessoas erradas acabam colocadas nos lugares errados, algo comum em mercados que preferem peças inanimadas ao invés de pessoas que saibam fazer.
Por esta razão é que poucos mercados são agraciados com empresas inteligentes de maneira plena, priorizando o conhecimento, não criando a utopia de que teoria e prática não são iguais, assim como ocorre em mercados completamente descompromissados com o mundo real e com a capacidade de fazer o que deve ser feito com a excelência como nível mínimo de satisfação do cliente e da própria empresa.
Sempre que uma nomenclatura gravada em uma placa de identificação se torna mais importante do que o conhecimento não há mais razão para que a empresa mantenha suas atividades no mercado, pois sem o interesse em se desenvolver não existe explicação plausível para que as pessoas venham a adquirir os produtos e serviços oferecidos em um mercado.

3 de março de 2013

Diferenciação e relacionamento com os clientes baseado nos valores de mercado em Marketing

As piores empresas sempre fazem o máximo para vender ao cliente algo que não é desejado, criando mecanismos que escravizam seus colaboradores com a intenção de aumentar as vendas e se desfazer o mais rapidamente possível das pessoas, gerando um ciclo onde não há um atendimento de alto nível, tampouco produtos ou serviços relevantes.
Nenhuma empresa inteligente irá vender ao cliente algo indesejado, esta tarefa recai sobre as organizações que tratam seus consumidores como cofres que devem ser explorados continuamente, até que a fonte seque e uma nova pessoa seja a nova vítima da organização.
Isto acontece quando o mercado está ancorado exclusivamente em produção sem demanda real, pois os produtos e serviços oferecidos são os piores do mercado global, a qualidade de atendimento é sofrível e o consumidor vira refém de práticas enganosas.
Então todas as ações da empresa são baseadas no conceito de vítimas a serem ludibriadas em troca de algo que não cumpre o que é prometido, revelando toda a estratégia de propaganda enganosa por detrás do contato de uma venda, fazendo disso um ciclo perpétuo.
Com este tipo de comportamento também é possível encontrar empresas que reclamam da falta de vendas quando os consumidores param de adquirir seus produtos ou serviços por terem encontrado uma organização que as entregue algo infinitamente superior, com um nível de relacionamento baseado na humanidade, que é raramente encontrada nos mercados que prezam pela ignorância em detrimento ao conhecimento que as tornaria diferenciada e exclusiva.
Por isso mesmo é que as melhores organizações investem em relacionamento baseado em uma troca constante de informações, oferecendo produtos e serviços que atendem aos desejos dos clientes sem precisar empurrar o que não é desejado pelas pessoas, tornando-se assim a referência positiva quando o assunto é a escolha de um cliente por uma empresa.
Mas ainda assim muitas empresas preferem achar que o mercado é apenas o produtor de clientes que devem ser enganados integralmente, fazendo parte de uma mera troca de dinheiro por algo que é classificado como produto ou serviço que na verdade causa desconforto e só satisfaz a organização corrompida e completamente descartável.
Mesmo assim existem empresas que irão atender aos desejos dos consumidores de forma plena, pois seus produtos e serviços são projetados para tal finalidade, não se preocupando exclusivamente com uma única venda exploratória, mas fazendo do relacionamento um canal para que a satisfação do cliente se transforme também na satisfação da empresa, pois a organização sabe que ao manter sua base de clientes estará cuidando do próprio desenvolvimento e não precisará enganar ninguém.

2 de março de 2013

A inteligência no uso dos canais de comunicação em Marketing

Aproveitar as mais variadas formas de comunicação com o consumidor faz a empresa acompanhar o desenvolvimento de mercado, dando-a novas oportunidades de criar e enviar mensagens àqueles clientes fiéis e que são surpreendidos quando contatados, evidenciando a relevância e atenção da empresa para com o relacionamento com o cliente.
As relações entre empresas e clientes vão além do contato de compras ou da oferta realizada pela organização que vai até o consumidor, mas são poucas as empresas que compreendem realmente como agir, quais canais, de comunicação e linguagem, usar.
Isto revela uma desconexão plena da empresa com a realidade atual, como se o consumidor dependesse exclusivamente da organização e se visse obrigado a ir até ela para adquirir um produto e serviço, fato que já foi à realidade e que hoje pode ser aplicado em um campo muito limitado de opções.
Mas o que acontece na verdade é o desleixo organizacional para consigo, não deixando que o desenvolvimento esteja dentro de seu ambiente, pois vão padronizando tudo o que existe, inclusive a relação com as pessoas, tentando enquadrar os seres humanos em modelos pré-estabelecidos e surreais.
Logicamente as empresas inteligentes vão buscar em suas pesquisas variáveis que podem ser usadas como referência para a relação com as pessoas, mas sem defini-las como idênticas, saindo em busca de um determinado padrão que eleva a qualidade do atendimento sem engessá-lo plenamente.
Isso também dá a própria empresa a oportunidade de se conhecer mais profundamente, parando de procurar modelos prontos de colaboradores, pois nenhuma pessoa do planeta possui a mesma habilidade de outra, e muitos ainda acharão que é possível ter duas pessoas encaixadas dentro de um perfil.
Com esta ideia fixa de que tudo é padronizável as empresas vão deixando de evoluir, criam amarras que não as deixam caminhar para frente e sustentam suas insanidades em padrões irrelevantes ao abandonarem o que realmente pode ser padronizado, e isto jamais inclui o atendimento e relacionamento com os clientes, bem como os colaboradores.
Por isso é muito importante observar que as melhores organizações não padronizam pessoas, mas fazem com que parte de seus processos estejam encaixados em determinados padrões, sem coibir a criatividade e tornando sua produção verdadeiramente inteligente, saindo do modelo em que o cliente só pode aceitar, pois as empresas inteligentes sabem que se o consumidor não encontrar ali a solução que procura, irá até o concorrente.
Então a distribuição de informações passa a ser muito relevante dentro das empresas inteligentes, e como a internet hoje possibilita uma comunicação com consumidores de qualquer mercado do planeta, é preciso que as empresas saiam do padrão que tem como única via a produção sem diferenciação.
Sempre que as empresas optam pelo uso do conhecimento acabam compreendendo melhor quem elas próprias são, tendo personalidades reconhecidas pelos consumidores em seus produtos, serviços e, principalmente, no atendimento e relacionamento.