30 de setembro de 2011

Controle, aprendizado e distribuição de informações como estratégia de desenvolvimento organizacional em Marketing

Ter controle sobre o fluxo de informações torna uma empresa mais eficiente se as melhores ideias forem baseadas nestas informações, transformadas em conhecimento e compartilhadas por todos os colaboradores, dentro de processos bem estruturados e disseminados por todo o ambiente organizacional de forma a colocarem em prática inúmeras soluções ao longo do ciclo de vida da empresa.
Controlar informações e dados é uma ação aplicada em muitas empresas, mas sem o intuito de se produzir algo melhor do que os concorrentes para satisfazer consumidores, mas como ferramenta que assegura que a organização jamais evoluirá, pois tranca as portas do desenvolvimento e gera um desconforto interno desnecessário e brutal.
Com isso é possível entender o que torna uma empresa a referência e as demais coadjuvantes eternas, já que o foco bem alinhado por toda a organização dá ao conhecimento todo o movimento necessário para permitir que a criatividade preencha o ambiente e traga à tona o melhor de todos.
Então tudo o que é desenvolvido ganha uma diferenciação, atinge um ápice e coloca em ação as melhores mentes que transformarão os dados em informações para então obter o verdadeiro conhecimento aplicado, sem que isto signifique perder o controle.
Mas ainda existem organizações que não conseguem entender a própria razão de sua existência, para que servem e o que estão produzindo, deixando mais claro que o espectro percebido é apenas um borrão em meio a todas as oportunidades de mercado.
Como as melhores organizações preferem buscar novas soluções continuamente é possível identificar o modelo de uso do conhecimento em cada uma de suas áreas, que trazem um discurso bem afinado e usado como forma estrutural voltada ao progresso contínuo.
Mesmo assim cada organização precisa ter uma consciência ciente das ações, mesmo que isto pareça um paradoxo, levando a empresa para um lado distinto, repleto de oportunidades e informações que tornam possível produzir mais e melhor com os estudos e pesquisas direcionados.
Enquanto isso as organizações bagunçadas ficam à espera da sorte, sem fazer por merecer o reconhecimento e tornando-se mesquinhas o suficiente para desaparecerem do mercado tão rapidamente quanto surgiram.

27 de setembro de 2011

Administração de informações focada na criatividade organizacional e o aperfeiçoamento contínuo em Marketing

O nascedouro das ideias em quaisquer empresas não é uma única pessoa, que isoladamente cria tudo, que sabe tudo e que pode determinar o que todas as demais devem fazer, apontando claramente para uma visão de mercado que sai das mãos das pessoas despreparadas e recai sob o conforto da inteligência aplicada na prática, com variáveis analisadas profundamente e recriando conexões entre todas os colaboradores, áreas e com os consumidores.
Ideias nascem quando o processamento contínuo de informações é habitual, pois nada surge de repente, tendo sua fonte em um objetivo comum e conhecido, passando por estágios de estudos, análises e avaliações até chegar ao momento em que o último toque surge, e que naturalmente muitas pessoas acham que é o nascer ou criar do nada.
O que precisa ser compreendido não é única e exclusivamente o começo e o final da ideia, mas todo o percurso trilhado, cada ação, cada pesquisa e cada inserção de novas informações com foco na melhoria e aperfeiçoamento dos projetos.
Da mesma maneira ainda é possível encontrar aqueles que preferem tornar toda a área de ação da empresa limitada excessivamente, refutando o conhecimento alheio por ter uma crença de que não há mais nada para ser aprendido e a ser melhorado, fato que é surreal e torna os concorrentes inteligentes ainda melhores e mais poderosos.
Com este tipo de posicionamento é fácil antever as ações dos concorrentes menos dedicados e que se tornam menores a cada dia, pois vão deixando se esvair toda e qualquer oportunidade que surge, dando muito mais ênfase àquilo que não traz uma produção para a melhoria.
Então a gestão de ideias também é desfocada, sai dos eixos normais de tal forma que a empresa se perde em meio às decisões desencontradas e sem foco, pois fazem seus colaboradores trabalharem como máquinas que são incapazes de criar, pois o único objetivo é processar em tempo integral.
Por esta razão é vital trazer uma gestão próxima e consciente ao aproveitamento de ideias, com um relacionamento íntimo e verdadeiro com o conhecimento, passando este hábito a todos os colaboradores e fornecendo as informações necessárias a todo instante, não deixando-as em bancos de dados que jamais são acessados ou que tentam colocar a mente criativa sobre trilhos que andam em círculos fechados.
Ideias devem ser tomadas como sementes que devem ter os melhores terrenos a serem plantadas, trazendo para cada pesquisa a devida importância, sendo alimentadas continuamente e florescendo no momento adequado para atender aos desejos dos clientes.

26 de setembro de 2011

Ações estruturadas a partir do conhecimento e aplicadas estratégicamente nas empresas em Marketing

Cada ação precisa ter uma estrutura bem fundamentada, criada a partir do conhecimento e oferecendo a oportunidade de desenvolvimento, como forma de mostrar à própria organização que suas ações têm um prazo de validade quando não se renovam ou captam informações mais atualizadas junto aos clientes.
Pensar e agir são coisas muito diferentes e tratadas de forma desigual dentro das empresas, como se a segunda fosse a regra, quando na verdade é a consequência da primeira, que tem como premissa a análise de cenários, criação de planejamentos e definição de um foco bem ajustado.
Só que para a maioria das empresas apenas agir já é o suficiente, pois estão em marcha lenta rumo ao desaparecimento, sem aceitar que precisam se desenvolver e melhorar o que produzem, tratando até mesmo o conhecimento como um bônus desnecessário, já que nada do que é criado ganha o devido armazenamento, gerando apenas o imediatismo insano que visa colocar em pauta o ato de culpar os demais por serem competentes e atenderem aos clientes.
Isto é interessante até determinado ponto, mas não é o que realmente faz de uma empresa a fornecedora dos produtos e serviços mais desejados, já que toda a cadeia intrincada de informações, produções e ações ganham um universo cada vez maior ao serem abertas as portas organizacionais ao conhecimento.
Então é preciso levar em conta que sempre deve haver um limite para se atuar, nenhuma empresa do planeta atenderá todos os consumidores, e esta utopia é pregada como se todas as pessoas do mundo fossem iguais em todos os sentidos, e é por isso que estas organizações somem rapidamente e levam seus produtos e serviços consigo.
Além disso há uma cara emocional no momento de escolha de um produto ou serviço que fica distante da visão das empresas, que preferem apenas lidar com números sem entender que o próprio ser humano evolui e caminha para a frente, querendo o melhor e optando por aquelas organizações que melhor puderem compreender os consumidores e seus desejos.
Por esta razão é fundamental ter colaboradores bem preparados em todas as áreas, de forma a criar um time que diariamente trabalhe em favor do conjunto organizacional, fator que define as grandes organizações e relega às demais uma parcela tão limitada do mercado que sequer existe a preocupação com as ações destas empresas menores.

25 de setembro de 2011

A escolha do aprendizado contínuo das empresas inteligentes em suas ações estratégicas e de Marketing

Colocar em ação as estratégias elaboradas faz das empresas constantes desenvolvedoras de soluções, seja para que elas próprias melhorem internamente ou ofereçam aos consumidores produtos e serviços diferenciados e desejados, passando por todas as áreas e alcançando fornecedores e distribuidores quando existentes.
Existir não é o suficiente para uma empresa, é preciso ser uma fornecedora de soluções em tempo integral, aprendendo e criando opções que visem um desenvolvimento crescente, deixando a apatia da maioria das organizações para seus concorrentes.
Mas a prática pode mostrar diariamente que as soluções nem sempre são adotadas pelas empresas, fato corriqueiro e que ganha muita força quando não há uma estrutura montada sobre o conhecimento, revelando que achismos dominam as decisões e não trazem resultados positivos.
Desta forma a prática e a teoria da melhoria contínua são unidas em um conjunto de diferenciais que creditam às empresas o ponto mais alto de destaque, atendendo aos clientes e apagando os concorrentes do campo de visão deles.
Então o que forja cada ação não é o modismo baseado em suposições, principalmente porque todos os estudos são efetuados da forma correta, ainda mais quando o público-alvo escolhido é recepcionado como um parceiro da organização.
Enquanto isso os concorrentes ficam procurando imitar as ações das melhores empresas, tentam cativar consumidores que não trocarão o certo pelo duvidoso, e partem para supostas estratégias baseadas em um rebaixamento de todos os níveis existentes dos produtos e serviços, dos materiais usados até o atendimento ao consumidor.
Por esta razão fica evidente o que torna uma empresa descartável, e que abre muito mais portas para os concorrentes mais bem preparados, com foco na organização de ações, busca pelo conhecimento aplicado na prática e relacionamento constante entre pessoas.
Esta diferenciação também traz o que as empresas despreparadas chamam de problemas, e que para as inteligentes são oportunidades de oferta de soluções, pois elas pensam, estudam e fazem o que precisam para entender os desejos dos clientes em tempo hábil para atendê-los prontamente.
Além disso também é possível confirmar que estas empresas, reconhecidas como melhores, possuem colaboradores que contam com treinamentos constantes, que são elaborados de acordo com o perfil de cada habilidade já presente nas pessoas, melhorando-as, ao invés de tentarem fazer com que as fraquezas sejam melhoradas.
Mas esta ação só é real quando a empresa entende que todos os seus colaboradores complementam as habilidades dos demais, deixando a ignorância de lado e não sacrificando o que há de melhor em cada um por achar que deve treinar o ponto fraco que jamais será razoável.
Todas as empresas que se destacam não criam ciclos fechados de desenvolvimento, pois contam com planejamento e organização de ações, pensadas, estruturadas com conhecimento e administradas de maneira inteligente.

24 de setembro de 2011

Visão de mercado, mudanças e estratégias de diferenciação da concorrência em Marketing

Ser diferente dos concorrentes é uma estratégia que torna uma empresa inconfundível, que traz à tona o seu melhor lado e dá aos colaboradores tempo e espaço para trabalharem melhor suas ideias, realizar as devidas pesquisas e planejar cada um dos movimentos perfeitamente.
Empresas iguais não existem na prática, mas são encontradas de forma alusiva em grande quantidade no mercado e fazem com que os clientes passem a tratar todas as organizações da mesma forma.
Isto acontece porque a originalidade acaba perdida em algum lugar do passado, como forma de afastar o presente que se desenrola e muda, em uma tentativa de barrar o que não pode ser parado.
Mesmo assim muitas empresas ainda criam práticas que as colocam em níveis mais altos a cada novo nascer do sol, pois sabem que o suporte do dia de ontem não é a âncora que as prendem em um único porto, pois são as bases fundamentadas para o crescimento inteligente.
Por esta razão é evidente a necessidade de cada empresa não fechar seus olhos e portas ao mundo exterior aos seus muros, e é o que acontece no primeiro instante em que uma dúvida surge, como se a resposta jamais fosse encontrada ou a empresa fosse incapaz de encontrá-la.
Sendo assim é preciso contar com ações voltadas ao desenvolvimento contínuo, priorizando o uso do conhecimento em qualquer instância ou nível organizacional, colocando pontos de referência no percurso e não criando situações que impeçam o uso da criatividade.
Só que para atingir níveis mais altos é necessário contar com colaboradores preparados e que se desenvolvam continuamente, outro fator que é crucial e exige uma consciência organizacional elevada, para tornar cada um dos treinamentos mais eficaz e atual.
Então entram em ação fatores externos, que não são controlados pela organização que fica à mercê dos concorrentes e apenas o que as demais empresas desejam, pois alocam todos os seus esforços em uma direção que não trará resultados reais.
Talvez seja necessário tornar tudo o que é produzido por uma empresa mais tangível, e é nesta hora que muitas falham e não se fazem entender, nem por elas próprias, nem pelos clientes, gerando um impacto gigantesco e que impede uma recuperação plena.
Cada ação organizacional inteligente nasce dentro da mente de colaboradores bem preparados e são desenhadas de forma a propiciar o êxito, dando aos clientes produtos e serviços desejados e ofuscando os concorrentes despreparados.

23 de setembro de 2011

Inovação e evolução organizacional dentro das ações planejadas e estruturadas para o êxito em Marketing

Novidades são requeridas diariamente em mercados extremamente competitivos, onde não há espaço para equívocos ou falta de compromisso com o mundo real quando o assunto é agir com base em conhecimento aplicado, fato que exige um controle preciso e prático das ações de cada um dos seus colaboradores.
Renovar as ideias é uma solução aplicada na prática por poucas empresas, que se tornam reféns de ciclos fechados, com início, meio e fim sem a possibilidade de saírem do trilho e partirem para uma crescente de maneira constante.
Mas o que mais chama a atenção é a falta de preparo das empresas, especialmente em cargos onde a decisão mais acertada deve ser escolhida e nada é feito, fazendo com que os colaboradores fiquem presos às decisões que jamais chegarão por não haver inteligência suficiente na empresa para entender que evoluir não é uma opção descartável.
Então cada etapa de um planejamento elaborado vai morrendo aos poucos, em cada um dos entraves impostos por aqueles que não querem aceitar que existem pessoas com conhecimento e inteligência para criar soluções mais práticas e atrativas para os clientes.
Isto também atrasa o desenvolvimento, que é reduzidíssimo e até existe, fazendo a empresa pagar um preço muito alto pela gestão deslocada e alienada que controla todas as ações mais importantes, atirando para todos os lados e não acertando alvo algum.
E o que chama mais a atenção é a inercia paralisada em cada uma das áreas, como se o aprisionamento de ideias e soluções fosse o melhor a ser feito, deixando cada vez mais espaço para os concorrentes, que invariavelmente pensam e agem.
Só que para o benefício do mercado existem organizações que preferem olhar adiante e investir em ações que se sustentam e desenvolvem por estarem ligadas diretamente ao conhecimento necessário e aplicado em cada uma das soluções oferecidas aos colaboradores e aos consumidores.
Deste modo não existe mais a barreira hierárquica invisível que coloca pregos em ideias de tal maneira que fica impossível usá-las em qualquer momento, pois esta é a fonte que esgota as opções e torna a empresa uma eterna processadora, sem abrir portas e janelas para respirar e criar algo novo.
Por isso é interessante tornar cada ação efetuada a referência para a melhoria, colocando em ação as ideias de colaboradores ávidos por participar do desenvolvimento das pessoas, da empresa e de seus produtos e serviços, elevando a qualidade e satisfazendo consumidores.

22 de setembro de 2011

O planejamento elaborado e executado de forma a permitir o desenvolvimento contínuo de ações estratégicas em Marketing

Diariamente milhares de empresas acabam instruindo seus colaboradores a sempre repetirem os mesmos processos, retirando o incentivo à inovação da pauta, tendo como crença a estabilidade e perpetuação do que é feito hoje, partindo de uma premissa onde não há mais o que desenvolver, o que criar e o que evoluir, trazendo uma apatia aos colaboradores e jogando nos braços dos concorrentes seus clientes.
A evolução não é facultativa no mercado, pois é a regra que torna viável a existência de qualquer empresa hoje, que cria histórias e traduz as grandes ideias em produtos e serviços desejados.
Como fonte de inspiração as melhores empresas optam por tornar o dia a dia das pessoas mais produtivo ao abrirem espaço para a dedicação aos estudos, pesquisas e desenvolvimento de ideias, fator que dá um diferencial a cada ação e coloca em prática a troca de informações entre os colaboradores.
Mas ainda hoje existem empresas que focam suas ações no corte de qualquer possibilidade de melhorar, ignorando treinamentos, evitando o surgimento de ideias e tornando cada um de seus colaboradores um robô.
Então a cada dia é possível notar o reflexo desse embate no que é ofertado aos clientes, nas características de cada produto ou serviço, que envolve o nascimento da ideia e chega aos consumidores pelas mãos dos vendedores.
Só que o desenvolvimento é muito maior do que qualquer empresa, é o que torna viável uma ideia e que direciona o mercado por completo à inovação, inserindo a necessidade de se estudar continuamente e fazer da capacidade criativa dos colaboradores um dos motivos para existir.
Desta forma também são encontrados aspectos que desenham ações que conectam mais profundamente todas as áreas, tornando os ciclos de desenvolvimento presentes em todas as ações, com foco na melhoria contínua e no aperfeiçoamento das soluções já existentes, satisfazendo os consumidores.
Outro ponto interessante é a continuidade da execução de um planejamento, apoiando-se na busca pelo conhecimento e gerando novas oportunidades de mercado, indo ao encontro dos desejos dos consumidores por meio de produtos e serviços.

19 de setembro de 2011

Gestão de informações com foco na praticidade e aplicabilidade real dentro das organizações para ampliação da visão em Marketing

Dentro das empresas há um discurso de que seus clientes são ouvidos plenamente, sendo que na verdade só o que é o que as organizações querem ouvir é que acabam tendo valor, pois há uma tentativa diária em fazer com que o consumidor passe a achar que o que a empresa oferece é o que ele deseja, e por isso dia após dia milhares de organizações deixam o mercado, fruto da sua incapacidade em fazer algo tão simples quanto enxergar a verdade e tornar as informações coletadas úteis na prática, sem manipular ações ou fazer de conta que o cliente é valorizado.
Muitas organizações somem diariamente por suas incompetências estabelecidas nos níveis hierárquicos mais elevados, tendo como fonte uma cultura onde as regras existem para as outras empresas, assim como o respeito ao consumidor também é jogado de lado.
Com este tipo de comportamento as empresas perdem clientes porque assim o desejam, e depois tentam incutir em suas mentes que o consumidor não era interessante, só que para a empresa se tornar interessante nada foi feito.
De certo modo todas as organizações passam por isso em algum momento, a diferença é que as inteligentes conseguem contornar este obstáculo, já as demais ficam presas em seus muros e culpam as outras por serem competentes ao ponto de retirar seus clientes facilmente.
Só que não há mais espaço para empresas despreparadas, e o preparo não deve ser visto como um investimento desenfreado em qualquer direção, é preciso ir além do óbvio, se os seus concorrentes treinam os colaboradores é necessário treiná-los com uma visão mais ampla, abrir suas mentes e fazer com que pensem.
Então muitos acharão que é difícil tornar prático o processo que leva ao pensar e aos estágios mais produtivos, pois ainda acreditam que as suas correntes devem ser repassadas aos outros, fato que acontece continuamente e que são poucas as empresas que entendem como manter seus passados vivos e ainda assim andar para a frente.
O que mais chama a atenção é a incapacidade de muitas empresas em traçar planos de ação prático, simples e funcionais, pois sempre tentam colocar mais informações do que o necessário, como se nunca pudessem acabar o que estão fazendo, criando ainda mais problemas por não saberem que respostas procurar.
Isto ainda acarreta em um retrabalho contínuo, nada parece bom em nenhum momento, e sempre há o que fazer, como uma bola de neve que rola e aumenta o volume infinitamente, já que as mentes estão turvas e os olhos não enxergam mais o que é para ser visto.
Sendo assim os concorrentes inteligentes tomam a dianteira do mercado, colocam produtos e serviços melhores à disposição dos consumidores e os transformam em participantes do processo criativo, maximizando o aproveitamento do conhecimento e gerando soluções simples e que atendem aos desejos dos clientes.

18 de setembro de 2011

Modelagem e adaptação de ideias à cultura organizacional e estratégica de Marketing

Muitas pessoas não sabem o que torna uma empresa melhor que a outra, tentando achar respostas exclusivamente em seus consumidores, esquecendo-se de olhar para dentro da organização e notar que o relacionamento interno é o passo inicial para que toda e qualquer ação tenha o efeito adequado e chegue aos clientes como a fonte de referência, desejo e inovação.
Empresas que não possuem um relacionamento interno adequado têm maiores dificuldades em se relacionarem com seus consumidores, inventam suposições e não estudam cada uma das variáveis que interferem em seus desempenhos, tornando o hábito do culpar a constante pela qual tecem suas estratégias.
Com isso acabam por priorizar o irrelevante, criam mentiras que não levam a lugar algum e só conseguem copiar os concorrentes tardiamente, sem partir do foco original das ideias, ignorando seus consumidores e tornando seus colaboradores um amontoado de pessoas que só servem para executar tarefas sem pensar.
Mas do outro lado ficam as empresas que tomam o caminho inverso, priorizando cada uma das relações formadas entre seus colaboradores, abrindo cada uma das portas para que a troca de conhecimentos e ideias cumpra sua função, e então, como que por mágica, o desenvolvimento surge.
Mesmo assim ainda é necessário contar com pessoas mais bem preparadas, e isto é o mais difícil, pois a maioria das empresas acha que não deve investir em seus colaboradores, por terem como premissa suas ações inválidas e que só levam os colaboradores a saírem em busca de uma empresa onde as ideias tem maior valor do que uma estrutura física.
Então deve haver uma mudança na maneira como as empresas gerenciam as relações internas, enquanto houver o posicionamento onde uma máquina é mais importante nada dará certo, pois sem uma pessoa para criá-la não existiria tal equipamento, e por incrível que pareça é como acontece diariamente em muitas organizações.
Outro fato interessante é que estas empresas ainda acham que podem criar a partir do nada, nova demonstração de completa ignorância do conhecimento, e que assola certos mercados onde o mais importante não é obter o crescimento, mas sim proibir que algo evoluído adentre aquele mercado, ação ilógica e de afirmação da incompetência daqueles que devem olhar à frente.
Por isso mesmo as empresas acabam presas eternamente ao passado, quando existe uma abertura para o desenvolvimento a maioria delas sai do mercado e os consumidores são atendidos por aqueles que não sucumbem às regras retrógradas impostas, mas que ainda hoje são aplicadas sob a falsa afirmação de que há necessidade de se criar uma proteção, como se evoluir fosse o pior.
Desta maneira todos podem notar claramente que toda ação que tem como foco o impedimento do raciocínio e desenvolvimento parte daqueles que não dão importância às pessoas e suas ideias, que barram o melhor do seres humanos por tratarem as pessoas como máquinas que devem processar continuamente, sem questionamentos e aprendizado.
Então o que é visto dia após dia não é apenas um domínio daqueles que pensam, pois os mercados não são tratados de forma separadas, a não ser por aqueles que acreditam que os seus mercados estão em outro planeta, onde as regras não se aplicam e onde a ilusão é o melhor que podem oferecer.
Organizações que prezam pelo desenvolvimento conseguem tornar suas ações em referenciais, moldando novas soluções às suas culturas e criando hábitos que não as tornem reprodutoras de ações copiadas da concorrência.

17 de setembro de 2011

Diferenciação, inovação e entrada em novos mercados com base no conhecimento em Marketing

Entrar em um novo mercado traz desafios diferentes àquelas empresas que não se preparam continuamente para manter suas ações em um território já conhecido, achando que já têm a garantia de consumidores plenamente eternizada, não levando em conta o desenvolvimento contínuo de ações para tornar seus produtos e serviços cada vez mais atrativos, consolidando a empresa ao longo dos anos sem deixar que suas próprias experiências se apaguem com o passar dos anos.
A mesmice pode dominar empresas rapidamente, quando deixar de inovar internamente, parando suas ações por não entenderem que o processo de crescimento em um mercado não deve ser atrelado aos clientes já fiéis, mas que invariavelmente se deixam levar por um achismo que preenche todo o ambiente e as torna lentas demais para acompanharem a evolução do mercado e fazer parte de um processo contínuo de renovação.
Isto acontece porque é natural haver uma acomodação, pois mantendo uma base de clientes há a ilusão de que não é mais preciso evoluir, quando na verdade as pessoas sabem que as histórias construídas não devem ter um final assim que o cliente realiza uma compra.
Por isso mesmo é vital trazer novos ares para dentro da empresa, e ao poder abrir as janelas os colaboradores enxergam mais opções, saindo pelas portas ganham informações e não ficam centrados única e exclusivamente na produção, como é o hábito das organizações que não conseguem enxergar o quanto deixam de ganhar diariamente por serem mesquinhas o suficiente para não investirem em si mesmas.
Mas o mercado não é composto por empresas que preferem tornar a ignorância a regra, e a inteligência faz com que os consumidores sempre olhem com maior carinho para determinadas empresas, trazendo-as para dentro de cada, adotando-as e até mesmo se autodeclarando donos da organização.
Logicamente é possível acompanhar o mercado ao longo de poucos anos e entender melhor o que faz com que uma empresa não tenha bons resultados, e sempre há um ponto vital nesta análise, que são as pessoas que são trazidas para dentro da empresa, que não podem ser vistas como peças ou engrenagens, pois para esta função existem máquinas que desempenham bem estas atividades.
Então a capacidade de inovação também deve ser aproveitada, as trocas de informações, internas e externas, são viáveis, desejadas e cruciais na tomada de uma decisão, pois se as empresas não podem olhar além de suas paredes ficam presas de tal maneira que em breve desaparecerão.
Isto também se reflete em outras áreas, o próprio mercado precisa contar com experiências e informações cada vez mais relevantes, sem o domínio da ignorância que tenta a todo custo eliminar os concorrentes ao invés de aproveitar para aprender a fazer o que deve ser feito, da forma que deve ser feito e no tempo que deve ser feito, criando uma estagnação que prejudica muito mais do que uma organização.