27 de maio de 2012

Fundamentos, simplicidade e conhecimento aplicado nas ações voltadas à excelência em Marketing

O preparo é fundamental para qualquer empresa, pois seus colaboradores devem contar com as melhores condições para desempenhar suas tarefas, seguindo as coordenadas corretas de um planejamento elaborado com conhecimento, estudos e pesquisas, além de fazer do ambiente interno um motivador de criatividade, para então satisfazer aos consumidores finais.
Empresas que saem do comum determinam os rumos de qualquer mercado, mas para que isso ocorra realmente é necessário estabelecer regras que coloquem o conhecimento como princípio básico para qualquer ação de qualquer pessoa, fato que só é concretizado quando a empresa sabe a sua finalidade no mercado, e que é encontrado em um grupo muito seleto e reduzido.
Estas organizações optaram por simplificar ao máximo suas ações, sem perder de vista o desenvolvimento e a geração de novas oportunidades ao manterem contato com os clientes, visando sempre atendê-los da melhor maneira, e só o fazem porque conseguem assumir que possuem dificuldades e buscam soluções, abandonando o conceito de que problemas não são passíveis de soluções, pois um problema sempre é encarado como uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento.
Então a visão dos gestores também é diferente, pois o resultado é consequência de um trabalho bem feito, estruturado e voltado à excelência, por ter um tratamento adequado e simplificado, pois comumente as empresas tentam complicar tudo e deixam de satisfazer seus consumidores.
Enquanto houver este modelo de comportamento poucas empresas servirão como referência no mercado, para o tão sonhado benchmarking daquelas organizações que almejam melhorar ou apenas imitar de modo infinitamente limitado as ações que foram criadas com conhecimento obtido em estudos e pesquisas de mercado, mostrando claramente que a vanguarda de mercado sempre pertencerá àquelas empresas que pensam e depois agem.

20 de maio de 2012

A influência da cultura do mercado na tomada de decisões e excelência organizacional diante da concorrência local e global em Marketing

Investir no maior diferencial de uma organização é algo raro, como se não fosse possível oferecer as melhores condições para que os melhores colaboradores pudessem exercer suas atividades com excelência em tempo integral agilizando processos, criando continuamente novos produtos, serviços e soluções, conectando-se às demais áreas com a finalidade de expandir a visão conjunto das mesmas e ainda assim alcançar os objetivos mais facilmente, gerando as oportunidades de compartilhar o conhecimento interna e externamente ao manter contato com os clientes e concorrentes, não apenas se apegando às soluções já ultrapassadas e que se firmam em uma cultura onde as pessoas são descartáveis, fato tão comum que demonstra as razões pelas quais poucas empresas são diferentes em um oceano de oportunidades que existe no globo terrestre.
A presença de uma empresa em um mercado altamente competitivo não deve ser tomada como suficiente para que ela forneça seus produtos e serviços para outras organizações ou consumidores finais, mas é o que mais é encontrado em mercados onde o produzir é tomado como principal atividade.
Neste tipo de comportamento é possível perceber que até mesmo as pessoas são tratadas como substituíveis, não havendo diferenciação e colocando em prática uma ação em que todos os colaboradores são moldados, virando reféns de decisões distorcidas e voltadas a criar apenas o comum, inclusive no que tange às pessoas, através da manipulação e da premissa de que o conhecimento torna as pessoas incapazes.
Esta visão pode parecer utópica, mas domina muitos mercados, e então os países acabam subjugados, viram apenas territórios produtores de commodities e altamente dependentes de clientes que precisam da matéria básica para tornar seus produtos e serviços valiosos, só que a falta de conhecimento daqueles que devem comandar o desenvolvimento é tamanha que há o empobrecimento intelectual das pessoas, e por isso o tipo de organização que trabalha com peças é o mais comum.
Isto acontece porque as pessoas se deixam prender por modelos de gestão, que na verdade nada possuem de gestão, escravizadores, que as pessoas dependem das empresas e não que as empresas são dependentes das pessoas, e com isso há um ciclo, aonde as pessoas vão perdendo o interesse em se desenvolver e usar suas habilidades, inclusive as racionais.
Então todas as ações das organizações, e até mesmo nações, que se diferenciam apontam para um fluxo completamente oposto, as pessoas são valorizadas pelo seu conhecimento e não pela capacidade produtiva, os melhores produtos e serviços são criados e oferecidos para aqueles que pararam no tempo e são incapazes de andar com os próprios pés, fruto de um caminho percorrido na mais completa ignorância de oportunidades que levam ao encontro de oportunidades.
E deste jeito também é possível constatar que as melhores empresas ficam cada vez mais fortes por conciliarem o aprendizado com a aplicação, tornando suas práticas cada vez melhores ao simplesmente aplicá-las no dia a dia, fazendo de cada problema uma oportunidade e não culpando seus concorrentes pela sua incapacidade em fazer o melhor, como os mercados menos evoluídos o fazem diariamente, já que é mais fácil jogar a responsabilidade para os outros do que fazer o que é certo.

12 de maio de 2012

Uso de informações nas estratégias de integração e melhoria contínua em Marketing

Usar informações em seu favor é o mínimo que se espera, internamente, de uma organização, colocando em prática seus conhecimentos e experiências, formando um ciclo virtuoso que leva ao êxito e abre espaço para a excelência em cada uma das ações, visando um futuro concreto ao tomar as decisões corretas no presente.
A avaliação do uso das informações é tão importante quanto sua aplicação real, formalizando a necessidade de um processo bem desenhado em cada área, tomando como base o autoconhecimento organizacional e suas escolhas no que tange aos territórios viáveis e receptivos à organização.
Deste modo todas as áreas acabam adotando uma visão única organizacional e não perdem suas respectivas visões dentro do cenário mais amplo de mercado, tomando os devidos cuidados e alinhando o pensamento conjunto de todos os colaboradores em prol do êxito, e consequentemente o sucesso.
Mas são poucas as empresas que são capazes de compreender que o sucesso é uma consequência de seus esforços, e não o ponto final, e são estas que se destacam e viram referência, tornando-se alvo de estudos e pesquisas em momentos onde os cenários parecem não mais proporcionar oportunidades àqueles que não se preparam adequadamente para competir.
Só que a competição do mercado não é a única, já que internamente as empresas incentivam erroneamente a disputa para saber quem é o melhor, jogando todas as áreas umas contra as outras, evidenciando o despreparo e a falta de conhecimento, pois dão de mão beijada para seus concorrentes a oportunidade de evoluir, enquanto ficam brigando e criando paredes cada vez mais altas e grossas entre seus colaboradores.
Outro ponto interessante é que este modelo de suposta gestão é aplicado em muitas organizações, quando o foco principal é o trabalho conjunto em seus concorrentes, e é por isso que as outras empresas conseguem resultados melhores, com todas as pessoas caminhando em uma única direção e agregando novas experiências a cada dia, como forma de ampliar a vantagem competitiva já conquistada.

11 de maio de 2012

Empresas, processos e conhecimento na integração interna das empresas em Marketing

A maioria das empresas não sabe porque perde seus colaboradores, pois não contam com processos bem delineados, e quando estes existem não os usam realmente, tornando o achismo a regra que domina o ambiente e faz com que uma única área prejudique as demais, principalmente quando o desconhecimento é o que determina as decisões sem nexo tomadas a esmo.
Ter processos bem definidos é essencial para qualquer organização que almeje o êxito, e como consequência o sucesso em suas ações, mas para a maioria das empresas o simples fato de existir já é suficiente para não se preocuparem com mais nada, especialmente o consumidor.
Isto ocorre quando todas as áreas estão separadas demais, não há diálogo ou troca de informações, nem mesmo a visão de que todas as áreas estão sob um mesmo teto, fato que pode parecer impossível e que é a realidade nas organizações que apenas ocupam espaço físico, sem nada a oferecer de bom para o mercado e seus clientes.
Então cada uma das ações é vazia e sem propósito, nada mais é solucionado, nem mesmo surgem novas oportunidades porque a empresa fica ocupada demais procurando um culpado para seus erros.
Por outro lado existem as organizações que conseguem delimitar suas ações internas a tal ponto que viram referência em um mercado, pois estruturam suas ações de acordo com a sua capacidade, tanto produtiva quanto criativa, e assim sabem exatamente quais serão os limites a se alcançar.
Logicamente este nível só é atingido por um pequeno grupo de empresas, que visam a excelência e contam com colaboradores bem preparados, que podem criar, pensar e refletir sobre tudo o que é produzido, daquilo que é idealizado e pode se tornar um produto ou serviço até o que já está disponível para os clientes e pode receber melhorias com o passar dos tempos.

1 de maio de 2012

Conhecimento, processos e benchmarking aplicados de forma integrada às estratégias de Marketing

A forma como os processos são conectados internamente definem a maneira como a empresa interage consigo própria e com seus fornecedores, distribuidores e os clientes, criando assim novos canais para repassar informações, utilizando todas as habilidades conjuntamente e colocando em primeiro plano a razão pela qual a organização existe.
Processos devem ser bem desenhados para que todas as áreas possam compreender como as demais funcionam, fator que influencia diretamente em todos os resultados, tornando-se vital para o êxito das ações e colocando o conhecimento acima das ações impensadas.
Este comportamento revela uma preocupação em satisfazer o consumidor final, além de mostrar que seus próprios colaboradores são decisivos na hora em que há a necessidade de se criar ou desenvolver uma solução.
Então o foco da empresa é completamente direcionado à integração das áreas, onde todos usam o mesmo discurso e sabem claramente quais são os caminhos a percorrer em qualquer mercado, iniciando-se pelo mercado em questão e partindo então para a conquista de uma fatia em outro território.
Com isso os ganhos das empresas são maiores e mais duradouros, fazendo parte de uma ação de longa duração, como foco na qualidade e satisfação de consumidores, pontos que podem ser abordados por meio de uma visão, mais ampla e, gerada por ângulos diferentes dos comumente vistos.
Isto também leva ao uso de um benchmarking pleno e focado no entendimento das ações dos concorrentes, com estudos que revelam a forma como cada processo foi desenhado e aplicado, levando-se em conta também a cultura de cada empresa, algo tão importante quanto às decisões que serão tomadas sobre o aprendizado e a aplicação do que foi absorvido.
Feito isso é necessário que todas as estratégias estejam alinhadas adequadamente, pois cada área possui a sua e estão sob a tutela de uma estratégia maior da organização, que leva em conta as inúmeras variáveis e torna possível encontrar melhores oportunidades para se atender ao consumidor.

28 de abril de 2012

Estruturas e estratégias de integração entre as áreas em Marketing

Estruturas organizacionais voltadas ao desenvolvimento são fundamentadas no conhecimento, na administração da excelência e na criatividade trazida pelos colaboradores às ações diárias que preenchem o ambiente empresarial de oportunidades e percepções que levam ao êxito e têm como consequência o sucesso e reconhecimento.
Cada organização que coloca em primeiro plano o conhecimento pode definir seus rumos no mercado, criar estratégias mais concretas e baseadas em informações que levam ao desenvolvimento de ações mais precisas e duradouras.
Mas são poucas as empresas que conseguem estruturar todas as suas áreas em um trabalho conjunto, fator decisivo e que traz uma visão mais ampla das empresas sobre suas ações e percepções, colocando-as em vantagem sobre os concorrentes e mostrando ao consumidor que seus produtos e serviços são devidamente criados para satisfazê-los.
Mesmo assim muitas empresas pecam ao não valorizar a integração de suas áreas, deixando que uma ou duas delas sejam as responsáveis pelos resultados, demonstrando que não há organização, conexão e valores que aliem um propósito real para a existência da empresa e o seu fornecimento de produtos ou serviços aos seus clientes.
Por isso é necessário ir além do óbvio, pois todas as áreas são interdependentes e responsáveis pelos resultados das ações, organizacionais e individuais, já que uma ação que não esteja alinhada com o foco da empresa acaba por impedir o êxito das demais, e que é uma constante em organizações que se negam a enxergar o mercado como ele realmente é.

21 de abril de 2012

Processos com foco no posicionamento organizacional diante do desenvolvimento e das mudanças de mercado em Marketing

Processos bem definidos e com responsabilidades estruturadas fundamentam as culturas empresariais que permitem a entrada do êxito, e em consequência disso o sucesso no mercado, nas organizações que buscam dia após dia ir além do comum, fazer a diferença e contar com a colaboração de cada um de seus colaboradores em ações que levam à conquista e manutenção da base de clientes por um período maior.
A cada nova ação uma empresa pode obter o resultado pleno do que exerceu, do que planejou ou fez apenas por fazer, criando-se então uma dimensão onde só existem duas possibilidades, os erros e acertos, quando no fundo as empresas que sempre colocam-se sob o foco dos erros deixam de fazer o mínimo e acabam colhendo os frutos do que plantaram, e com isso os resultados sempre ficam aquém do esperado, pois as organizações preferem esperar que tudo se resolva sem tomar nenhuma posição.
Então este posicionamento completamente voltado ao esperar vai retirando do mercado as empresas que não conseguem atender aos seus clientes, já que dificilmente mudarão suas culturas ou farão o menor esforço para entender o consumidor e satisfazê-lo.
Desta maneira o que é encontrado no mercado vai além de exemplos negativos do que não deve ser feito, pois tudo pode ser usado, mesmo que inicialmente as pessoas imaginem que só existem dois resultados, voltando à questão do certo e errado, quando na verdade existem ações que funcionam e que não funcionam, fato que é facilmente observado quando o benchmarking é usado como uma ferramenta que só deve trazer soluções já prontas e que apenas são inclusas na vida das empresas, só que não há o pensamento de que cada organização é única e sua cultura também, então cada um de seus processos também passa a ser praticamente único, pois vai se encaixar naquilo que é importante para a empresa e é reflexo direto da organização de ações e processos.
Por esta razão é que muitas pessoas acham que só existem duas possibilidades, ou respostas, quando há um infinito de oportunidades no mercado, basta estudá-lo e trazê-lo para um âmbito interno que permita realizar uma análise real e prática, não há como não usar os concorrentes como referência e tomar uma posição diante do que acontece, a não ser que a empresa esteja presa às âncoras de um passado onde as décadas passavam e nada mudava.
As supostas mudanças também servem como base para o amadurecimento organizacional, pois para que a empresa mude é necessário que ela melhore, e não passe a executar suas ações de forma diferente, criando assim uma constante onde a excelência é a base para a conquista de uma padronização onde o pensar está acima do seguir os concorrentes, demandando assim uma busca por um conhecimento maior e mais profundo, gerando com isso o desenvolvimento e a consciência de que cada empresa que trabalha adequadamente com seus processos só pode obter o êxito em suas ações, satisfazendo inicialmente seus colaboradores e em seguida seus consumidores finais.

8 de abril de 2012

Inteligência, conhecimento e relacionamento interno na satisfação de clientes em Marketing

Muitas empresas estão terceirizando suas inteligências, seus conhecimentos com a finalidade de reduzir custos, pois não sabem que caminho seguir porque sempre acompanham as ações de seus concorrentes, não se preocupam com seus clientes e tentam concorrer com empresas melhores sem dar aos seus colaboradores condições para pensar, criar e inovar, mecanizando até mesmo os relacionamentos humanos entre as áreas, eliminando toda e qualquer oportunidade de fazer a diferença no mercado e tratando as pessoas como peças que são trocadas quando não dão mais resultado.
O emburrecimento do mercado é uma realidade que só traz benefícios àqueles que pensam e fazem por merecer o reconhecimento de melhores no que fazem, saindo da mesmice que domina as empresas e as tornam igualmente incompetentes em suas ações.
Isto também permite olhar o mercado por ângulos diferenciados, as empresas inteligentes não caem na mesmice ao darem continuidade aos processos que funcionam, pois sempre encontram espaço para melhorar, para dar mais um passo e fazer com que a satisfação dos clientes esteja em primeiro lugar, deixando o conceito inocente de que o cliente está do lado de fora da organização, pois se os seus colaboradores não comprarem suas ideias nada mais funcionará e o consumidor final será atraído pela concorrência.
Então as ações tomam mais tempo de preparo, de execução e de continuidade, nada mais é pontual, e é isto que faz com que as empresas tenham uma diferenciação entre si na percepção dos clientes, na relação com os concorrentes e também no trato com seus fornecedores, e é esta cadeia que faz com que o desenvolvimento seja o mínimo esperado, mas dificilmente é colocado em ação, pois exige conhecimento amplo e direcionado.
Só que este direcionamento não fecha as portas ou se assemelha a um funil como muitos podem pensar, o direcionar é voltado à ampliação de variáveis analisadas, ao saber e fazer uso de teorias e práticas que se integram plenamente, mas são poucas as pessoas que sabem desta conexão, e por isso sempre declaram que teoria e prática são distantes, já que não conhecem nenhuma das duas verdadeiramente.
Este fato é comum em mercados onde tudo é feito por se fazer, não há razão para entender os desejos dos clientes e produzir é o que resta, pensar é algo que consome tempo e não está disponível para aqueles que só sabem apertar parafusos continuamente sem saber ao certo a razão, e normalmente isto é comum, feito dia após dia e não é questionado, pois questionar leva ao pensar, e o pensar traz novas oportunidades, que são transformadas em problemas pelas empresas, e problemas geram desconfortos desnecessários, já que exigem trabalho real com base em conhecimento e oferta de soluções, algo para o qual poucas organizações estão preparadas.
Empresas que deixam de pensar sucumbem aos concorrentes de forma rápida e imperceptível, pois vão copiando as ações e não fazem por merecer um lugar no mercado, dando mais e mais espaço àqueles que sabem colocar em prática relacionamentos internos que frutificam a satisfação dos consumidores finais e permitem que as suas empresas estejam sempre na mente destes clientes.

29 de março de 2012

O foco dos treinamentos e o desenvolvimento organizacional em Marketing

Para que os treinamentos tenham o devido efeito é necessário envolver seus colaboradores no processo de pesquisa, e até mesmo desenvolvimento, do que será tratado neste momento onde os detalhes são cruciais e determinam a percepção do consumidor para com as empresas e em relação aos seus concorrentes.
Treinar os colaboradores é uma ação que deve estar no cerne da cultura organizacional, fazer parte do desenvolvimento continuado das pessoas, de suas ideias e na forma de trabalho conjunto que permite colocar a empresa na vanguarda de mercado mais rapidamente.
O interesse das empesas em treinar seus colaboradores também deve passar de um nível mecanicista para algo maior, com foco no preparo e desenvolvimento, com a possibilidade de gerar criatividade, percepção e inovações ao longo dos dias, independentemente da área em que as pessoas atuem, e por isso existe a raridade em se encontrar empresas que conhecem seus colaboradores de tal maneira que os treinam para desenvolver habilidades e não para igualar conhecimentos.
Esta ação também cria um compromisso entre as pessoas, fazendo com que elas próprias sejam capazes de gerir o desenvolvimento de suas habilidades e também compartilhar com os demais o que possuem de melhor, criando a integração, assim como uma dependência limitada, pois todas as áreas dependem umas das outras, sem exceção.

28 de março de 2012

Inteligência na aplicação e distribuição do conhecimento em Marketing

O conhecimento está na base de todas as ações, seja para criar algo ou para reinventar um produto, serviço ou ideia, colocando informações ao alcance das pessoas e transformando a organização em uma geradora de inovações, até mesmo quando um conceito já conhecido de longa data é aplicado de uma forma diferente, que cria um divisor de águas e dá a esta empesa a vanguarda do mercado ao criar um arco entre as aplicações distintas encontradas para a mesma informação.
A base das empresas inteligentes é formada pelo conhecimento aplicado em ações que geram resultados, mesmo sabendo que um conhecimento incompleto gerará um resultado inesperado, e por isso o conhecimento é repleto de detalhes que podem fazer a maior diferença quando o assunto é criar e inovar.
Por isso mesmo é preciso ter algo a mais, uma carta na manga, para que o resultado seja positivo, e se levarmos em conta que o resultado sempre é positivo, para sua empresa ou para o concorrente, desejando sempre que ele esteja ao lado da primeira opção, é preciso traçar um planejamento de fácil execução, de compreensão e assimilação simples e que ao mesmo tempo seja complexo o suficiente para não abrir espaço para seus concorrentes, recaindo novamente sobre as decisões tomadas quanto ao que é feito com o conhecimento quando a empresa o possui.
De certa forma os diferentes níveis de conhecimento dos colaboradores permitem que existam variáveis interessantes a serem exploradas, que saem do senso comum e recaem sobre uma visão mais ampla do que já existe e daquilo que pode ser criado quando estudos e pesquisas trazem novos dados à organização.
Então cada passo é dado por conta de um movimento contínuo e regular, que vai deixando a base cada vez maior, que traz consumidores até a empresa e permite que a organização faça parte da vida dos clientes, gerando então a fidelidade, que até pouco tempo atrás era comandada pela empresa, mas hoje é uma decisão do consumidor, mesmo com as empresas não aceitando que perderam este espaço na vida das pessoas, o que leva aos inúmeros concorrentes e à mudança rápida de fornecedor de produtos e serviços quando o clientes está insatisfeito.