31 de dezembro de 2015

As responsabilidades da diferenciação da concorrência e a oferta de soluções para os clientes em Marketing

Uma empresa que vive imitando seus concorrentes sem saber ao certo o que deve fazer é totalmente descartável e não tem nada a oferecer aos consumidores do mercado em que atua, seguindo os passos de outras empresas para não ter que se comprometer com as responsabilidades de suas escolhas e sendo apenas mais uma que oferece mais do mesmo em um nível muito abaixo do mínimo que se espera.
Empresas que não produzem por elas próprias as decisões que devem seguir não merecem estar no mercado, tampouco são relevantes para os consumidores e se prendem às práticas vis para atrair consumidores de qualquer jeito.
Por isso as empresas de mercados medíocres não conseguem se transformar em referência positiva e exemplo a ser seguido, pois vivem na mediocridade plena em todos os sentidos, já que trazem em seus ambientes seres humanos adestrados que são tratados como recursos e surgem em larga escala quando o nível de instrução é incompatível com o mundo real, tornando-se peças que são usadas pelas empresas e descartadas quando já não servem mais para reproduzir as mesmas ações.
Também fica muito evidente que certos mercados são completamente dependentes de protecionismos descabidos e que impedem que as empresas melhorem para competir entre si e com concorrentes de outras localidades, pois nestes mercados há o interesse de se oferecer o pior como se fosse o ápice e até mesmo os consumidores preferem ser enganados, pois quando estão na figura das empresas fazem o mesmo com quem é cliente.
Obviamente as mentes medíocres não conseguem compreender que esta prática comum em mercados irrelevantes impedem o desenvolvimento de soluções para os clientes e para as próprias empresas que não param de investir na melhoria que é efetivada quando há inteligência dentro da organização, pois isto faz com que as pessoas deixem de ser vistas como recursos.
Mas algumas empresas escolhem assumir suas responsabilidades, pois em seus ambientes existem pessoas capazes de lidar com o mundo real e transformar informações em ideias que viram soluções, sem que o ludibriar o outro seja regra, algo corriqueiro das mentes medíocres que infectam mercados e só obtém ação quando o ambiente em que são inseridas já possuem o desvio necessário para prejudicar o outro em benefício próprio, dando um jeitinho para que isso ocorra a todo momento.
E é assim que muitas empresas agem diariamente, pois são formadas por pessoas que não respeitam as demais e fazem de tudo para enganar o consumidor o mais rapidamente possível, e é aí que se multiplicam as empresas que partem para as mesmas práticas desonestas, fruto de um quotidiano quase que totalmente pútrido e que tenta eliminar as empresas e pessoas que buscam fazer o melhor dentro e fora das organizações.

7 de dezembro de 2015

As oportunidades de mercado na diferenciação das empresas inteligentes em Marketing

Empresas especialistas em cultivar a incompetência são apegadas às proteções existentes em mercados irrelevantes, onde a meritocracia é vista como um crime e os seres humanos são adestrados para não suportar as adversidades para então suplantá-las posteriormente através de seus esforços, criando um ciclo vicioso onde o cliente é um mero depósito de dinheiro e as pessoas são coisas que podem ser trocadas facilmente dado à quantidade de "réplicas perfeitas" disponíveis em meio ao mar de mediocridade que se instala em todos os níveis do mercado.
Querer o pior para o mercado é o objetivo de muitas empresas, principalmente quando estas são protegidas de forma desonesta e desonrosa, algo que é visto facilmente em mercados cuja incompetência é proposital, fato já esperado quando o incentivo á mediocridade é o ápice de certas culturas onde a culpa dos resultados das ações sempre recai sobre o outro e não sobre o autor.
Este tipo de "façanha" é fruto de uma ação programada que visa transformar as pessoas em coisas, por isso as empresas as tratam como recursos e querem que os seres humanos se encaixem em perfis de adestramento, sem levar em conta o que podem contribuir para que a empresa melhore e como os conhecimentos, experiências e diferenças individuais são vitais para que cada cliente seja atendido da melhor forma, tendo como consequência o relacionamento que permite que ambos os lados estejam na mesma contemporaneidade onde encontram a oferta e demanda que se unem para abrir novas oportunidades futuras.
Obviamente o comportamento "errático" de quem faz por merecer seus clientes é o que mais incomoda os incompetentes de plantão, pois para a mediocridade todo ser humano é um objeto a ser moldado para se encaixar em uma vaga de determinado perfil, e não para ter ideias e melhorar através das trocas de informações, conhecimentos, experiências etc. que fazem o mercado global caminhar para frente, pois o status quo da ignorância é mantido para que as pessoas se sintam incapazes de forma plena, algo que o adestramento já faz desde as mais tenras idades dos indivíduos, e poucos são os que escapam das caixas que impedem de viver num mundo real em que a diferenciação é permitida e faz as empresas terem um ciclo de vida maior.
Por isso os mercados medíocres são meros produtores de commodities, já que foram adestrados corretamente e não se importam em correr o risco de inovar, diferenciando-se dos outros ao poder oferecer produtos e serviços únicos para cada consumidor, pois preferem o risco de não fazer nada porque acham que o protecionismo é mais do que o suficiente para barrar a inteligência de cada indivíduo que não se deixa adestrar porque sabe como pode contribuir para que as poucas empresas inteligentes encantem cada vez mais seus clientes, independentemente do seu tamanho e do local do planeta em que se encontrem, pelo simples fato de viverem num mundo real e repleto de oportunidades para àqueles as enxergam por não estarem com os cabrestos tão comuns dos mercados medíocres.

23 de novembro de 2015

O relacionamento das empresas inteligentes com a contemporaneidade em oposição à mediocridade de mercados em Marketing

Quando a mediocridade é a constante a ser seguida em um mercado praticamente tudo o que é produzido é irrelevante, menos para as mentes adestradas que propagam as falácias continuamente, sem qualquer base real e apenas para servir ao modelo de incompetência reinante, algo que faz com que as poucas pessoas e empresas que busquem fazer o melhor sejam tratadas como criminosas a serem eliminadas.
Empresas que sabem o que fazer não esperam o tempo passar para agir, pois estão inseridas na mesma contemporaneidade de seus clientes, contando com colaboradores preparados e aptos a lidar com o conhecimento, unindo as mais simples informações e transformando-as em produtos e serviços que se encaixam perfeitamente no mercado.
Também é fato que estas empresas, formadas por pessoas que conseguem lidar com o mundo real, vão trabalhar com a inovação sem abandonar a história da humanidade, pois muito do que é aplicável pode ser encontrado em referências que poucos vão conseguir buscar, o que faz com que a empresa não pare no tempo ao se apegar ao futuro que jamais chega porque ela não se faz presente no presente.
Por isso as empresas inteligentes estão em um grupo muito pequeno, ainda mais quando o mercado medíocre vê uma proliferação do que já existe apenas por causa da inveja das pessoas que não suportam que alguém do lado empreenda, e isto é o que faz o protecionismo excessivo vir à tona e afundar ainda mais o mercado num abismo.
E além desta ação vil é possível confirmar o posicionamento das pessoas que formam as empresas em favor da destruição daqueles que optam por se diferenciar e fazer o melhor, algo tão corriqueiro que por vezes chega a passar despercebido e se transforma no comum desejado pelos medíocres que ainda tentam defender as ações injustas e que visam prejudicar as outras pessoas de forma proposital, alegando que tal ação é impensável e inexistente.
Com isso as poucas pessoas e empresas que vivem no mundo real viram alvos de ações direcionadas e que tem como único objetivo eliminar a inovação, desenvolvimento, empreendedorismo e tudo o mais que faz com que o mercado evolua, pois a zona de conforto criada pelos protegidos através das injustiças também é um adestramento que se torna natural para os que não sabem o valor da meritocracia.
Isto faz com que todo o mercado fique à mercê da prática do quanto pior melhor, algo que vai contra quem quer oferecer algo diferente, que sai da inércia proibitiva e sabe que o trabalho de amanhã deve ser melhor que o de hoje, mas que esbarra em ações de grupelhos ignorantes que dominam o protecionismo em favor da mediocridade para que as pessoas adestradas apenas continuem a reproduzir o que já existe e sejam descartadas facilmente porque naquele mercado existem mais peças iguais e mais novas para ocupar aquela posição.
Mercados medíocres existem para que as pessoas sejam escravizadas sem se utilizar desta palavra, condenando-as a funcionar como máquinas que não oferecem soluções, mas repetem exaustivamente as mesmas ações sem saber o porque, impedindo que a inovação chegue ao mercado por ser tratada como ato criminoso pelas mentes medíocres em maior número.

16 de novembro de 2015

A responsabilidade da diferenciação das empresas inteligentes em Marketing

Há empresas incapazes de lidar com suas próprias questões, por isso investem toda sua dedicação no repasse de suas responsabilidades aos concorrentes, tendo como princípio a injustiça proposital e que faz com que as mentes medíocres se deixem manipular para abolir o que é interessante para o mercado com o intuito de manter o status quo de ignorância e paralisação plena que se instala em mercados irrelevantes abarrotados de pessoas adestradas.
Diferenciar-se da concorrência em mercados medíocres é um risco que poucas empresas trazem para seus ambientes, mas quando o fazem são alvos de manobras ilícitas dos invejosos que não investem para inovar e sair da posição em que se encontram por achar que a mera existência de uma empresa já é suficiente, sem interessar o que produzem, e que no fundo sempre está ligado ao que há de pior.
Por isso estes mercados não evoluem, pois as práticas vis dominam as ações da maioria das pessoas, principalmente quando o assunto é enganar o consumidor o mais rapidamente possível para pegar o próximo da fila, descartando-os um após o outro sem qualquer responsabilidade.
E quando o oposto acontece há uma avalanche de ações que visam destruir quem busca interagir da melhor forma com o consumidor, atendendo-o prontamente e fazendo com que todas as ações, destas poucas empresas, sejam relevantes para o relacionamento que permite que a empresa possa manter suas atividades no dia seguinte, algo que é impensado por aqueles que se transformaram em repetidores das mesmices.
Mas mesmo assim é possível verificar que as empresas medíocres sempre trabalham com ações que em nada acrescentam à experiência do relacionamento entre seus colaboradores e o cliente, tampouco se dão ao trabalho de oferecer produtos e serviços razoáveis, pois conseguem manter suas atividades ao contar com o protecionismo descabido que mantém o mercado estático e pune quem se esforça para dar um passo à frente.
Desta forma o desenvolvimento de novas soluções é visto como um problema, assim como as próprias pessoas são tratadas como obstáculos ou peças a serem apenas usadas após o adestramento, pois nada mais são do que coisas úteis por tempo determinado e são de fácil produção por terem que se encaixar sob um molde inflexível e descartado pelos mercados inteligentes.
Só que se as empresas inteligentes, que são pouquíssimas dentro dos mercados medíocres, optam pela busca de informações que serão transformadas em conhecimentos, há um campo muito maior para se atuar e fazer valer o relacionamento com o cliente que produz novas oportunidades de se gerar soluções que se alinhem com a contemporaneidade em que podem oferecer aos indivíduos as opções reais para lhes atender os desejos e manter em ação as atividades que proporcionam novos encontros, sem se deixar levar pela maré medíocre que assola mercados e faz do adestramento de pessoas a maior atividade para manter o nivelamento por baixo em todos os sentidos.

26 de outubro de 2015

A contemporaneidade das ações das empresas inteligentes em Marketing

Empresas que não conhecem a si mesmas não podem oferecer ao mercado soluções úteis, ancoradas na mesmice e desejando um protecionismo descabido que prejudica àqueles que buscam aprender continuamente e mantém com seus clientes um relacionamento que gera conhecimento aplicável ao invés de informações que superlotam bancos de dados e jamais são utilizadas.
Diferenciação e inovação podem caminhar lado a lado quando as empresas são inteligentes e conseguem fazer uso do conhecimento para gerar soluções, algo que não existe dentro de empresas medíocres que apenas reproduzem as mesmas ações infinitamente e ainda esperam por resultados que não ocorrem.
Por isso as empresas medíocres surgem em grande quantidade nos mercados, mas apenas quando o mercado é adepto de práticas corruptas é que elas conseguem viver por mais tempo, abrindo mão da excelência e dos melhores produtos e serviços para ter uma coisa qualquer, pois os mercados medíocres não possuem capacidade para entender o que é uma solução ou apenas mais uma situação em que nenhuma outra ação trará resultado positivo.
E é assim que muitos mercados acabam se tornando apenas fornecedores de matéria-prima, deixando para os mercados, e suas respectivas empresas, competentes a geração de valor nos produtos e serviços, pois o mercado medíocre sequer tenta melhorar para levar a outros mercados produtos e serviços diferenciados, já que vive copiando o que é ultrapassado e já não faz sentido no mundo real.
Mas enquanto a mediocridade permanece inalterada em certos mercados há aqueles que optam pelo desenvolvimento contínuo e buscam transformar informações em conhecimentos aplicáveis em sua contemporaneidade, algo que é incompreensível àqueles que não se julgam capazes de criar uma solução por terem se deixado adestrar para se encaixar sob um perfil imutável utilizado nas empresas medíocres e que não sabem desenvolver soluções genuínas para consumidores inteligentes.
Só que o mercado global permite que as melhores empresas levem seus produtos ou serviços ao cliente que os deseja, e é por isso que as informações são tratadas como oportunidades de se melhorar o que a empresa produz, quando esta é inteligente e se faz valer do aprendizado contínuo para manter suas atividades na contemporaneidade em que são importantes e permitem que novas oportunidades seja aproveitadas de maneira plena.

13 de outubro de 2015

Contemporaneidade e inovação das empresas inteligentes em Marketing

Inovar faz parte de uma escolha a qual muitas empresas não estão preparadas para lidar, tampouco conseguem compreender o contemporâneo em que se encontram e como lidar com todo o espectro de informações, assim como não entendem seus clientes ao posicionar suas áreas como inimigas mortais sem se dar conta de que é a integração de conhecimentos que permite a geração de soluções que atendem aos desejos dos consumidores.
Para muitas empresas a inovação é vista como jogar fora o que se produz até o presente instante e fazer algo totalmente diferente, sem levar em conta que o uso e aplicação de conhecimentos diversificados é que permitirá que soluções inovadoras surjam e satisfaçam clientes, abrindo espaço para os concorrentes que melhor se adaptam à contemporaneidade.
Por esta razão é que as empresas ficam impregnadas da mesmice, como se fossem caixas que não podem mais ser abertas ou que se comuniquem, criando barreiras para a troca de informações e correndo desesperadamente atrás de novos clientes sem valorizar os já conquistados.
E nesta ação é possível confirmar que este comportamento primitivo é aplicado internamente, pois se um dos colaboradores sai da caixa acaba penalizado por ser diferente e oferecer novas oportunidades para a organização, como se o oposto já não fosse o fator principal do desaparecimento de empresas que não se mantiveram acordadas.
Mas para o bem do mercado há um grupo pequeno de organizações que vive na contemporaneidade de seus clientes, que está atenta às oportunidades que se apresentam e que saem das caixas para aprender, desenvolvendo-se rapidamente e participando do mercado como fontes de referência para cada concorrente e vice-versa.
Logicamente este é um posicionamento que requer uma estrutura muito desenvolvida, que faz com que a informação trafegue entre as áreas e dê um encaminhamento à criação de ideias a serem estudadas profundamente, comprovando ou não a viabilidade, pois o fazer por fazer é algo que fica destinado àqueles que culpam os demais por pensar e agir com inteligência, principalmente em mercados medíocres e que preferem contar com empresas que enganam os consumidores por terem ao seu lado um protecionismo descabido.
A inovação não é algo que surge do nada, pois ela aparece quando as informações se conectam, transformando-se em conhecimento e gerando ideias aplicáveis no mundo real, trazendo para a empresa, seus colaboradores e clientes novas oportunidades de relacionamento e satisfação para ambos os lados, permitindo a existência de um amanhã.

29 de setembro de 2015

A responsabilidade organizacional no uso da inteligência para a geração de soluções em Marketing

O uso da inteligência não é visível dentro de empresas que nasceram como meras reprodutoras da mesmice, preferindo atacar quem consegue unir informações e criar soluções para os clientes ao invés de olhar para dentro delas próprias e assumir que suas ações são equivocadas e em nada beneficiam a organização, seus colaboradores e clientes.
A inteligência deve ser a maior aliada de uma empresa, mas em mercados medíocres há a rechaça pelo uso da mesma, incentivando-se a proliferação da incompetência com a finalidade de se abolir a produtividade como um todo, abrangendo até mesmo a geração de ideias e o uso de percepções que venham a criar produtos ou serviços que atendam ao consumidor.
Além disso é fácil de se observar que as empresas agem desta forma de maneira proposital, pois abrem mão do mérito e de suas responsabilidades para culpar o cliente por tê-las escolhido, como se isto fosse a realidade.
Por isso o consumidor acaba taxado como inimigo da organização, como um ser desprezível que deve ser afastado o mais rapidamente possível e também não possa se livrar da suposta culpa, pois ao procurar a empresa para sanar uma dúvida ou até mesmo apontar uma melhoria no produto ou serviço que ela ofereça há um tratamento baseado no desdém, já que o consumidor está atrapalhando o chamado funcionamento da organização.
Só que enquanto isto acontece nos mercados medíocres há um grupo pequeno de empresas que opta pelo caminho do trabalho, desdobrando-se de tal forma que chega a encantar o consumidor e passa a ser uma opção saudável para as pessoas que a procuram, pois em seus ambientes internos há um uso de inteligência que visa levar aos clientes as melhores experiências, preferindo assumir que a responsabilidade da empresa não é uma bola para ser jogada no colo do cliente e ele que vá para um canto e não volte mais.
Por isso é fácil recordar das poucas empresas que chamam a atenção de forma inspiradora, e como há um desejo do consumidor em receber a devida atenção em qualquer organização de um mercado, mas como ele mesmo já sabe há um pouco de sonho que não se realizará neste desejo, ainda mais quando a meritocracia das conquistas é vista como o mal da humanidade e impede que o mercado melhore pelos exemplos de quem sabe assumir suas responsabilidades e faz o seu melhor para levar aos clientes o que é viável e aplicável na contemporaneidade em que ambos se encontram.

16 de setembro de 2015

O inovar, diferenciar e aprender contínuo das empresas em Marketing

Quando uma empresa não sabe o que faz passa a viver à sombra da concorrência ao copiar toda e qualquer ação para tentar sobreviver naquele mercado, sem levar em conta que todas as organizações, sem exceção, são diferentes entre si em sua cultura, uso de informações, aplicação do conhecimento, relacionamento interno etc..
Nenhuma empresa deve nascer para viver à sombra dos concorrentes, mas diariamente surgem organizações que se sujeitam a viver de tal forma, como meras cópias simplórias que fornecem produtos ou serviços que não se diferenciam verdadeiramente.
Da mesma forma é possível olhar para o lado contrário e encontrar empresas que nascem e sabem que são diferentes, o que as torna aptas a manter suas atividades durante a contemporaneidade que compartilham com seus colaboradores e clientes, inovando internamente ao não se permitirem parar no tempo porque em algum momento foram referências de um mercado.
Também é necessário olhar como estas empresas não nascem por se basear naquilo que já existe, preferindo buscar a produção do diferente para atender aos desejos dos clientes que ainda não encontraram uma organização que os atenda, demonstrando uma percepção muito mais ampla daquilo que forma uma empresa.
E estas organizações também preferem a vanguarda do mercado ao trazer para dentro de seus ambientes muito mais do que dados e informações, optando pelo aprendizado, conhecimento e relacionamento produtivo com o cliente através de colaboradores bem preparados e conscientes de suas ações, pois em dado momento estes mesmos colaboradores também são clientes e conseguem compreender a diferença que existe entre oferecer o melhor ou meramente estar diante do consumidor.
Mas este nível só é alcançado quando as pessoas estão preparadas para lidar com pessoas, algo que pode parecer simples, e o é, mas que custa muito a ser compreendido dentro das empresas medíocres de colaboradores de mesmo nível, pois ali o importante é o próximo cliente, tratado como alvo a ser abatido, e não aquele que há pouco se deslocou até a empresa para adquirir um de seus produtos ou serviços.
Outro ponto relevante é a forma como as empresas inovadoras preferem aprender com seus concorrentes ao invés de tratá-los como inimigos mortais, pois assim podem ter mais a oferecer aos seus clientes e também acabam por se tornar mais uma referência no mercado ao serem diferentes das demais, não porque simplesmente são, mas porque escolheram ser.

25 de agosto de 2015

A relação com a concorrência e o aprendizado das empresas inteligentes no aproveitamento de oportunidades em Marketing

Empresas tratadas como meras linhas de reprodução vivem à sombra dos concorrentes, copiando-os sem saber a razão e não investindo na inovação que as permitem ser diferentes aos olhos dos consumidores, ancorando-se em ações que visam burocratizar o tratamento de informações, ideias e oportunidades com a finalidade de manter o status quo da mediocridade em seus ambientes.
A visão deturpada da maioria das empresas trata o desenvolvimento como um mal a ser evitado, pois este mal traz a necessidade de aprendizado, de distribuição de conhecimentos e informações no ambiente interno e faz com que as pessoas, na figura de colaboradores ou clientes, possam oferecer sugestões para a empresa melhorar, o que é impensável e totalmente ignorado pelas mentes medíocres.
Com isso os concorrentes inteligentes podem aproveitar uma gama muito maior de oportunidades, mas jamais poderão atender a todos os consumidores, o que as faz focar em clientes que estejam dispostos a adquirir seus produtos ou serviços.
E desta maneira os concorrentes também terão seus respectivos públicos para atender, desde que o façam de forma inteligente, saindo do relacionamento de troca para a relação em que ambos os lados buscam o melhor continuamente, desenvolvendo uma parceria que dificilmente é abalada pelos demais concorrentes, já que os dois lados conseguem conversar.
Além disso é possível ver que as empresas medíocres são meras linhas de reprodução da mesmice, inundando mercados com produtos ou serviços que não são as primeiras escolhas dos consumidores e talvez não sejam a escolha em momento algum.
Mas também é necessário observar como as empresas inteligentes tratam as informações, conhecimentos, ideias, inovações e toda a estruturação mínima para a construção de um relacionamento interno que se reflita na satisfação dos consumidores, revelando uma percepção simples de que estas empresas são formadas por pessoas que se relacionam com outras pessoas e querem oferecer mais do que a mera mão-de-obra que faz sem saber o porque, entrando em um nível diferenciado e que colabora para o desenvolvimento organizacional como um todo.
Por isso as poucas empresas inteligentes do mercado tratam seus concorrentes de forma diferenciada, aprendendo continuamente com as ações destes e aprimorando-se continuamente ao não se colocarem como meras imitações daquilo que já existe, assumindo suas responsabilidades e aproveitando cada oportunidade viável para si antes que os concorrentes atraiam a atenção de seus clientes.

24 de agosto de 2015

A diferenciação inteligente e o relacionamento das empresas com o conhecimento em Marketing

Diferenciar-se da concorrência é um exercício diário dentro das empresas inteligentes, colocando-se sempre à disposição da entrada de novos conhecimentos em seus ambientes e permitindo que todas as áreas façam o melhor uso das informações com a finalidade de levar aos clientes experiências interessantes e relevantes.
A diferenciação não é uma fórmula que de repente faz com que sua empresa seja incomparável e absolutamente única, mas faz parte de uma ação quotidiana que a torna apta a se relacionar com seus consumidores por um tempo muito mais relevante e produtivo.
Por isso o discurso da diferenciação é vazio na maioria das empresas, pois estas apenas se utilizam de outros formatos, cores ou palavras para levar ao mercado mais do mesmo, sem qualquer inovação ou sequer um tratamento que faça com que seu cliente perceba a empresa como a única que pode lhe entregar determinado produto ou serviço da forma que deseja encontra.
Então há uma prática comum que faz com que o mercado pare no tempo nos mercados medíocres, um tipo de protecionismo infame que impede que todas as empresas sejam melhores a cada dia, nivelando por baixo todas as ações e mantendo os clientes escravizados por não encontrarem as opções adequadas para seus desejos.
Desta forma todo o mercado acaba perdendo e as empresas inteligentes, que não precisam estar no mesmo território do consumidor, acabam por ganhar mais destaque e viram referências comparativas que não gerarão expectativas com relação às empresas locais, pois estas não poderão alcançar um nível melhor enquanto se deixarem prender à mediocridade.
Então o consumidor sempre buscará o melhor para ele, e o encontrará enquanto houver empresas dispostas a fazer o melhor uso das informações e conhecimentos disponíveis, aplicando-os de maneira efetiva e competente, sem privilegiar esta ou aquela área, mas direcionando-os para o lugar em que devem chegar, algo que exige estrutura e sabedoria.
E com este posicionamento diferente das empresas inteligentes é possível encontrar produtos e serviços que vão além da mera troca destes por dinheiro, fato corriqueiro nos mercados medíocres e protecionistas que visam nivelar por baixo o que deve ser o mínimo a se entregar para o consumidor, criando um abismo praticamente intransponível quando há a comparação das empresas destes mercados com as que estão alocadas em regiões onde o melhor é o mínimo que se deve entregar ao cliente.
Cada empresa é única quando sabe usar a inteligência em seu favor com o apoio dos colaboradores e consumidores, levando ao mercado os melhores produtos e serviços que podem produzir por terem o discernimento em fazer o melhor uso de informações e conhecimentos na construção daquilo que é desejado pelo cliente e faz o relacionamento entre as duas partes abrir novas oportunidades no futuro.