12 de julho de 2011

Relacionamentos direcionados com a inteligência e o conhecimento organizacional em Marketing

O tratamento dado aos colaboradores é refletido no atendimento aos clientes, fato já testemunhado e abolido do ambiente organizacional das empresas inteligentes, que não arriscam suas histórias para diariamente visualizarem seus consumidores migrando para os concorrentes.
Tratar as pessoas como se fossem coisas é um procedimento muito comum e que tira qualquer crédito das empresas, pois é assim que também tratarão seus clientes, com uma leve diferença, que envolve o dinheiro ganho de maneira injusta.
Os mercados ainda possuem empresas assim porque diariamente surgem novas organizações com esta visão míope do mercado, mas que acabam tendo suas vidas encurtadas a medida em que os clientes as deixam.
Mesmo assim é possível encontrar um lado positivo nesta forma de tratamento, que é o encerrar de atividades, muito benéfico para os consumidores, seus colaboradores e o mercado, que consegue evoluir e permitir que somente os melhores se estabeleçam e continuem suas atividades normalmente.
Por outro lado algumas pessoas acharão que uma empresa que fecha as portas não pode ser definido como um ponto positivo, algo até certo ponto passível de dúvida, mas que na análise profunda demonstra que cada ação era tomada com a intenção de prejudicar alguém, partindo do momento em que os colaboradores eram tratados como objetos a serem alocados em um canto qualquer.
Desta maneira é possível traçar o perfil daquelas empresas que seguem em direção oposta, onde colaboradores são tratados como pessoas, e que cada ação é proposta sobre ideias que têm como objetivo atender e satisfazer aos consumidores, e é desta forma que as organizações passam a tratar seus próprios colaboradores como clientes, pois se eles não compram as ideias antes do consumidor há uma vantagem competitiva gigantesca para seus concorrentes.

11 de julho de 2011

O posicionamento organizacional diante do exercício diário da busca pela compreensão dos desejos dos clientes em Marketing

Compreender aos consumidores é um exercício que não tem fim, pois esta constante permite que os produtos e serviços sejam desenhados de maneira específica, com uma fonte de inspiração direcionada à satisfação de clientes, tendo como sustentação o conhecimento compartilhado pelos colaboradores, em uma rede intrincada que permite a troca de ideias e informações de forma rápida e eficaz, sem deixar que o tempo consuma a organização, fato que acontece a cada novo dia às empresas que preferiram impor suas percepções aos consumidores e não trazê-los para perto o suficiente para compartilharem a mesma visão.
Atividades bem delineadas direcionam as melhores empresas ao êxito e destaque no mercado, deixando em aberto a possibilidade de desenvolvimento contínuo, fato que transforma a visão organizacional com o passar dos anos e a deixa preparada para encontrar as melhores oportunidades.
Mesmo assim é preciso ter consciência de cada ação, não como forma de reagir aos concorrentes, mas como premissa para se alcançar a vanguarda de um mercado extremamente competitivo.
Por outro lado é necessário contar com um time de colaboradores entrosados, que falem a mesma língua, ponto determinante para se enviar a mensagem da forma correta ao consumidor, pois estes colaboradores estarão em contato com aqueles que decidem diariamente o futuro da sua empresa.
Ainda assim é possível encontrar empresas que relutam em fazer o que é certo, que tratam seus clientes como escravos e que se esforçar não é relevante, pois as organizações, na crença interna, determinam quem é e como pensa o consumidor, deturpando o presente e apegando-se ao passado de tal maneira que a única possibilidade é o desaparecimento desta empresa.
Então o crescimento de mercado também é afetado, chegando ao ponto de ser reduzido dia após dia por causa de decisões baseadas em achismos, onde a razão é tratada como a parte descartável de qualquer processo e colocando nas mãos dos concorrentes o destino das empresas menos privilegiadas em termos de inteligência e conhecimento.
Mas também é fácil perceber que diariamente a cultura que trata o consumidor como um mal é disseminada e explorada como verdadeira, partindo de um princípio que cria uma avaliação com dois pesos e duas medidas, pois quando estas organizações estão na figura do consumidor exigem o máximo das demais, pois agora elas acreditam que podem definir o futuro de uma empresa.
Por isso é importante inovar constantemente em um mercado, para que as ideias não envelheçam e tornem-se âncoras que levam para o fundo dos oceanos, contrariando a essência das empresas que se enraízam em um mercado através do contato com os clientes, para crescerem e ampliarem suas atividades continuamente, com ações que estão além da mera troca de uma soma em dinheiro por um produto e serviço.
Só que esta ação não é facilmente percebida em um grande grupo de empresas, que não podem entender que o desenvolvimento não é mais opcional, e que através dele novos portos surgirão e servirão de base para que novos mares sejam vistos e recebam seus produtos e serviços.

10 de julho de 2011

A formação contínua do conhecimento, dentro da nova relação das empresas com o mercado e seus consumidores em Marketing

A competência de uma organização em um mercado é resultado, para não dizer consequência, do êxito nas ações pensadas e planejadas sobre o conhecimento, trazendo frutos maiores ao longo do tempo, pois o foco organizacional é muito bem definido e faz jus a cultura interna, que traz para dentro da empresa colaboradores com o mesmo desejo de evoluir, quando a empresa é focada e voltada ao desenvolvimento contínuo, ou então para fica estagnada em um nível que outrora já foi o melhor que podia ser oferecido e que limita a visão a uma linha reta sem paisagem.
Competência não é algo encontrado em abundância no mercado, pois todo o esforço e dedicação destinado a este nível de excelência é resultado direto do aprendizado aplicado na prática, aproveitando-se para trocar ideias constantemente com outras pessoas e desenvolvendo o conhecimento ao agregar mais informações à base já conquistada ao longo da vida.
O que mais chama a atenção é que muitas empresas não enxergam que o conhecimento sempre deve ser ampliado, pois o ato de contar apenas com um nível de conhecimento limitado funciona como uma âncora que se fixa em um ponto no qual a organização não consegue se soltar, aprisionando-a dentro de si mesma e bloqueando todas as portas e janelas.
Outra coisa que se destaca é a incapacidade de muitas empresas se adaptarem ao novo, de entenderem que a evolução não é um fator negociável, ela ocorre porque o ser humano é voltado a crescer, e assim o faz nas organizações, e é desta forma que as empresas precisam aprender a se adaptar ao presente, o que não as delega a regra de jogar fora o passado, pois sem ele nada seriam em meio aos concorrentes.
Então a história construída com o cliente, muito mais em evidência hoje, se traduz em uma venda constante da empresa para o consumidor, seja de empresa para empresa e até mesmo de consumidor para consumidor, fato que anteriormente não era cogitado, mas que atualmente é a constante que desenha a maneira como as estratégias devem ser traçadas e como as pessoas são fundamentais em todos os processos.
Por isso é importante entender que o único ponto final possível é o abandono do mercado, e que as demais variáveis podem ser estudadas, compreendidas e trazidas para a realidade da organização, adaptando-as à cultura e gerando o desenvolvimento de forma muito mais segura ao se saber qual direção seguir.
Também é interessante aproveitar a renovação do conhecimento ao se trazer pessoas preparadas e conhecedoras de soluções diferenciadas, e nisto é possível verificar que as melhores empresas buscam esta renovação ao ampliarem o leque de contratações, tendo as mais variadas faixas etárias para não perderem o vínculo consigo mesmas e também aproveitarem as visões distintas para entender melhor como seus novos consumidores podem ser atendidos.
Mas não basta somente atender aos novos consumidores sem ter capacidade para atendê-los, ponto que nos leva a ter um público-alvo muito bem conhecido, através dos mais variados canais de comunicação e interação, aspecto que traz exigências nos mais variados campos do conhecimento, tanto de manutenção e sustentação do negócio quanto de inovação.
No entanto é necessário entender que não há como barrar a evolução, e que os novos consumidores, que normalmente são mais jovens, inserem transformações diárias em mercados que se consideravam sólidos e imutáveis.
Por isso é vital tornar a percepção muito mais ampla, especialmente em um mercado global que praticamente derrubou fronteiras e trouxe uma transformação na forma de tratamento do conhecimento, que de local passa a ser global em poucos segundos, influenciado por uma mudança drástica no comportamento do consumidor mais jovem que, assim como nas eras anteriores, determinam os rumos do mercado, evidenciando que a adaptação não é uma opção para as empresas, mas outra constante a ser empregada no dia a dia de cada ação.
O mercado globalizado gera a necessidade de aprendizado contínuo de tal forma que somente as empresas que mantêm suas mentes arejadas e atuais podem entender quais serão os desejos dos consumidores, e as mentes inovadoras devem ser tratadas com fonte de referência, sem que isto signifique retirar colaboradores mais experientes da linha de batalha, pois em certos momentos as pessoas consideradas muito maduras são mais jovens que aqueles de pouca idade.

9 de julho de 2011

O alinhamento da cultura com o autoconhecimento e o desenvolvimento organizacional em Marketing

Certas informações são imprescindíveis para determinadas áreas, como fonte de conhecimento e de gestão aplicada em ações que visam aumentar os benefícios, estabilizar e manter o nível de excelência por um período determinado, desenvolvendo continuamente as habilidades dos colaboradores, priorizando os investimentos que colocam em ação o uso e a formação de ideias inovadoras.
Conhecer muito bem a organização torna o desenvolvimento de soluções muito mais rápido e efetivo, além de apontar melhorias com agilidade e precisão em um tempo tão curto que os próprios colaboradores não perceberão a flutuação.
Mas para que isto ocorra é necessário contar com colaboradores bem preparados, e neste quesito as organizações acabam não percebendo que diariamente elas devem servir como instrumentos de ensino para os seus colaboradores, não para adestrá-los, mas de forma a cultivar um certo padrão focado na excelência ao se melhorar a cada novo dia.
No mesmo momento que a empresa percebe a sua importância no preparo de seus colaboradores muitas pessoas imaginarão que esta ação é um custo, tendo como base a visão míope que elimina diariamente inúmeras empresas em muitos mercados, já que elas não se cuidam e fazem o mínimo para melhorar.
Desta maneira não há como evoluir, gerar a inovação e agradar aos clientes ofertando-lhes os produtos e serviços da empresa, pois a falta de conhecimento dá uma vantagem competitiva muito maior aos concorrentes, especialmente quando informações desencontradas são fornecidas dentro de um curto espaço de tempo.
Mas o que realmente impacta nas ações é a incapacidade de aceitar que a organização precisa renovar suas ideias ao longo dos anos, algo que fica sustentado até o ponto em que a empresa precisa fechar as portas, para não precisar investir e se adaptar ao mercado em mudança.
Só que os concorrentes preferem investir no desenvolvimento, como se pudessem criar olhos infinitos e apontá-los em todas as direções com a finalidade de descobrir no que ainda podem melhorar, de que forma a melhoria deve ser implantada e como seus colaboradores estarão inseridos neste conjunto de fatores que leva ao êxito e consequentemente ao sucesso.
São estas leves alterações que determinam como a empresa será vista pelos clientes, e hoje a comunicação é praticamente ininterrupta, com um fluxo elevado e que não deixa margem para empresas que ainda possuem uma única pessoa decidindo seu destino.

8 de julho de 2011

O exercício diário do desenvolvimento organizacional como diferencial estratégico de Marketing

Suposições que surgem de repente dominam as empresas que não investem na construção do conhecimento, evitando agregar valor àquilo que precisam e deixando espaço para os concorrentes preparados dominarem o mercado com soluções práticas e adaptadas aos desejos dos consumidores, um fato que só acontece porque há uma vontade interna de sempre se superar e deixar a concorrência para trás.
Empresas que pensam cria estratégias que estão conectadas diretamente ao mercado e aos clientes, com um foco bem definido e fácil de ser visualizado, partindo de premissas baseadas em estudos e pesquisas relevantes, aplicando todo o seu potencial naquilo que traz resultados positivos.
No entanto é fácil encontrar empresas despreparadas, que criam situações embaraçosas para si próprias ao não saberem sequer oferecer o que produzem, tanto em termos de produtos quanto de serviços, algo que hoje é praticamente abominável e surrealista.
Mas estas ações utópicas ainda dominam aqueles que vão contra o desenvolvimento, que não acreditam que gerações diferentes podem oferecer soluções diferentes, e dependendo do seu público-alvo são situações que fazem a diferença entre a permanência no mercado e o desaparecimento.
Por outro lado muitas organizações acham que seus clientes serão fiéis eternamente, o que não é mais uma percepção aceitável nos tempos contemporâneos, pois a oferta e a concorrência estão maiores, além de terem dizimado as fronteiras, pois a competência não é restrita ao território, pois grandes ideias e soluções não conhecem limites físicos para encontrar um consumidor.
Então a inteligência passa a ser fator determinante na escolha das ações, e se todos os colaboradores possuem um nível de conhecimento comum, que é a cultura organizacional munida de informações concretas, passam a oferecer seus produtos e serviços como se eles próprios os tivessem produzido, o que no fundo é verdade.
Com isso as ideias passam a ter um valor diferente, o mercado não é mais baseado única e exclusivamente em matéria-prima, a não ser que as diretrizes de um mercado fiquem presas ao passado e tenham como foco evitar que haja o desenvolvimento em todos os seus campos.
Por essas ações as empresa pagam um preço elevado, pois não criam raízes de sustentação, como é o correto para crescerem tranquilamente, deixando as âncoras as prenderem em um lugar que não oferece mais oportunidades, já que seus clientes se movimentaram.
Neste caso existe também uma preocupação com a forma como as raízes são definidas, tendo como principal foco a conexão relevante com os consumidores, e é aí que reside o melhor território para se plantar as soluções.
Com isso é possível constatar que diariamente as empresas minam suas chances ao levarem aos clientes informações desencontradas, como fábulas criadas para enganar as pessoas e inutilizar toda e qualquer ação que venha ao encontro da unidade organizacional, gerando a integração e o estabelecimento de um foco comum.
Ações que geram desenvolvimento não são baseadas em achismos, tendo como fundamento as raízes evolutivas da empresa, que empregam o conhecimento e o aplicam na oferta de soluções, internas e para os clientes, ampliando a visão organizacional e buscando a vanguarda em um mercado global altamente competitivo e que oferece inúmeras oportunidades a cada dia.

6 de julho de 2011

A adaptação organizacional à inovação e às mudanças de mercado em Marketing

Introduzir novos conceitos em organizações enferrujadas exige um esforço muito maior, pois a adaptabilidade é menor e as estruturas são moldadas para jamais evoluírem ou melhorarem, tendo como base de sustentação hábitos, que na verdade são vícios, mal formados e antiquados para os dias de hoje, mas logicamente é possível mudar a história com uma exposição clara e direta dos benefícios gerados pela atualização na forma de se lidar com o mercado, com as novas maneiras de comunicação e especialmente com os colaboradores que chegam cheios de ideias e propostas que manterão a organização viva.
Empresas morrem diariamente por não se adaptarem ao novo, por desejarem usar as mesmas formas de relacionamento interno e com os clientes sem levar em conta as oportunidades criadas ao se atualizarem, permitindo que o conhecimento seja usado para o benefício do desenvolvimento e da melhoria de práticas que podem servir de base para a sustentação de estratégias aliadas à constante evolução.
Com isso as empresas passam a ganhar oportunidades que anteriormente ficariam disponíveis para os concorrentes, sem uma visão ampliada do mercado é impossível estar presente no presente, e é desta forma que muitas organizações agem, afastando-se cada vez mais do dia de hoje para ficarem coladas em um passado que já foi a vanguarda do mercado.
Por outro lado é necessário ter competência suficiente para administrar a opinião das pessoas que não gostam de andar para atrapalharem todo e qualquer desenvolvimento, pois são inseguras e julgam as mudanças desnecessárias por acreditarem que são a última e única resposta que a empresa encontrará no mercado, evidenciando o despreparo integral e o uso da incompetência como guia de ações.
Então o mais importante não é criar uma base sólida e imutável, mas consolidar ações que estejam direcionadas ao desenvolvimento contínuo, perpetuando a melhoria contínua e fazendo com que todos os colaboradores sejam participativos em todas as áreas, e este é outro ponto delicado, pois a maioria das organizações acha que um colaborador não pode conversar com os demais por estarem em áreas diferentes, o que demonstra a incapacidade de pensar e agir aplicando o conhecimento nas decisões.
Deste modo é interessante aproveitar todas as oportunidades para conectar as áreas, dar liberdade para a criação de novas ideias, para a inserção da inovação em locais onde uma pequena mudança transformará a visão das pessoas e direcionará o conhecimento ao êxito, por terem a mente e os olhos abertos realmente.
Além disso a prática quotidiana no desenvolvimento de soluções vira um hábito que se torna a cultura de organizações que olham para fora de seus domínios e colocam o conhecimento em um plano distribuído de forma uniforme e universal em seus ambientes internos, aproveitando-se também do relacionamento criado com os clientes.

5 de julho de 2011

A construção e a manutenção diária da excelência como fonte de inovação em todas as áreas da organização como estratégia de Marketing

Quando uma das áreas da empresa não executa suas tarefas adequadamente todo o conjunto sofre os impactos e danos nocivos à administração da excelência, mesmo que as outras áreas estejam funcionamento dentro do planejado, estruturadas e consolidadas, só que não conseguem ir além daquele ponto porque dependem de uma integração plena de todos em um único grupo, onde as ações não são tomadas para apagar incêndios, mas para gerar o desenvolvimento e criar novos projetos.
Empresas estão em desenvolvimento continuamente, como se a cada dia assentassem um novo tijolo, acrescentando mais um pedaço de história ao que já foi feito até o momento, o que nos leva a observar que a grande maioria delas deixa seus concorrentes mais bem preparados determinarem o fluxo do mercado, ditando as regras e sempre saindo na frente.
Então os lançamentos efetuados parecem não causar o mesmo impacto nos consumidores e no mercado, pois já chegam até eles de forma levemente defasada, pois sempre serão comparados com o concorrente que chegou antes porque se preparou melhor e fez o dever de casa.
Além disso as áreas de uma organização também podem minar todas as ações quando tentam sobrepujar as demais, suas colegas diretas no desenvolvimento, na criação de soluções e que permitem sair do marasmo quando mais colaboradores são chamados a participar de projetos novos, redirecionando e realocando o conhecimento em pontos que anteriormente pareciam fora do foco.
Mesmo assim todo o histórico organizacional gerado com base na falta de organização ainda pode atrapalhar mais do que muitos imaginam, pois regras impostas e que delimitam a relação das pessoas só levam à dependência maior das decisões dos concorrentes, pois nada mais restará a estas organizações a não ser copiá-los dia após dia.
No mesmo instante é possível que alguém enxergue muito mais do que meras informações guardadas ou mal utilizadas, explorando-as e trazendo um ponto de luz sobre ideias que podem dar um novo rumo ao uso e aplicação plena do conhecimento, como fonte de inovação e administração da criatividade que diariamente gera o desenvolvimento.
Por isso é muito mais interessante contar com áreas que se integrem plenamente, sem o falso julgamento de que há interferência na tomada de decisões, pois todos sabem exatamente o que devem e precisam fazer para se desenvolverem e tornar os desejos dos consumidores muito mais do que ideias que percorrem corredores e são alocadas em bancos de dados que ninguém mais acessa porque nenhuma pessoa que sabe da sua existência está mais na organização.
Com isto é necessário tratar o conhecimento como um benefício com o qual todas as empresas podem ir além dos concorrentes, satisfazer consumidores e permitir que cada um dos colaboradores seja tratado com um verdadeiro integrante do grupo que fornece soluções, deixando para as demais empresas a preocupação com problemas que elas criaram e que não sabem solucionar porque estão focadas demais em fazer o que não é interessante para o mercado e seus clientes.

4 de julho de 2011

A habilidade organizacional ao conectar as áreas, tendo como base o conhecimento de mercado, os estudos e pesquisas de Marketing

Contar com áreas interdependentes faz com que as empresas fiquem mais fortes, por colocarem em um mesmo grupo todos os colaboradores, mesmo que dificilmente eles mantenham contato uns com os outros, garantindo também a criatividade de cada indivíduo, e respectiva área, além de integrar e solidificar as ações com um foco muito mais assertivo, evitando que um concorrente se aproxime ou busque seus melhores colaboradores.
Escolher os colaboradores é parte de um processo que não termina na seleção, pois todas as suas habilidades trarão oportunidades e vivenciarão a inovação enquanto puderem compartilhar e trocar ideias com os demais, visando criar um ambiente organizacional onde existem estruturas sólidas e flexíveis que apontam para a vanguarda de mercado.
No entanto muitas empresas optam por dividirem-se internamente, colocar uma área contra a outra, levantando paredes invisíveis que inibem a distribuição do conhecimento e o alcance da excelência.
Em contrapartida as melhores e mais inteligentes organizações preferem tornar seus ambientes internos uma fábrica de soluções, pulsante e ao mesmo tempo estável, sólida e adaptável ao presente, como se moldassem suas ações ao que realmente é interessante e estivesse destinado única e exclusivamente a elas.
Mas por incrível que pareça muitas empresas ainda acham que estão sozinhas no mercado, que os concorrentes são ilusões ou meros boatos, que com o passar do tempo se desmancham com uma leve brisa e não as incomodam mais.
E é por isso que diariamente muitas organizações perdem seus melhores colaboradores, pois deixam crenças retrógradas dominarem seus ambientes, virando uma verdade que atrasa o desenvolvimento e gera a insatisfação interna, o que consequentemente chega ao consumidor através de um simples contato com a empresa ou colaborador.
Então o desenvolvimento é jogado às traças, guardado em um cofre sem chave e perde todo o sentido, pois fará com que as pessoas, e também a empresa, tenham que trabalhar e criar, como se isso fosse a exceção em um mercado ou não fizesse parte do íntimo de cada ser humano que desenha seu destino a partir do conhecimento que adquire ao longo dos anos e compartilha com outras pessoas.
Mas além disso é necessário ter também a capacidade de aprendizado, outro fator pouco comum em muitas empresas, que ficam ancoradas em preceitos ilusórios e completamente desconexos do mercado, evidenciando a incapacidade em aceitar que sempre existe mais de uma resposta para cada pergunta, e que, invariavelmente, faz com que o conhecimento seja ampliado.
Ainda assim há um preparo anterior que só é possível por causa da formação, tanto de caráter quanto no campo dos estudos, e que são refletidos diretamente nas ações tomadas diante dos clientes, a não ser que alguma pessoa do planeta goste de ser mal tratada quando se desloca até um ponto de venda.
Existem mais fatores que determinam o êxito de uma empresa no mercado, pois todo o planejamento só poderá ser executado perfeitamente se todos os colaboradores possuírem a mesma visão da empresa, não abandonando o lado humano de cada ação e fazendo do negócio da organização algo muito mais valioso do que um ponto em que o dinheiro é trocado por um produto ou serviço, como acontece diariamente em inúmeras ocasiões.

3 de julho de 2011

Organização e administração de processos com foco no desenvolvimento contínuo das empresas e no relacionamento interno em Marketing

Empresas criadas sob o foco do desenvolvimento conseguem um destaque maior no mercado por não jogarem para o futuro as decisões que devem ser tomadas no presente, colocando em ação o planejamento e a organização, administrando melhor as estratégias e diferenciando-se dos concorrentes por contarem com uma base de conhecimento efetiva e aplicada na prática diariamente.
Quando as empresas organizam seus processos conseguem entender melhor o funcionamento de suas funções e responsabilidades, gerenciando uma cultura afinada e compartilhada por todos os colaboradores com maior efetividade.
De certa maneira as empresas tratam suas ações de forma desconexa, como se uma ação fosse isolada e não impactasse nos demais processos, tornando-a vulnerável.
Por isso os fundamentos das empresas dão o direcionamento das ações, colocando-se na base uma estrutura focada no conhecimento é vital e tratando-a como fonte de aprendizado e realização.
Então a percepção da realidade é afastada de muitas organizações, que colocam um  estilo de negócio como igual por apenas copiarem os concorrentes indiscriminadamente, sem olhar que há muito mais do que um modelo único e exclusivo de se atuar.
Mesmo assim existe a oportunidade de se remodelar um negócio, de fazer diferente e então se destacar do grupo fechado formado pelos concorrentes, onde tudo é tão similar que não deixa claro quem faz o que, passando até a mudar a forma como os consumidores enxergam um produto ou serviço.
Além disso é necessário que a empresa esteja preparada para crescer, tanto na expansão da base de clientes quanto no conhecimento adquirido ao longo dos anos, gerando estabilidade nas ações e mantendo um relacionamento interno próximo da perfeição, para evoluir e atender aos desejos dos consumidores.
Com este comportamento a organização passa a desempenhar um papel de vanguarda ao se respeitar e tornar sua história parte da vida das pessoas, sejam elas colaboradores ou clientes.

2 de julho de 2011

Decisões estratégicas de Marketing baseadas na distribuição do conhecimento e na troca de ideias entre os colaboradores

Conhecimento aplicado na prática é um diferencial com que poucas empresas conseguem contar, pois estão mais abertas ao novo e podem colocar em ação as soluções do presente no momento em que seus clientes desejam uma vez que diariamente seus colaboradores agregam novas informações sobre os consumidores e as compartilham com seus colegas por terem a liberdade para andar para a frente e gerar desenvolvimento.
Muitos concorrentes investem na diferenciação através da distribuição de ideias entre seus colaboradores, dando-lhes condições de analisar o atual estágio de um produto ou serviço, estar em contato com os consumidores e realizar melhorias, gerando uma satisfação interna que se reflete diretamente no mercado, em especial nos seu clientes, que retornam posteriormente ao se identificarem com a organização e suas ações.
Por outro lado muitas empresas preferem se enclausurar, fechando as portas para informações importantes e decisivas, já que no mercado não há tempo a ser pouco ou mal aproveitado.
Desta maneira é interessante observar como muitas empresas se comportam por meio de seus colaboradores, tendo como premissa a cultura interna que é divulgada para o consumidor na hora de um contato, mesmo que não seja o objetivo principal e acaba ocorrendo de forma espontânea.
Com isso o relacionamento com o consumidor é iniciado internamente, pois os colaboradores, e especialmente vendedores, só poderão oferecer o que recebem, e se o tratamento interno não é exemplar o resultado é pífio, dando vantagens competitivas aos concorrentes que preferem investir em desenvolvimentos e treinamentos com a finalidade de melhorar mais a cada dia.
Então o resultado é inegavelmente superior àqueles que não buscam inovar, e para muitas pessoas a inovação sempre deve chegar até o consumidor, mas poucas param para pensar e inovar internamente, melhorando um relacionamento, deixando as mentes livres para criar e buscar a viabilidade de uma ideia ou até mesmo a chegada conclusiva ao ponto final do que foi criado.
Ainda assim é possível trazer uma nova experiência para dentro das empresas ao se abordar o conhecimento de forma simples, não jogando-o em um nível impossível de ser alcançado pelas pessoas, fato que é usado comumente em organizações onde somente uma pessoa parece ter inteligência, rebaixando os demais colaboradores e gerando guerras entre departamentos, ao invés de conectar suas áreas de maneira prática e inteligente.
Por isso as empresas inteligentes sabem que precisam aprender diariamente, utilizado-se das mais variadas ferramentas para compor ideias e sugestões que vão ao encontro dos desejos dos clientes, e não se baseiam em achismos tresloucados.
Entretanto é possível encontrar espaço para mudar certas culturas, mostrar um caminho melhor do que o atual e fazer com que todos acompanhem o ritmo de maneira similar, para que um não corra na frente e deixe seus colegas para trás só porque acha que deve receber todos os méritos isoladamente.
Então podem surgir dúvidas sobre o repasse de conhecimento para outras pessoas, o que acaba obrigando a primeira a melhorar, desenvolver-se e descobrir que este ciclo evolutivo só é prático quando todos conseguem ter uma base similar de conhecimento, e é aí que a cultura organizacional começa a ser fundamentada, pois todos sabem exatamente o que precisam fazer e qual é a razão de se fazer.
De nada adianta uma organização declarar que se utiliza dos melhores e mais refinados indicadores de produção se não conseguirem mostrar que tudo o que ela produz é resultado das mentes de seus colaboradores que assumem o compromisso de fazer o seu melhor porque sabem que o esforço individual torna todo o conjunto das áreas mais forte, compartilhando ideias e fazendo a diferença naquilo que realmente importa.