13 de agosto de 2011

A abertura organizacional ao desenvolvimento interno para a inovação em seus produtos, serviços e no relacionamento com o consumidor em Marketing

Existem empresas que conseguem inserir o desempenho de alto nível com facilidade em seus ambientes, demonstrando que administram as ações de maneira inteligente, permitindo que a criatividade dos colaboradores vá além do óbvio e traga novas visões de um mercado que, para seus concorrentes, está parado e não há mais para onde ir, enfatizando ainda mais a falta de percepção e de ação com base nas informações mais precisas e atualizadas que uma empresa pode ter e disponibilizar àqueles que estão em contato com o consumidor dia após dia.
O medo parece uma constante dentro de muitas empresas, que pecam ao sequer analisarem o cenário em que se encontram, que não gostam de incentivar a troca de ideias, pois encaram esta ação como um início de conflitos sem razão, e então passam a deixar para seus concorrentes as melhores oportunidades de mercado.
Neste instante é bem provável que já surjam inúmeras referências do que foi pensado e não foi levado adiante porque cada um já possui um conhecimento de suas empresas tão preciso que não existem mais oportunidades para criar, colocando o mero processamento no mais alto patamar, como se não houvesse mais nada a ser feito.
Com esta visão já é possível entender que se uma empresa não deseja receber novas informações, ideias ou tornar o ambiente interno um gerador de ideias e inovações, é muito provável que o concorrente assim o deseje, e como já se sabe há o início de uma disputa por pessoas que desenvolvam novas linhas de raciocínio, que coletem novas informações, as agreguem àquelas que já possuem e desenvolvam novos conceitos e projetos, colocando em prática muito mais do que uma tentativa de se fazer ouvir.
Mas para chegar neste momento tido como mágico é preciso compreender toda a complexidade que existe nesta relação das empresas, pois muitas apenas coletarão ideias e descartarão quem as teve, enquanto que outras preferem oferecer condições para que mais e mais ideias sejam propostas, mesmo que muitas delas não cheguem ao cliente final.
Por isso é preciso não ter uma única linha de pensamento, a variedade traz inovações de outras áreas do conhecimento para dentro das organizações, tornando-as relevantes quando não existe a aposta, mas um investimento estruturado e voltado ao benefício de inúmeras pessoas.
Esse tido de visão não é tangível para todas as empresas, e muitas vezes as maiores organizações não conseguem entender como a simples mudança no comportamento do consumidor já é um indício de que as opções devem ser revistas, ampliadas e estudadas com maior cuidado, como no exemplo das redes e mídias sociais que ainda estão dando muito trabalho às empresas, pois elas simplesmente se esqueceram que as pessoas são sociáveis e que a comunicação entre consumidores é inevitável.
Para tentar controlar o maior número de variáveis é necessário trazer para dentro da organização uma visão diferenciada, e a primeira etapa tem relação com as portas e janelas das empresas, que se fechadas por muito tempo não permitem que o mundo lá fora chegue até o interior, tornando seus colaboradores prisioneiros de uma cadeia de processos onde pensar não é possível porque isto não está descrito em um manual de referência.
É perceptível que as organizações que quebraram paradigmas e ganharam consumidores tendem a ter uma atividade mais agressiva, pois se lançam em busca de um conhecimento refinado, tão exclusivo que os concorrentes certamente ficarão para trás.
Só que hoje existe um novo paradigma, que está presente na vida daquelas organizações que ficam presas única e exclusivamente ao êxito do passado sem se adaptarem ao momento atual, e que evitam todo e qualquer avanço da sociedade como um todo, pois envelheceram juntamente com suas ideias e agora estão ancoradas em um porto que nenhum consumidor tende a visitar.
Antes era possível uma empresas viver exclusivamente da oferta de produtos e serviços, mas hoje não existe mais espaço para organizações que não se comunicam internamente e com seus consumidores, pois estes buscarão uma outra solução na concorrência tão rapidamente que quando a empresa abrir os olhos já é tarde demais.

Desenvolvimentos, gerações e melhoria contínua como estratégia de diferenciação em Marketing

Tomar decisões são processos naturais dentro de qualquer organização, a diferença entre o êxito e o fracasso fica associada diretamente à qualidade das informações obtidas antes de se fazer uma escolha, tendo como impacto direto a estruturação de uma ação, seja para colocar uma nova prática em ação ou então gerar o desenvolvimento, fatores que implicam na integração das áreas e colocam as soluções em um contexto comum a todos.
Para muitas empresas o ato de decidir não inclui todas as áreas, como se as escolhas isoladas proporcionassem resultados melhores, o que na prática não é realidade, tendo em vista que todos acabam tendo que se adaptar ao que foi definido, pois uma ação influencia diretamente as demais e cria a necessidade de adaptação em um tempo recorde.
Com isso os concorrentes ficam mais satisfeitos, pois estão preparados para trabalhar em conjunto, como uma única empresa, e não como áreas que possuem uma conexão que não é usada.
Além disso é fundamental ter um time de colaboradores, algo infinitamente diferente de uma equipe, e que por incrível que pareça não é incentivado dentro das organizações, que preferem equipes e não a troca de informações e ideias.
Isto acontece porque as empresas não compreendem a diferença, e então voltam a cair em armadilhas criadas por elas próprias, cometendo repetições que passam a fazer parte de uma cultura onde não existem ciclos evolutivos, mas círculos fechados onde tudo acaba por percorrer o trajeto sem levar em conta uma simples mudança de direção.
Deste jeito as organizações acabam presas aos trilhos que não possuem bifurcações, onde a paisagem é sempre a mesma, e que na verdade são túneis onde não é possível enxergar a saída.
Mas para o bem dos clientes, e do mercado, existem empresas que buscam se diferenciar, que olham para dentro de suas instalações e questionam continuamente qual é a melhor forma de se agir, mesmo quando já aplicam na prática o que é reconhecidamente o supra sumo em efetividade, fruto da vanguarda em que se encontram quando comparadas com as outras organizações.
Então a melhoria contínua se apresenta de tal maneira que parar o desenvolvimento destas organizações é muito difícil, e só será impossível quando as gerações seguintes entenderem que tudo sempre pode ser melhorado, mantido por certo período da história e desenvolvido novamente, com a inserção de novas informações e até mesmo a leve mudança de rota que todas as empresas precisam para se manter no mercado por muitos anos.

10 de agosto de 2011

Aprendizado, compartilhamento de informações e geração de inovações com foco no desenvolvimento organizacional em Marketing

Empresas não devem se tornar reféns de uma única área, ou até mesmo de uma pessoa, pois precisam ter todas as suas áreas integradas e trabalhando em busca de um objetivo claro e comum, trazendo à luz todos os questionamentos possíveis e colocando as informações em locais acessíveis e que permitam que a organização funcione plenamente independentemente do que aconteça com um ou duas áreas, servindo de base para o desenvolvimento contínuo de todos, incluindo-se aqui o conhecimento que requer cuidados específicos.
Tomar decisões de maneira conjunta fortalece qualquer organização, deixando evidente a capacidade de análise de variáveis que uma única área não conseguirá visualizar por completo, pois sempre existe o foco que toma conta da forma como as informações são avaliadas e tratadas, o que não as torna menos importantes, mas sim menos eficazes no conjunto.
Outro ponto que determina o destino dentro de um mercado está ligado à capacidade de avaliação interna, que é de interesse de algumas organizações ao saberem que amanhã já não poderão ter o mesmo desempenho do hoje, e acabam por desenvolver suas práticas com o foco na elevação da qualidade.
Mesmo assim muitas empresas acabam caindo em armadilhas criadas por elas próprias, virando algozes de si por deixarem que o conhecimento fique preso em caixas invisíveis, não tendo viabilidade de compartilhamento ou de terem novas informações somadas, pois há uma suposição, transformada em crença, que torna aquele conhecimento o último a ser conquistado e que não pode evoluir.
De certa forma existem momentos em que o conhecimento pode não ser mais passível de novas informações, mas para que ele chegue neste estágio é preciso ter percorrido um longo trajeto, e até hoje isto não acontece, pois dia após dia é possível observar, e usar, uma única informação em inúmeras áreas do conhecimento, o que torna a fixação em congelar o conhecimento um atraso pleno sem precedentes.
Também existem mais situações que impactam diretamente no crescimento organizacional, que por sinal só existe quando um grupo, formado por todas as áreas e colaboradores, colocam-se à disposição da troca e ampliação de suas ideias, avaliando cada objeto por ângulos que sequer foram imaginados anteriormente, proporcionando assim a aplicação de uma visão de mercado que coloca a organização como participante e não escrava das regras internas.
Então cada dia é transformado em uma nova página, que já conta com diretrizes bem desenhadas e permite melhorar e ampliar o leque de opções, mesmo que a solução não seja aplicada neste exato instante.
Áreas que trabalham juntas proporcionam soluções melhores, que alcançam os desejos dos consumidores com maior precisão e abrem as portas organizacionais para a troca de conhecimentos, tanto do mercado para a empresa quanto de seus clientes e colaboradores.

9 de agosto de 2011

Desenvolvimento com as ações tomadas antes da concorrência e a diferenciação na relação com o conhecimento de mercado e estratégico em Marketing

Nem sempre é necessário passar por dificuldades para se tomar uma posição mais agressiva diante do avanço dos concorrentes, mas é muito comum encontrar empresas que preferem ficar encurraladas em um canto para então reagir, como se esta fosse a única, e última, opção, quando na verdade a busca de inovações antecipa a percepção organizacional e não deixa margem para os concorrentes ameaçarem a empresa, como forma de criar uma defesa ao se andar para a frente.
Agir é uma escolha que coloca as empresas competentes na frente de qualquer concorrente, ao avaliar adequadamente o cenário que se apresenta no mercado, levando em conta o que seu cliente deseja e torna seus colaboradores mais presentes no desenvolvimento de soluções que cheguem ao consumidor no momento ideal, além de fazer um uso mais preciso de qualquer dado coletado anteriormente e que neste momento é aplicado em uma ação.
Além disso é comum observar e constatar que a maioria das empresas prefere reagir, pois a ação é vista como um tiro no escuro, só que as organizações mais bem preparadas sempre se colocam na vanguarda do mercado e colhem os resultados que as deixam na história.
Por isso é muito importante contar com colaboradores que enxerguem além do agora, que mantenham um relacionamento com seus colegas e extrapolem as barreiras do conhecimento ao não se fecharem um mundo único e exclusivo de um assunto, colocando em xeque também a suposição de que todos devem agregar conhecimentos infinitos e que devem estar abertos a qualquer coisa.
Também é preciso sair da famosa caixa em que todos acabam presos quando suas percepções são delimitadas ao agora, passando de meros processadores para pensadores mais ativos, instruídos em um nível de conhecimento elevado dentro de suas respectivas áreas e com cultura suficiente para entenderem que tudo dentro de uma empresa está interligado e não pode ser separado, assim como todo o mercado pode ser colocado como um organismo onde as interações profundas surtem tanto efeito quando algo que levemente se aproxima de suas empresas.
Há também a preocupação com a distribuição de informações de maneira mais homogênea, o que não leva a tornar todos os colaboradores em cópias uns dos outros, mas em fazer o uso consciente de inúmeras percepções e conhecimentos em favor da construção de uma organização que vai além dos produtos e serviços, e que, não por acaso, viram referências em seus mercados.
Por isso, e também pela capacidade de se renovar e trazer ideias inovadoras constantemente, é que são poucas as empresas que ganham destaque global, já que o mercado não é mais composto de barreiras intransponíveis e que a comunicação com o cliente não tem mais uma hora definida a ser efetuada.
Indo mais profundamente é possível encontrar colaboradores com ideias tão bem desenvolvidas que o seu aproveitamento deve ser quase que imediato, levando-se o devido tempo para se estudar e analisar a proposta, a não ser que a empresa esteja acuada em um canto e queira desesperadamente fazer qualquer coisa para tentar se livrar da responsabilidade de não ter feito nada anteriormente.
Sair em busca de novas soluções não é uma ação que surge de repente dentro das empresas, mas é uma ação que denota o interesse em um crescimento estruturado e delineado pelo conhecimento ao longo dos anos, com a interação, e integração, constante com o mercado e todos os demais jogadores.

7 de agosto de 2011

A capacidade de surpreender o cliente no prolongamento do ciclo de vida organizacional em Marketing

Surpreender seus clientes parece uma ação cada vez mais difícil, pois maioria das empresas estão perdendo a capacidade de se conectarem realmente com as pessoas, criando obstáculos e não enxergando que todas as formas de comunicação podem ser utilizadas para entender o que os consumidores dizem e fazer com que estes mesmos canais sirvam de base para o envio das mensagens ideais e focadas no que realmente interessa ao seu cliente, no primeiro estágio, e depois chegue aos novos consumidores.
Muitas empresas consideram os clientes como chatos que adquirem seus produtos e serviços, e portanto não podem mais atender àqueles que já as conhecem e apontam que não existe um planejamento efetivo para lidar com as mais diversas situações, excetuando-se elogios, que são encontrados apenas no primeiro contato.
Este tipo de comportamento tem um fundo estratégico maléfico, pois estas organizações fazem de tudo para atrair consumidores, que depois de fisgados são tratados como peças alocadas em uma base de clientes trancados em uma caixa onde não há mais nada de novo a ser oferecido.
Isso acontece porque em certos mercados os clientes se deixam levar e não exigem o que adquiriram, e que não envolve somente um produto ou serviço como muitos acreditam, há uma cadeia de eventos por trás disso tudo que amplia a visualização da empresa no mercado e faz com que a percepção dos consumidores os façam mudar rapidamente de organização.
Então você encontra clientes cada vez mais insatisfeitos, que são tachados de chatos apenas por desejarem receber o que compraram, mas como a maioria das organizações sequer sabe produzir não há como exigir o que elas não conseguem oferecer a si próprias, pois internamente deve haver um comportamento voltado aos clientes internos, algo que também fica relegado ao limbo, pois dentro desta empresa não existe espaço para o conhecimento.
Diante deste posicionamento também é possível olhar para o outro lado e encontrar empresas que desde o primeiro instante são formadas sobre valores que se baseiam no envolvimento pleno de todas as áreas, uma não é independente da outra e sequer pode cogitar prejudicar qualquer ação, mas que para muitos mercados é algo avançado demais, já que ainda existe a crença de que o cliente depende da empresa para viver.
Como há um grupo pequeno de empresas preocupadas em fazer o melhor diariamente fica fácil entender o que leva algumas ao destaque, e que neste momento podem mostrar quem realmente são no fundo, como lobos em pele de cordeiro, que aos poucos vão prendendo seus consumidores e pregam que estão fazendo o melhor para o cliente sem perguntá-lo se é isto que ele quer.
Então os desafios das empresas também são desfocados, enquanto algumas prezam pelas pessoas, outras querem apenas o retorno financeiro rápido, para que em breve saiam do mercado e o cliente seja culpado por esta situação.
A inteligência é rara dentro das organizações, e são poucas que sabem usá-la, pois ao longo dos anos vão passando por gerações novas que aprenderam a fazer o que é certo e não o que está na moda, demonstrando uma maturidade que permitirá que a empresa mantenha suas atividades por muitos anos, alcançando séculos de vida e o reconhecimento contínuo das ações que foram tomadas em conjunto com os colaboradores e clientes.

6 de agosto de 2011

Aprendizado mútuo e excelência organizacional em Marketing

A maneira como as empresas lidam com os problemas torna possível delimitar aquelas que os tratam como oportunidades de aprendizado e aquelas que diariamente criam razões para culpar o outro ao invés de olhar para dentro de si e buscar uma solução efetiva, demonstrando desconhecimento e tornando a sua posição no mercado fruto das escolhas dos concorrentes.
Lidar com problemas é uma realidade para poucas empresas, que tratam de aproveitar ao máximo todas as oportunidades de aprendizado, que se interessam por criar soluções e não ficam presas às decisões tomadas pela concorrência.
Este interesse em melhorar continuamente é fruto da habilidade em gerenciar e aplicar cada novo conhecimento no local adequado, contando com a integração plena das áreas e direcionando o foco à construção de diretrizes que tornem o ambiente organizacional muito mais produtivo.
Além disso é preciso colocar em ação uma estratégia voltada à criatividade, dentro de limites que comportem os desejos dos consumidores e acabem por surpreendê-los de tal forma que passem a tomar para si a organização, adotando-a.
Então o compromisso interno acaba refletido em todas as ações, desde o contato com os clientes até o momento em que os próprios colaboradores compreendam que suas ações estão interligadas e que interferem diretamente em cada movimentação efetuada no mercado.
Mas também é necessário contar com uma cultura forte e assimilada pelos colaboradores antes mesmo deles fazerem parte da organização, evidenciando um processo de recrutamento muito bem afinado e que já identifica quais serão as melhores pessoas a fazer parte do quadro funcional, o que para alguns pode parecer surreal e inaceitável, mas que no final das contas é o que torna uma empresa coesa e integrada por inteiro.
Também fica claro que cada estratégia é desenhada de forma mais completa com o envolvimento de todas as áreas, pois cada uma delas contribui para a eliminação de arestas no planejamento, algo que reforça a distribuição do conhecimento e coloca em ação algo muito mais efetivo.
O alinhamento organizacional também permite que novas possibilidades sejam estudadas e idealizadas, gerando ações que transformem as informações em instrumentos de desenvolvimento, para que cada consumidor adquira seus produtos e serviços e consequentemente fique satisfeito.

5 de agosto de 2011

A visão de mercado aliada à excelência como requisito mínimo de ação organizacional e estratégica de Marketing

A excelência não é um acontecimento repentino que adentra às organizações e transforma o ruim em maravilhoso instantaneamente, mas é assim que é tratada diariamente, como se de repente tudo mudasse, como em um passe de mágica, apontando a incapacidade da empresa em se preparar, de tomar para si o seu próprio destino e trabalhar integrada.
Ações que surgem repentinamente não existem, mas são propagadas diariamente por muitas pessoas, que não enxergaram a convergência das informações para um caminho único e que colocou em pauta, e evidência, o resultado apreciado ou não.
Por esse tipo de comportamento é que fica fácil identificar quais são as empresas que investem seu tempo e esforço no crescimento contínuo, não se contentando com a posição obtida hoje e ainda assim colhendo frutos do que vêm plantando ao longo de muitos anos, mas que para surpresas de muitas pessoas parecem ter surgido do nada em um instante.
Então a visão compartilhada pela maioria das pessoas também entra em choque com a realidade, pois nenhuma empresa nasce e consegue o melhor resultado possível no primeiro passo, e é neste ponto que a história da empresa começa a ser escrita, pois ações fundamentadas no conhecimento ganham um terreno muito mais fértil e amplo para serem plantadas.
Mas além disso fica interessante observar que em dado momento existem pessoas que acreditam que do nada é possível se tirar algo, esquecendo-se de que sempre há uma história por trás de cada criação, e que sem o passado, e o conhecimento, não há como colocar em ação qualquer ideia.
Isto chega a ser comum e fácil de se ver no ambiente organizacional, onde as pessoas são adestradas a processar em tempo integral, não há espaço para pensar e nem razão para se melhorar um processo, como se houvesse uma única resposta para cada pergunta.
Sendo este o comportamento embutido na empresa, os questionamentos deixam de valer, as perguntas perdem o sentido e o despreparo domina o ambiente, pautado em uma suposição que toma caráter de ideia e se fixa nas entranhas organizacionais como se o pior a se oferecer aos demais fosse o melhor produto ou serviço já produzido.
Então a condução da empresa também se perde, o foco não é mais melhorar e sim manter o atual momento eternamente, para que tudo sempre seja feito da mesma forma, maneira que mecaniza tudo, inclusive o relacionamento entre as pessoas, tanto dentro quanto nos pontos de venda.
O fato é que poucas empresas entendem a realidade, pois não estão dispostas a perder tempo com o aprendizado, pelo simples fato de terem que arcar com os custos do desenvolvimento, e que as organizações inteligentes sabem muito bem dos benefícios conquistados com a consequência trazido pelo êxito em uma ação, e que talvez por isso sejam infinitamente melhores ao terem a certeza de que o melhor de agora não será assim para sempre.

3 de agosto de 2011

Excelência e desenvolvimento contínuo na base cultural para o fortalecimento organizacional e estratégico em Marketing

Hábitos cultivados diariamente tornam as empresas mais fortes ou fracas, sendo que a primeira opção é alvo de desejo de todas, mas poucas sabem que somente os bons hábitos trarão resultados melhores, pois contarão com pessoas mais bem preparadas e que se dedicam por acreditarem naquilo que produzem a cada dia de trabalho, como fonte de motivação e por terem a certeza de que o consumidor terá em suas mãos os melhores produtos e serviços.
Dia após dia milhares de empresas deixam de aproveitar as melhores oportunidades por não terem as melhores pessoas, fato que revela a incapacidade de se organizar ou de não saber selecionar indivíduos interessados em doar o seu melhor.
Isso acontece devido ao fator pressa estar embutido em todas as suas ações, o desespero é visível e faz com que as escolhas passem a ser obstáculos, por não terem um embasamento em conceitos sólidos, mas por puro achismo de que de repente a excelência brote do solo e preencha o ambiente organizacional.
Chega a ser comum encontrar momentos em que as empresas também deixam a desejar no quesito desenvolvimento de pessoas, por terem contratado mal e sequer saberem o que fazer quando algo foge da suposição vazia que tomou conta do ambiente e fez com que nenhuma pessoa minimamente inteligente passasse mais do que alguns instantes ali dentro.
Por outro lado a confusão começa quando os responsáveis pelo desenvolvimento e manutenção da excelência também deixam de lado o investimento no preparo dos colaboradores, querendo que eles já cheguem prontos, como peças de reposição que são encontradas em qualquer loja.
Além disso ainda encontram tempo suficiente para reclamar de que dentro das suas próprias paredes não há pessoas preparadas para auxiliar em um desenvolvimento interno, fato que reforça ainda mais a presença de pessoas pouco, ou nada, preparadas em posições hierarquicamente elevadas, e que refletem todo o despreparo na gestão dos demais.
Ainda assim há uma oportunidade que surge durante o percurso, como uma luz no final de um túnel que parecia interminável, só que um breve deslize já é o suficiente para colocar tudo a perder novamente, e que talvez não chegue a permitir que haja uma correção, pois o mercado e os concorrentes evoluíram tanto que só resta uma opção para essas organizações, o seu desaparecimento.
Mesmo com todo o esforço de um pequeno grupo de pessoas ainda é possível encontrar organizações que não se dedicam o suficiente ao seu autodesenvolvimento, pois sequer se conhecem e não se permitem conhecer, evitando encontrar o que chamam de problemas por não terem capacidade de procurar uma única resposta.
Empresas que descobrem os porquês conquistam mais consumidores, pois sempre estão ávidas pelas perguntas que as levarão ao êxito e ao simples descobrimento de desejos que podem ser atendidos com uma capacitação efetiva e baseada no desenvolvimento contínuo de cada colaborador, renovando e colocando-se na vanguarda do mercado.

1 de agosto de 2011

A evolução na distribuição das informações em Marketing

O acesso às informações passou por muitas reformulações, as tecnologias que foram desenvolvidas ao longo do tempo trouxeram a facilidade e comodidade como principais características, e desta forma a gama oferecida, quanto aos formatos, é ampliada continuamente.
A internet permite que as pessoas, consumidores, e também as empresas encontrem as informações necessárias, assim como as compartilham, mais facilmente, o que gera uma necessidade maior de se filtrar o que é encontrado, assim como pode existir a necessidade de corrigir ou atualizar o conteúdo.
Das inúmeras formas disponibilizadas, iniciadas com livros e que hoje contam com enciclopédias online, pode-se enxergar um caminho longo até encontrar o que é desejado em certos momentos, e os serviços de busca são muito utilizados e permitem que o tempo seja muito melhor aproveitado.
Mas ainda assim é interessante notar que por muitas vezes as pessoas chegam a declarar que não imaginam como as pessoas faziam há alguns anos atrás, talvez o trabalho de pesquisa fosse o mesmo, mas o esforço para encontrar as informações em meio aos milhares de livros fosse maior.
Ainda assim é interessante notar que parte do conhecimento das empresas é guardado em sigilo absoluto, pois nem todas as áreas precisam da mesma informação e algumas são realmente ineficientes para o uso, mas não menos importantes.
Talvez a forma de lidar com a informação ainda passe por transformações inimaginadas até o presente momento, as pessoas conseguem formar grupos de estudo ao criar fóruns, comunidades, blogs e até mesmo sites, algo que antes poderia ser encontrado em reuniões, onde a tecnologia permitia a anotação de pontos importantes com um caderno e uma caneta.
A informação mais valiosa é sempre aquela que é compartilhada com as demais pessoas, pois o conhecimento é ampliado, novos pontos de vista são encontrados e novas oportunidades surgem ao refletir e filosofar, buscando novas soluções e aprofundando os estudos e pesquisas sobre o tema.

31 de julho de 2011

Percepção e avaliação dos concorrentes para a otimização do autoconhecimento organizacional estratégico em Marketing

Julgar que seus concorrentes são incapazes de agir é um princípio que leva a maioria das empresas à estagnação plena, onde o desenvolvimento deixa de fazer parte do dia a dia, revelando uma mente voltada às ações que outrora eram vanguardistas, mas que hoje são básicas e não trazem mais diferenciais suficientes para um destaque maior da organização.
As premissas usadas pelas empresas são perigosas quando por trás delas não há um conhecimento aprofundado, especialmente quando há um ignorar completo da inteligência alheia e que transforma e muda o mercado constantemente.
Como são poucas as empresas que optam por aprender diariamente consigo mesmas é fácil entender porque há uma paralisia na evolução, colocando em ação âncoras que as prendem no chão de tal maneira que é praticamente impossível galgar qualquer evolução.
Então o mercado fica à disposição dos concorrentes, que habilmente usam o conhecimento para criar diferenciais, interagindo com o consumidor, e com os próprios colaboradores, afim de sair da mesmice e mostrar que sempre há espaço suficiente para o desenvolvimento.
Além desta ação baseada no uso da inteligência é possível que muitas empresas incentivem cada vez mais a participação dos colaboradores, não como fonte de se obter produtos e serviços iguais aos dos concorrentes, mas como forma de abrir caminho para um relacionamento direto e simples.
Também é necessário deixar que o mercado faça parte da empresa, não tendo como ação imediata o isolamento da organização, e isso acaba por gerar diferenças de opinião, pois algumas pessoas acreditam que as empresas são indestrutíveis e seus consumidores jamais as abandonarão, só porque hoje não trocam de marca ao serem atendidas perfeitamente.
Isso também é fruto de uma visão míope do mercado que assola a maioria das organizações e revela que elas preferem seguir seus concorrentes nos mesmos trilhos ao invés de explorar todo o mercado, e disputando ferrenhamente cada cliente, algo que muitas pessoas chamarão de infantil, mas que denota um nível de semi amadorismo organizacional.
Outras pessoas também acharão que o mínimo que se pode encontrar no mercado é um nível amador, só que os amadores ao menos se preparam, gostam do que fazem e se esforçam ao máximo para não ficar delimitados ao conhecimento contido em uma ou duas linhas, pois sabem que há um universo infinito de informações que se transformam em conhecimento e são aplicados no desenvolvimento de soluções.
Por esta razão fica evidente que o que antes era julgado como impossível acontece, e o semi amadorismo é tão presente que ninguém sabe a ação a tomar em dado momento, e sequer possuem a capacidade de definir um simples prazo, e é aí que o seu cliente migra para a concorrência.
Mas também existem organizações que preferem o autoconhecimento, que buscam ideias para fazer com que suas ações sejam melhores em todos os sentidos, tendo respostas pensadas e transmitidas a todos os seus colaboradores, realizando assim uma nova venda aos clientes assim que estes entram em contato com elas.
Do mesmo modo com que uma empresa evolui existem milhares que se apegam tanto ao presente que se esquecem que ele será o passado, não tratando o desenvolvimento com a devida importância e tornando-se descartáveis para os consumidores em pouco tempo.