1 de julho de 2011

A cultura organizacional direcionada ao aproveitamento de ideias como diferencial estratégico de Marketing

Ideias são fundamentais para qualquer negócio, principalmente em um mercado altamente competitivo e que está repleto de oportunidades para as organizações qualificadas e competentes.
As ideias podem revelar o nível de compromisso das organizações para com seus consumidores e colaboradores, deixando explícito o interesse real, seja para oferecer produtos e serviços, seja para apenas arrecadar dinheiro dos clientes.
Este tratamento diferenciado só é possível quando a empresa pensa antes de agir, então o resultado é revelado na forma de um produto ou serviço ideal para seus clientes, que diariamente encontram outras ofertas mas não se interessam por já serem bem atendidos.
Ainda há uma capacidade de renovação interna acima da média, sem a troca incessante de colaboradores ou mudanças sem sentido, algo que impacta diretamente na qualidade das ideias, revelando o preparo antecipado, aplicando o conhecimento diretamente no que é o foco organizacional.
Tudo isso acaba inserido em uma cultura organizacional criada para andar para a frente, seguir novos caminhos sem apagar a própria história, aproveitando o presente para se fazer presente no mercado, acompanhando todo o desenvolvimento e apontando para o lugar certo ao conhecer muito melhor seus clientes.
Por isso é importante tratar as ideias da forma correta, estudá-las e colocá-las dentro do cenário adequado, mesmo que isto pareça tomar mais tempo do que o necessário, só que nenhuma ideia surge do nada, pois para tê-la é necessário usar toda a base de conhecimento obtida ao longo do tempo.
Isso também entra em conflito com suposições vazias, que alegam que as pessoas podem ser separadas em criativas ou não, atestando a falta de percepção de que todas as pessoas são criativas, mas o foco da criatividade é que se diferencia, menos para aqueles que ignoram a inteligência dos demais.
Outro fator interessante é ligado à conexão das áreas, da comunicação com pessoas, algo que é feito em tempo integral e que hoje não é mais uma opção, pois sem conhecer os clientes não é possível ofertar o que é interessante e faz jus àquilo que foi proposto pela organização e é recebido pelos consumidores.
Ir além do hoje pode parecer algo fácil para as organizações, mas são poucas que estarão gravadas na história de clientes e de mercados onde ofereceram seus produtos e serviços através da compreensão do que deveria ser feito e foi inevitavelmente a razão pela qual muitos consumidores as escolheram.

30 de junho de 2011

Cultura baseada na troca de informações e na busca de sua satisfação dos clientes em Marketing

Fazer o mais simples é difícil para todas as empresas que não conseguem conversar com seus clientes e descobrir o que deve ser feito, mesmo quando o consumidor passa o seu desejo com todas as letras e sequer recebe o devido valor, aumentando ainda mais as razões para que ele mude de empresa e finalmente possa ser ouvido e respeitado como deve.
Simplificar ações não é um quesito com o qual muitas empresas estão habituadas, pois colocam-se acima dos consumidores e os tratam como dependentes de seus produtos e serviços, limitando as oportunidades àquilo que foi idealizado pela organização como perfeito.
O interessante é que muitas organizações sequer sabem quem são seus clientes, não colocam em prática o simples ouvir, e parecem cegas quando o assunto é notar os detalhes que estão diante dos olhos e farão com que o consumidor fique satisfeito.
Então cada ação é envolta por uma penumbra, um lado obscuro que tem como motivação a falta de compromisso com o cliente, que é o principal fornecedor de matéria-prima para todas as empresas, pois sem eles não haveria necessidade de existirem as empresas.
Mas também acontecem coisas incríveis quando a visão mais ampla do horizonte mostra que os consumidores não são cofres ambulantes e que contribuem para o desenvolvimento de cada empresa, pois são eles que acabam determinando qual é o ponto ideal da inovação, em se tratando de produtos e serviços, além de colocar seus desejos nas mãos de organizações competentes o suficiente para jamais se afastarem dos próprios clientes.
Só que o mercado está repleto de oportunidades que passam diante dos olhos de todas as organizações, mas algumas conseguem perceber que não devem correr atrás de ideias que não se encaixam com o perfil de seus consumidores, e com a cultura organizacional.
Deste modo é possível criar muitos laços com os clientes através dos colaboradores e das ações que a própria empresa toma como primordiais para manter suas atividades em um mercado competitivo e que não coloca barreiras ou limitações geográficas às organizações.

29 de junho de 2011

A diferenciação na comparação direta com a concorrência por meio do conhecimento do negócio, do mercado e dos consumidores em Marketing

Superar os concorrentes pode ser um objetivo comum às empresas, mas poucas se dão conta de que devem trazer a excelência para todas as áreas, tornando-se mais desenvolvidas ao passo em que deixam o conhecimento inundar seus ambientes e fazer com que as pessoas pensem.
Concorrentes são superados quando empresas do mesmo setor não se deixam envolver por contextos que determinam um negócio, estigmatizando-o de tal maneira que as pessoas passam a achar que tudo sempre funciona de uma única forma.
Mas para sorte dos consumidores e mercados existem empresas que vão além, que alcançam diferenciais ao não se deixarem levar por situações onde as pessoas parecem se contentar com o mesmo.
Por esta razão é fácil entender o que faz uma empresa mais presente na vida das pessoas, pois o que é diferente chama a atenção, como se todos os holofotes apontassem naquela direção e não deixassem outra escolha disponível.
Só que este direcionamento não é ao acaso, pois investir em diferenciação é saber usar cada informação e ouvir os consumidores por completo, o que acontece de forma muito rara no mercado e faz com que o domínio distribuído do conhecimento entre seus colaboradores tenha reflexo direto no que é produzido.
Então também faz-se necessário abandonar conceitos baseados em meras mudanças sem melhorias, e que influenciam drasticamente no resultado final, pois mudar por mudar não é algo inteligente.

27 de junho de 2011

A mudança do comportamento organizacional com foco nas ações efetuadas em parceria com os consumidores em Marketing

Combinar as ações a serem empregadas em um futuro próximo com seus clientes faz das empresas muito mais do que meras fornecedoras de produtos e serviços, alinhando cada estratégia com os desejos dos consumidores e colocando a comunicação em um nível acima do utilizado pelos concorrentes, tendo um diálogo direto e franco com as pessoas e traduzindo ideias, percepções e pesquisas em produtos e serviços interessantes e realmente conectados com o mercado, seu desenvolvimento e a inovação.
A atuação de uma empresa em um mercado não é mais a da fabricante de produtos ou prestadora de um serviço, indo além do que muitas pessoas imaginam e colocando em xeque as ações que não tem como base o conhecimento.
Por isso fica fácil perceber que os próprios consumidores acabam delineando as estratégias, a comunicação a ser usada e a forma de apresentação do conjunto organizacional representado por seus produtos e serviços.
Ainda assim é necessário observar muito mais do que relatórios e estatísticas, pois nem sempre o comportamento do consumidor estará relatado desta maneira, e por mais que as empresas mantenham contato com as pessoas é vital transformar em hábitos o diálogo, não como forma de criar a oportunidade de venda futura, mas na figura de uma formação de parceria por um período muito maior.
Só que esta visão não é utilizada na maioria das vezes em que existe um contato com um cliente, pois a empresa está muito mais preocupada em receber o dinheiro do que ouvir o cliente.
Mas também existem organizações que aprendem, que optam por acompanhar o desenvolver de um mercado, a mudança do comportamento dos clientes e tratam o relacionamento como uma ação contínua e que determina o futuro organizacional.

26 de junho de 2011

Avaliações e percepções de mercado voltadas à diferenciação da concorrência em Marketing

Organizações que funcionam de forma integrada conseguem oferecer soluções melhores aos seus clientes, bem como encontram respostas mais sólidas sobre suas decisões internas que colocarão no mercado produtos e serviços diferenciados, dentro da expectativa de qualidade dos consumidores e que dão aos colaboradores a oportunidade de criar novas opções em um futuro onde o desenvolvimento é parte de uma constante evolucionária organizacional, independentemente da área que a gerou.
A integração das áreas não tem relação única e exclusiva com a produção organizacional, pois este fator torna possível gerar e criar soluções com maior efetividade, colocando mais pessoas para pensar a respeito de um objeto em comum e dando suas contribuições diferenciadas e de ângulos que por muitas vezes são ignorados completamente.
Mas também há um fator que irá impedir as empresas de aproveitar a integração, especialmente se a criação não for mais exclusiva de uma área, ignorando a criatividade de todas as demais pessoas que ali se encontram, já que preferem não correr o risco de ouvir quem está tentando contribuir realmente, outro ponto comum e que parece ser tratado como natural em muitas empresas.
Por isso é importante criar uma organização já integrada desde o início das atividades, onde todos buscam oferecer soluções e não ficam no jogo de empurra-empurra, que diariamente faz com que os melhores colaboradores desistam de dar suas opiniões, já que a referência da organização é a visão estreita e míope em todos os sentidos.
Então surgem conflitos desnecessários, clientes migram para os concorrentes, assim como seus próprios colaboradores, pois não enxergam mais a viabilidade de gerar desenvolvimento, criando âncoras para as suas funções e fazendo apenas o que lhes é pedido.
De certa forma isto ainda domina o mercado, mas hoje os consumidores já sabem com quais empresas podem ter um diálogo franco e direto, com inúmeros canais de comunicação e tendo ações mais ativas nas decisões organizacionais, algo impensado até pouco tempo atrás, mas que hoje é uma realidade que pode levar uma empresa ao estabelecimento fortalecido dentro de um mercado ou seu desaparecimento.
Por outro lado as próprias organizações inteligentes aproveitam as mudanças para melhorar, desenvolvendo-se com maior efetividade, gerando satisfação ao invés da repulsa tão comum vista em pesquisas de mercado, mas ainda assim existe um território muito maior a ser estudado, como fonte de conhecimento e oportunidades.
Além disso faz-se necessária a visão mais aberta de uma ação, e por isso os estudos e pesquisas são ferramentas a serem usadas continuamente, desde que o foco não seja perdido, e este é mais um fator que influencia diretamente na geração de novos produtos e serviços, já que o consumidor está mais atento àquilo que lhe interessa diretamente, e se sua empresa perde o vínculo entre as áreas acaba por deixar o concorrente mais forte e apto a conquistar uma fatia de mercado ainda maior.
Ao compreenderem que a profundidade da conexão existente entre seus colaboradores influencia no desempenho de mercado, as empresas optam por integrar suas áreas e a desenvolverem-se em um ritmo mais rápido e conectado com o mercado em que atuam, levando ao consumidor muito mais do que produtos e serviços.

25 de junho de 2011

A administração das relações com os clientes e o constante desenvolvimento organizacional em Marketing

Organizações preparadas para enfrentar desafios não tomam para si ilusões que as colocam como divindades a serem perpetuadas pela mera existência, pois diariamente buscam fazer o seu melhor e tomam decisões com base no conhecimento, chegando ao ponto de evitarem diariamente o fim de seu ciclo de vida, renovando-se e reinventando-se por estarem integradas ao presente do mercado, de seus colaboradores, clientes e da contemporaneidade de suas ideias que resultam em produtos e serviços desejados.
Dar o primeiro passo rumo à conexão com os consumidores pode parecer um desafio já ultrapassado para as empresas, mas este é um quesito que ainda deixa muitas dúvidas em consumidores que dia após dia são pegos de surpresa ao receberem a notícia de que foram conquistados e nada mais é feito pela organização, gerando um ciclo de insatisfação elevadíssimo e que abre espaço suficiente para um concorrente que prefere se aproximar das pessoas.
Ainda existe o fator da manutenção do relacionamento, um compromisso sério e que poucas organizações sabem como conduzir, pois a maioria das empresas tende a tentar controlar o cliente, definir o que é adquirido e passam a impor regras que aprisionam em um primeiro instante seus colaboradores, que acabam dominados por discursos onde o cliente é o detalhe e nada mais.
Só que o referido detalhe não está mais sob o constante domínio das empresas, esta regra já faz parte de um passado que muitas empresas ainda tentam viver e por isso deixam de melhorar, gerando mudanças sobre mudanças sem um resultado positivo, pois nada do que é começado chega ao final, excetuando-se a relação com o cliente.
Por mais que muitas empresas ainda tentem dominar seus consumidores há uma variável com a qual não poderão lidar, especialmente com a intrincada rede de relacionamentos e contatos com que contas os consumidores de hoje, e por isso o conhecimento não está mais à mercê das empresas, tendo uma abrangência ampla e homogênea em todo o mercado.
De certa forma o conhecimento sempre foi usado pelas empresas, mas hoje a comunicação entre as pessoas é maior, ocupando as 24 horas do dia, e gerando um desconforto naquelas empresas que não se permitem desenvolver e melhorar.
Deste jeito as mudanças acabam por ocorrer de forma mais sutil, dentro de cronogramas pensados e executados com maestria, aproveitando um volume de informações muito maior e colocando um foco a ser seguido, e que anteriormente já foi compartilhado com os colaboradores, outro ponto raro e que dificilmente está presente na maioria das organizações.
Então os efeitos podem ser previstos com um grau de precisão maior, já que as variáveis corretas são conhecidas, o achismo não tem mais lugar em corporações profissionais e o consumidor também é visto de maneira diferente, quase que fazendo parte da empresa, pois a troca de informações é tão elevada que nenhuma ação é tomada por acaso ou suposição.

24 de junho de 2011

Empresas desenvolvidas e motivadas pela inovação baseada no conhecimento de mercado em Marketing

As redes formadas pelas organizações, seus fornecedores, distribuidores, concorrentes e consumidores delimitam ações de maneira específica, indicando um caminho amplo a ser aproveitado e que traz para cada empresa as oportunidades a que elas se permitem tomar para si e fazer um trabalho diferenciado, gerando a satisfação de clientes ao construir vias de mão dupla para a comunicação.
Empresas que não se comunicam com seus clientes não fazem mais sentido no mercado, como fim de uma era onde o comportamento do consumidor era determinado por quem produzia, algo impensável nos dias de hoje e que aos poucos vai deixando o mercado.
Mesmo assim muitas organizações ainda acham que podem dizer o que o cliente deve adquirir, como se elas próprias decidissem o que é bom ou ruim, sem levar em conta variáveis que estão além da compreensão de uma empresa isolada e que só conseguem produzir, sem inovar ou sequer aceitar que o cliente permite que seu ciclo de vida seja maior.
Com o passar dos anos muitas destas empresas acabam desaparecendo, algumas delas são salvas pelos seus concorrentes, que as adquirem, até mesmo sem os clientes saberem e que são ações pontuadas pela capacidade de se gerenciar ideias, inovações e ouvir a opinião dos consumidores.
Ainda assim é interessante notar que algumas poucas empresas mudam a sua maneira de pensar, sem perder a personalidade com que seus clientes as identificam e geram nova formas para se administrar o conhecimento obtido ao longo do tempo.
Então cada ação ganha um poder e tamanho muito maior, ficam em destaque pode saberem usar as informações, colocando-as no lugar certo e na hora certa, pois estão estas empresas estão habituadas a aprender e a realizar.
Só que as realizações não são tratadas como feitos que as impedem de deixar o mercado, pois são novos caminhos trilhados e conhecidos, servem de referência e dão novos rumos ao conhecimento distribuído internamente, além de permitir que seus colaboradores deixem de processar e passem a pensar.
Pensar é uma ação rara nas empresas que não compreendem seus clientes, pois só entendem que seus processos resultam em produtos e serviços que são adquiridos, sem se aperceberem que em breve um concorrente irá inovar e conquistar seus clientes sem aviso prévio.

23 de junho de 2011

O compromisso organizacional com a autoavaliação contínua e o envolvimento com o mercado na busca pela oferta das melhores soluções em Marketing

As empesas nascem sob uma visão que as coloca como a melhor solução para todos os clientes, tendo como premissa a ideia de seus fundadores de que há um mercado muito amplo a ser atendido, mas que esbarra na falta de preparo, planejamento e conhecimento sobre o que realmente é uma empresa, de suas interações com pessoas (colaboradores e clientes), além da própria conexão com as demais organizações (concorrentes, fornecedores, distribuidores e prestadores de serviços), revelando que a viabilidade de uma organização vai além de uma ideia simplesmente jogada ao ar.
O nascer de uma empresa não deve ser um momento onde a lucidez é deixada de lado, o que também não abandona os sonhos, os desejos de se fazer algo maior e melhor do que aqueles que já estão no mercado, mas para que isso ocorra é necessário ter uma visão muito mais ampla daquilo que é e o que se vai encontrar no mercado.
Por isso chega a ser muito mais fácil verificar as causas que tornam sonhos em pesadelos, onde a solução virou uma incômoda presença de falta de competência para se ir além e fazer o melhor.
Então o peso das responsabilidades parece surgir de repente, como se no nascimento da empresa não estivessem lá, como se fossem alheios e não pudessem tocar o sonho de um empreendedor que tomou uma ação sem avaliar um cenário maior do que a sua mente e o seu desejo de deixar a sua marca no mercado.
Mas esta avaliação não é tão simples, e por isso a imensa maioria das empresas que conquistam um lugar no mercado (95%) sabem o que fazer, como e quando fazer, e colocam abaixo a falsa crença de que uma ideia sozinha pode dominar um mercado e até o mundo.
Deste modo a globalização passa a ter papel importante mesmo para as organizações que não atuam em mercados diferentes, mas podem ter seus nomes divulgados em um simples clique através da internet, e sequer poderão saber que isto aconteceu por não avaliarem esta possibilidade.
Como isso é praticamente natural hoje em dia fica difícil entender como as organizações ainda não se preparam melhor, como deixam de estudar o mercado, entender e analisar realmente as variáveis e optar pelo conhecimento aplicado em suas ações, sem achismos.
Além disso a estrutura organizacional também deve contar com facilitadores de comunicação, tanto internos quanto externos, e este é outro caminho pouco conhecido pela falta de percepção das organizações em conhecer melhor seus clientes e a si.
De qualquer forma sempre existirão organizações que baseiam suas ações em conhecimento, com estudos e pesquisas direcionadas, para avaliar se a ideia tem validade hoje ou se é melhor guardá-la para um futuro próximo, pois o consumidor pode não estar preparado para o que encontrará disponível para aquisição, evidenciando que o tempo também tem forte influência sobre as decisões organizacionais, inclusive seu nascimento.
As organizações não devem ser tratadas como sistemas independentes do mercado, pois as influências externas sempre trarão novas percepções e requerimentos de novas análises como forma de aperfeiçoar suas forças e estudar diariamente o efeito de cada ação interna no dia seguinte, já que satisfazer seus consumidores não é um item opcional e irrelevante como muitas empresas acham.

22 de junho de 2011

A inovação gerenciada por meio da criatividade dos colaboradores de forma estratégica em Marketing

Empresas que baseiam suas ações em resultados de uma produção desenfreada não se dão conta de que a criatividade de seus colaboradores fica estagnada, presa aos conceitos que limitam as oportunidades e geram dificuldades em entender a inovação, além de permitir que os concorrentes atraiam as atenções mais facilmente ao escolherem inovar e ao darem liberdade a seus colaboradores no campo de desenvolvimento de ideias e soluções.
Mercados não devem ser vistos como meros receptores da produção das empresas, pois as próprias empresas estão inseridas em um contexto no qual são clientes em algum momento, e deixam-se levar por ações onde a produção já é mais do que suficiente, abrindo espaço para que os concorrentes mais bem preparados tomem seus consumidores e determinem até que ponto elas conseguirão ir.
Por outro lado é necessário ter consciência de que a conquista de uma fatia de mercado se dá no instante em que o consumidor opta por dar uma chance àquela organização, evidenciando uma escolha que traz inúmeras variáveis ao momento decisivo, e que por muitas vezes é tratado como irrelevante.
Então cada ação do consumidor ganha um peso ainda maior, na atualidade é possível notar isso diretamente ligado à constante conexão das pessoas com seus amigos e conhecidos, compartilhando informações através de canais de comunicação que ainda não são dominados pela maioria das empresas e que movem um novo mercado, e por que não dizer um novo modelo de negócio.
Indiretamente é possível associar esta mudança ao comportamento paralisado das empresas, que tendem a acreditar que abocanham uma fatia de mercado e nada mais precisam fazer, ainda mais em se tratando de colocar em prática o relacionamento com o cliente, e é nesta hora que a inovação pega estas empresas de surpresa.
Mas esta surpresas já é um fato anunciado há muito, as relações em redes e mídias sociais geram novas situações de aprendizado, e a exposição de uma marca perde a localidade pontual e passa a ser global.
Deste jeito tudo o que está colocado em um meio como a internet parece não deixar espaço para um controle, ainda mais quando as empresas não se dão conta de que as pessoas, sendo clientes ou não, trocam informações, declaram a todos o que sentiram e o que esperam, e isto tem relação direta com a atenção, mas não aquela pregada no mero ato de compra, pois as empresas pecam ao não acompanharem de perto seus consumidores.
Este acompanhamento favorece uma parceria direta entre cliente e empresa, mas foge do simples foco produtivo com o qual todos estão habituados, pois este é o princípio que muitas empresa tratam como a primeira regra, mas hoje não basta apenas produzir, é vital trazer para perto da organização quem a sustenta.
A maioria das empresas enxerga no consumidor um fim para a sua linha de produção, como se não houvesse nada mais a ser feito ou para acompanhar, perdendo espaço para concorrentes que preferem tomar para si os problemas e transformá-los em oportunidades para melhorar, uma forma diferenciada de tratar seus colaboradores e as ideias que diariamente preenchem suas mentes, com um forte incentivo e aplicação prática após estudos e pesquisas apropriados.

20 de junho de 2011

O benchmarking na gestão estratégica das ações de Marketing com foco no crescimento e diferenciação da concorrência

Não entender o próprio negócio é um ponto bastante comum encontrado em empresas que não conseguiram se manter em um mercado, pois apenas seguiram os passos de um concorrente sem analisar se eram capazes de fazer aquilo a que se propuseram, tornando-se reféns das decisões alheias, e que dificilmente se aperceberão do fato em si.
Empresas que não escolhem suas atividades de acordo com suas aptidões têm maiores dificuldades em entender as razões que as levam a não alcançar um lugar de destaque no mercado.
Por isso cada ação é tratada com desleixo, pois são imitações sem fundamentos reais, que esbarram na falta de compromisso da empresa para com os colaboradores e consumidores, gerando mais desconfiança do que a possibilidade de um relacionamento de longo prazo.
Mesmo assim tudo à volta parece desfocado, pois a ótica organizacional não está voltada ao conhecimento, mas a pura e simples cópia das ações externas geradas pelos seus concorrentes, sem ao menos ter um autoconhecimento.
Diante desse comportamento há um perdedor que não se dá conta do que ocorre, e este não é mais o cliente, já que existem inúmeras empresas que podem oferecer produtos e serviços similares, trazendo ainda uma história de satisfação de seus clientes, que na hora da tomada de decisão de um consumidor pode ser o fator que tem um peso inesperado pelas organizações.
Mas também é necessário observar as ações acertadas das melhores empresas, pois elas servirão como guias e referências, dentro de um conjunto de ações baseadas num benchmarking bem alinhado e estruturado.
Por esta razão fica fácil entender que não há mágica no mercado, mas puro e simples esforço, com a busca incessante pelo conhecimento, trazendo referências externas e colocando-as no centro de estudos aprofundados que as tornam perfeitas e adaptadas às culturas organizacionais que são individuais e únicas, mas que poucas empresas descobrem na verdade.
Também é necessário entender que a concorrência é um benefício para o mercado, suas empresas e àqueles que pensam, aliando o conhecimento com estratégias bem definidas e fundamentadas em um terreno fértil e criativo, diferenciando-se da demais empresas que não acreditam que um dia desaparecerão do mercado.
Por mais que uma empresa tenha uma fatia de mercado ampla sempre é necessário construir alicerces fortes o suficiente para gerar desenvolvimento sem engessar as ações, abrindo espaço para a criatividade e destinando parte do tempo para a distribuição e compartilhamento de ideias, como fonte de inovação e autoconhecimento, algo inesperado na maioria dos casos, já que por muitas vezes muitas ideias geniais são minadas por aqueles que sequer sabem quem na verdade são.