23 de outubro de 2012

O alinhamento cultural dos focos individuais das áreas na comunicação e criatividade em Marketing

O alinhamento do foco organizacional deve ser comum a cada uma das áreas e também incorporar cada foco individualizado, gerando com isso um compromisso entre todos, colocando em movimento a informação e criando novas soluções para se oferecer aos consumidores antes da concorrência.
Empresas não devem competir internamente entre suas áreas, para que essa rivalidade artificial se torne natural e então prejudique o trabalho em conjunto das pessoas, permitindo então que seus concorrentes conquistem seus consumidores e os satisfaçam plenamente.
Mas o cenário dentro de muitas organizações é voltado à competição por superioridade, como se todos fossem inimigos e, obrigatoriamente, tivessem que eliminar uns aos outros até que apenas um sobrevivesse.
Com este comportamento as empresas perdem a oportunidade de fazer algo útil para si e para os consumidores, algo que não é percebido porque a atenção está toda direcionada a acabar com o outro.
Isto também revela que há um despreparo generalizado dentro da organização, que ainda trabalha com blocos isolados chamados de departamentos, onde a comunicação interna é proibida e um sempre tenta culpar o outro por aquilo que não funcionou, e também jamais funcionará, devido ao foco míope e à ignorância que preenche o ambiente interno.
Então as soluções não são encontradas, a organização, através de suas áreas, não se ajuda e passa a jogar contra si própria, por acreditar que é preciso culpar alguém de outra área ou até mesmo o concorrente, um parceiro ou o próprio cliente por aquilo que a empresa não faz.
Deste jeito o mercado fica disponível para as organizações que diariamente trocam mais informações internamente, que criam canais de comunicação que permitem criar em conjunto, que se aproximam de seus parceiros cada vez mais e deixam o consumidor participar da elaboração dos produtos e serviços que chegarão ao mercado em breve.

22 de outubro de 2012

Inteligência na criação da cadeia de valor e nas parcerias organizacionais em Marketing

Cada uma das atividades organizacionais está conectada com as demais de forma a construir, ao final do processo, um produto ou serviço, passando também por toda a relação de fornecedores e distribuidores, que também acabam ligados diretamente às demais organizações e então criam uma cadeia de valor muito mais forte e sustentável.
Empresas que compreendem claramente toda a intrincada cadeia que as envolvem conseguem obter resultados melhores, com uma assertividade muito maior e satisfação dos consumidores presente em cada uma de suas ações que também englobam o relacionamento.
No entanto é preciso que a empresa possua um nível de inteligência acima da média que assombra o mercado e transforma uma organização em mera produtora, um status que aflige aquelas que têm preguiça em buscar inovações para oferecer aos consumidores.
Com isso as organizações inteligentes coletam mais informações e as utilizam de maneira prática e decisória na seleção das ideias que serão transportadas aos produtos e serviços, sejam eles novos ou no desenvolvimento daqueles já conhecidos pelo cliente.
Mas mesmo assim tudo o que acontece dentro da organização ganha um novo ângulo de visão, pois as áreas se unem em torno de um foco comum e também exploram suas capacidades produtivas de maneira muito melhor, mais profunda e ajustada ao presente.
Por isso é fácil listar rapidamente as empresas que são referências em um mercado, local ou global, que tenham em seus respectivos segmentos um nível superior e que serve como norte para as organizações que apenas copiam os concorrentes e seguem o que é ditado pelos mais rápidos e inteligentes, criando assim uma ilusão de seguirem a tendência, mas ficando exclusivamente à sombra da competência e posicionamento daqueles que sabem usar as informações em seu favor.
Diante do desafio de estabelecer vínculos duradouros com toda a estrutura que constitui uma empresa inteligente, é necessário sair dos cenários em que tudo parece cercado por paredes, um exercício que consome dedicação, determinação e disciplina em cada uma de suas áreas e demais membros de toda a cadeia de valor criada.

20 de outubro de 2012

Referências e atualização de conceitos organizacionais em Marketing

Conceitos já aplicados no dia a dia organizacional podem ser atualizados de maneira inteligente quando as empresas possuem um compromisso com o desenvolvimento, trazendo para seus colaboradores a oportunidade de criar, estudar e consolidar ideias que levarão aos consumidores produtos e serviços que abandonam a definição mais simplória dos mesmos.
Muitas organizações sentem medo da inovação, do aprendizado e do conhecimento que é disponibilizado aos colaboradores, passando muito mais tempo em uma zona onde nada de bom acontece e o desaparecimento da empresa é inevitável.
Com isso há um retrabalho muito maior para que o consumidor seja cativado pela empresa, o esforço é tão grande que o foco da organização não é mais satisfazer clientes, mas prendê-los, pois a empresa não possui capacidade para formar uma parceria.
Então cada ação é tratada como uma corrente que deve segurar consumidores ao invés de oferecer produtos ou serviços que sirvam aos clientes, algo que prejudica o desenvolvimento organizacional e cria antipatia por parte dos consumidores e do mercado.
Desta maneira as referências negativas levam os consumidores inteligentes a optar pelas empresas que criam e disponibilizam produtos e serviços que atendem aos seus desejos, tendo como princípio a ação que transforma as informações das pesquisas em aplicação real em sua produção.
Outro fator que interfere é a escolha pela oferta de soluções, sem que isso esteja associado à prisão criada para manter os clientes fieis, ponto que só é atingido quando a inteligência é colocada na base das escolhas, deixando que seus colaboradores estejam cientes do foco organizacional e transformem suas experiências e conhecimentos em soluções que atendam aos consumidores e tornem referência no mercado.

19 de outubro de 2012

O desenvolvimento dentro da essência cultural e estratégica de Marketing

Desenvolvimento é essencial para qualquer modelo de negócio, o que não descarta a curva necessária para que a maturidade de um produto ou serviço esteja próxima de ser atingida e, portanto, deixa margem para que os estudos envolvessem o que já está disponível ao consumidor revela aprimoramentos futuros, sem que para isso o relacionamento atual seja jogado fora ou fique de lado.
Envolver toda a empresa em um processo de desenvolvimento contínuo só é possível quando há inteligência dentro da organização, fator determinante para o pensamento e a busca por soluções melhores, mais apropriadas ao presente e que ofereçam diferenciais aos consumidores.
Mas o que certos mercados revelam é uma constante tentativa de monopolizar seus esforços em um único objeto, uma única tentativa, quando na verdade as oportunidades são praticamente infinitas se houver inteligência nas ações, pois desta maneira sempre há algo a ser melhorado, seguindo por completo o conceito da melhoria contínua.
Só que a cultura organizacional também deve ter um alinhamento com o conhecimento, contando com bases mais sólidas para desenvolver soluções mais assertivas, antes dos concorrentes e no instante em que o cliente está preparado para lidar com esta evolução.
Também é possível trazer toda a experiência de cada colaborador para as demais áreas da empresa, um ponto que raramente é proposto, pois requer um nível de compromisso muito maior entre as áreas e o foco organizacional naquele mercado, e por esta razão é difícil de ser colocado em ação.
Então a maior parte das empresas trata cada área como independente, apenas conectando-a com as demais em poucos momentos, mas criando paredes invisíveis que proíbem a comunicação interna e, posteriormente, com os consumidores.
Isto coloca em xeque qualquer outra ação, pois ao dar mais valor para uma única área a empresa deixa de ter um foco comum, e cria uma divisão irreversível, que corrói qualquer oportunidade de se trazer ao mercado um produto ou serviço inovador, fato que também coloca a organização para escanteio até cair no esquecimento total, dos clientes e do mercado.

17 de outubro de 2012

O relacionamento das organizações com o fluxo produtivo e a excelência em Marketing

O fluxo produtivo das organizações não se encaixa exclusivamente na linha de produção, mas sim em cada uma das decisões tomadas com foco na melhoria contínua de cada área, de cada novo projeto proposto e dos estudos e pesquisas que diariamente são efetuados em busca de soluções mais eficazes construídas sob a luz do conhecimento.
Muitas empresas não compreendem como a sua produção está além da mera linha produtiva, que vai do início da ideia, passando pelo desenvolvimento, disponibilização ao consumidor e encontra o relacionamento como o elo que cria um ciclo contínuo que exige preparação e consciência.
Mas são poucas as empresas que enxergam claramente que a produção está baseada em um relacionamento contínuo, que se torna um ciclo que tem como foco a melhoria contínua e a satisfação dos clientes, pois, por incrível que pareça, muitas empresas acham que a relação com os consumidores acaba assim que estes adquirem seus produtos ou serviços.
Então o processo produtivo não é mais um processo que pode ser classificado com início e fim, mas com um único começo e um processo de desenvolvimento continuado, que baseia toda a excelência na melhoria contínua de ações e em cada nova variável que se apresenta quando o cliente é consultado.
Por esta razão é que muitas organizações deixam a desejar quando o assunto é o relacionamento, pois não sabem ouvir o consumidor, evita pesquisas que possam evidenciar pontos a melhorar e que realizem comparações com a concorrência, algo que é constrangedor àquelas empresas que ainda possuem um modelo exclusivamente voltado à produção incessante.
Com isso colocado à mesa é mais fácil entender o motivo pelo qual muitas empresas deixam seus clientes fugirem por entre os dedos, já que criam obstáculos para a comunicação com eles e ainda reduzem qualquer possibilidade de se criar produtos ou serviços inovadores com as informações coletadas, já que as pesquisas são abolidas e a crença de que a empresa já sabe tudo consome o ambiente interno e deixa todo o mercado disponível para os concorrentes inteligentes.
No momento em que as organizações compreendem toda a conexão existente entre suas ideias e os ciclos que são formados de forma a convergir para um foco comum, podem estabelecer diretrizes para que o desenvolvimento seja contínuo e efetivo, elevando a excelência organizacional e satisfazendo seus consumidores realmente.

16 de outubro de 2012

A análise da troca de informações com os consumidores e no ambiente interno organizacional em Marketing

Analisar a maneira como os consumidores gostam de receber informações é uma ação que exige um desprendimento organizacional da ignorância, colocando em xeque, por certas vezes, as supostas verdades absolutas que dominam ambientes infestados com ideias retrógradas e sem sentido nos dias de hoje, evidenciando ainda mais o despreparo das empresas em lidar com seus clientes e consigo mesmas.
Empresas mais bem estruturadas e organizadas conseguem adaptar suas funcionalidades ao tempo em que vivem, pois não existem saturações extremas de conceitos aplicados, a evolução é parte de uma constante que preenche o ambiente e está representada na criatividade de seus colaboradores.
Isto também coloca em ação um aprendizado contínuo, sem que o foco presente da organização seja perdido ou abandonado, pois a cultura da empresa foi construída sobre valores que incentivam o desenvolvimento e a comunicação, além de priorizar treinamentos e o aprimoramento das habilidades dos colaboradores.
Então todas as ações são pensadas a partir de um desenvolvimento continuado, algo que eleva o nível de conhecimento de cada colaborador e torna o ambiente organizacional propício à criatividade de todos, gerando ideias e soluções assertivas e que atendem aos desejos dos consumidores com maior grau de precisão.
Com este modelo todas as ações giram em torno de um aprendizado distribuído uniformemente, além de gerar condições para que todas as áreas estejam conectadas e direcionadas a fazer do relacionamento interno um diferencial a mais a oferecer aos consumidores.
Dentro deste mesmo modelo é possível traçar objetivos mais claros e assimiláveis a todos, pois o conhecimento distribuído faz com que cada colaborador saiba exatamente o que a empresa deseja alcançar para consigo mesma, para seus clientes e o mercado.
Também existe a necessidade de se eliminar o achismo do ambiente interno, deixando esta etapa para os concorrentes semiamadores que representam a maioria em qualquer mercado onde o conhecimento seja afastado das pessoas, gerando com isso a ignorância organizacional plena, e tudo o que a empresa faz é apenas produzir copiando incessantemente as melhores empresas, mas sem saber a razão pela qual produzem ou mantém suas atividades no mercado.
Além desta realidade distorcida e implantada na maioria das empresas, é possível ver que as melhores organizações sempre colocam em ação os questionamentos que levam às respostas, e então as decisões passam a direcionar ao desenvolvimento, tendo como premissa o aprendizado e a troca de informações, para que as ideias de cada colaborador sejam estudadas e avaliadas corretamente, aproveitando assim o tempo do mercado e dos consumidores para lidar com o que a empresa irá oferecer.

13 de outubro de 2012

A diferenciação das organizações inteligentes em Marketing

Ignorar a integração das organizações com todo o mercado é muito usual para a empresa que não sabe qual é a razão de existir da organização, fazendo das decisões completamente deslocadas da realidade a base para um conjunto de ações sem nexo e que escravizam colaboradores e consumidores.
Muitas organizações partem de pontos obscuros em cada uma de suas ações, onde enganar o consumidor é algo natural e, portanto, faz jus aquilo que a empresa pode oferecer de melhor, criando assim uma lacuna praticamente infinita entre estas organizações e as melhores empresas que estão no mercado.
Esta diferenciação pode parecer utópica para algumas pessoas, que se deixam escravizar por empresas que criam situações em que até mesmo seus colaboradores são inclusos no que chamam de patrimônio organizacional, algo que acontece porque a empresa ainda vive em uma era em que pessoas são tratadas como recursos.
Isto também vai evidenciar que os produtos e serviços ali produzidos são insignificantes quanto ao valor, pois a única escolha das pessoas que controlam estas organizações é o dinheiro, trazido para dentro da empresa não por mérito, fato que também delimita muitas empresas neste modelo antiquado e inadequado ao presente.
Por esta simples razão é que um seleto grupo de organizações ocupa um lugar de destaque, atraindo a atenção dos consumidores por suas ideias inseridas nos produtos e serviços, deixando que o relacionamento entre seus colaboradores e clientes também abra caminho para um diálogo saudável e produtivo para ambos os lados.
Então este modelo, avançado demais para as organizações incompetentes, é fortalecido pela capacidade de aprendizado da empresa, aplicando as informações nos lugares e momentos exatos, fazendo do conhecimento a base para à tomada de decisões, sem exceção.
Além disso, o relacionamento com os clientes é o que vai diferenciar o modelo de contato entre as pessoas, e aí também se encaixam as diversas adaptações ao instante em que o cliente está em contato com os colaboradores, que são devidamente treinados e possuem um nível de conhecimento elevado e direcionado a mostrar aos consumidores que a venda não é a única atividade da organização.
Também é óbvio que este modelo só se tornará realidade se a cultura organizacional for voltada ao uso do conhecimento, outro ponto que raramente é aplicado, pois na mente de muitos é um custo desnecessário e incompatível com a atividade de venda, deixando um mercado completamente aberto e disponível às organizações inteligentes.

11 de outubro de 2012

Inovação, soluções e comunicação entre as áreas como base para o desenvolvimento organizacional em Marketing

Trazer a comunicação para o dia a dia organizacional permite que as empresas encontrem novas soluções a oferecer para seus consumidores, além de criar um aprofundamento na compreensão dos objetivos organizacionais e do que realmente fará com que seus clientes, e também concorrentes, prestem atenção naquilo que produzem, assim como colocam em evidência muito mais do que a oferta pura e simplificada de um produto ou serviço, aliando a troca de informações interna com o relacionamento com o consumidor e abrindo canais que permitem a entrada de novos dados que contribuirão para o desenvolvimento da empresa.
Comunicar é uma ação que deve estar presente em cada momento da empresa, ligando cada uma das áreas e permitindo que a administração das informações deixe espaço para que produtos e serviços sejam inovados, que a criatividade faça parte da vida de cada colaborador e transmita uma mensagem positiva internamente, já que todos os colaboradores estão inseridos em um foco comum à organização e suas ações.
Mesmo assim cada canal aberto para a troca de informações é parte de um processo que nasce de uma cultura onde cada ideia é válida, estudada e passa a ser refutada ou corroborada, dentro do que as análises de hoje representam e permitem que em um futuro próximo haja uma nova avaliação, trazendo com isso a criação de um acompanhamento mercadológico racional e inteligente por parte das empresas que se preparam e estão sempre atentas ao que acontece ao seu redor.
Isto também coloca em ação uma percepção diferenciada de cada ideia, que vai alinhando os estudos de acordo com o tempo em que a empresa se encontra no mercado, pois ao analisar o mercado sempre é possível encontrar produtos e serviços que foram criados muito antes de sua apresentação ao consumidor, além de tornar visível a capacidade assertiva da organização e suas ações.
E além desta revelação é possível também notar que o próprio consumidor precisa estar preparado para lidar com aquele produto ou serviço e este é o tempo que vai maturando um produto ou serviço ao momento de mercado, àquilo que os clientes desejam e ao que os atenderá perfeitamente.
Desta maneira é preciso colocar a comunicação no mesmo nível do conhecimento dentro da cultura organizacional, fato que vai revelar a importância da criatividade, da variedade de experiências dos colaboradores e de como as mais diversas peças deste quebra-cabeça vão se encaixando quando colocadas sobre a mesa.
Por isso é necessário que existam vários canais de comunicação internos, que também alcancem os clientes e tragam o máximo de informações para dentro da empresa, assim como as áreas acabam por transferir diferentes conhecimentos umas para as outras, gerando assim um aprimoramento constante, aproximando a organização de seus consumidores e sabendo realmente que seus primeiros clientes são os próprios colaboradores.

9 de outubro de 2012

A vanguarda de mercado e o investimento inteligente em Marketing

Empresas que tratam a si próprias como custos não investem e eliminam o conhecimento de seus ambientes, tratam seus colaboradores como peças e dão aos seus clientes os piores produtos e serviços, sem exceção.
Muitas empresas não compreendem a necessidade de investir, de criar oportunidades para que elas próprias às aproveitem e entreguem aos clientes algo além de uma troca de dinheiro por um produto ou serviço.
Isto acontece porque certos mercados não possuem como característica a inteligência e o valor agregado daquilo que produzem, virando reféns do mercado global e produzindo única e exclusivamente matéria-prima.
Este comportamento desatualizado reduz toda e qualquer chance de uma empresa atender seus clientes com excelência em outros mercados, tanto dentro de um mesmo país quanto em âmbito global.
Mas mesmo assim muitas organizações ainda criam a ilusão de que são as únicas opções dos consumidores e que sem elas as pessoas não terão outra empresa para adquirir um produto ou serviço, revelando a desconexão plena da atualidade e do mundo real, onde um produto, e até mesmo certos serviços, não estão mais presos aos locais, demonstrando uma inteligência elevada dentro das organizações que sabem aproveitar as oportunidades de aprendizado e se colocam como uma opção para o cliente, independentemente da localidade em questão.
Deste modo há um degrau praticamente infinito entre certos mercados, e a comparação chega a ser praticamente descartável, já que a representatividade do que um oferece é tão ínfimo que sequer chega a ser uma ameaça, algo que demonstra o quanto uma cultura local baseada em conhecimento influencia positivamente o alcance dos produtos e serviços ali produzidos e disponibilizados para os consumidores em qualquer região do globo.
Diante deste desafio também é preciso observar que os mercados que se fecham influenciam diretamente a incapacidade das empresas em lidar com a concorrência, mostrando claramente que a ignorância é a constante daquele local, daquele mercado e das empresas que ali se instalam.
Por esta razão todas as empresas inteligentes não se enxergam como custos, pois se baseiam em investimentos para agregar novos conhecimentos ao que já está disponível em seus ambientes internos e fazem o máximo para que os melhores colaboradores ali permaneçam, evidenciando a capacidade de enxergar oportunidades e estar na vanguarda de mercado.

8 de outubro de 2012

Abertura para o conhecimento e a aplicação de novas ideias no dia a dia organizacional em Marketing

Empresas inteligentes abrem suas portas para o conhecimento, criam em seus ambientes internos as melhores oportunidades para que todas as áreas participem de criação e desenvolvimento dos produtos e serviços, deixam também que cada colaborador traga seus mais diferentes conhecimentos para as delicadas trocas de informações e coloquem o relacionamento com o consumidor no centro de suas atenções.
Em meio as mais diversas situações que o mercado coloca diante das organizações há uma que não pode ser excluída de forma alguma para as empresas inteligentes, que trata da capacidade de absorver novos conhecimentos, de olhar além do lugar onde a empresa se encontra, tanto fisicamente quanto na mente daqueles que a controlam, abrindo espaço para que haja também uma diferenciação cultural nestas organizações que olham para frente e não apenas para o seu umbigo.
Isto também vai revelando aos poucos que apenas as empresas mais bem preparadas saem da mesmice que assombra as organizações incapazes de lidar com o conhecimento, que é fruto de uma cultura organizacional e também local, já que as empresas sempre terão influência direta da sociedade que as cerca, e é por isso que poucas organizações alcançam o destaque a relevância necessária para determinar os rumos do mercado, já que estabeleceram diretrizes que colocam o conhecimento em primeiro lugar em todas as áreas, e como parte inseparável de seus colaboradores, que não são moldados ou tratados como máquinas.
Outro ponto que também irá determinar a qualidade dos produtos e serviços está ligada àquilo que a organização fará diante de seus parceiros ou fornecedores, já que a cadeia produtiva não possui um início e fim, pois as organizações estão interligadas de tal maneira que achar que a empresa é uma ilha em meio ao oceano mercadológico é uma evidência cabal da ignorância plena do conhecimento e do fechamento pleno da organização em si, para que não seja contaminada com ideias que a obriguem a melhorar, tentando falsamente proteger um desenvolvimento que ocorrerá e fará com que os consumidores recebam sempre o pior possível e acabem por procurar os concorrentes, ato que hoje é mais facilmente colocado em prática e aponta para um cenário onde as empresas que não melhoram são descartadas pelos consumidores, a não ser que todo o mercado esteja completamente fechado e a ignorância plena de toda a população seja imposta.