24 de maio de 2013

A visão de Marketing na conexão interna das áreas e no desenvolvimento de soluções para os clientes através do relacionamento inteligente

Muito se fala da conectividade existente na atualidade, mas poucas organizações estão conectadas em seus ambientes internos, comprometendo o relacionamento com o consumidor que se inicia na relação entre todas as áreas e colaboradores, mas que são banidos por terem como efeito colateral a criação de novas soluções, a idealização de projetos vanguardistas e altamente desejados pelos clientes, mas que são abandonados porque as organizações precisarão tomar para si a responsabilidade de todas as áreas atuarem em conjunto para levar ao consumidor aquele produto ou serviço.
A conectividade das áreas não tem relação exclusiva com o volume de informações acessadas, mas inúmeras empresas caem neste engodo que as leva a utilizar sistemas cada vez mais atualizados, rápidos e precisos que não geram novas criações, pois o vínculo da informação é feito apenas pelo seu recebimento, e não pelo uso em si, pela troca de experiências com as outras áreas, colaboradores e até mesmo consumidores, fazendo da empresa um mero caminho por onde circulam dados que não são aplicados e tampouco compreendidos.
Além disso, as empresas também viram reféns de modismos sem necessidade, evidenciando um despreparo para lidar com o mercado, suas mudanças e o que o seu cliente deseja, pois a maioria das empresas apenas produz e não sabe a razão pela qual toma para si este processo, evidenciando novamente a mera fabricação sem valor em nenhum campo imaginável.
Então o que permite que as empresas se mantenham viva não é apenas o sistema de informações criado e utilizado internamente, pois o organismo chamado mercado tem inúmeros canais para irrigar as empresas com informações em um volume que exige muito conhecimento para que se filtre o que é interessante agora, o que aponta uma nova tendência de mercado e o que não terá impacto na empresa de maneira alguma.
Isto coloca em xeque muitos modelos que apenas repetem os passos eternamente sem analisar profundamente o que a empresa consegue fornecer ao cliente e o que o cliente deseja, impedindo que seus colaboradores se comuniquem e então fiquem conectados sob um foco que aponta para, no mínimo, a criação de um novo produto ou serviço, mesmo quando a solução proposta não é direcionada diretamente para o consumidor, fazendo da composição das áreas, suas trocas e interações um novo modelo que não administra mais o passado, mas traz todo o histórico ao presente, acompanhando-o e visualizando o futuro, já que esta empresa não deseja perder clientes.
Mesmo assim muitas empresas se esforçam diariamente para encaminhar para seus ambientes informações inválidas, que não agregam nada do que é necessário para gerar o desenvolvimento, estimulando continuamente em seus colaboradores a busca por informações, mas sem dar-lhes a oportunidade de estudar, analisar e aplicar o que encontraram ou então descartarem o fruto da busca.
Por esta razão é que diariamente o consumidor sofre com as empresas que não sabem o que é o relacionamento, pois internamente as empresas estão ligadas e não se comunicam verdadeiramente, separando cada grupo de pessoas em departamentos trancafiados em salas que mais parecem caixas invioláveis e que não se deixam abrir porque o inimigo, que é o colaborador da mesma empresa, pode conseguir uma informação que não lhe cabe.
Nestes modelos de gestão o que menos existe é a administração, havendo apenas um processo que faz de todas as áreas uma linha que repassa para as outras o que fizeram, e por isso deixam de aproveitar melhor o contato entre os colaboradores, pois acham que irão perder tempo se alguém conversar e criar uma solução que encantará o cliente e fará desta empresa algo diferenciado em meio ao mercado inundado de cópias, colocando sempre a culpa de qualquer ação naqueles que, a seu ver, são apressados e sempre querem fazer algo diferente, sendo que estas organizações estão presas à mesmice de tal forma que não podem deixar que as ideias sejam distribuídas em seus ambientes, porque isto lhes causaria problemas.
É notável também que as empresas incompetentes sempre dão um jeito para tomar para si o discurso da impossibilidade plena, inclusive de mudança, porque é um custo com o qual a empresa não quer arcar, enquanto isso seus concorrentes estão aprimorando suas conexões e dando mais tempo para que cada um de seus colaboradores traga mais ideias para dentro da empresa, fato que é experimentado apenas quando existe vida inteligente dentro das organizações, uma variável escassa e cada vez mais rara devido às falsas premissas de conectividade da empresa com o mercado.
Com isso, muitas empresas ficam à deriva das decisões alheias, dependendo daquilo que o seu concorrente fará, praticando eternamente a mera cópia das ações dos outros, prendendo as mentes de seus colaboradores em caixas departamentais que se isolam para não encontrar soluções, pois é isto que o gestor deseja, impedindo que novas portas se abram pelo medo de não dar certo, só que se a empresa não se abre para simplesmente pensar e analisar sugestões nada mais pode ser feito e as atividades serão encerradas em breve.
Então, para as empresas comuns e dependentes dos outros, o jeito é observar atentamente o que o concorrente está fazendo, para depois copiá-lo e sofrer com as vendas irrisórias e altamente custosas que se alastram porque estas empresas querem retirar do concorrente um cliente ao invés de se relacionar melhor internamente e com os seus consumidores, apontando novamente para uma incompatibilidade de ações, investindo em comunicação no lugar errado, da maneira errada e para as pessoas que dificilmente permanecerão na base de clientes destas empresas, já que assim que adquirem um produto ou serviço são tratadas como os demais consumidores, esperando o que jamais acontecerá.
No entanto o consumidor vem mudando seu comportamento, algo que deve ser acompanhado de perto pelas empresas, ainda mais com as redes e mídias sociais que se transformam em ferramentas para uma comunicação ágil e simplificada, enviando para qualquer parte do planeta a informação positiva ou negativa sobre a sua empresa, não mais influenciando um grupo restrito de pessoas, mas marcando o nome de todas as empresas em um nível global.
Por esse motivo é preciso que as empresas compreendam que todas as suas áreas dependem diretamente da conexão com o mundo, com seus consumidores, colaboradores, fornecedores, distribuidores e até concorrentes, para que suas atitudes sejam cada vez mais assertivas e não deixem a desejar e acabem dando de bandeja para a concorrência os clientes que levaram muito tempo para conquistar.

23 de maio de 2013

Estratégias de Marketing na diferenciação do modelo de atendimento e a relação da empresa com o mercado, seus colaboradores e clientes

O atendimento ao consumidor não é um favor que a empresa faz às pessoas que a procuram para adquirir seus produtos e serviços, mas é tratado desta maneira pela incapacidade dos colaboradores que se julgam melhores, sendo que a realidade é completamente diferente, pois estes colaboradores sempre causam problemas, insultam os clientes e tentam levar vantagem em tudo, iniciando esta ação corrupta assim que adentram na empresa tentando tirar o cargo de seu superior imediato, evidenciando o despreparo destas pessoas e que em certos casos atingem um percentual tão elevado de trabalhadores que as organizações se veem presas àquilo que não lhes interessa.
Atender bem um cliente é uma ação mínima de qualquer empresa, mas em certos mercados esta é a exceção, algo inimaginável em mercados mais desenvolvidos e inteligentes, onde as pessoas possuem um grau de educação e escolaridade elevado e que as deixa aptas a trabalhar com o desenvolvimento de qualquer atividade sem que o foco principal seja prejudicar o próximo, algo muito comum em certas localidades e que vira a regra e então desloca as empresas de qualquer possibilidade de competitividade no âmbito global.
Este efeito é cada vez mais evidente no descaso com que cada cliente é tratado, na falta de cultura organizacional visando valores e respeito ao consumidor.
Mas também ocorrem casos em que o cliente é completamente desonesto com a empresa, e então tem-se outra regra que deveria ser exceção, e que o é em mercados onde direitos e deveres caminham lado a lado, e que por incrível que pareça é algo distante demais para aqueles que se contentam em prejudicar os outros.
Este tipo de comportamento influencia diretamente na qualidade dos produtos e serviços oferecidos naquela região, pois se o consumidor faz uso de práticas que só o levam a ter vantagem é claro que as organizações estarão repletas de colaboradores que farão o mesmo, criando um ciclo vicioso que degrada o mercado e faz com que nenhuma empresa seja respeitada em outra localidade.
Assim mesmo existem pontos que não são avaliados pelas pessoas que só se interessam em prejudicar o próximo, pois com a conectividade das pessoas os mercados exteriores evitam ao máximo iniciar suas atividades ali, para que não sejam prejudicadas e possam manter seu alto nível em todas as áreas, começando pelo atendimento, que é reflexo direto do respeito com que as pessoas se tratam, mesmo que seja para passar uma informação que não agradará o cliente.
Esta visão distinta dos mercados inteligentes é fruto direto do modelo em que a empresa faz por merecer a companhia de seus clientes e vice-versa, fato que é inimaginável em dadas localidades devido ao interesse exclusivo de muitas pessoas em eliminar o que funciona.
Então a excelência organizacional cai por terra no primeiro instante em que a empresa está em contato com um consumidor, ainda mais quando este serviço que tem a representatividade do presidente da empresa é feito de qualquer forma, sem dar a devida atenção ao consumidor, desrespeitando-o e iludindo-o propositadamente, pois a cultura dos colaboradores que estão em contato com o cliente é insuficiente para perceber que futuramente aquele consumidor irá para a concorrência e ainda fará contato com sua rede de amigos para informar que esta ou aquela empresa não é digna de atenção.
Mas muitos mercados se deixam influenciar por regras degenerativas extremas, criando a rotatividade de colaboradores que se torna parte do negócio porque a empresa não pode destinar tempo para treinar alguém que não possui uma formação mínima, e isto não é exclusivamente no campo estudantil, mas da educação básica familiar e social, que tem no convívio um conjunto de normas que permitiram a criação de civilizações, e que sequer são percebidos por aqueles que estão preocupados demais em obter vantagem do que em se esforçar para merecer o próprio salário.
Isto também evidencia que esta região não será capaz de manter a atividade de qualquer empresa por muito tempo, pois as organizações podem se mudar rapidamente e levam consigo os colaboradores que evidentemente participam da relação empresa cliente de maneira digna, não que isto isole a organização de problemas, mas a coloca sempre na busca de uma solução efetiva sem deixar de produzir no dia presente.
Também se faz necessário observar que as empresas se deixaram levar pela falta de capacitação intelectual, criando um sistema escravocrata disfarçado e que já inicia o processo de formatação de pessoas durante os famigerados processos seletivos que só escolhem as mesmas ideias, o mesmo grau de instrução e que só aceita pessoas iguais, o que é inviável nas empresas inteligentes que se debruçam sobre a diversidade e trazem para seus ambientes pessoas já preparadas para lidar com as outras pessoas, independentemente de serem clientes ou colegas.
Outro ponto que chama a atenção é a criação de modelos de negócios que visam sempre repetir as mesmas ações, tendo também no atendimento uma formatação onde o consumidor que pergunta algo fora do script recebe uma informação completamente fora do contexto, pois estas pessoas que estão em contato com o cliente são incapazes de pensar, e como foram instruídas a seguir fielmente o manual jamais terão liberdade para aprender por si e para suas vidas, gerando assim novas gerações que ficam dependentes de ordens em tempo integral e que não farão nada além de funcionar como máquinas.

22 de maio de 2013

O sincronismo das áreas no desenvolvimento do relacionamento com o cliente em Marketing

Empresas inteligentes reconhecem suas delimitações, atuam dentro de um território muito bem definido e procuram equilibrar suas capacidades com os desejos de seus clientes, criando um vínculo real entre o universo existente em seus ambientes internos e o relacionamento com os consumidores, não gerando desconforto ao prometer e não cumprir e tendo como uma vantagem competitiva a diferenciação baseada no compromisso interno e com o mercado.
Delimitar as ações é um procedimento que requer um nível de conhecimento elevado e não se adquire da noite para o dia, exigindo um desenvolvimento organizacional que mantém todas as atividades dentro de um nível de excelência que se supera a cada dia sem desestruturar as áreas porque uma delas é mais importante.
Este comportamento distinto faz com que um pequeno grupo de empresas saiba realmente o que está fazendo, deixando para o mercado inúmeros exemplos que depois se tornam referências e até são meramente copiados pelos concorrentes descartáveis e incompetentes.
Mas além da diferenciação comportamental é necessário que a organização traga para seu ambiente interno um modelo administrativo vanguardista que não apaga a história da empresa, e esta é uma das tarefas mais árduas para qualquer organização, já que as gerações mais novas e alienadas sempre tentam mudar o que funciona para preencher o mercado com achismos infundados e que acabam com o sincronismo entre as áreas, e então surgem as guerras internas e a rotatividade de colaboradores que depois se tornam parte do negócio e transformam as organizações em meras lembranças.
Também é evidente que as adaptações ao presente são fundamentais para as organizações, ainda mais quando novas aplicações tecnológicas são utilizadas para se criar uma sinergia interna que habilite novas oportunidades de se oferecer soluções para os colaboradores e consequentemente para os clientes.
Só que apenas a adaptação não basta, pois uma empresa que não possui um autoconhecimento real irá buscar nas insanidades taxadas de inovações a solução que jamais encontrarão, dando uma vantagem competitiva quase infinita aos concorrentes mais bem preparados e que não retiram a personalidade da organização para evoluir, o que é um erro tão comum que deixa a própria imagem da empresa muito confusa e sem associação àquilo que ela produz.
Ainda assim muitas pessoas acharão que inovar é apagar o passado, só que as organizações mais inovadoras não se esquecem de onde vieram, enquanto que nas demais tudo é feito sem saber ao certo o porque se está fazendo, e este é um modelo que atualmente infecta o mercado e traz soluções passageiras e que não ocupam seu lugar na história do mercado, das pessoas e das empresas, e ainda assim muitos dirão que isso é culpa do mercado e não da falta de planejamento e conhecimento na administração de um negócio que possui concorrentes globais e tem consumidores que trocam informações de qualquer lugar do planeta.
E com isso quem deixa de aproveitar as oportunidades é sempre usuário de critérios em que a culpa é sempre do outro e não destas pessoas que não sabem trabalhar com as outras, que possuem um ego onde somente elas sabem o que é certo e sem exceção sempre estão erradas, ainda mais quando se olha para a história e se enxerga claramente que nenhuma ideia inteligente surge do nada.
Mesmo assim existe uma corrente que hoje cria uma movimentação para o descarte total, incluindo-se aí o conhecimento e o relacionamento com o consumidor, pois o que interessa não é mais inovar para o mesmo cliente e sim enganá-lo e deixá-lo órfão tão logo a compra seja finalizada, e só para que não fiquem dúvidas basta observar com atenção como é o atendimento das empresas que se deixam influenciar por modismos que substituem todos os clientes em um tempo cada vez menor porque não sabem sair do ciclo vicioso que domina as culturas do imediatismo sem futuro.

21 de maio de 2013

O Marketing nas empresas inteligentes e de visão no uso dos 4 P´s

Muitas empresas ignoram a importância do equilíbrio no uso dos 4 P´s de Marketing, por isso inventam aleatoriamente um novo P a cada dia, pois sequer sabem lidar com os únicos e funcionais 4 P´s que possuem dentro de si os desdobramentos alucinados que são acolhidos como novidade, pois naturalmente estas pessoas têm preguiça em pensar e fazer o que é correto, ainda mais se precisarem estudar e compreender conceitos já estabelecidos há muito e que não precisam de ilusões para funcionar dentro das organizações inteligentes.
Inventar modismos é o foco principal de muitas pessoas que não sabem viver na realidade, que não compreendem os conceitos como um todo e não usufruem de toda a funcionalidade já disponível pela mentalidade defasada, antiquada e descartável, por isso preferem se iludir e criar denominações que nada mais são do que propaganda enganosa e que reflete a incapacidade intelectual, e também da empresa, em viver no mundo real.
Este tipo de ação vai ao encontro da banalização de toda e qualquer teoria, enfraquecendo a mentalidade organizacional ao buscar inovação naquilo que já existe e que não é percebido porque as pessoas estão completamente cegas e não sabem lidar com as ferramentas que já possuem.
Deste jeito tudo o que é produzido pela empresa é tão descartável quanto as ideias criadas, mostrando uma pobreza intelectual que vira referência no campo do charlatanismo institucionalizado e que só atinge as mentes incapazes de aprender, pois se deixam levar por qualquer modismo e não entendem que reinventar a roda não é mais necessário, mas saber como usá-la em outras aplicações é primordial e genial.
Só que as mentes mais incompetentes sempre acham um jeito de iludir pessoas, criando ofensas como os 8 P´s que nada mais são do que desdobramentos irracionais de algo que já é reconhecidamente aplicável em produtos e serviços, mas que não parou no tempo, só que também não saiu se multiplicando como coelhos do modo como muitos atestam e tentam criar suposições vazias para justificar o desdobramento como uma novidade, fazendo com que as empresas percam o potencial criativo para lidar com tudo o que é criado neste universo paralelo e desnecessário para as empresas de verdade.
Além disso é possível verificar que os demais P´s criados nada mais são do que afirmações falsas de novidade, pois todos eles já estão contidos nos 4 P´s que o mercado conhece há muito e não precisa inventar para ter o equilíbrio ideal e verdadeiro em suas ações que alocam os esforços conjuntos das áreas envolvendo os já conhecidos P´s e aqueles que estão encaixados dentro do modelo tradicional, a não ser que uma das outras opções não faça parte da realidade, o que não é o ponto, pois se as empresas não precisam de Pessoas, Processos, Paupabilidade e Produtividade é melhor que a organização encerre suas atividades neste instante.
Logicamente haverão discordâncias que tentarão levar adiante os tais novos P´s como verdades absolutas, e se for feita uma análise racional, o que é raro em muitas empresas e mercados, pode-se enxergar claramente que desdobramentos não são inovações ou novidades, tampouco merecem uma pesquisa aprofundada, a não ser que a empresa seja tão descartável que seus próprios colaboradores vivem em contos de fadas diariamente e não param para pensar nas insanidades que inundam mercados irracionais.
E se por acaso você observar atentamente verá que os 4 P´s "convencionais" incluem naturalmente as outras variáveis, pois o composto de Marketing merece uma atenção delicada envolvendo Produtos/Serviços, Praça, Promoção e Preço que já envolvem realmente as Pessoas, Processos, Paupabilidade e Produtividade, menos nas organizações tomadas por alucinações impregnadas em todas as ações que chegam aos clientes e dão ao mercado a oportunidade de simplesmente seguir seu caminho sem dar atenção ao já existente, pois são inteligentes o suficiente e fazem bom uso do conhecimento que possuem e distribuem para seus colaboradores.

20 de maio de 2013

Estratégias de Marketing no recrutamento e treinamento de colaboradores nas organizações inteligentes

Recrutar novos colaboradores é um ciclo vicioso dentro da maioria das organizações que no fundo não sabem o que oferecer às pessoas, pois estão ocupadas demais fechando toda e qualquer fresta que permita que o conhecimento alheio adentre seus ambientes e façam com que os colaboradores tenham ideias através das referências externas, gerando assim um problema chamado desenvolvimento que não se encaixa no perfil da empresa por ter que sair do trilho da mesmice e angariar mais informações para atender aos desejos dos seus consumidores antes que a concorrência o faça.
Empresas com vícios são mais comuns do que se pode imaginar inicialmente, trazendo para o mercado uma ampliação das oportunidades para cada concorrente que foge do comum e se diferencia integralmente, não querendo peças de reposição para ocupar seus postos e incentivando cada colaborador a desenvolver ideias inovadoras e que são estudadas para corroborar ou refutar sua viabilidade.
Ao mesmo tempo é possível perceber que as organizações que se tornam referência de mercado naturalmente tendem a ter modelos administrativos muito mais objetivos e sábios, sem tolher a capacidade criativa de cada pessoa e ainda assim mantendo um nível de excelência com o qual as demais empresas sonham, mas pouco fazem para alcançar.
Isto coloca em evidência um ritmo de autodestruição real de todo e qualquer nível de desenvolvimento, começando pela criação de um modelo em que as pessoas perdem suas personalidades para se tornarem apenas máquinas que ficam obsoletas quando pensam, e que torna o mercado ineficiente e incapaz de evoluir ao distribuir esta visão deturpada de gestão como se fosse o suprassumo da administração e a única resposta.
Então fica evidente que estas organizações sequer oferecem condições para que seus colaboradores desempenhem um papel diferenciado, tentando controlar cada passo, cada movimento e criando treinamentos para adestrar todas as pessoas de forma que jamais saibam fazer outra coisa, entrando em ação o ciclo vicioso que dá ao setor a falsa impressão de que a rotatividade de colaboradores é parte do negócio, quando na verdade não é.
Como é de se esperar as empresas incompetentes sempre invocam máximas que deturpam a verdade e a realidade, tendo como frutos um interminável ciclo de troca de peças, que neste caso são as pessoas adestradas e incentivadas a não pensar.
Por este motivo é que a rotatividade de colaboradores, chamados de funcionários porque funcionam por um período e depois são trocados, é tão elevada, ainda mais se levarmos em conta que a empresa não sabe o que oferecer ao colaborador, retirando os desafios da criatividade e da inovação do quotidiano organizacional e tornando obrigatórios os adestramentos disfarçados de treinamentos, pois nenhum deles aumenta as vantagens da habilidade de cada pessoa, mas massifica um modelo mecânico comum que não agrega nenhum diferencial e ainda tem como falsa premissa tornar todos os colaboradores aptos a executar qualquer tarefa.
E aí fica evidente o descontentamento dos clientes, a necessidade de que eles mudem para os concorrentes que não se fundamentam em achismos na hora de treinar colaboradores, desde o instante em que cada pessoa entra na empresa até o momento em que suas habilidades são desenvolvidas individualmente para o crescimento da pessoa e de toda organização.
Além da postura completamente distinta a empresa inteligente também fará o máximo para compreender o que seus colaboradores desejam, e é aí que os treinamentos e recrutamentos, fomentam a inovação, deixando que cada pessoa pense por si, encontre soluções viáveis e, no contato com os consumidores, recolham mais informações que geram produtos e serviços cada vez melhores e que tragam experiências que encantam os clientes e não se apagam assim que as pessoas colocam os pés fora do loja ou encerrem o contato com a empresa.
Todas as organizações podem crescer e se desenvolver, mas poucas se dão ao luxo de pensar, fazendo do seu próprio esforço o mérito para satisfazer seus clientes e estar na vanguarda de mercado, pois na maioria do tempo as empresas estão presas em si mesmas tentando mecanizar o pensamento e a criatividade, traçando objetivos para agarrarem escravos ao invés de se conectarem com pessoas e tornar a parceria entre ambas as partes na melhor solução.

18 de maio de 2013

A visão de Marketing no desenvolvimento de treinamentos inteligentes para os colaboradores


Realizar treinamentos com seus colaboradores não é prender pessoas a um molde, mas possibilitar que elas desenvolvam suas habilidades individuais e tenham mais liberdade para criar e inovar dentro da empresa, migrando do estágio puramente reprodutivo da mesmice e entrando em uma era onde as referências são fontes de inspiração e não há um preconceito enraizado culturalmente que diz que treinar é apenas fazer com que as pessoas repitam eternamente os mesmos procedimentos sem questionar a razão.
Para a maioria das empresas o treinamento dos colaboradores é um instrumento que visa formatar seres vivos sob a mesma ótica, cortando toda e qualquer criatividade, inserindo mentiras ao discurso efetuado com os consumidores e gerando insatisfação em todas as áreas.
O interessante é que as empresas viram reféns de modelos de treinamento que deem às pessoas a cara da empresa, esquecendo-se do primordial, até trivial, que é desenvolver habilidades, e não da forma como comumente é feito, onde todos devem saber a mesma coisa, só que não sabem para que serve.
Isto revela um sistema infestado de ilusões que abrigam achismos que envolvem uma teórica identidade organizacional, que no fundo é apenas um disfarce para que as pessoas sejam adestradas e não pensem mais ou até mesmo percebam o que pode ser melhorado.
Com este comportamento estúpido milhares de empresas reclamam diariamente que não encontram pessoas devidamente capacitadas, só que na verdade elas próprias arrancam das pessoas a capacidade de fazer mais, criando assim treinamentos que só funcionam para transformar seres humanos em máquinas que apenas processam ordens e nada mais.
Então a reclamação é cada vez maior e as próprias empresas não olham para aquilo que fazem com as pessoas, tolhendo todo e qualquer incentivo ao pensamento e criatividade, proibindo as pessoas de conversar com alguém de outra área, retirando do treinamento a sua razão de existir para simplesmente transformá-lo em um molde onde as pessoas são esculpidas para se encaixar, quando na verdade é o treinamento que deve se adaptar a cada pessoa individualmente, a não ser que existam duas pessoas completamente iguais no planeta, algo que não existe e jamais poderá ocorrer, pois cada um tem a sua visão de mundo, experiências diferentes e percepções que criam conhecimentos distintos e que não podem ser repassados aos demais na integridade.
Logicamente é necessário que as empresas mudem a sua relação com os treinamentos, visando caminhar para o futuro ao invés de se acorrentarem com o passado, pretendendo até morrer abraçadas com ele por serem incapazes de enxergar que as mudanças são positivas para aqueles que possuem inteligência suficiente para continuar aprendendo e trocando lições de forma estruturada.
Por esta razão é que poucas empresas conseguem compreender a razão pela qual um treinamento deve ser realizado, e não é exclusivamente para que a organização lucre mais, mas para que as pessoas consigam aproveitar o potencial já existente, aperfeiçoando e tornando-o utilizável no dia a dia, dentro da empresa ou não, pois as empresas não devem se prestar à formação de trabalhadores melhores, mas sim de seres humanos que vão criar muito mais soluções ao utilizarem as mais diversas referências na formação de ideias e propostas.
Só que isso é um objetivo que sai da mera relação da empresa comum com o mercado, pois toda organização, sem exceção, faz parte de um organismo chamado mercado, e não é a ilha que muitos gestores acham e até se colocam desta forma, achando que somente eles, que na verdade não sabem nada, são as únicas pessoas habilitadas a pensar.
Ainda assim muitas empresas insistem no treinamento mecânico e total, sem distinção de habilidades, o que deixa claro que a própria empresa não conhece seus colaboradores, tampouco suas habilidades distintas e únicas, pois acham que todas as pessoas podem ser colocadas dentro de um grupo onde todos são idênticos.
Uma das maiores diferenças entre as organizações é a maneira como os treinamentos são elaborados e disponibilizados aos colaboradores, trazendo às pesquisas internas um trunfo para que cada pessoa tenha a devida atenção e receba a chance de desenvolver ainda mais sua habilidade.
Treinar colaboradores é um investimento que a empresa só consegue usufruir quando aproveita esta ação para gerar um desenvolvimento das habilidades individuais de cada pessoa, tendo como consequência a inovação e a oferta de novas soluções através de projetos diferenciados e que alcançam os desejos dos clientes no tempo adequado.

17 de maio de 2013

Oportunidades de Marketing na individualização das empresas e o benchmarking para a diferenciação de produtos e serviços

Não perder oportunidades é parte de um discurso muito utilizado dentro de qualquer organização, mas poucas se dão conta de que diariamente deixam de aproveitar o que possuem para copiar o concorrente, desagradando seus próprios clientes e passando a mensagem de que a outra empresa é melhor, por isso existe o interesse em copiar tudo o que esta outra organização faz, sem exceção.
Ter um concorrente como referência em um mercado só é possível quando a empresa é inteligente o suficiente para observar que não são todas as experiências alheias que podem ser estudadas e então usadas como fonte para que uma ação, ou até estratégia, seja desenvolvida e colocada em prática.
Mas o que se vê no mercado é oposto à inteligência, preferindo-se copiar descaradamente todo e qualquer concorrente ao invés de se pensar em algo que atenda ao seu consumidor, além de mostrar claramente para esta pessoa que a sua empresa é incapaz de inovar, de criar produtos ou serviços que se encaixem nos desejos do consumidor, gerando assim a prática de ações cada vez menos exclusivas.
Ainda assim o mercado pode contar com organizações que vão em sentido oposto, que buscam a diferenciação que se alinha com os desejos do consumidor, não porque precisam ser diferentes, mas porque sabem que são e é assim que agem, trazendo este ponto positivo para o relacionamento interno e com cada um dos seus clientes e saindo da linha da mesmice que se instala em alguns mercados.
Porém, é necessário que cada empresa tenha consciência de que é um organismo individualizado, que interage com o mercado e abrange uma capacidade de inovação que sai da linha comum quando a personalidade da empresa é mantida, aperfeiçoada e se adapta rapidamente às mudanças que surgem diariamente, o que faz do processo de pesquisa um instrumento que aproxima a empresa do cliente e a distancia de seus concorrentes ao satisfazer as pessoas.
É logico que muitas empresas vão se utilizar de discursos vazios para passar a mensagem de que são inovadoras, e naturalmente é preciso verificar que a acomodação, ou a chamada zona de conforto, vira uma constate que, quando bem aproveitada, pode trazer maturidade suficiente para que a excelência atinja todos os níveis hierárquicos e também deixe espaço para que a inovação continue, e isto se revela um exercício difícil de ser executado porque a maioria das empresas simplesmente não quer evoluir e tampouco ouve seus próprios colaboradores.
Também é possível observar que as empresas já nascem inspiradas em concorrentes diretos e indiretos, mas não devem se jogar no mercado apenas copiando o que funciona em uma organização, ainda mais quando existe a lucidez que constata que cada empresa tem a sua cultura individual, única e intransferível, mas que nos dias de hoje parece não mais existir pelo excesso de empresas criadas como meras cópias do que já não serve mais como referência local ou global.
Então é vital uma mudança que não se faz da noite para o dia, mas que pode servir como ponte para a oportunidade futura da empresa ser reconhecida e até virar fonte de referência para outros concorrentes, só que isto só irá acontecer quando as próprias organizações, através das pessoas, mudarem a visão de que tudo é descartável, incluindo-se aí seus próprios colaboradores e também clientes.
Enquanto esta mudança não acontece é possível notar que poucas organizações já não se colocam mais sob a influência de limitadores produtivos, tendo uma delimitação de ação muito bem conhecida por cada um de seus colaboradores, mas que não os impede de evoluir, receber os devidos treinamentos e não serem aprisionados pela estupidez contida nas hierarquias onde só um pode ter ideias, e que atualmente é o que domina a maioria das organizações e faz com que isto se torne parte do negócio, minando as melhores ideias e incentivando cada um de seus colaboradores, e por consequência seus clientes, a migrar para a empresa concorrente sem cerimônia alguma.
O maior desserviço que uma empresa pode fazer é não ouvir a si própria, perdendo sua personalidade com o passar dos anos ou então nascendo sem uma identidade própria, servindo apenas como mera repetidora dos passos dos concorrentes e tentando sobreviver em meio a um mercado globalizado que já aboliu fronteiras há muito e traz em sua natureza a competitividade nivelada pelos melhor que se pode oferecer, enquanto a maioria brinca de produzir e substituir peças ininterruptamente.

16 de maio de 2013

Pesquisas de Marketing conectadas ao relacionamento com o consumidor para o desenvolvimento de produtos e serviços

Organizações não devem meramente funcionar, trazendo para dentro de seus ambientes novas informações e conhecimentos que se transformam em soluções inovadoras e que se conectem diretamente com os desejos dos clientes, fazendo da fidelidade da empresa para com o cliente um diferencial que a torna muito mais efetiva em todas as suas ações, iniciando-as pelo relacionamento e a constante troca de ideias e informações entre suas áreas e com os consumidores.
Funcionar não é um objetivo decente para uma empresa, ainda mais quando este ato não significa prestar atenção aos clientes, e até mesmo colaboradores, fornecedores e distribuidores, deixando que o mercado fique maior para os concorrentes competentes e que primam pelo relacionamento como início de qualquer atividade.
Nos demais mercados, onde a inteligência se sobressai ao mero funcionar, é possível encontrar empresas que aproveitam seus problemas como oportunidades, pois sabem que seus clientes sempre terão novos desejos e que as experiências já trocadas com a empresa vai determinar o êxito ou não das novas soluções.
Desta forma fica evidente que a empresa trabalha em parceria com o consumidor, satisfazendo-o de tal maneira que a concorrência não tem a menor chance de chamar sua atenção, pois cada colaborador é um representante direto daquilo que a organização produz, tanto no campo das ideias, quanto nos atendimentos de vendas e pós-vendas, além de priorizar a elucidação de todas as dúvidas que possam surgir da parte do cliente e dos próprios colaboradores.
Este é um modelo de administração muito avançado para muito mercados, pois prestar atenção nos clientes não é algo inserido nas atividades mais básicas das empresas, e com isso a concorrência recebe cada vez mais consumidores que não foram bem atendidos pelas outras organizações, revelando um sistema cíclico em que todas as pessoas são meras peças, e o consumidor é apenas fornecedor de dinheiro.
Independentemente dos concorrentes serem capazes ou não de atender aos consumidores já conquistados toda empresa deve se manter em atividade por tempo integral, pois os clientes podem distribuir informações para uma gama maior de pessoas em poucos segundos, evidenciando assim a necessidade de um relacionamento com os cliente muito bem estruturado, onde a confiança deve ter como premissa um compromisso entre consumidores e empresas.
Só que o mercado está repleto da visão oposta, de achismos que deturpam a realidade e que criam a auto ilusão das empresas por meio de gestores incompetentes que não enxergam o essencial e vivem em um mundo fantasioso em que eles são superiores, quando no fundo apenas carregam uma denominação que de nada serve quando a organização precisa evoluir, já que as suposições dominam as mentes daqueles que eternamente repassam suas responsabilidades e erros àqueles que pouco influenciaram nas decisões tomadas erroneamente.
Então é de se esperar que as organizações fiquem à deriva em meio ao oceano de oportunidades, mas quando a empresa é inteligente não terá dificuldades em alinhar sua cultura, estrutura e cabeças pensantes em torno de um objetivo comum a todas as áreas e colaboradores, trazendo diferentes luzes para a criatividade, analisando as oportunidades por inúmeros ângulos e mantendo um relacionamento interno que se espelha no tato com o cliente, abrigando assim um estilo de administração que não se perde no tempo e que constantemente lida com a realidade e todas as variáveis envolvidas para a criação de soluções.

15 de maio de 2013

Marketing aplicado na diferenciação, desenvolvimento organizacional e relacionamento com clientes

Dia após dias os gestores incompetentes fazem o máximo para que nenhum de seus colaboradores crie, inove ou traga ideias que gerem soluções, fato corriqueiro e que é fartamente encontrado em mercados onde o conhecimento é tratado como o mal, pois gera a oportunidade para que a empresa dialogue com seus clientes, assimile novas informações, estudos e tecnologias com a finalidade de alcançar a excelência e mantê-la como base das ações futuras, ao contrário das empresas que se acham desconectadas do mundo e podem fazer qualquer coisa.
Empresas devem delimitar seus territórios de atuação até que alcancem um nível de excelência que a permita atrair novos consumidores, mas o que se vê diariamente é o oposto e é alvo de avaliações negativas por parte dos clientes, pois os gestores acham que podem atender a todos os consumidores do planeta, deixando evidente que não há conhecimento e o dito gestor é apenas alguém com esse título.
Em contrapartida as empresas inteligentes seguirão um caminho oposto, pois se não atenderem todos os seus clientes da melhor forma possível não sairão em busca de outros consumidores, tendo no equilíbrio e autoconhecimento os diferenciais que se conectam com o desenvolvimento de forma assertiva.
Também fica evidente que este grupo de organizações é reduzidíssimo no mercado global, mas para o bem de poucos consumidores existem e possuem produtos e serviços que acompanham experiências tão positivas que o cliente não sente a menor vontade de procurar um concorrente.
Então todas as ações são delineadas com base na excelência, o que pode parecer insano para as empresas incompetentes e é uma filosofia das organizações inteligentes, pois sabem que tudo, sem exceção, sempre pode ser melhorado, mas também requer um conhecimento refinado que permita analisar corretamente quais são as variáveis que merecem um cuidado diferenciado, sem que isto interfira nas demais reduzindo o nível de excelência.
Por esta razão é que poucas organizações também conseguem lidar com pessoas, pois ao deixar que a mente trabalhe a empresa dá aos seus colaboradores um terreno amplo para a criação de soluções, incentivando pesquisas e estudos que tragam sugestões, propostas e até mesmo inovações que serão usadas internamente para potencializar as habilidades de todos os colaboradores.
Dentro deste ponto também é raro observar nas empresas comuns que seus colaboradores são incentivados a criar, normalmente há uma resistência hercúlea para banir qualquer ideia nova, pois ela gerará a necessidade de evolução dos gestores, algo que dificilmente acontece quando há uma cultura infectada com suposições vazias e que só deixam uma única pessoa criar.
Deste jeito os modelos de administração também devem ser flexíveis no campo da habilitação da criatividade interna plena, tendo um foco bem definido e oferecendo aos colaboradores a chance de pensar, criar soluções e também fazer a diferença, fato raro e que requer uma leve mudança na visão de mercado e no relacionamento interpessoal, seja com os colaboradores, seja com seus clientes.

14 de maio de 2013

Marketing na comunicação inteligente interna e com o cliente

A comunicação está na base das diretrizes das organizações inteligentes, inserida na cultura que abre espaço para o desenvolvimento de soluções, trazendo novas oportunidades para a criação de ideias, revelando quais são os pontos que podem ser melhorados, evidenciando como é a relação da empresa com seus clientes e que tipo de mensagens são fundamentais para que a empresa cresça de maneira mais sólida e efetiva.
Comunicar-se parece algo simples, mas sofre o impacto direto de ruídos de comunicação que passam pelas escolhas das palavras, a interpretação das outras pessoas e a linguagem que se utiliza naquele instante, sendo necessário contar com uma habilidade que se aprimora continuamente e acompanha a conexão direta entre empresa e consumidor.
Logicamente deve haver uma compatibilidade entre os dois lados, por isso cada pesquisa deve também trazer qual é o perfil ideal para o envio da mensagem, e que pode evoluir, mas não deve ser tratado com falta de respeito por parte da organização, algo que gera incômodos ao cliente e o faz migrar para o concorrente.
Isto coloca em xeque qualquer estratégia de comunicação que venha a trazer elementos não compatíveis com a imagem organizacional para o cliente, e que influencia negativamente a recepção das pessoas, gerando um mal estar desnecessário para a empresa.
Desta maneira fica evidente que a comunicação da empresa carrega consigo uma mensagem que não deve ser alterada enquanto personalidade organizacional, fazendo com que as campanhas sejam pensadas e não apenas reflexos de modismos irrelevantes ou de rebaixamento apenas para gerar vendas.
Mas também se faz necessário que a empresa não deixe que a sua personalidade seja simplesmente banida da comunicação com o consumidor, fato que demonstra a força da cultura organizacional e faz jus àquilo que o cliente tem em mente quando pensa a respeito de certa empresa ou suas marcas.
E para que isso aconteça é vital que a organização compreenda profundamente qual é a razão para se comunicar com o consumidor, ação que ultrapassa a barreira das vendas para se tornar uma parceria definida pelo relacionamento que deve ser aprimorado continuamente.
Então este comportamento fará com que a organização tenha que desenvolver também seu relacionamento interno, com cada fornecedor ou distribuidor e, porque não, com a concorrência, fazendo-se valer de um conjunto de variáveis bem estudadas e analisadas para que o cliente não se veja dentro de uma guerra que não faz sentido ou que apenas o use como parte de um jogo em que ele, consumidor, sempre sairá perdendo e que é comum nos mercados em que o semiamadorismo é a regra.
Com o estabelecimento de uma consciência altamente desenvolvida a empresa pode investir na comunicação da maneira correta, avaliando os desejos de seus consumidores, verificando se a organização é capaz de entregar o que promete e se diferencia dos concorrentes medíocres, se é que alcançam este nível.