12 de julho de 2013

A estabilidade interna e a manutenção da excelência organizacional em Marketing

Contar com ambientes internos estáveis é fundamental para que a organização mantenha a excelência alcançada e ainda a leve a níveis mais altos, preferindo ir em busca do reconhecimento merecido ao invés de tornar cada uma das ações da empresa excessivamente mecanizada.
Para muitas empresas o ambiente caótico permite que a criatividade seja explorada, levando em conta que a estabilidade gera uma estagnação, quando na verdade as empresas que apenas saem fazendo sem saber ao certo o que estão produzindo logo viram piada para o mercado e perdem a credibilidade por basear todas as suas escolhas na mediocridade e ignorância.
Saindo da incapacidade organizacional de se lidar com o mundo real das empresas medíocres é possível trazer um ambiente estável que seja altamente comprometido com o desenvolvimento, deixando de lado as imbecilidades baseadas apenas em números de vendas, que são estabelecidos sem o menor conhecimento, advindos de alucinações daqueles que sequer entendem o que seus achismos significam.
Enquanto muitas empresas se deixam aprisionar exclusivamente em números de vendas existem as organizações inteligentes que se relacionam com o consumidor, trazendo-o para dentro da empresa e incentivando sua participação mais ativa no que toca à elaboração de inovações, o que leva estas empresas a obter um resultado positivo muito mais estável e crescente.
Então o que se evita é o excesso de vendas sem o devido respaldo posterior por parte da empresa, algo comum nos mercados irrelevantes, devido à característica do uso indiscriminado da propaganda enganosa como estratégia principal.
Pode-se também notar que as empresas inteligentes não promovem seus produtos ou serviços apenas com foco imediato, criando e fazendo-se valer de uma estratégia que vai encontrar nos desejos dos consumidores um parceiro para as decisões que prolongam ou encurtam os ciclos de vida, e este é um ponto que não é vislumbrando pelas demais empresas.
Mesmo assim a diferenciação da empresa já se inicia em sua cultura, onde as pessoas podem se comunicar e fazer valer a troca de ideias, opiniões e sugestões, para que no final deste processo consigam obter a melhor resposta que se transforma na solução entregue ao cliente.
Além disso há também uma preocupação direta na manutenção do relacionamento com o cliente, bem como na estabilização da redução da rotatividade de colaboradores, que jamais será igual a zero, mas pode se aproximar se a empresa for inteligente o suficiente para saber que suas atividades podem ser encerradas se mantiverem sempre a troca como fonte de renovação, que não as deixa atingir um nível de qualidade mínimo e então gera a insatisfação do consumidor.
Logicamente poucas empresas vão conseguir lidar com um programa que venha a formar uma parceria da organização com seus colaboradores, pois muitas empresas ainda se dizem donas de funcionários, do mesmo jeito que o fazem com os maquinários usados para produzir, então ao notarem um defeito fazem a troca, e sempre, sem exceção, os tais defeitos são ideias que geram desenvolvimento, pois estas empresas são preguiçosas demais para evoluir e acabam mantendo sempre as pessoas com a mentalidade ditatorial na gestão.
Isso também aponta para um equívoco comum que acontece quando a empresa não se percebe como altamente descartável para o consumidor, pois quando a pessoa deseja mudar ela simplesmente vai até o concorrente mais próximo, que se não for dominado pela ignorância fará o máximo possível para fazer com que esta nova parceria formada não se encerre rapidamente.
Também é evidente que as empresas inteligentes sempre inovam continuamente, mas quando o deixam de fazer se tornam comuns, acabam perdendo o momento de mercado e seus clientes migram para o concorrente, e isto pode vir a acontecer com todas as empresas, mas apenas aquelas que sabem que isto pode ocorrer é que se preparam para evitá-lo, sem criar prisões para consumidores ou colaboradores, investindo continuamente no desenvolvimento de soluções e aperfeiçoando seus modelos administrativos sem deixar a excelência alcançada se perder no tempo.
Por esta razão as empresas inteligentes possuem histórias, construindo-as diariamente e mantendo sempre a atenção àquilo que é relevante, não se deixando levar por modismos e achismos, priorizando a conexão das áreas para o desenvolvimento de produtos e serviços, além de proporcionar o melhor relacionamento com o consumidor em cada encontro com as pessoas.
Desta forma a empresa passa a valorizar muito mais o relacionamento, tanto interno quanto com o cliente, sempre trazendo as informações mais recentes para seus colaboradores, mas também levando a cada área tudo o que é imprescindível para seu funcionamento e atualização, contando com canais de comunicação desenhados para favorecer a geração de ideias ao invés de meramente levar e trazer palavras vazias e desconexas da realidade, como ocorre na concorrência.

11 de julho de 2013

Marketing na remodelagem inteligente das hierarquias organizacionais com foco no desenvolvimento e integração das áreas

A remodelagem das hierarquias organizacionais favorece às empresas inteligentes que partem da excelência como fundamento para a construção de uma cultura voltada ao desenvolvimento e inovação, mas que requer uma compreensão mais profunda daquilo que se tem como sendo a empresa em si, trazendo então um movimento que aplica o conhecimento da maneira correta e deixa que a vanguarda de mercado seja alcançada.
Toda hierarquia inteligente tem como motor a troca de ideias, a distribuição do conhecimento e a conexão das áreas em torno de um foco comum a todos os colaboradores, mas que dificilmente é obtida pela maioria das empresas que não sabem fazer nada além de produzir.
Este cenário diferenciado da hierarquização também faz com que o desenho da estrutura organizacional fique mais amplo, eliminando alguns degraus ao mesmo tempo em que favorece o contato das pessoas com a intenção de promover o desenvolvimento de soluções.
Do mesmo modo é necessário que cada área tenha uma estruturação elaborada para o compartilhamento de informações relevantes, já que o fruto resultante da interação das áreas é o produto ou serviço que chega ao consumidor e lhe proporciona grandes experiências, mas que nem sempre são claramente enxergadas quando existe a burocracia elevada e equivocada.
Então as necessidades das áreas não se resumem somente ao recebimento de informações, mas como as demais áreas estão envolvidas no projeto, quais aperfeiçoamentos podem ser inclusos e como a proximidade traz uma vantagem competitiva em relação aos concorrentes que ainda lidam com departamentos e definem pessoas como objetos de sua posse.
Além disso é visível o desenvolvimento harmonioso de estratégias que abrangem a organização como um todo, já que cada área é participante ativa do processo de desenvolvimento que se insere na cultura das empresas inteligentes, deixando para trás o mero funcionar para oferecer ao mercado novas soluções.
Contudo é preciso observar atentamente que as hierarquias não são banidas dentro das empresas inteligentes, mas são flexibilizadas a ponto de ligar todas as áreas em torno de objetivos comuns e, principalmente, com o foco nas pessoas, algo raro, e até propositadamente inviável, dentro das demais organizações.
Mesmo assim é possível notar que as empresas que flexibilizam a hierarquia não abandonam certas características que promovem a organização da empresa sob o mesmo foco, e o que é feito traz a criação de uma comunicação direta entre todos, sem que isto signifique a desordem como muitos podem achar.
Mas o fator mais interessante nas empresas que mudam o modelo rígido da hierarquia é que todos os colaboradores passam a se sentir dentro do processo produtivo, criando soluções, inovando ao trazer conceitos de outras fontes e aplicando o conhecimento em favor do desenvolvimento contínuo, tendo seus ciclos convertidos em espirais que caminham para frente.
E com a movimentação mais direta da comunicação interna existe a geração contínua de soluções, que são devidamente estudadas e analisadas sob os mais variados ângulos e visões diferenciadas das áreas, sem fugir do foco central da construção ou não do produto ou serviço.
Por isso é interessante que todos os canais de comunicação estejam sempre voltados a distribuir as informações de forma inteligente, direcionando a cada área o que é vital para o desenvolvimento de suas atividades, mas sem impedir que seus colaboradores conectem suas produções, viabilizando uma produção efetiva de soluções, ao invés de tentar encaixar trabalhos finalizados como sendo parte do mesmo projeto inicial, o que é corriqueiro e desastroso dentro de empresas medíocres.
Esta maneira de desenvolvimento também faz com que os colaboradores tragam suas experiências para o dia a dia organizacional, interagindo com os demais, ligando profundamente o desenvolvimento de ideias entre as áreas e apontando para caminhos propícios à oferta de um produto ou serviço mais interessante para o cliente, conectando-se também aos fornecedores e distribuidores de maneira mais intensa e inteligente, chegando muito próximo da formação de uma só empresa.
Além desta ação diferenciadas, estas empresas também passam a se envolver em muitas áreas, iniciando também um novo patamar de qualidade produtiva para todos, saindo na frente dos concorrentes que ainda não alinharam suas produções com seus fornecedores e distribuidores, evidenciando um diferencial que salta aos olhos e faz com que a excelência não fique delegada a uma só parte deste conjunto.
Também é primordial que todas as empresas tenham a compreensão de que o mercado se transformou em um organismo altamente ativo, onde a tecnologia empregada se desenvolve rapidamente, então nada mais natural que as estruturas organizacionais tenham que se adaptar ao hoje, sem que precisem eliminar o que construíram até hoje, e que é o desejo de muitas pessoas que não são exemplos significativos e querem que tudo no planeta seja comum, e por isso adotam metodologias em que os colaboradores e clientes são escravos de suas vontades, pois se intitulam gestores, que na prática não produzem nada.
Então as empresas mais avançadas entendem que o mercado local é influenciado diretamente pelo mercado global, independentemente de a empresa atuar em escala mundial, e é isto que os falsos gestores não gostam, pois jamais admitirão que existe outra pessoa inteligente na terra, tampouco haverá outra empresa capaz de oferecer o mesmo produto ou serviço, partindo sempre para atuações em que as pessoas viram fantoches nas mãos destes titeriteiros.
Logicamente a compreensão do organismo em que se transformou o mercado é de difícil entendimento para a maioria daqueles que não enxergam as influências globais que se encontram em seu dia a dia, enquanto que as organizações inteligentes possuem hierarquias bem estruturadas e que cultivam o desenvolvimento de soluções, seja por meio de um produto ou serviço, seja pela oferta de uma solução inteligente, que nem sempre chega às mãos do cliente, mas faz parte do que a empresa oferece no mercado.

10 de julho de 2013

Visão, administração da excelência e desenvolvimento na diferenciação das soluções para o cliente em Marketing

Usufruir do conhecimento é um benefício que deve ser distribuído a cada uma das áreas que formam as organizações, tendo em vista o desenvolvimento de soluções melhores, conhecendo melhor seus consumidores, e também colaboradores, para que, tanto a empresa quanto o cliente, fiquem satisfeitos e formem uma parceria prolongada.
A habilidade com que as empresas administram o conhecimento, distribuindo suas informações relevantes às respectivas áreas define como é aproveitado o desenvolvimento contínuo de produtos, serviços e soluções.
Obviamente é preciso que a empresa, antes de tudo, possua uma cultura organizacional baseada na diferenciação de toda a sua produção, incluindo-se aqui principalmente o uso do conhecimento, a habilidade de aproveitar cada treinamento para obter mais fontes de inovação e permitir que o diálogo interno seja estendido até o cliente.
Desta maneira a empresa passa a um estágio em que se torna parte do organismo que define o mercado, colocando o desenvolvimento como parte natural da cultura organizacional e fazer valer o investimento em diferenciação.
Também é necessário que a empresa deixe de tratar seus concorrentes como inimigos a serem excluídos do mercado, e esta é uma ação que só é alcançada por empresas inteligentes que sabem que seus adversários acabam por arrebatar os clientes indesejados pela sua organização e também influenciar o desenvolvimento dos produtos e serviços.
Mas também é possível encontrar o oposto, onde empresas medíocres desejam sempre exterminar a concorrência, sem levar em conta que assim perderão seu potencial de desenvolvimento, pois ao se tornarem monopolistas não precisarão mais de pessoas inteligentes, mas de peças de reposição que são contratadas através de perfis estabelecidos apenas para evitar que haja alguma distorção nesta etapa do processo.
É evidente que muitas pessoas podem achar que uma única empresa pode atender a todos os consumidores do planeta, e isto ocorre porque a mediocridade domina suas mentes e faz achar que nada precisa ser desenvolvido, que o cliente é um inimigo que deve ser derrotado e não pode escolher, deixando mais claro que a organização por si só é totalmente descartável e serve como referência daquilo que não se deve fazer.
Enquanto isso ocorre as empresas inteligentes trabalham para merecer o reconhecimento, bem como fazem de seus resultados positivos a referência para a manutenção da excelência e abrem caminho para a melhoria contínua em todas as áreas, trazendo sempre novos conhecimentos para seus colaboradores através dos treinamentos e criando um desenvolvimento baseado em uma espiral crescente.
Além do posicionamento diferenciado as empresas inteligentes eliminam de seus ambientes a cultura da mesmice que inunda as demais, preferindo buscar em referências diferentes novos usos e aplicações para o conhecimento que possuem e buscam continuamente, criando em seus estudos e pesquisas o motor que faz a organização andar para a frente sem perder a base de sustentação da excelência construída anteriormente e que dá ao cliente produtos ou serviços cada vez melhores.
Então o usufruir das habilidades individuais dos colaboradores também entra em um nível diferenciado, fazendo as devidas conexões para que um projeto se aproxime ao máximo da perfeição em um tempo reduzido, sem abrir mão da qualidade e da excelência, criando indicadores que apontam como todas as áreas passam a convergir para o foco organizacional a partir de seus focos individuais, eliminando o máximo de arestas e satisfazendo consumidores.
Só que esta conexão das áreas pode ser difícil de ser alcançada quando os colaboradores não são incentivados a pensar, e este é o ponto que diferencia as empresas inteligentes das medíocres, pois as primeiras deixam que as pessoas adentrem seus ambientes, enquanto que na segunda há somente a reposição de peças.
Por este motivo muitas empresas acabam achando que a rotatividade dos colaboradores é algo comum, e por isso definem aquelas pessoas como funcionários, pois para a empresa elas apenas funcionam, do mesmo jeito que as máquinas usadas para produzir, deixando o mercado infestado por um ciclo vicioso que não leva a lugar algum e prejudica o desenvolvimento do mercado como um todo, mesmo que muitos não percebam, pois se existem mais empresas atuando em um setor ou segmento é preciso que se diferenciem para atrair e manter clientes, senão o consumidor não vê razão para mudar já que na outra empresa encontrará o que já tem.

9 de julho de 2013

Marketing voltado à diferenciação organizacional, inovação e desenvolvimento do relacionamento com o consumidor

Igualar o conhecimento dos colaboradores é o objetivo central das empresas medíocres que não inovam e vivem presas a um ciclo meramente produtivo sem razão existencial, transformando pessoas em peças que são repostas assim que dão defeito, sendo que este defeito é a geração de uma ideia com uma nova proposta de solução mais inteligente, que não é aceita porque a empresa teria que deixar para trás todas as suas âncoras e fazer por merecer a confiança do consumidor e, por consequência, o reconhecimento de que seus produtos e serviços são melhores.
A prática diária de treinamentos irrelevantes é comum nas empresas medíocres, que não estão satisfeitas consigo mesmas e passam a culpar seus concorrentes pelos seus fracassos, colocando em foco toda a incompetência que domina aquele ambiente e é fruto de um rechaço ao conhecimento.
Sendo assim estas empresas não procuram colaboradores com novas ideias, mas sim mentes vazias que podem ser facilmente adestradas, como se a organização fosse um laboratório onde as cobaias (colaboradores e clientes) são bem-vindos quando há um interesse em se perpetuar o que há de pior em termos de produtos e serviços.
Com este comportamento a competitividade de mercado é tratada como uma utopia, então todos os processos para eliminar informações são tomados e os reféns (clientes ou colaboradores), são apenas fontes monetárias e produtivas, que não servem para mais nada além de seguir cegamente o modelo deturpado de gestão impregnado nas empresas.
Enquanto isso, do outro lado residem as empresas que primam pelo conhecimento distribuído a seus colaboradores, que enfatizam suas habilidades em buscar a oferta de treinamentos específicos para cada um de seus colaboradores, o que para a maioria das pessoas é um desperdício e é o que diferencia as melhores empresas do resto, colocando em ação um movimento crescente e espiral, livrando-se do ciclo que sempre se inicia onde termina.
Contudo é preciso que os colaboradores também sejam portadores de ideias inovadoras, e assim o são pelo grande incentivo das organizações inteligentes que se abrem às propostas, estudando, analisando e aplicando-as quando viáveis, levando em conta também o tempo de mercado, algo que poucas organizações são capazes de fazer, pois sempre que o relacionamento com o cliente é estabelecido existe uma troca de informações dentro de um nível elevado àquelas empresas que meramente funcionam, e que por isso são grandes diferenciais que alcançam a vanguarda de mercado em termos de soluções.
Mas também é preciso analisar e compreender como cada nova informação se conecta com as demais, para que a empresa não perca seu foco, tampouco coloque em prática uma ação antes ou tarde demais, apontando para uma visão que agrega todos os conhecimentos, utiliza-se de filtros para enviar às áreas a quantidade ideal de informações, com o máximo de qualidade e precisão.
Também fica claro que as empresas inteligentes irão renovar continuamente suas ideias enquanto aprendem a lidar com as alterações no comportamento do consumidor, e isto fica muito mais relevante se a empresa consegue entender que seus colaboradores são seus clientes, e que por incrível que pareça é um nível avançado demais para muitas empresas e até mesmo mercados que são impedidos de se desenvolver pela proibição de acesso ao conhecimento.
Outro ponto relevante é a maneira como os colaboradores participam dos processos criativos, sendo que a gama de referências sempre deve ser mais ampla do que o foco da organização, mesmo parecendo um descaso com o negócio em si, mas é aí que as melhores referências residem, e então todos os concorrentes, sem exceção, passam a ser grandes fontes de referência e aprendizado, especialmente aqueles que estão diretamente competindo pelo mesmo mercado e público-alvo.
Diante desta percepção diferenciada também é possível notar que a proximidade com o consumidor traz benefícios para ambos os lados, desde que a empresa tenha consciência de que seu desenvolvimento depende das pessoas e só existe se houver a oportunidade de se aprender e então desenvolver um produto ou serviço que satisfaça o cliente, dando-lhe experiências diferenciadas e que abrem caminho para um novo contato do consumidor com a empresa.
E desta maneira se faz presente também o uso de uma comunicação efetiva da empresa para seus consumidores, e também destes consumidores para com os demais, criando um novo modo de se relacionar interna e externamente, dando à comunicação um papel diferenciado e altamente eficaz, mas que também sofre com certos ruídos quando um dos lados não compreende perfeitamente a mensagem.
Logicamente existem informações que acabam se tornando comuns a todos os colaboradores, mas os treinamentos não devem se basear neste processo cíclico fechado, que tem como premissa o mero repasse de uma lista que deve ser repetida à exaustão aos clientes que entram em contato com a empresa, e que é tão comum que chega a contaminar certos setores do mercado de tal maneira que as empresas medíocres viram reféns de um sistema completamente falido e que só gera insatisfação ao cliente.
No momento em que as empresas compreendem as razões pelas quais existem passam a investir em treinamentos que lhes deem novas oportunidades de manter contato com todos os clientes, desde aqueles que deixam a empresa entrar em suas vidas até os mais novos e aqueles que ainda não conhecem a organização, gerando assim um ciclo de aprendizado que é compartilhado pelas áreas e faz com que os produtos e serviços sejam completamente diferentes daqueles oferecidos pela concorrência e tragam experiências que permitem que a empresa seja bem-vinda à vida das pessoas ao satisfazê-las.

8 de julho de 2013

Diferenciação da cultura organizacional no desenvolvimento de inovações dos produtos e serviços em Marketing

Conhecer a capacidade produtiva organizacional revela aos colaboradores quais oportunidades já foram aproveitadas, quantas estão em andamento e como as inovações podem fazer do futuro um terreno muito fértil e que se encaixe na cultura de oferta de soluções aos clientes das empresas inteligentes.
Existem empresas que se conhecem profundamente e disponibilizam a seus colaboradores o máximo de informações relevantes para suas atividades, criando assim um desenvolvimento contínuo que se baseia na inovação viável e estruturada de soluções.
Também é evidente que toda a empresa tem como maior diferencial a comunicação que traz sempre a oportunidade de se inovar na concepção de um produto ou serviço, revelando um alto nível de investimentos em treinamentos de colaboradores com o foco assertivo do desenvolvimento de habilidades, enquanto que os concorrentes medíocres ficam adestrando seus colaboradores para que só saibam as mesmas coisas que não oferecem qualquer diferenciação no atendimento em qualquer nível hierárquico da empresa.
Por isso os consumidores ficam presos às âncoras de certas empresas que coisificam pessoas e sequer são capazes de lidar com um treinamento direcionado às habilidades individuais, achando que todos, sem exceção, só devem possuir um único conhecimento, e que este conhecimento só existe porque a empresa o produziu.
Mas na contramão das aberrações de mercado existem as empresas inteligentes que não seguem os padrões comuns, utilizando de referências que alocam informações pertinentes ao desenvolvimento das atividades sem tolher a criatividade das pessoas.
Com esta ação é possível compreender como poucas empresas sempre são referenciadas em sua concorrência, virando o exemplo a quem desejam copiar, e aí já matam toda e qualquer chance de evoluir, pois seguirão o que a outra empresa determina e não o que a sua cultura pode oferecer como oportunidade no relacionamento com o cliente.
Neste mesmo tempo é necessário compreender que se uma das áreas é tratada de maneira diferente não há como deixar que a empresa tenha fluidez em suas ações, principalmente quando existe uma proteção àqueles que não servem de referência positiva, que trabalham excessivamente seus achismos vazios e colocam a perder o potencial produtivo da empresa em todos os níveis, já que esta área não aceita que mais alguém possua conhecimento para colaborar no desenvolvimento organizacional.
Após a concepção de uma cultura voltada à integração das áreas é fato que a criatividade passa a ser melhor aproveitada, trazendo visões distintas de cada uma das áreas para o mesmo objeto de estudo, compartilhando as diferentes percepções para a construção de um produto ou serviço que satisfaça cada cliente e lhe traga uma experiência única e que permite que este consumidor deixe a empresa fazer parte de sua vida por um ciclo maior, até que a organização deixe de se desenvolver por ter deixado de lado a cultura que a fez diferente para, meramente, copiar os concorrentes integralmente.

7 de julho de 2013

Marketing na administração inteligente dos canais internos de comunicação para o desenvolvimento organizacional

Administrar as conexões das áreas fortalece a capacidade criativa, aumentando a oferta de soluções que se encaixam perfeitamente às oportunidades de mercado, levando-se em conta uma gama de variáveis que influencia direta e indiretamente todas as estratégias e o modo como o relacionamento interno alcança o consumidor no ato da compra.
Existe modelos de gestão que não valorizam a colaboração entre as áreas, criando mais obstáculos do que oportunidades, partindo de achismos que inviabilizam o fluxo natural de troca de informações e burocratizando toda e qualquer ação.
Ao mesmo tempo também é encontrado um modelo diferente, que se faz valer da participação ativa dos colaboradores na criação de propostas, produtos e serviços, levando em conta uma quantidade muito maior de variáveis, reduzindo ao máximo as possíveis arestas e deixando que o fluxo produtivo se torne conhecido por todos os colaboradores.
Isto também coloca em evidência a lógica que envolve o relacionamento com o consumidor, formando uma parceria que ao final de uma etapa cria um produto ou serviço, mas vai além disso, tendo também o foco voltado à oferta de uma solução, e esta solução nem sempre é o produto ou serviço.
Da mesma maneira é necessário que as empresas consigam conciliar as especialidades de cada uma de suas áreas sob o mesmo foco organizacional, sem que para isso tenham que deixar os focos individualizados que são inerentes às respectivas atividades.
Com isso o nível de conhecimento dos colaboradores, a respeito de seus produtos e serviços, aumenta, mas também traz consigo a capacidade de enxergar e compreender como as áreas se encaixam em um fluxo contínuo que tem como resultado cada uma das atividades individuais somadas e que chegam às mãos dos clientes.
Além disso, é necessário criar uma cultura que seja vocacionada ao desenvolvimento, e para isso nada mais natural do que distribuir informações relevantes às áreas, investir em treinamentos e fazer com que as ideias dos colaboradores sejam estudadas e analisadas adequadamente, mas também é preciso observar as inovações do mercado através dos concorrentes que também podem servir como fonte de referência, e que poucas empresas sabem usar, pois normalmente preferem copiar o que dá certo no concorrente, ao invés de criar uma prática individualizada para a sua organização.
Então todos os fluxos ficam dependentes das ações da concorrência, algo inaceitável dentro das empresas inteligentes, mas comum nas demais que vivem às sombras das melhores empresas que assumem uma posição de vanguarda ao aplicar corretamente suas informações e transformá-las em um produto, serviço ou solução para o cliente.

5 de julho de 2013

Aprendizado contínuo com o Marketing direcionado à inovação e relacionamento com o consumidor

Muitas empresas não percebem que devem agradecer a seus concorrentes quando clientes ruins saem de suas bases ou até mesmo quando oportunidades são expandidas ao ver que os melhores clientes, e também colaboradores partem para a concorrência, tendo como efeito um desenvolvimento maior.
Perder consumidores ou colaboradores não é um fato bem visto pela maioria das empresas, que se ancoram no mero funcionamento produtivo, não trazendo inovações e deixando clientes insatisfeitos mais rapidamente, pela falta de renovação do conhecimento, da relação interna e da capacidade em aprender continuamente.
Este aspecto é sempre tratado como um mal que alcança a empresa, quando no fundo pode ser uma oportunidade não enxergada, já que a maioria das empresas ainda usa cabrestos e assim procede quando o assunto é o consumidor.
Isto é fruto de falta de desenvolvimento intelectual, criando máximas de que clientes são ativos permanentes da empresa, mostrando uma ditadura onde as pessoas deixam de ter escolhas para se tornarem escravas das organizações, e o mesmo ocorre com os colaboradores, que passam a ser tratados como peças de reposição.
Longe disso ficam as empresas inteligentes que veem na rotatividade mínima a oportunidade para renovar suas ideias, realocar conhecimentos e fazer melhor uso e aplicação das informações que possuem para ter ao final de uma parte do processo uma solução para o consumidor na forma de produtos ou serviços.
Também é possível ver que muitos tendem a ignorar que os clientes podem decidir quando deixar uma empresa, marca, produto ou serviço de lado para ir ao concorrente, mostrando a intenção de posse escravista tão comum naqueles que sempre se colocam como vítimas.
Então as organizações inteligentes não se deixam prender ao passado por meio de âncoras, pois o fazem sob a ótica do conhecimento, e isto é uma percepção tão avançada para a mediocridade que impera em certos mercados que são criados sistemas em que o cliente fiel recebe como presente uma coleira que é puxada de tempos em tempos para lembrá-lo que possui dono.
Esta visão completamente esdrúxula é muito forte nos mercados em que só existe uma linha de achismo, e que é tratada como linha de pensamento, colocando em risco o desenvolvimento e evidenciando que as práticas que geram ideias, inovações e ações diferentes são péssimas influências.
Por outro lado é possível se deparar com caminhos opostos e que preferem a diferenciação como princípio das ações, e isto não quer dizer que o passado seja abandonado, mas que suas referências seja devidamente estudadas e conhecidas, ampliando e injetando novos ares nas empresas, ao invés de fechar todas as portas e janelas para evitar que algo novo entre na organização.
Deste mesmo jeito é preciso que a empresa tenha suas áreas bem alinhadas, expondo projetos e ideias de maneira contínua, encontrando soluções que venham a tornar o relacionamento interno e com o cliente mais maduro e apto a deixar que a empresa se torne fiel ao consumidor.
Com esta percepção diferenciada a empresa passa a enxergar suas supostas perdas como uma vantagem competitiva para inovar ainda mais, trazendo para dentro dela mais informações, renovando o relacionamento com o cliente de forma que exista um contato humanizado e que tenha como fruto produtos e serviços que se encaixam perfeitamente na capacidade produtiva da empresa e satisfaça seus clientes.
Além disso, é preciso que a empresa não perca sua habilidade de aprendizagem, incentivada pelos colaboradores que buscam novos conhecimentos continuamente, seja através de treinamentos que a organização oferece, seja ao olhar para a história disponível que se encontra disponível àqueles que possuem uma visão muito mais ampla do que o presente.
E deste jeito as empresas também passam a trabalhar com uma margem pequena na rotatividade de colaboradores e clientes, encontrando o ponto mais equilibrado para agir e ao mesmo tempo continuar se desenvolvendo, passando a ver a ação do concorrente como um benefício que as fazem inovar e buscar mais respostas para as mesmas questões, deixando a mesmice para aqueles que deixaram de pensar há muito tempo, porque para eles pensar gera um problema chamado desenvolvimento.

4 de julho de 2013

A estruturação do Marketing na conectividade das áreas com o desenvolvimento de soluções inteligentes

Empresas devem lidar com soluções em tempo integral, seja através daquelas já em produção, seja quando surgem novas oportunidades para se inovar.
Toda empresa deve nascer sob o foco da inovação e geração de soluções para seus clientes, levando-se em conta todo o potencial criativo de seus colaboradores e as oportunidades encontradas por meio de estudos e pesquisas.
Obviamente é preciso que toda a empresa esteja alinhada sob o mesmo foco, e que este aponte para o desenvolvimento de soluções, dando a seus colaboradores a oportunidade de participar da criação e geração de ideias.
Com esta linha de ação é possível observar que as melhores empresas sempre se permitem criar soluções de maneira contínua, analisando dados, interagindo com seus clientes e dando aos colaboradores uma liberdade que se encaixa plenamente na área em que a empresa atua.
Mesmo assim é necessária a delimitação de ideias, tendo um espectro que fique dentro da capacidade produtiva da empresa, para que a ideia não seja descartada assim que nasce, colocando em questão uma linha mais precisa na hora da proposta inovadora das soluções criadas e percebidas pelos colaboradores.
Logicamente já existe um perfil alinhado entre a criação das soluções e sua aplicabilidade por parte dos colaboradores, mas em certos momentos o que surge se distancia um pouco do negócio da organização, e para que esta ideia não morra repentinamente é necessário que mais estudos sejam feitos e apontem a viabilidade imediata, futura ou inexistente.
Neste mesmo sentido é possível fazer uso do máximo de conhecimentos diferenciados das pessoas, criando e recriando soluções que sejam eficazes e ao mesmo tempo simples, sem que para isso percam aspectos complexos.
Então cada tomada de decisão não é mais isolada, passando a conectar todas as áreas, direta e indiretamente, abrindo os canais de comunicação da empresa para a colaboração entre todas as pessoas e áreas, com a finalidade de entregar ao consumidor mais do que um produto ou serviço.
Sendo assim todas as experiências anteriores já fortalecem o potencial criativo, deixando que a percepção das pessoas fique mais aguçada quando existe um tempo dedicado às pesquisas, estudos e trocas de ideias internas, aproveitando-se também dos treinamentos efetuados pela organização, que passam a render novas percepções, aperfeiçoamentos e conexões entre as pessoas e suas respectivas áreas.
Desta forma a complexidade em conectar ideias e áreas é reduzida ao ponto em que todos sabem que são participantes ativos na construção dos produtos e serviços que chegam aos clientes, tendo como foco a solução disponibilizada e que gera a satisfação e abre caminho para outras inovações e desenvolvimentos posteriores.

3 de julho de 2013

Marketing na comunicação produtora de soluções e desenvolvimento organizacional contínuo

Toda comunicação é falha quando um dos lados não consegue aceitar ideias diferentes, percepções que se baseiam nas experiências individuais de cada um, revelando assim um aspecto doentio impregnado naqueles que acham que só existe uma maneira para se fazer tudo.
Mensagens sempre alcançam os campos da interpretação individual, fato quotidiano e que evoluem para uma guerra desnecessária, iniciada sempre por quem evita pensar e compreender que não existem pessoas, experiências e percepções idênticas, criando assim os conflitos que impedem as empresas de se desenvolver continuamente.
Então os modelos burocráticos evidenciam muito mais a tentativa de criar barreiras para que ideias sejam formatadas, bem como as pessoas se tornem comuns e só reproduzam o que há de pior em todos os níveis, incluindo-se aí um esquema titeriteiro.
Este modelo é muito comum e facilmente encontrado no contato consumidor empresa, revelando sempre um roteiro que deve ser seguido na íntegra e não permite que os dois lados dialoguem de verdade, alcançando o absurdo de ser considerado altamente eficaz, mas dificilmente alcança o nível medíocre.
Isso ocorre sempre que as empresas deixam de pensar, achando que todas as pessoas são escravas de um modal exclusivo de pensamentos, percepções e experiências, sem levar em conta as histórias individuais, o que as leva sempre a querer ser o concorrente mais bem sucedido, um equívoco que evidencia ainda mais a tentativa de transformar tudo em algo comum quando não o é.
Mas também é preciso observar que algumas padronizações podem ser inclusas no relacionamento com o consumidor, seja ele direto ou indireto, vindo da parte da empresa ou do cliente, tendo como base o respeito, atenção e o diálogo, ainda mais quando uma empresa assume a responsabilidade de se colocar à disposição do cliente para satisfazê-lo.
Normalmente este nível só é alcançado por empresas que deixam de lado o que é comum em suas ações, valendo-se de toda a experiência de cada colaborador e cliente para tornar viável a entrega e produção de soluções, mas pouquíssimas organizações conseguem realmente dialogar com o cliente, preferindo sempre a reposição ao invés da manutenção, pois a segunda opção sempre requer inteligência e conhecimento.
Com as práticas diferenciadas as empresas inteligentes também conseguirão segmentar seus clientes de forma muito assertiva, aprendendo continuamente e traçando então um modo de comunicação muito mais efetivo em sua plenitude, trazendo aos colaboradores a cultura de oferta de soluções do jeito mais apropriado.
Enquanto isso as outras empresas ficam brincando de trocar peças o tempo todo, peças que são seus clientes e colaboradores, que quando não se encaixam no formato definido por aqueles que nada sabem são descartados, já que as empresas com maior nível de ignorância sempre se apegam aos famigerados perfis e que escolhem sempre o contato com micos adestrados em detrimento ao contato humano.
Da mesma maneira alguns podem concordar que um atendimento ao consumidor deve ser padronizado, mas o ponto em questão não é o atendimento padrão, mas as informações verdadeiramente cruciais, que não engessam as conversas e permitem que o cliente se sinta bem atendido, sem aquele tom mecânico das empresas comuns e que vivem tentando ser o concorrente.
Mas para que haja uma mudança é preciso que o conhecimento seja usado, o que logicamente é difícil de se aplicar nas empresas, pois elas estão mais preocupadas em olhar o que o concorrente faz do que merecer os créditos por satisfazer um consumidor.
Também entra nesta questão a falta de preparo dos cargos mais altos da hierarquia, especialmente quando o assunto é direcionado a um único "pensador", que em sua essência jamais pensa, pois acha que esta ou aquela decisão é melhor e que a opinião dos outros é descartável, sem enxergar que hierarquias burocráticas impedem o desenvolvimento e tolhem ideias inovadoras porque saíram da cabeça de outra pessoa.
Por esta razão é que o mercado coloca em evidência poucas empresas para que as demais as tenham como referência, ainda mais quando a busca incansável pela cópia é o objetivo foco, já que a empresa tem preguiça de pensar por si e faz pouco caso da comunicação que pode trazer inovações que irão ao encontro de clientes devidamente atendidos e que certamente retornarão.

1 de julho de 2013

Marketing, comunicação e inovação criativa de soluções

Empresas com histórias concretas sempre encontram inovações com maior facilidade do que as demais, pois incentivam seus colaboradores a buscar conhecimentos distintos através de pesquisas, estudos e treinamentos que geram ganhos muito maiores à cada uma das habilidades individuais em questão, enquanto que as demais empresas ficam ancoradas sob a perspectiva de tornar cada pessoa um ser comum que não se diferencia em nada das máquinas que produzem continuamente.
Todo produto, serviço ou solução tem uma história conhecida, abolindo achismos do dia a dia organizacional, gerando o desenvolvimento de ideias cada vez melhores e que se aproximam dos desejos dos clientes em um tempo muito reduzido, demonstrando a competência na administração das informações, conexão entre as áreas para expandir ideias e inovar.
Mas mesmo assim o mercado sempre renova sua história com o desenvolvimento tecnológico que coloca nas mãos dos colaboradores e clientes uma gama de informações que merece sempre um filtro, por isso as empresas devem estar atentas às formas como segmentam seus consumidores e permitem que seus colaboradores pensem na mesma sintonia que o cliente.
Este tipo de comportamento só é possível quando a empresa consegue aliar toda a sua história, por meio da cultura e personalidade facilmente reconhecível pelas pessoas, quanto produzem e levam aos clientes seus produtos e serviços, tendo uma associação imediata e que já traz uma experiência única à mente dos consumidores quando se deparam com a marca.
Logicamente o produto ou serviço deve ter como fonte de referência a solução para um desejo do consumidor, atraindo mais atenção por parte da empresa e seus colaboradores, do mesmo modo que as pesquisas e estudos já desenham previamente o cenário que será construído na mente do cliente quando ele faz a busca ou aquisição de um produto ou serviço da sua empresa referencial.
Somando-se a isso é vital que a empresa não elimine seus canais de comunicação com o cliente, fazendo-se valer de todas as vias possíveis, mesmo que para alguns incompetentes existam canais que já não são mais interessantes, e é aí que as estratégias de comunicação podem funcionar com maior facilidade, pois se o seu concorrente já não se movimento mais em um nível do território de atuação de ambos, tudo tende a ficar mais fácil, já que os consumidores serão surpreendidos e ficarão encantados.
E este modelo de descarte de canais de comunicação fica mais evidente conforme evoluem as tecnologias disponíveis, sendo que na verdade muitas delas são apenas releituras daquilo que já se dispunha há muito, mas que hoje tem um modal diferente sem perder a essência que o fez surgir, colocando em evidência a capacidade inovadora aliada ao conhecimento histórico, dando novas oportunidades para que a comunicação seja exercida em sua plenitude sem que os veículos sejam dispensados sem os devidos estudos e viabilidades atuais.