30 de dezembro de 2013

Inovação e criatividade individualizada na oferta de produtos e serviços das empresas inteligentes em Marketing

Criar soluções só é saber usar o conhecimento, principalmente dentro do mercado competitivo global que oferecer inúmeras oportunidades àqueles que estão atentos, permitindo que informações sejam atualizadas e que todas as experiências únicas de cada um dos seus colaboradores abram caminhos para que as inovações surjam.
Gerar uma solução faz parte das atividades naturais de todas as empresas inteligentes, coletando, interligando, distribuindo e utilizando o maior número de informações relevantes para desenvolver um produto ou serviço que atenda aos desejos dos seus clientes, além de contar com um foco muito bem definido e que dá ao relacionamento com o consumidor um tom diferenciado.
Mas além desta diferenciação há também um posicionamento distinto das empresas inteligentes que se permitem aprender e não replicar eternamente o seu funcionamento, evoluindo e trazendo sempre ao seus ambientes internos o máximo de informações que agregarão aos seus conhecimentos já obtidos um campo mais amplo de visão e que também abrirá o leque de oportunidades.
Desta maneira toda empresa inteligente não se torna mais uma no mercado, pois seus colaboradores são indivíduos que pensam e trazem suas experiências e conhecimentos para dentro da organização, tendo como recompensa o reconhecimento do efeito de suas ações diferenciadas e que contemplam a inovação sem precisar eliminar o outro, pois estes colaboradores estão dentro de um ambiente em que as diferenças fortalecem o desenvolvimento e não se prendem ao adestramento em que todos devem ser integralmente iguais e dependentes das decisões dos outros ou da tática vil de se culpar alguém quando se erra.
E assim fica fácil perceber que cada colaborador dotado de um cérebro, conhecimento e sabedoria em usar ambos terá condições de contribuir para que um cliente receba uma solução, enquanto que nas empresas medíocres há sempre a busca incessante por um bode expiatório a ser identificado e abatido.
Isto também revela que muitas empresas medíocres estão presentes de forma maciça em mercados de mesmo nível, onde existe uma deturpação do benefício da diferenciação, inibindo cada indivíduo de pensar para ser apenas mais um em meio às commodities em que se transformam as pessoas para que se encaixem nos perfis desejados.
Esta tática vil também se faz valer de inúmeras restrições que prejudicam quem busca pensar por si próprio dentro destas empresas medíocres e que eternamente produzirão as mesmas coisas do mesmo jeito e com pessoas que, na visão utópica, também são as mesmas em todos os sentidos.
Por isso é fácil constatar que as empresas inteligentes se destacam mais facilmente, pois não viraram commodities como suas concorrentes, tampouco adestram seus colaboradores ou os impedem de pensar e fazer sugestões, diferenciando-se cada vez mais e levando a seus clientes soluções que se adaptam perfeitamente a eles, do mesmo jeito com que estas empresas não correm desesperadamente atrás de um consumidor esporádico para beneficiar seus clientes e oferecer-lhes produtos e serviços cada vez mais interessantes.
Toda empresa inteligente consegue aprender sem apagar sua história, adaptando-se ao presente sem perder a excelência e permitindo-se reinventar ao abrir as suas portas para o conhecimento que continuamente se desenvolve e abre novas oportunidades no mercado global, pois ela sabe que seu esforço terá como consequência o lucro que lhe permitirá estar em atividade no dia de amanhã por seu próprio mérito.

27 de dezembro de 2013

A comunicação e a visão das empresas sobre o relacionamento interno e o seu desenvolvimento em Marketing

Áreas que não se comunicam têm seu relacionamento baseado em uma disputa onde as demais são vistas como inimigos a serem derrotados e eliminados, criando um ambiente desfavorável a qualquer desenvolvimento e boa relação com o cliente.
Empresas sem um bom relacionamento interno são geradoras de insatisfação em níveis que impedem qualquer envolvimento de seus colaboradores na construção de uma solução, inviabilizando até mesmo o relacionamento com os clientes e sempre jogando as suas responsabilidades nas costas dos concorrentes.
Mas para que a comunicação interna funcione é necessário que todos os colaboradores, sem exceção, saibam trabalhar uns com os outros, algo difícil de se conseguir quando a imaturidade gera uma ignorância que abomina as ideias ou sugestões alheias sob uma ação egocêntrica e descompromissada com a geração de uma solução efetiva.
Outro ponto a se somar é a troca de conhecimentos que existe quando todos os colaboradores são colocados diante de oportunidades de mercado, ou até mesmo aquelas que abrangem o ambiente organizacional, criando um movimento contínuo que sempre está focado no uso das mais diversas experiências e de todo o conhecimento disponível, dentro ou fora da organização.
Só que poucas empresas conseguem administrar as oportunidades encontradas, pois o hábito de se tratar um problema como algo negativo impede as organizações de enxergar a chance de oferecer ao consumidor, e também a seus colaboradores, muito mais do que um produto ou serviço que é trocado por dinheiro e ponto final, indo em um caminho onde existe sempre um território delimitado para se atuar, ao mesmo tempo em que ele não limita o uso das mais variadas informações para a construção de uma solução.
Também é interessante notar que as empresas inteligentes não se deixam levar por modismos, pois sua cultura é flexível e adaptável à realidade, sem jogar fora o que as tornou reconhecíveis por seus clientes e concorrentes, do mesmo modo com que elas sempre analisam as viabilidades de suas ações antes de executá-las, pois preferem entregar aos seus consumidores o melhor que podem produzir.
Logicamente esta visão avançada é fruto de um ambiente que não se limita à linha de produção, saindo da curva comum que está repleta de concorrentes para alcançar a satisfação dos consumidores ao colocar em suas mãos produtos e serviços desenvolvidos com e para eles, fazendo da troca constante de informações um diferencial que não permite que seus concorrentes cheguem até seus clientes tão facilmente, mantendo uma relação que não é definida pela compra, mas sim por tudo aquilo que a empresa inteligente pode oferecer, mesmo quando a solução para o seu cliente não se encontra dentro da sua empresa, e que para as organizações de visão limitada é uma ação impensável por não trazer dinheiro para o seu caixa. 

26 de dezembro de 2013

O relacionamento dos colaboradores com a cultura interna e o conhecimento de produtos e serviços em Marketing

Quando os colaboradores conhecem muito bem os produtos e serviços da sua empresa, e também os da concorrência, o diálogo com seus clientes se torna muito mais efetivo e abre novas oportunidades, mas quando seus colaboradores não conhecem os seus produtos ou serviços e conhecem os da concorrência é muito provável que suas ações de vendas jamais alcancem os resultados necessários.
Conhecer os produtos e serviços da própria empresa é fundamental para que seus colaboradores saibam dialogar com seus clientes, mostrando-lhes todos os atributos, características e diferenciais que dão aos consumidores as experiências mais profundas e interessantes, aproveitando-se para retirar todas as dúvidas dos clientes e atender-lhes adequadamente.
Mas o que acontece em certos mercados é o oposto, os colaboradores que estão em contato com os seus clientes não sabem o que vendem, tampouco sabem como apresentar os produtos e serviços de maneira a sanar as dúvidas.
E com este tipo de déficit é difícil de se obter qualquer vantagem competitiva sobre os concorrentes nos quesitos de atendimento e inovação, pois os colaboradores não saberão como as informações dos seus clientes podem ser usadas para melhorar os produtos, serviços e até mesmo o atendimento, dialogando de igual para igual e aperfeiçoando o relacionamento com o consumidor.
Só que no mercado existem empresas que primam pelo atendimento ao não mecanizá-lo, tratando cada cliente de forma individual e totalmente focada, sem deixar de passar as informações relevantes ou repassar o que é adicional, além de abrir caminho para que o próprio cliente se sinta confortável para entrar em contato com a empresa e tenha um atendimento dedicado e efetivo.
Mesmo assim é necessário que a empresa tenha em seu cerne o relacionamento humanizado, deixando para trás as metas estúpidas numéricas para atrair, cativar, manter e expandir a sua relação com cada consumidor ao oferecer-lhe muito mais do que um contato entre pessoas.
E dentro desta ação há um desenvolvimento contínuo do relacionamento sem que a empresa perca o seu foco produtivo, equilibrando todas as ações em prol de uma harmonia que se aperfeiçoa continuamente.
Mas este comportamento organizacional já é estabelecido em sua cultura, apoiando-se sobre os mais diversos conhecimentos e gerando uma interação que promove a inovação sem perder o foco no presente, aproveitando-se das experiências do passado e reduzindo ao máximo todas as arestas que surgiram para entregar aos seus clientes um relacionamento dinâmico focado em soluções que têm como consequência os resultados e lucros.

20 de dezembro de 2013

A visão inteligente do desenvolvimento de habilidades, conhecimentos e colaboradores em Marketing

Uma empresa inteligente auxilia no desenvolvimento das habilidades de seus colaboradores e eles também estiverem interessados em melhorar, algo que diariamente pouco ocorre na maioria das organizações que se prenderam aos adestramentos que visam dar a cada pessoa uma função única e repetitiva que não envolve conhecimento e alcança os seus clientes de maneira a transformá-los em peças úteis.
Cada colaborador tem uma habilidade única, assim como sua personalidade também o é, mas para as empresas medíocres, e suas mentes limitadas, é possível encontrar duas pessoas exatamente idênticas que podem substituir outra a qualquer momento, evidenciando que as organizações são geridas como linhas de reprodução das mesmice e sem visão de futuro, pois o imediatismo domina aqueles que nada sabem e não contribuem para o desenvolvimento, qualquer que ele seja.
Isto coloca muitas empresas em um cenário devastado e infértil, onde nada pode ser aproveitado, pois num mercado em que o colaborador não deseja se esforçar é certo que nenhum desenvolvimento pode ser esperado, ainda mais quando o interesse das pessoas é por um emprego fixo e não o trabalho, para que se encostem em um lugar e vivam pendurados atrasando a organização e o mercado.
Obviamente as mentes medíocres irão defender quem nada quer fazer, piorando cada vez mais o desenvolvimento do mercado e das pessoas, criando falácias que colocam os seres humanos em moldes e quando estes não se encaixam são descartados rapidamente para não causar um problema.
Mas este problema nada mais é do que a percepção de outras soluções, indo na contramão do status quo atrasado e improdutivo, preferindo a competitividade inteligente ao marasmo que domina alguns mercados, pois quando o concorrente se desenvolve a sua empresa também terá esta oportunidade se assim desejar.
Só que é muito mais fácil encontrar empresas preguiçosas e repetitivas nestes mercados medíocres, ainda mais quando os colaboradores também o são, pois as pessoas que se deslocam até às empresas não buscam melhorar, mas apenas manter o que já existe, revelando um desejo insano em manter a tudo e a todos nos trilhos cíclicos fechados dentro de túneis hermeticamente fechados.
Por outro lado é possível encontrar umas poucas empresas que, mesmo nestes mercados paralisados, ainda buscam se diferenciar, e o fazem através de colaboradores que gostem de aprender, estudar e se desenvolver de verdade, abandonando o conceito de que a média já é o suficiente, pois preferem sair da ignorância e mediocridade para gerar soluções inteligente e que beneficiarão inúmeras pessoas, começando por elas próprias.
Mas este comportamento é tratado com má vontade por aqueles que preferem que tudo caia em suas mãos, de preferência já pronto e sem necessidade de saber o que aconteceu, evidenciando ainda mais  a falta de respeito àqueles que trabalham, priorizando um discurso de que tudo é inviável e impossível, para que não tenham que fazer pelas próprias mãos o que podem usurpar dos demais, já que é mais fácil parar no tempo do que buscar o conhecimento e merecer cada uma de suas conquistas.
E desta maneira muitos mercados ficam presos às âncoras da ignorância e mediocridade de tal maneira que quando uma empresa diferente surge há um ataca raivoso contrário, tentando eliminar o inimigo, do mesmo modo que agem contra as pessoas que pensam por elas próprias e oferecem propostas de melhorias de modo inteligente, sem precisar denegrir ninguém ou tratar o outro como alguém a ser abatido, pois com uma concorrência inteligente o mercado se desenvolve mais rápido e os seus clientes têm a certeza de que cada produto ou serviço é fruto de ações que visam evoluir para que ambos tenham benefícios, sendo que a maior consequência das ações das empresas inteligentes é o lucro.
Mentes medíocres vivem na mesmice para manter a estagnação plena, evitando aprender ou olhar para o lado, deixando-se prender em caixas vazias e que não podem ser abertas, pois se isto ocorrer as ideias que adentram estes ambientes farão com que outras oportunidade sejam vistas e então estas pessoas desejarão exterminar tudo o que é diferente, pela pura e simples preguiça de pensar, colocando-se a si próprias como máquinas que funcionam e não podem sair do processo em que se deixaram encaixar.

18 de dezembro de 2013

O valor das culturas individuais das organizações em prol do desenvolvimento do mercado global em Marketing

Uma empresa inteligente sempre compreenderá que não possui uma atividade mais importante que as demais, mas que o conjunto de atividades é que a permite evoluir, inovar e criar soluções com maior desenvoltura do que os concorrentes, seguindo sua cultura e adaptando-se ao longo dos anos às mudanças que ocorrem em todas as áreas.
A contribuição de uma empresa para o desenvolvimento de soluções é fruto direto da forma como todas as áreas interagem entre si, facilitando-se a comunicação interna e permitindo que cada atividade sai do conceito banalizado de início, meio e fim, tornando-se parte de um ciclo em espiral que se aperfeiçoa e não perde o valor já conquistado.
Desta forma também fica claro que estas empresas não deixam que suas culturas sejam forjadas sobre pontos frágeis e fáceis de se derrubar, tomando para si as responsabilidades que as transformam em aprendizes que aplicam diariamente seus conhecimentos no seu próprio desenvolvimento e sem perder o foco.
Além disso, estas empresas não se colocam em pé de igualdade com os concorrentes, pois sabem que cada empresa é única e que mesmo atuando em mercados e setores similares sempre existem diferenças que se transformam no referencial que o cliente reconhece facilmente.
Por isso é importante que cada empresa saiba que o maior diferencial que pode oferecer aos seus clientes é ser ela mesma, de forma autêntica e exclusiva, pois se for para uma organização ser mais uma cópia do que já se encontra no mercado não há necessidade de que ela inicie suas atividades.
Mas como é de praxe nos mercados medíocres, as empresas que surgem sempre se colocam à sombra de outra, copiando-a propositadamente e já nascendo sem uma personalidade, algo que também é fruto de aplicação sobre as pessoas, pois na mediocridade não existem mais seres humanos com suas personalidades, mas apenas objetos que são trocados assim que apresentam defeito.
E este incentivo a tornar tudo comum também reduz o desenvolvimento do conhecimento, pois as pessoas, nesta situação, não são diferentes de máquinas ou commodities que são encontradas em abundância e são facilmente reproduzíveis dentro do mesmo molde, perpetuando a ignorância em detrimento do aprendizado de algo novo e não aplicando o mínimo conhecimento que existe para se criar soluções diferentes, algo que é tratado como um crime por sair da caixa em que a maioria se encontra e assim deseja se manter.
Também fica muito mais evidente que nestes mercados aprisionados na mesmice há uma tentativa de se reduzir ao máximo todas as individualidades, já que tudo não passa de uma grande linha de produção e tudo deve se manter no estágio mais atrasado possível.
Mas enquanto isso acontece, os mercados inteligentes são movidos pelas diferenciações, criando soluções cada vez mais exclusivas e que encontram na competitividade das empresas mais um fator para gerar conhecimentos, estudos e pesquisas que levam ao desenvolvimento de todos, permitindo que as individualidades sejam tratadas da maneira correta, trazendo benefícios a todos e ampliando cada vez mais o universo de uso e aplicação do conhecimento.

16 de dezembro de 2013

Inteligência e competitividade no desenvolvimento das empresas em Marketing

Nenhuma empresa inteligente se deixa representar por colaboradores sem conhecimento, pois quando isto ocorre fica comprovado que a própria organização é dominada pela ignorância e prejudica propositadamente seus consumidores, para que em breve novas vítimas venham a adquirir seus produtos e serviços, criando-se assim um ciclo contínuo de substituição que atinge também os próprios colaboradores, já que todas as práticas vis acabam perdendo o fôlego e a empresa perde muito mais clientes do que adquire.
Colaboradores medíocres são preferidos nas empresas de mesmo nível, tornando inviável a presença de mais um concorrente competitivo e competente no mercado, desvalorizando as ações que promovem o desenvolvimento e deixando cada vez mais corrupta a relação entre clientes, colaboradores e empresas.
Isto se deve à incapacidade de muitas empresas, e até mesmo mercados inteiros, em lidar com seus concorrentes de maneira inteligente, preferindo fazer por merecer o reconhecimento dos seus clientes do que desdenhar das outras empresas como forma de ação corriqueira.
Além desta ação é possível perceber também que as empresas que mais causam insatisfação estão repletas de colaboradores que nada sabem, pois são totalmente adestrados e não contribuem em nenhuma solução, colocando em evidência outra prática nefasta que assola organizações e dá aos outros um foco de culpa, principalmente quando não possuem nenhuma relação com a ação.
E este comportamento se deve à falta de conhecimento, ignorando o desenvolvimento individual de cada pessoa, não aceitando que o outro exista, querendo sempre transformar todos em um objeto comum e que no máximo é encarado como uma máquina reprodutiva das mesmices que paralisam mercados que podem se desenvolver e melhorar.
A partir daí esta prática é tratada como a cultura da região, que serve de referência para os demais mercados globais e não traz benefício algum para todos, pois quanto menor a quantidade de empresas inteligentes e competitivas, menor o desenvolvimento e a satisfação dos consumidores, agregando-se aqui um outro fator, que é o desejo insano de se derrubar todo e qualquer superior para tomar o lugar dele, deixando evidente a incapacidade das pessoas em admitir que cada um possui uma vida única, repleta de experiências e conhecimentos que podem ser ampliados, mas que, em razão da ignorância maciça, são vistos como características ruins e que então devem ser exterminadas rapidamente.
Este tipo de ação é encontrada diariamente em inúmeras empresas, e é também reflexo do que as empresas medíocres criaram e sempre jogam a culpa naquelas que se destacam por trabalhar honestamente e ter o reconhecimento dos clientes, demonstrando também a imaturidade das pessoas que podem se esforçar e melhorar, mas não o querem fazer para não assumir as suas próprias responsabilidades, tampouco ter que pensar e criar soluções, fazendo uso de um jogo sujo e que sabota continuamente quem é diferente, estuda, trabalha, colabora, constrói etc., para manter o status quo estagnado e corrupto.
Com estas ocorrências o mercado global acaba tendo poucas empresas que se destacam, e com isso a inveja dos incompetentes é exacerbada e o discurso da ignorância ganha maior intensidade, colocando em evidência uma cultura em que o outro é um inimigo a ser apagado da história por ter assumido suas responsabilidades ao fazer o máximo para satisfazer seus clientes através de um trabalho inteligente e que promove a criação de soluções durante as 24 horas do dia, que são as mesmas para todas as pessoas do planeta, menos para os ignorantes e incompetentes.
Se as pessoas que tentam destruir seus concorrentes colocassem a mesma dedicação para criar soluções o mercado contaria com mais e melhores empresas, pois todos assumiriam suas responsabilidades e dariam um direcionamento diferente ao conhecimento, sem a ignorância que faz com que um chefe seja visto como um alvo a ser destruído e o colaborador ao lado também pudesse expressar suas ideias sem as costumeiras represálias dos medíocres que preferem o atraso do que o desenvolvimento inteligente de todos com todas as nuances possíveis, já que para a mediocridade instalada tudo deve ser mantido no mesmo e mais baixo nível possível.

13 de dezembro de 2013

A cultura organizacional e o foco do aprendizado para o desenvolvimento contínuo em Marketing

Enquanto a sua empresa der atenção exclusiva àquilo que seus concorrentes estão fazendo, ela deixará de se desenvolver por não prestar atenção em si própria, deixando de lado os cuidados que deve manter para que cada uma de suas atividades seja executada corretamente e cative seus clientes, gerando assim um relacionamento que proporcione a oportunidade de aprendizado, desenvolvimento e satisfação de todos os envolvidos na concepção e construção dos produtos e serviços que chegam ao mercado.
Dar atenção demais aos concorrentes é uma ação que impede a sua empresa de observar quais são os pontos que ela pode aprimorar em seu ambiente interno, como melhorar a relação entre os colaboradores e também desenvolver um relacionamento com os clientes que valha a pena, pois todo o foco organizacional é voltado àquilo que a empresa não pode fazer, mas acha que ainda tem capacidade de interferir nas decisões do concorrente, quando na verdade deve aprender a criar sua história por si própria.
Obviamente é necessário aprender com os concorrentes inteligentes, mas isto só se torna factível quando a empresa não se prende exclusivamente à observação da concorrência, preferindo diferenciar-se ao invés de copiar descaradamente o que as outras organizações estão fazendo, mas como o mercado está repleto de empresas medíocres é muito mais fácil culpar um concorrente que se desenvolveu por ele mesmo do que a empresa prestar atenção ao que ela faz em cada uma de suas ações.
Também é fato que as mentes medíocres sempre acharão que é preciso dar atenção total ao concorrente, o que não é verdade, pois a sua empresa não vive a realidade do concorrente, e poucas pessoas se dão conta disso, criando então infinitas razões para que não façam o que devem e ainda assim encontrem tempo para jogar as suas responsabilidades sobre os outros, prática muito comum dos mercados medíocres e irrelevantes que tentam formatar seres humanos totalmente distintos.
Outro ponto interessante é a forma como as empresas que só têm olhos para os concorrentes tratam seus clientes, o que faz com que a insatisfação ganhe um status que também contém o ingrediente culpa do concorrente como componente, agregando-se também a culpa do colaborador ao lado, pois ele tratou de fazer o trabalho que lhe cabia e não deu conta de fazer o que não era de sua responsabilidade.
Isto também aponta que um mercado em que os colaboradores não passam de peças que funcionam sempre ficará à sombra daqueles que investem em conhecimento para criar produtos e serviços, indo além do mero produzir para gerar as melhores experiências para seus clientes, e este é um aspecto das empresas que possuem uma visão de mercado que contempla a aplicação do conhecimento sem que ele fique estagnado ou arquivado e inacessível.
Mas ainda assim é possível verificar o trabalho e esforço das empresas inteligentes no mercado global, onde elas preferem aprender internamente e buscam referências externas para melhorar, sem que precisem copiar o que a outra empresa faz, pois assim conseguem manter suas personalidades e culturas individualizadas e únicas, como verdadeiramente o são.
Isso também coloca em ação um fator que dá á criatividade um amplo território, que é delimitado pelo foco organizacional e a produção em sim, mas sem proibir que os colaboradores tenham no dia de hoje as ideias que poderão ser levadas aos clientes na forma de produtos e serviços, abrindo assim um caminho para que estudos e pesquisas sejam inclusos no aprendizado, seja para colocar uma ideia no mercado ou refutá-la pela inviabilidade.
Desta maneira a empresa deixa de dar toda sua atenção aos concorrentes, melhorando internamente ao ter conhecimento daquilo que ela representa e como o seu aperfeiçoamento só será viável se ela sempre mantiver suas raízes unidas ao desenvolvimento que leva aos clientes os melhores produtos e serviços antes dos concorrentes.
Uma empresa que pode aprender consigo mesma também consegue aprender com os concorrentes, mas quando a observação da concorrência é uma obsessão o seu cliente migra para outra empresa e ela para no tempo ao não fazer por ela o que deve.

9 de dezembro de 2013

A diferenciação e o relacionamento inteligente das empresas com a competitividade em Marketing

Uma empresa que considera como commodities as mais diversas abrangências do conhecimento ignora toda e qualquer ação inteligente, prendendo-se à repetição exaustiva de uma produção sem razão, dando a seus clientes a formatação que lhes convém e é traduzida através de uma necessidade da empresa captar recursos monetários para que exista o que chamam de relacionamento, do mesmo modo com que adestram seus colaboradores para estar em contato com os mesmos clientes que são tratados como cofres ou contas bancárias a serem esvaziados.
Empresas de visão não lidam com seus clientes como se eles fossem apenas parte de um processo de troca de produtos ou serviços por dinheiro, saindo do óbvio e diferenciando-se ao máximo das milhares de empresas que ocupam espaço no mercado e não entregam nada de interessante aos consumidores.
Só que esta visão não se limita a olhar incessantemente para o que virá, mas sim em aproveitar ao máximo todo o aprendizado do passado aplicando-o no presente para gerar uma oportunidade de futuro ao satisfazer seus clientes, do mesmo jeito com que o relacionamento interno das áreas é focado no uso do conhecimento para que a empresa sempre faça o seu melhor.
Obviamente a totalidade de empresas medíocres sempre se colocam como as melhores, dizendo-se portadoras das ideias mais relevantes, de processos avançados e sem precedentes, mas se esquecem do básico e por isso vivem se repetindo de tal forma que a atenção dos clientes inteligentes não lhes é direcionada após um único contato.
Também não é incomum que as empresas imersas na ignorância também contem com colaboradores que apenas funcionam como máquinas, utilizando até mesmo o termo funcionário para descrever estas pessoas, pois elas prestam seus serviços de forma a funcionar sem mais nada a oferecer, criando também um abismo praticamente intransponível para estas organizações que primam pela insatisfação de clientes e ainda assim não conseguem sequer compreender a situação e as razões dos clientes que migram para a concorrência.
Desta forma fica visível que até mesmo as pessoas são tratadas como commodities que existem em abundância e não possuem qualquer diferenciação, indo na contramão do que é a realidade nos mercados inteligentes e onde há uma concorrência altamente competitiva e extremamente inteligente para não seguir o que as outras empresas fazem, assumindo suas responsabilidades e tornando-se cada vez mais exclusivas quanto aquilo que produzem, sem perder a oportunidade de se relacionar interna e externamente de maneira digna.
Mas ainda assim é possível encontrar mercados em que a competitividade é tratada de forma inteligente, gerando desenvolvimento mútuo para todas as empresas, que também não se deixam apegar à incompetência e fazem por merecer todas as conquistas e ter como consequência de suas ações o lucro que as dá a oportunidade de continuar suas atividades e se desenvolver.

7 de dezembro de 2013

O relacionamento inteligente das empresas com a diversidade de conhecimentos e seu uso para o desenvolvimento de soluções em Marketing

As soluções que oferecem usabilidade simples têm na complexidade sua criação, trazendo informações, conhecimentos, experiências etc. como cerne daquilo que faz seu cliente se encantar, abrindo também novas oportunidades para que a sua empresa faça por merecer a atenção e trabalhe intensamente com os novos dados coletados durante as interações, levando ao cliente a certeza de que a sua empresa é a escolha assertiva que futuramente será contatada novamente se for inteligente para não criar barreiras inexistentes e que limitam a criatividade de seus colaboradores.
Unir ideias, conceitos, experiências, conhecimentos etc. para gerar soluções é um exercício que se encaixa perfeitamente dentro das empresas inteligentes, que aproveitam todo o diferencial individualizado em cada colaborador para tomar para si a vanguarda de mercado sem se esquecer de atender aos desejos de seus clientes.
Mas este posicionamento só é perceptível quando as empresas são maduras o suficiente para lidar com suas dúvidas de maneira mais ampla e focada, abrindo novos caminhos no mercado e mesmo assim sem que suas decisões sejam desequilibradas, fato corriqueiro e que faz com que certas organizações tenham em uma ou duas áreas uma concentração de decisões, geração de ideias e achismos infundados que causam muito mais transtorno do que soluções.
Além disso é preciso observar também que a inteligência é escassa e não pode ser replicada, pois não é um produto ou serviço que pode ser igualado, e é neste ponto que as empresas inteligentes se diferenciam, pois não tratam o uso do conhecimento como se fossem commodities, e que, infelizmente, é o que as mentes e empresas medíocres são especializadas, tentando nivelar por baixo as diferenças.
Desta maneira é fácil compreender as razões que levam as empresas a deixar o mercado dentro do leque de opções que se apresentam, criando também a formatação de seres humanos, onde cada um perde a sua personalidade individual para ser apenas mais um, enquanto que nas empresas inteligentes o caminho é feito na contramão, já que todas as pessoas carregam consigo um conjunto de conhecimentos, experiências e ideias que não são frutos de uma linha de produção.
Mas como é de praxe há um grupo de pessoas incompetentes que tentam aprisionar a criatividade e dar-lhe limitações que não servem para o desenvolvimento, perpetuando as mesmices em erros que diariamente derrubam muitas empresas que se deixam aprisionar sob um controle excessivo prejudicial a todos.
Também é fato que estas empresas medíocres insistem em medir absolutamente tudo o que produzem, e aí também criam a falácia de que as pessoas também podem se encaixar nos moldes propostos por elas, passando a adestrar as pessoas ao invés de treiná-las para gerar soluções interessantes e inteligentes, promovendo o desenvolvimento da criatividade ao invés de trancafiá-la numa caixa hermeticamente fechada e abandonada num depósito inacessível.
Então fica mais fácil identificar o que faz com que as empresas virem reféns de si próprias, querendo ter números em excesso e sem saber o que fazer com eles, do mesmo jeito que tentam a todo custo transformar cada indivíduo em uma réplica do outro, extraindo toda a criatividade, experiência e geração de ideias que apontam para as oportunidades de mercado.
Por isso é muito mais interessante contar com um ambiente que favoreça a geração de soluções, e é o que fazem as empresas inteligentes que não se contentam em atender ao cliente somente no ato de uma compra, partindo para um relacionamento em que os dois lados devem ficar satisfeitos ao contribuir mutuamente para que um novo encontro seja vislumbrando em breve, algo que fica muito distante das empresas que só sabem reproduzir o que já foi feito por terem mecanizado e adestrado corretamente todos os seus colaboradores, sem exceção.

5 de dezembro de 2013

A visão e o aperfeiçoamento contínuo, através das informações recebidas de clientes, das empresas em Marketing

Lidar com as informações negativas a respeito da empresa é um exercício em que as organizações inteligentes transformam em oportunidades para se desenvolver, melhorar e aprimorar todas as suas atividades ao estabelecer um vínculo com seus clientes, partindo de aprendizados que só são possíveis quando a empresa compreende o contexto em que um dado ou informação foi inserido e busca encontrar uma solução que venha a colaborar para que futuramente aquele comentário não se repita.
Empresas podem lidar com informações a seu favor de maneira afável e aberta, mas somente as inteligentes sabem da importância de se corrigir algo que não saiu como esperado, colocando-se à disposição para ter neste problema uma oportunidade que as ajude a se desenvolver.
Mas como é de praxe nos mercados medíocres sempre existe a tática de se culpar o outro por aquilo que a empresa faz de errado ou até mesmo não sabe fazer, criando barreiras ao invés de incentivar a criação de soluções interessantes.
Outro ponto muito comum é o afastamento das empresas incompetentes de seus clientes quando algo não funciona como o programa, como se isso fosse suficiente para sanar o problema, mas que no fundo é um modo de não assumir as responsabilidades e ainda assim culpar o cliente pela aquisição do produto ou serviço, eximindo a empresa de seus compromissos porque após a produção ela se sente isenta de qualquer coisa que aconteça.
Isso também coloca em xeque o retorno do consumidor, afastando-o e gerando uma influência dele para com os demais a ponto de retirar da base de clientes um número relevantes de pessoas, mas que para as empresas medíocres é indiferente, pois para elas sempre haverá um desavisado que irá adquirir seus produtos ou serviços.
E enquanto as empresas medíocres não se desenvolvem as inteligentes aproveitam todas as informações recebidas ao máximo, até mesmo aprofundando seu conhecimento sobre o que lhes é passado entrando em contato novamente com o cliente, para que a situação seja esclarecida e sanada.
Com este tipo de comportamento as empresas inteligentes obtém benefícios muito maiores ao se colocar à disposição do desenvolvimento, pegando cada um de seus problemas e transformando-os em uma nova oportunidade para melhorar, assumindo suas responsabilidades e se esforçando de maneira efetiva na construção de um relacionamento muito melhor de seus colaboradores para com os demais e seus clientes.
Uma empresa inteligente não tem problemas insolúveis, pois tratam cada um deles como uma oportunidade para aprimorar o uso do conhecimento que já possuem, e quando isto ainda não é realidade saem em busca daquilo que lhes é necessário, visando atender aos desejos dos clientes através de uma estrutura voltada ao desenvolvimento e inovação que dão a cada uma das experiências de seus clientes um tom diferenciado e que não deixa a empresa parar no tempo.